Saúde e Longevidade na Mesa: Dez Passos para a Escolha Diária dos Alimentos com a Dietoterapia Chinesa

Passo 5 | Equilibre sua Constituição

Introdução

Conforme explicado no Passo 3 – Entenda os Sinais, todos os indivíduos apresentam algum nível de deficiência, que pode envolver as funções ou a estrutura dos órgãos internos. O tipo de deficiência apresentado pelo indivíduo caracteriza, em geral, sua constituição, que, por sua vez, está relacionada à saúde de sua família biológica.

A origem das deficiências pode ter diversos motivos, mas a causa

primária, segundo a Medicina Tradicional Chinesa, está na hereditariedade, que é entendida pelos chineses pela qualidade do jing. No Passo 1 – Alimente-se, foram apresentadas as substâncias fundamentais, demonstrando que o jing, ou qi pré-natal, constitui a base para o desenvolvimento humano desde o embrião.

Considerando que o jing carrega o potencial energético do indivíduo,

ele também carregará consigo as potencialidades do pai e da mãe. Nisso estão incluídas as características físicas, como a estrutura corpórea e a saúde dos órgãos internos, as características mentais, como o comportamento e, segundo muitos orientais, os aspectos espirituais, oriundos de toda sua ancestralidade. Isso explica a reverência e a gratidão aos antepassados, muito presentes na cultura oriental.

Portanto, as constituições podem ser de deficiência de yin ou de yang,

variando em tipos yin e yang (Figura 5.1).

É importante dizer que essas constituições mostram o indivíduo em seu

estado inicial, considerando-o desde a infância. Quando o indivíduo adoece, a condição de deficiência aumenta, sobretudo em casos crônicos, mas, à medida que ele mantém ou recupera a saúde, os sinais de deficiência tendem a sumir, demonstrando que o equilíbrio foi restabelecido. Manter o equilíbrio de sua própria constituição é a chave da longevidade.

O jing, sendo o qi pré-natal, serve de base para os rins (shèn), que dão

suporte a todos os demais órgãos do organismo durante a vida. Os rins (shèn) são a base do yin e do yang dentro do indivíduo e, assim, a constituição de um indivíduo é o resultado dessa interação. Alguns crescem com muita energia e sentindo calor, traduzindo um jing com muito mais yang, e outros crescem com menos disposição e, consequentemente, mais yin, com tendência a um corpo mais frio.

Figura 5.1 A a D. Constituições com deficiência de yin ou de yang associadas aos tipos yin e yang.

O jing é uma substância que se origina no Portão da Vitalidade, que, em

chinês, é denominado mingmen e se localiza próximo aos rins. É a força do mingmen que promove o aquecimento, o fogo fisiológico capaz de realizar as transformações, manter as funções dos órgãos internos e predispor o indivíduo a um corpo quente, seco, frio ou úmido. A respeito do mingmen, Maciocia (1996) explica:

Os rins (shèn) podem ser comparados a um caldeirão cheio de água. O fogo abaixo deste caldeirão é providenciado pela porção yang dos rins (shèn) e pelo portão da vitalidade (ming men). A água dentro deste caldeirão corresponde ao jing.

Como a função dos rins (shèn) está relacionada a governar a água, eles

são a fonte da água e do fogo no indivíduo, ou seja, yin e yang, e promovem

o resfriamento e também o aquecimento (Figura 5.2). Por isso, alguns indivíduos sentem mais frio e têm o metabolismo mais lento, tendendo a ganhar peso; já os indivíduos mais calorentos apresentam o metabolismo rápido e não engordam com tanta facilidade.

Quando o yang é excessivo, pode levar o indivíduo à deficiência de yin,

pois o calor tende a acelerar o metabolismo e secar os fluidos. Estes são os indivíduos mais magros, secos e inquietos. Quando o yin é excessivo, pode levar o indivíduo à deficiência de yang. Quando falta calor, as substâncias se acumulam e a tendência é ganhar peso com facilidade. No entanto, também existem indivíduos fortes, robustos e com deficiência de yin. Nesse caso, a deficiência é menor e o que predominará é uma constituição sustentada por excesso de fatores patogênicos, e a alimentação, nesse sentido, é crucial para equilibrá-lo.

 

Deficiência de yin

Quando há deficiência do yin, trata-se de uma deficiência relativa a tudo que é considerado yin dentro do organismo: as estruturas anatômicas, os fluidos corporais, a musculatura e os ossos. Quando falta yin, o corpo potencializa o calor. Dessa maneira, o indivíduo é dinâmico e enérgico, e suas transformações são rápidas, bem como suas atitudes de comportamento. Com o organismo ativo, as substâncias fundamentais são gastas excessivamente e a pessoa tende à magreza, à secura e à desnutrição, seja na hidratação, seja na alimentação.

 

Figura 5.2 Caldeirão com água sobre o fogo, simbolizando o funcionamento dos rins.

Quando o calor predomina, o corpo tende a liberá-lo para buscar a

harmonia do organismo. Assim, as extremidades são quentes e as transpirações são frequentes, podendo ser excessivas. A noite marca o período yin, assim como o dia marca o período yang; portanto, quando a deficiência de yin é significativa, há transpiração vespertina ou noturna.

A deficiência de yin tende, sobretudo, a originar um indivíduo com

muito mais calor que os demais e pode deixar boca e pele secas. Esses indivíduos costumam beber líquidos aos poucos e, com frequência, ter as maçãs do rosto avermelhadas (rubor malar).

A tendência do calor é subir e, por isso, ele perturba a mente; portanto,

os indivíduos com deficiência de yin podem apresentar estados de inquietação constantes e propensão à irritação, sendo mais mutáveis ou emocionais. Em contrapartida, também podem ser mais corajosos, autoconfiantes e práticos. Com frequência, sofrem de insônia, ansiedade, hipertensão e doenças cardiovasculares. Os órgãos mais acometidos pela deficiência de yin são o coração (xin), os rins (shèn), o fígado (gan), o estômago (wei) e os pulmões (fei).

No coração (xin), a deficiência de yin é caracterizada pela

hiperatividade de suas funções, o que ocasiona palpitações e aumento da pressão arterial, que levará a doenças cardiovasculares, boca e garganta secas, propensão à ansiedade, irritabilidade e falta de memória e de concentração. Na visão oriental, o coração (xin) também abriga a mente (shén); portanto, quando a característica yin é menor, a tranquilidade é perdida e o indivíduo pode sofrer de ansiedade, inquietação, estresse crônico, depressão e ainda ter muitos problemas afetivos, pois a característica yin promove a compaixão e a compreensão dentro do indivíduo. Assim, a deficiência de yin pode aumentar a intolerância, a impulsividade, a clareza e o entendimento.

Nos rins (shèn), a deficiência de yin é caracterizada pelo aumento de

suas funções, o que causa alteração da dinâmica da pressão arterial (pelo sistema angiotensina), podendo desencadear disfunções endócrinas e hiperestimulando o funcionamento das adrenais.

Nos pulmões (fei), a deficiência de yin seca os fluidos corporais,

causando tosse seca e doenças respiratórias. A falta de fluidos também pode ocasionar pele seca, constipação intestinal, com fezes secas e difíceis de serem expelidas, doenças respiratórias e secura no nariz e na garganta. A fraqueza do sistema imunológico também pode ser observada, uma vez que os pulmões são os órgãos de ação defensiva.

No fígado (gan), a deficiência de yin é caracterizada por desnutrição e

perda da qualidade do sangue, uma vez que o fígado (gan) armazena sangue. Há também secura nos olhos, visão deficiente ou distúrbios oculares, pois o fígado rege os olhos sob o ponto de vista da medicina chinesa. A falta de fluidez no fígado, decorrente da deficiência de yin, pode gerar contraturas nas articulações e perda da cartilagem, aumentando a incidência de artrite e artrose.

Como visto no Passo 2 – Conheça seu Corpo, os chineses entendem que

o fígado (gan) enraíza a alma etérea, ao qual chamam de hun. A deficiência de yin ocasiona, portanto, a diminuição da criatividade e da capacidade de lidar com as frustrações da vida, levando o indivíduo à dificuldade de planejamento e assertividade.

No estômago (wei), a deficiência de yin é caracterizada pela

hiperacidez, que pode levar o indivíduo a sofrer de gastrite. O calor gerado pela hiperacidez também pode secar os fluidos estomacais responsáveis pela formação da saburra (revestimento lingual). Por isso, na observação da língua, comumente feita pelos profissionais de Medicina Tradicional Chinesa, a ausência de saburra indica deficiência de yin de estômago.

 

Equilíbrio da deficiência de yin

Para equilibrar a deficiência de yin é essencial buscar o descanso adequado e aquietar a mente. Indivíduos que sofrem de deficiência de yin comumente são dinâmicos e ambiciosos. Entretanto, é fundamental que essas pessoas desenvolvam a consciência corporal para ouvirem seu corpo e sua mente, por meio de atividades físicas tranquilas, como o yoga ou o tai ji quan. O hiperestímulo do corpo em resposta à mente, além de trazer cansaço, pode desgastar as funções dos órgãos internos; portanto, é importante aproveitar os momentos de descanso, para não entrar em exaustão. Também é importante caminhar, nadar ou, ainda, praticar meditação, para aliviar as tensões diárias.

A deficiência de yin também pode ocasionar impulsividade e

irritabilidade; portanto, todo processo terapêutico é válido para melhorar a relação consigo mesmo e com os outros.

 

Deficiência de yang

Quando há deficiência de yang, trata-se de uma deficiência relativa a tudo que é considerado yang dentro do organismo: as funções, as transformações, o calor e o impulso energético. Quando falta yang, o corpo é frio. Desse modo, o indivíduo pode se sentir facilmente cansado e a circulação é mais lenta.

O metabolismo é lento, bem como suas atitudes de comportamento, que

revelam pessoas comumente tranquilas. Com as funções diminuídas, as transformações se tornam difíceis e o indivíduo pode acumular resíduos, como muco ou edema, e tender ao ganho de peso, além de, com frequência, sentir muito menos sede em relação aos indivíduos que sofrem de deficiência de yin.

Quando o frio predomina, o calor chega com dificuldade e as

extremidades (mãos e pés) podem estar constantemente frias. A transpiração também tende a ser menor, pois o organismo faz o possível para reter o calor, a fim de manter atividades como digestão e circulação.

A deficiência de yang tende, sobretudo, a dar origem a um indivíduo

ligeiramente pálido, pois a circulação é lenta, a constituição também pode ser fraca e a libido está diminuída. Também pode haver falta de atitude, medo, sensação de insegurança ou sentimento de inadequação.

A tendência do frio é descer e, por isso, o indivíduo pode sofrer de

desânimo, desistir facilmente de seus objetivos ou não ter força interna para persistir. Em contrapartida, a deficiência de yang leva o indivíduo a refletir mais sobre si e a buscar virtudes em si mesmo.

Com frequência, a deficiência de yang pode desencadear indisposição,

cansaço crônico, lassitude, tristeza, diarreia, respiração curta, prolapsos e medo, com tendência a desistir. Os órgãos mais acometidos por deficiência de yang são o baço (pi), os rins (shèn) e o coração (xin).

No baço (pi), a deficiência de yang é caracterizada pela lentificação nas

transformações do sistema digestivo. O baço (pi), na visão oriental, é o “pai” do metabolismo, uma vez que auxilia o estômago (wei) na maturação do alimento e na ascensão das substâncias puras, para transformá-las em energia e sangue (xue). Na prática, as funções do pâncreas e dos intestinos diminuem, ocasionando acúmulo de resíduos, que, quando não expelidos (ou transformados), acumulam-se na forma de umidade (shi), aumentando a gordura corporal. Com isso, os nutrientes não são absorvidos e a musculatura não é fortalecida, tornando os membros flácidos e frios, o que explica por que indivíduos obesos podem sofrer de anemia.

No coração (xin), a deficiência de yang é caracterizada por lentificação

da circulação sanguínea, palidez, palpitações e arritmia, além de dificuldade para desligar a mente (shén) no momento de dormir (já que o coração rege a mente).

Nos rins (shèn), a deficiência de yang é caracterizada pela diminuição

de suas funções de governar e filtrar os líquidos, desencadeando edemas, além de fraqueza na bexiga e prolapsos. Também pode acometer o sistema urogenital, levando à perda de libido e à frigidez.

 

Equilíbrio da deficiência de yang

Para equilibrar a deficiência de yang, é essencial aumentar as atividades e estimular a produção de calor no indivíduo; por isso, a atividade física deve ser diária e a alimentação predominantemente morna. Todos precisam de atividade física, mas o indivíduo que sofre dessa deficiência deve se exercitar todos os dias, a fim de potencializar o yang no organismo e impulsionar as transformações, evitando o acúmulo. É igualmente importante que o indivíduo trabalhe e tenha objetivos profissionais, a fim de levar ao dia a dia as metas para construir sua própria realidade. Fazer algo que ama, com vigor e entusiasmo, impulsionará a força de vontade para suas atividades diárias e sua estrutura interna.

Indivíduos com deficiência de yang frequentemente podem se sentir

desestimulados e perder o interesse ou a confiança diante da vida. Nesse sentido, é importante buscar práticas de autoconhecimento, para que descubram seus valores e desenvolvam sua força interna.

Equilíbrio das constituições com dietoterapia

chinesa

Conforme visto anteriormente, todos os indivíduos sofrem de deficiência de yin ou de yang, ainda que minimamente. A Medicina Tradicional Chinesa parte do princípio que os indivíduos com deficiência de yin devem ser fortalecidos com alimentos e atividades que impulsionem o yin, ao passo que as pessoas que sofrem de deficiência de yang devem ser fortalecidas com alimentos e atividades que promovam o yang.

Conforme a visão oriental, os alimentos têm propriedades térmicas e

direções de energia conforme suas partes, seu local e suas condições de crescimento, além do modo de preparo e de suas funções no organismo.

 

Alimentação

A alimentação para a deficiência de yin é diferente da alimentação para a deficiência de yang. Naturalmente, na deficiência de yin é necessário enfatizar os alimentos refrescantes e neutros, de sabor ácido, amargo, doce e salgado. Já na deficiência de yang, é necessário enfatizar os alimentos mornos e quentes, de sabor picante, ácido e doce. Nesse sentido, estão descritos a seguir os alimentos para consumo diário, frequente, moderado e raro.

Consumo diário. São os alimentos de natureza fresca, como folhas e frutas. Por exemplo, agrião, rúcula e alface são bons, pois removem toxinas, facilitam a formação de sangue e beneficiam os intestinos, o que serve para as duas constituições.

Consumo frequente. São aqueles cujo consumo pode ou não ser diário, mas deve ser constante, como peixes, leguminosas e cereais. Consumo moderado . São aqueles que podem ser consumidos até 1 vez na semana, mas que devem ser evitados, por promoverem acúmulos. São as carnes vermelhas, por exemplo, que frequentemente aumentam o calor interno.

Consumo raro. São de uso terapêutico e dividem-se em natureza quente ou fria, sendo utilizados para eliminar fatores patogênicos e restabelecer o equilíbrio natural do indivíduo.

Indivíduos com uma constituição em que predomina a deficiência de yin

devem consumir alimentos de natureza neutra e fresca diariamente e raramente consumir os alimentos de natureza quente, pois se beneficiam de alimentos naturais, frescos e crus. Já os indivíduos com uma constituição em que predomina a deficiência de yang devem consumir alimentos de natureza neutra e morna diariamente, para aquecê-los em suas necessidades, pois se beneficiam de alimentos cozidos, temperados e em porções

fracionadas (Tabela 5.1).

O princípio de tratamento a ser seguido pela dietoterapia chinesa,

conforme as condições de deficiência de yin ou yang, está descrito na

Tabela 5.2.

A Tabela 5.3 apresenta os alimentos que devem fazer parte da

alimentação diária para equilíbrio das deficiências e harmonização das duas condições, mostrando a diferença na escolha dos alimentos conforme a deficiência de yin ou de yang.

Tabela 5.1 Natureza e sabor predominantes dos alimentos indicados para deficiência de yin ou yang.

De ciência Natureza predominante Sabor predominante

 

Yin Alimentos frescos, frios, úmidos Doce, ácido e salgado

e crus

 

Yang Alimentos cozidos, mornos, Doce, amargo e picante

secos e de fácil digestão

Tabela 5.2 Tratamento de dietoterapia chinesa segundo as deficiências de yin ou yang.

Alimentos De ciência de yin De ciência de yang

 

Alimentos quentes Raramente Frequentemente

 

Alimentos mornos Moderadamente Diariamente

 

Alimentos neutros Diariamente Diariamente

 

Alimentos frescos Diariamente Moderadamente

 

Alimentos frios Frequentemente Raramente

 

Tabela 5.3 Alimentos para equilíbrio das deficiências de yin e yang e harmonização das duas condições.

De ciência de yang

 

Quinoa, amaranto, tofu cozido, nozes, amêndoas, semente de abóbora, folha de

mostarda, broto de alfafa, cereja, uva, morango, pêssego, cravo, canela, gengibre

seco, anis, chá-verde, vagem, inhame, batata-doce, lichia, ginseng, todas as

pimentas, cebola, cebolinha, brócolis, cenoura cozida, linhaça, aipo, alface,

berinjela, abacaxi, couve, repolho, chicória, espirulina e alcachofra

 

De ciência de yin

 

Quinoa, trigo, feijão preto, cevada e grãos integrais, tofu frio, gergelim, amêndoas,

macadâmia, aspargos, pepino, rabanete, agrião, cenoura crua, limão, amora,

morango, melancia, pera, melão, tomate, cebola, sal, chlorella, hortelã, mel, maçã,

peixes, ostras, ovos, ervilha, caqui, soja, painço, batata-inglesa e batata-doce,

abacate, damasco, cogumelos e go

 

Fitoterapia ou dietoterapia?

Uma dúvida que pode surgir refere-se à necessidade da fitoterapia. Quando ela é, de fato, necessária? A fitoterapia é uma técnica muito eficaz e direcionada para as doenças já instaladas, ao passo que a dietoterapia é comumente sugerida para a promoção da saúde e o equilíbrio natural das constituições.

A fitoterapia chinesa é conhecida e utilizada no mundo todo, e no Brasil

seu uso é controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As fórmulas magistrais podem ser encontradas em farmácias de manipulação. É possível buscar orientação adequada de um profissional habilitado para então utilizar as fórmulas magistrais, direcionadas à erradicação da doença. No entanto, já é possível encontrar algumas ervas isoladas liberadas para o consumo em mercearias orientais e associá-las à nutrição diária, para reforçar a aplicação da dietoterapia. Entre as ervas comumente encontradas isoladas estão o ginseng (Panax ginseng), o dang gui (Angelica sinensis) e alguns chás, como de crisântemo e de oolong.

 

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