Sinalização purinérgica: implicações fisiopatológicas
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Sinalização Purinérgica:
Implicações Fisiopatológicas
Organizadores:
Andréia Machado Cardoso
Leandro Henrique Manfredi
Sarah Franco Vieira de Oliveira Maciel
Dedicamos a todos os pesquisadores que tenham como área de
interesse a sinalização purinérgica.
Dedicamos aos nossos familiares, mestres e amigos por
incentivarem, compreenderem e apoiarem nossa trajetória como
professores e pesquisadores.
Agradecimentos
Agradecemos:
Aos autores dos capítulos que compõem esta obra, pela dedicação e qualidade empregada em cada frase escrita.
Aos nossos mestres e colegas que nos incentivaram e nos auxiliaram a pesquisar sobre a sinalização purinérgica e a compreender que se trata de uma área promissora para desenvolvimento científico da área da saúde.
Aos nossos estudantes de graduação/iniciação científica que ansiavam por fontes didáticas escritas em língua portuguesa sobre a sinalização purinérgica, os quais foram a mola propulsora para que esta obra fosse iniciada.
À Editora da Universidade Federal da Fronteira Sul e à própria UFFS por viabilizarem a publicação e divulgação deste livro.
“A tarefa não é tanto ver aquilo que ninguém viu, mas pensar o que
ninguém ainda pensou sobre aquilo que todo mundo vê.”
(Arthur Schopenhauer)
Prefácio
Se hoje sabemos que o ATP, a famosa moeda energética, é liberado das células e aceitamos esse conceito com total tranquilidade, devemos essa descoberta a um grande pesquisador chamado Geoffrey Burnstock. Na década de 70, quando era quase uma heresia propor um papel extracelular para o ATP, ele foi capaz de acreditar nas evidências obtidas em seu laboratório, bem como aquelas encontradas na literatura, e, assim, propor a hipótese da neurotransmissão não colinérgica e não adrenérgica por ele denominada de transmissão purinérgica (Purinergic nerves, Burnstock, G. Pharmacological Reviews 24(3):509-581, 1972). A partir dos trabalhos originais de Burnstock, o interesse pela sinalização purinérgica foi ganhando força, e o número de artigos publicados em diferentes sistemas e tipos celulares cresceu exponencialmente até os dias de hoje.
Uma breve revisão da literatura nos mostra também que os componentes desse sistema foram sendo identificados durante esses últimos 50 anos até que o quadro mais completo, porém certamente inacabado, identificou: i) os mecanismos de liberação do ATP das células; ii) um número bastante complexo de receptores (P1, P2) e seus subtipos; iii) as vias de sinalização intracelulares que conectam esses receptores e seus agonistas ao metabolismo intracelular; iv) o sistema altamente eficiente de degradação do ATP constituído por várias classes de enzimas; v) os transportadores que possibilitam a via de recuperação das purinas.
A proposta deste livro, organizado pela bela inciativa dos professores Andréia Machado Cardoso, Leandro Henrique Manfredi e Sarah Franco Vieira de Oliveira Maciel, com a participação de colaboradores, é fazer uma breve revisão dessa história científica e apresentar alguns tópicos sobre os mais recentes achados da sinalização purinérgica em diferentes sistemas em condições fisiológicas e patológicas.
Fazendo parte dessa história, poderíamos citar muitos pesquisadores, mas três deles – José Marcos Ribeiro, João José Freitas Sarkis (in memoriam) e Pedro Muanis Persechini (in memoriam) – merecem destaque especial. Esse destaque se dá pela importância de seus trabalhos precursores sobre a sinalização purinérgica no Brasil e pela formação de professores e pesquisadores que levaram adiante os estudos sobre esse sistema tanto aqui, no Brasil, como no mundo.
Profa. Dra. Ana Maria Oliveira Battastini Presidente do Clube
Brasileiro de Purinas (2018-2021)
Apresentação
O conceito de um sistema de sinalização purinérgica foi proposto pela primeira vez pelo professor Geoffrey Burnstock há mais de 40 anos. Esse sistema inclui as respostas celulares aos nucleotídeos, como o ATP, e aos nucleosídeos, como a adenosina, os quais agem como mensageiros extracelulares por meio de receptores específicos em todos os órgãos e sistemas. Todas as células possuem componentes do sistema purinérgico e tem a capacidade de liberar nucleotídeos de uma forma controlada. Os mecanismos relacionados à liberação dos nucleotídeos tem sido foco intenso de atividades de pesquisa. Estudos têm investigado amplamente a fisiologia, a farmacologia e a bioquímica da sinalização purinérgica. Mais recentemente, o foco tem sido a patofisiologia e o potencial terapêutico dos componentes do sistema purinérgico, especialmente em relação aos receptores P1 e P2. É estabelecido, atualmente, que mudanças na sinalização purinérgica estão envolvidas na patofisiologia e na terapêutica de muitas doenças, possivelmente, além de estarem relacionadas aos efeitos do exercício físico e de moléculas nutracêuticas sobre o organismo.
No Brasil, existem diversos grupos de pesquisa que têm como foco a investigação da sinalização purinérgica. Contudo, o conhecimento sobre a sinalização purinérgica tem sido amplamente difundido em língua inglesa por meio de publicações científicas em periódicos internacionais. Em língua portuguesa, os estudos sobre o sistema purinérgico vêm sendo publicados, principalmente, em dissertações e em teses. Esses dois fatores podem representar uma barreira para o acesso a esse conhecimento, fato que se consolidou como a principal motivação dos organizadores deste livro para produzi-lo.
Dessa forma, o propósito desta obra é poder compilar e difundir em língua portuguesa um pouco do conhecimento disponível a respeito do sistema purinérgico. Todos os colaboradores do livro são pesquisadores brasileiros que estudam alguma situação fisiológica ou patológica envolvendo esse sistema. Destacamos que esta produção conta com a colaboração de pesquisadores brasileiros renomados na área, como as professoras Ana Maria Oliveira Battastini e Maria Rosa Chitolina Schetinger e o professor Robson Coutinho-Silva.
O livro inicia com três capítulos introdutórios, que contam sobre o funcionamento da sinalização purinérgica em condições fisiológicas gerais e sobre a história das enzimas e dos receptores purinérgicos. Os dois capítulos subsequentes abordam situações fisiológicas, como a modulação do sistema purinérgico pelo exercício físico e por moléculas nutracêuticas. Os capítulos seguintes abordam a relação da sinalização purinérgica em condições patológicas, incluindo diversos tipos de câncer, doenças endócrinas, como diabetes e disfunções da glândula tireoide, doença renal, hipertensão arterial sistêmica, doenças degenerativas, como doença de Alzheimer, e doença macular relacionada à idade, doenças parasitárias e virais, dentre outras.
Dessa forma, este livro foi produzido para trazer aos leitores os últimos achados em relação ao envolvimento da sinalização purinérgica em diversas condições fisiológicas e patológicas. Espera-se contribuir para a difusão do conhecimento sobre os componentes do sistema purinérgico e sua atuação, bem como para a formação de novos pesquisadores que tenham esse tema como foco de suas pesquisas.
Andréia Machado Cardoso
Leandro Henrique Manfredi
Sarah Franco Vieira de Oliveira Maciel
(Organizadores)
Lista de abreviações
(+) ssRNA: RNA de cadeia simples e senso positivo
[Ca2+]cit: concentração de cálcio citoplasmático
5’-AMPc: 3’-5’-monofosfato de adenosina cíclico
5-NT: 5’ nucleotidase
A2A: receptores metabotrópicos P1 do subtipo 2A
A2B: receptores metabotrópicos P1 do subtipo 2B
A3R: receptor de adenosina A3
AC10: adenilil ciclase 10
Ach: acetilcolina
Acrs: apyrase conserved regions
ADA: adenosina desaminase
ADO: adenosina
ADP: adenosina difosfato
ADPβs: agonista do receptor P2Y1
AGE: produtos de glicação avançada
AGL: ácidos graxos livres
AIDS: Síndrome da imunodeficiência adquirida, do inglês Acquired immunodeficiency syndrome AJCC: American Joint Committee on Cancer
AKT: proteína quinase B
AMP: adenosina monofosfato
ANVISA: Agência Nacional de Vigilância Sanitária
APC: gene da polipose adenomatosa coli
APP: proteína precursora amiloide
Atg5: autophagyrelated5
ATP: adenosina trifosfato
Atpγs: adenosina 5’-O-(3-Tio)trifosfato
AVC: acidente vascular cerebral
Azga: transportadores específicos para adenina-hipoxantina-guanina
Aβ: beta amiloide
BAX: proteína X associada ao BCL-2
BBG: do inglês antagonista brilliant blue G
Bcl-2: B-celllymphomaprotein2
B-LLC: leucemia linfocítica crônica de células B
BLS: biópsia de linfonodo sentinela
BRAF: proto-oncogene B-Raf Bz-ATP: 2’(3’)-O-(4-Benzoilbenzoil)adenosina 5’-trifosfato trimetilamônio
Ca2+: íon cálcio
Cam: calmodulina
Camkii: Ca²/calmodulina
CAT: catalase
CCR: câncer colorretal
CCR5: C-C receptor de quimiocina tipo 05 de células T
CCU: câncer de colo uterino
CD: células dendríticas
CD34: marcador de superfície de células hematopoéticas
CD38: grupamento de diferenciação 38
CD39: ectonucleosídeo trifosfato-difosfoidrolase1
CD4: grupamento de diferenciação tipo 4, do inglês Cluster of differentation, Linfócito T auxiliar
CD45: marcador de superfície de leucócitos
CD73: ecto-5’-nucleotidase
CD8: grupamento de diferenciação tipo 8, Linfócito T citotóxico
CDC: Centro de Controle e Prevenção de Doenças, do inglês Center for Disease Control
CDK4: cyclin-dependent kinase 4
CDKN2A: cyclin dependent kinase inhibitor 2A
CEA: antígeno carcinoembrionário
CK: creatina quinase
CLAE: cromatografia líquida de alta eficiência
CLP: do inglês puncture and cecal ligation
CM: câncer de mama
CO2: dióxido de carbono
CPNPC: carcinoma pulmonar de não pequenas células
CPPC: carcinoma pulmonar de pequenas células
CRE: elementos de resposta à camp
CTH: célula-tronco hematopoética
CXCL10/IP-10: interferon gama induzido por proteína 10
CXCL12: quimiocina CXC 12
CXCR4: C-X-C receptor de quimiocina tipo 04 de macrófagos
CXCR4: quimiocinas CXC do tipo 4
DA: doença de Alzheimer
DAMP: padrão molecular associado ao dano
Datp: desoxiadenosina trifosfato
DC-SIGN: do inglês dendritic cell–specific intercellular adhesion molecule-3–grabbing nonintegrin DENV: vírus da dengue
DM: diabetes mellitus
DMG: diabetes mellitus gestacional
DMRI: degeneração macular relacionada à idade
DNA: ácido desoxirribonucleico
DRC: doença renal crônica
E-5’-NT: ecto-5’-nucleotidase
ECG: eletrocardiograma
EC: células epiteliais e endoteliais normais
Ecto-5’-NT: ecto-5’-nucleotidase
EDHF: fatores hiperpolarizantes derivados do endotélio
EGFR: receptor do fator de crescimento epidérmico
EKS: quinases reguladas por sinais extracelulares
EML4-ALK: echinoderm microtubule associated protein-like 4-anaplastic lymphomakinase
END: células endotelias
E-NDPK: ectonucleosídeo-difosfoquinase
E-NPP: ecto-nucleotídeo pirofosfato/fosfodiesterase
ENPP1: ecto-nucleotídeo pirofosfatase
ENT1 e 2: equilibrative nucleoside transporter ENTPD1: ectonucleoside triphosphate diphosphohydrolase-1
Entpdase/CD39/ntpdase1: ectonucleosídeo trifosfato difosfoidrolase
E-ntpdase: ecto-nucleosídeo-trifosfo-difosfoidrolases
EPAC-1: proteína de troca diretamente ativada pelo AMPc
EPR: epitélio pigmentar da retina
ER: espécies reativas
ERK: quinase regulada por sinal extracelular
ERK1: quinase reguladora de sinais extracelulares 1
ERK2: quinase reguladora de sinais extracelulares 2
Eros: espécies reativas ao oxigênio
EUA: Estados Unidos da América
FAL: fosfatase alcalina
FDA: Food and Drug Administration
FG: filtração glomerular
GLUT 2: transportador de glicose tipo 2
GLUT4: transportador de glicose 4
Gp120: glicoproteína tipo 120
Gp41: glicoproteína tipo 41
GPX: glutationa peroxidase GSK3: glicogênio sintase cinase 3
H2O2: peróxido de hidrogênio
HAART: terapia antirretroviral de alta atividade, do inglês highly activity antiretroviral therapy
Hba1c: hemoglobina glicosilada
HER2: receptor de fator de crescimento epidérmico humano tipo 2
HIF1α: fator induzível por hipóxia-1α
HIIT: exercício intermitente de alta intensidade
HIV: vírus da imunodeficiência humana
HIV-1: vírus da imunodeficiência humana tipo 1
HMEC: células epiteliais mamárias humanas benignas
HMGB1: proteína do grupo de alta mobilidade B1
HO-1: enzima heme oxigenase 1
HR: receptor de hormônio
HSP: proteoglicano de heparan sulfato
Hsp70: heat shock protein
HT-29: células de adenocarcinoma colorretal com morfologia epitelial
HTN: hipertensão
HT: hormônios tireoidianos HUVEC: células endoteliais da veia umbilical humana
IB-MECA: adenosina-5’-N-metiluronamida
IFN-γ: interferon gama
IGF: fator de crescimento semelhante a insulina
Igg: imunoglobulina G
Igm: imunoglobulina M
IHQ: imuno-histoquímica
IL: interleucina
IL-1: interleucina 1
IL-10: interleucina 10
IL-12: interleucina do tipo 12
IL-15: interleucina 15
IL-18: interleucina do tipo 18
IL-1β: interleucina 1 beta
IL-1RA: antagonista do receptor de interleucina 1
IL-1β: interleucina 1β
IL-2: interleucina 2
IL-6: interleucina 6
IL-8: interleucina 8
ILAS: Instituto Latino Americano de Sepse
Insp3: inositol 1,4,5 trifosfato
IP3: inositol 1,4,5 trifosfato
IP3R: receptor de inositol trifosfato
IRA: insuficiência renal aguda
KRAS: oncogene Kirsten Rat Sarcoma
LDH: lactato desidrogenase
LDL: lipoproteínas de baixa densidade
LLA: leucemia linfoblástica aguda
LLC: leucemia linfoide crônica
LMA: leucemia mieloide aguda
LPS: lipopolissacarídeo
LS: linfonodo sentinela
LT: linfócito T
MAPK: proteína quinase ativada por mitógeno
MB: membrana de Bruch
MC: melanoma cutâneo
MC1R: receptor de melanocortina 1
MCP-1: proteína quimiotática de monócitos 1 MEK: quinase ativadora da MAP quinase
MES: melanoma extensivo superficial
MIF: fator de inibição de migração de macrófagos
Mir-21: microrna-21
ML: músculo liso
MLA: melanoma lentiginoso acral
MLM: melanoma lentigo maligno
mRNA: RNA mensageiro
MRS2578: 1,4-di-(feniltioureido) butano
Mtor: alvo mamífero da rapamicina
Na/K atpase: bomba de sódio-potássio
NAD: nicotinamida adenina dinucleotideo, do inglês nicotinamide adenin dinucleotide
NAD+: nicotinamida adenina dinucleotídeo oxidado
NADP+: nicotinamida adenina dinucleotídeo fosfato
NAT: nucleobase cation symporters
NC: proteína do nucleocapsídeo
NECA: 5’-nucleotidase-etilcarboxamidoadenosina
NF279: antagonista dos receptores P2X1 e P2X7
NFAT: fator nuclear de células T ativadas Nfp2x7: receptor P2X7 não funcional
NF-κb: fator de transcrição nuclear kappa B
NIC: neoplasias intraepiteliais
NK: células natural killer
NLRP3: gene codificador de inflamassoma
NO: óxido nítrico
NOD: camundongos diabéticos não-obesos
NPP: nucleotídeo pirofosfatase/fosfodiesterase
NRAS: neuroblastoma RAS viral oncogene homolog
NS: proteína não estrutural
NSC1: nucleobase cation symporters
NTA: necrose tubular aguda
Ntpdase1: ectonucleosídeo trifosfato difosfohidrolase -1
Ntps/ndps: nucleosídeos trifosfatados e difosfatados
O2 •-: ânion radical superóxido
O2: oxigênio
OH•: radical hidroxila
OMS: Organização Mundial da Saúde
ON: óxido nítrico
P1: purinoreceptores tipo 1
P2: purinoreceptores tipo 2
P2X: purinoreceptores ionotrópicos P2
P2X1: purinoreceptores P2X subtipo 1
P2X4: purinoreceptores P2X subtipo 4
P2X4R: receptor P2X4
P2X7: purinoreceptores P2X subtipo 7
P2X7R: receptor P2X7
P2Y: purinoreceptores metabotrópicos P2
P2Y1: purinoreceptores P2Y subtipo 1
P2Y11: purinoreceptores P2Y subtipo 11
P2Y12: purinoreceptores P2Y subtipo 12
P2Y2: purinoreceptores P2Y subtipo 2
P2Y6: purinoreceptores P2Y subtipo 6
PA: pressão arterial
Panx-1: panexina-1
PCR: proteína C-reativa
PD: pressão diastólica
PGI2: prostaciclina Pgs: prostaglandinas
Pi: fosfato inorgânico
PI3KCA: fosfatidilinositol 3-quinase
PKA: proteína quinase A
PKC: proteína cinase C
PLC: fosfolipase C
Pnx1: hemicanais da panexina 1
Prm/M: proteína de membrana
PS: pressão sistólica
Pyk2: tirosina cinase 2
RAGE: receptores para AGE
RB1: retinoblastoma1
RDC: Resolução da Diretoria Colegiada
Rdrp: polimerase de RNA dependente de RNA
RE: receptor de estrogênio
Rho: pequena gtpase pertencente à famílias Ras
RL: radicais livres
RNA: ácido ribonucleico
RNAm: ácido ribonucleico mensageiro ROCK: Rho quinase
ROS: espécies reativas de oxigênio
RP: receptor de progesterona
RS: retículo sarcoplasmático
RT-qpcr: PCR quantitativa em tempo real
SA: sinoatrial
SMAD2: mães contra decapentaplégico homólogo 2
SMAD4: mães contra decapentaplégico homólogo 4
SNC: sistema nervoso central
SNP: sistema nervoso periférico
SNP: polimorfismo de nucleotídeo único
SOD: superóxido dismutase
SP: sistema purinérgico
SPM: síntese de proteína muscular
STZ: estreptozotocina
T3: triiodotireonina
T4: tiroxina
TERT: telomerase reverse transcriptase
TGF-β: fator de transformação de crescimento beta TGF-β1: fator de transformação do crescimento beta 1
Th1: linfócitos T auxiliares tipo 1, produtores de resposta inflamatória
Th17: linfócitos T auxiliares tipo 17, secretores de IL-6 e IL-8
Th2: linfócitos T auxiliares tipo 2, atuante em defesa parasitária e alérgica
Tlrs: receptores Toll like
TNF-α: fator de necrose tumoral alfa
TNM: classificação de tumores malignos
TOTG: teste oral de tolerância à glicose
TP53: gene da proteína tumoral P53
TRAIL: TNF-related apoptosis-inducing ligand
Treg: linfócitos T regulatórios
TRH: hormônio liberador de tireotrofina
TSH: hormônio estimulante da tireoide
Uapa/C: transportadores específicos de ácido úrico e xantina
UDP: uridina difosfato
UMP: uridina monofosfato
UTI: Unidade de Terapia Intensiva
UTP: trifosfato de uridina
UV: raios ultravioletas
UVR: radiação ultravioleta
VEGFR: fator de crescimento endotelial vascular
Table of Contents / Sumário /
Tabla de Contenido
Front Matter / Elementos Pré-textuais / Páginas Iniciales
Sinalização purinérgica e suas implicações fisiológicas
O sistema purinérgico e a história das purinas
Aspectos históricos sobre o estudo dos receptores purinérgicos
no Brasil
Exercício físico e sistema purinérgico
Moléculas nutracêuticas e sistema purinérgico
Câncer de colo uterino
Câncer colorretal e sistema purinérgico
Câncer de mama e sistema purinérgico
Melanoma cutâneo e sistema purinérgico
Câncer de pulmão e sistema purinérgico
Regulação purinérgica do sistema hematopoético
Sinalização purinérgica nas doenças renais
Hipertensão arterial sistêmica
Distúrbios tireoidianos: envolvimento da sinalização purinérgica
Diabetes mellitus e o sistema purinérgico
A sinalização purinérgica no contexto da fisiopatologia da
toxoplasmose
Sistema purinérgico e o HIV
Doenças causadas por fungos
Sinalização purinérgica na infecção pelo vírus da dengue
Sinalização purinérgica na sepse
Degeneração macular relacionada à idade e ao sistema
purinérgico
Doença de Alzheimer
Posfácio