Além da Ordem: Mais 12 Regras para a Vida

Jordan B. Peterson · Apêndice

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Além da Ordem: Mais 12 Regras para a Vida

Notas

 

INTRODUÇÃO

 

1. Este é o famoso “problema da indução” do filósofo David Hume. Para saber mais, veja D.

Humes e P. Millican, An Enquiry Concerning Human Understanding (Nova York: Oxford University Press, 1748/2008).

2. J. B. Peterson, 12 Regras para a Vida: Um antídoto para o caos (Rio de Janeiro: Editora

Alta Books, 2018).

 

REGRA 1: NÃO DENIGRA AS INSTITUIÇÕES SOCIAIS OU AS REALIZAÇÕES CRIATIVAS DE FORMA NEGLIGENTE

 

1. S. Hughes e T. Celikel, “Prominent Inhibitory Projections Guide Sensorimotor

Communication: An Invertebrate Perspective”, BioEssays 41 (2019): 190088.

2. L. W. Swanson “Cerebral Hemisphere Regulation of Motivated Behavior”. Brain Research

886 (2000): 113–64.

3. F. B. M. de Waal e M. Suchak, “Prosocial Primates: Selfish and Unselfish Motivations”,

Philosophical Transactions of the Royal Society of London: Biological science 365 (2010): 2711–22.

4. J. B. Peterson e J. Flanders, “Play and the Regulation of Aggression”, em Developmental

Origins of Aggression, eds. R. E. Tremblay, W. H. Hartup e J. Archer (Nova York: Guilford Press, 2005), 133–57.

5. J. Piaget, Play, Dreams and Imitation in Childhood (Nova York: W. W. Norton & Company,

1962).

6. F. de Waal, Good Natured: The origins of right and wrong in humans and other animals

(Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1997).

7. K. S. Sakyi et al., “Childhood Friendships and Psychological Difficulties in Young

Adulthood: An 18-Year Follow-Up Study”, European Child & Adolescent Psychiatry 24 (2012): 815–26.

8. Y. M. Almquist, “Childhood Friendships and Adult Health: Findings from the Aberdeen

Children of the 1950s Cohort Study”, European Journal of Public Health 22 (2012): 378– 83.

9. Todos os dados de adultos são extraídos de M. Reblin e B. N. Uchino, “Social and

Emotional Support and Its Implications for Health”, Current Opinions in Psychiatry 21 (2009): 201–2.

10. R. Burns, “To a Louse: On Seeing One on a Lady’s Bonnet at Church”, The Col- lected

Poems of Robert Burns (Hertfordshire, Reino Unido: Wordsworth Poetry Library, 1786/1988), 138.

11. J. B. Hirsh et al., “Compassionate Liberals and Polite Conservatives: Associations of

Agreeableness with Political Ideology and Moral Values”, Personality and Social Psychology Bulletin 36 (2010): 655–64.

12. J. F. Fenlon, “Bible Encyclopedias, The Catholic Encyclopedia, Codex Bezae”, Study

Light.org, www.studylight.org/encyclopedias/tce/c/codex-bezae.html. Veja também The Catholic Encyclopedia, “Codex Bezae” (Nova York: Robert Appleton Company, 1913).

 

REGRA 2: IMAGINE QUEM VOCÊ PODERIA SER E MIRE ESSE ALVO COM DETERMINAÇÃO

 

1. Descobrimos recentemente, por exemplo, que novas experiências ativam novos genes, que

codificam para novas proteínas, que constroem novas estruturas da mente e do corpo. Portanto, novas demandas parecem ativar interruptores biológicos, permitindo que pensamentos e ações antes latentes se manifestem. Para uma revisão, veja D. J. Sweatt, “The Emerging Field of Neuroepigenetics”, Neuron 80 (2013): 624–32.

2. Do tradicional spiritual “Go Down Moses”, ca. 1850.

3. C. G. Jung, Psychology and Alchemy, vol. 12 de Collected Works of C. G. Jung (Princeton,

N.J.: Princeton University Press, 1968), 323. Publicado no Brasil com o título Psicologia e Alquimia.

4. Esse conjunto de ideias, bem como o mito da criação mesopotâmico, é discutido em detalhes

em meu primeiro livro, J. B. Peterson, Maps of Meaning: The architecture of belief (Nova York: Routledge, 1999). Publicado no Brasil com o título Mapas do Significado: A arquitetura da crença.

5. Tábua 7:112, 7:115; A. Heidel, The Babylonian Genesis (Chicago: Chicago University

Press/Phoenix Books, 1965), 58.

6. I. H. Pidoplichko, Upper Palaeolithic Dwellings of Mammoth Bones in the Ukraine: Kiev-

Kirillovskii, Gontsy, Dobranichevka, Mezin and Mezhirich, trad. P. Allsworth-Jones (Oxford, Reino Unido: J. and E. Hedges, 1998).

7. J. R. R. Tolkien, H. Carpenter e C. Tolkien, The Letters of J. R. R. Tolkien (Boston:

Houghton Mifflin, 1981), carta 25. Publicado no Brasil com o título As Cartas de J.R.R. Tolkien.

8. Veja Peterson, Mapas do Significado, para uma discussão mais ampla desse mundo

simbólico e as razões para suas diversas equivalências.

9. Abordei isso com muito mais detalhes em J. B. Peterson, 12 Regras para a Vida: Um

antídoto para o caos (Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2018), Regra 2: “Cuide de si mesmo como cuidaria de alguém sob sua responsabilidade”.

10. Algumas das neuropsicologias desse antigo sistema de detecção de predadores, cuja

desinibição acarreta luta ou fuga, medo ou pânico, são detalhadas em Peterson, Mapas do Significado.

 

REGRA 3: NÃO ESCONDA NA NÉVOA O QUE É INDESEJÁVEL

 

1. J. Habermas, Discourse Ethics: Notes on a Program of Philosophical Justification, em

Moral Consciousness and Communicative Action, ed. J. Habermas, trad. C. Lenhardt e S. W. Nicholsen (Cambridge, Mass.: MIT Press, 1990).

2. É interessante notar que todos esses são significados variantes ou o tohu wa bohu, o caos a

partir do qual Deus fez a ordem, de acordo com os versículos iniciais do livro de Gênesis. Rabino Dr. H. Freedman e M. Simon, eds., The Midrash Rabbah: Genesis, vol. 1 (Londres: Soncino Press, 1983), 15.

 

REGRA 4: PERCEBA QUE A OPORTUNIDADE SE ESCONDE ONDE A RESPONSABILIDADE FOI ABDICADA

1. Aqueles que trabalham 45 horas por semana em vez de 40 (um aumento de 13% no tempo)

ganham, em média, 44% mais dinheiro. W. Farrell, Why Men Earn More (Nova York: AMACOM Books, 2005), xviii.

2. J. Feldman, J. Miyamoto e E. B. Loftus, “Are Actions Regretted More Than Inactions?”,

Organizational Behavior and Human Decision Processes 78 (1999): 232–55.

3. É por essa razão, entre outras, que a figura de Satanás, a representação cristã do próprio mal,

é de fato um desenvolvimento posterior da personalidade de Set. J. B. Peterson, Maps of Meaning: The architecture of belief (Nova York: Routledge, 1999). Publicado no Brasil com o título Mapas do Significado: A arquitetura da crença.

4. J. B. Hirsh, D. Morisano e J. B. Peterson, “Delay Discounting: Interactions Between

Personality and Cognitive Ability”, Journal of Research in Personality 42 (2018): 1646–50.

5. J. Gray, The Neuropsychology of Anxiety: An enquiry into the functions of the

septalhippocampal system (Nova York: Oxford University Press, 1982).

6. N. M. White, “Reward or Reinforcement: What’s the Difference?”, Neuroscience &

Biobehavioral Reviews 13 (1989): 181–86.

 

REGRA 5: NÃO FAÇA O QUE ODEIA

 

1. W. G. Clark e W. A. Wright, eds., Hamlet: Prince of Denmark (Oxford: Clarendon Press,

1880), 1.3.78, 17.

2. Para uma revisão crítica, veja H. Pashler et al., “Learning Styles: Concepts and Evidence”,

Psychological Science in the Public Interest 9 (2008): 105–99.

3. M. Papadatou-Pastou, M. Gritzali e A. Barrable, “The Learning Styles Educational

Neuromyth: Lack of Agreement Between Teachers’ Judgments, SelfAssessment, and Students’ Intelligence”, artigo 105, Frontiers in Education 3 (2018).

4. V. Tejwani, “Observations: Public Speaking Anxiety in Graduate Medical Education — A

Matter of interpersonal and Communication Skills?”, Journal of Graduate Medical Education 8 (2016): 111.

 

REGRA 6: ABANDONE A IDEOLOGIA

 

1. F. Nietzsche, The Gay Science, trad. W. Kaufmann, seção 125 (Nova York: Vintage Books,

1880/1974), 181. Publicado no Brasil com o título A Gaia Ciência.

2. F. Nietzsche, The Will to Power, trad. W. Kaufmann e R. J. Hollingdale (Nova York:

Vintage, 1880/2011). Publicado no Brasil com o título A Vontade de Poder.

3. F. Dostoiévski, The Devils (The Possessed), trad. D. Magarshack (Nova York: Penguin

Classics, 1872/1954). Publicado no Brasil com o título Os Demônios.

4. F. Nietzsche, The Will to Power: An attempted transvaluation of all values, trad. A. M.

Ludovici, vol. 14 de The Complete Works of Friedrich Nietzsche, ed. Oscar Levy (Londres: T. N. Foulis, 1914), 102–3. Publicado no Brasil com o título A Vontade de Poder.

5. Veja J. Panksepp, Affective Neuroscience (Nova York: Oxford University Press, 1998). 6. Uma variante muito interessante desse “princípio de Pareto” foi identificada por D. J. de

Solla Price, Little Science, Big Science (Nova York: Columbia University Press, 1963), que indicou que metade do trabalho era feito — ou metade do valor era acumulado — pela raiz quadrada do número de pessoas envolvidas.

7. T. A. Hirschel e M. R. Rank, “The Life Course Dynamics of Affluence”, PLoS One 10, nº 1

(2015): e0116370, doi:10.1371/journal.pone.0116370. eCollection 2015.

8. F. Nietzsche, On the Genealogy of Morals, trad. W. Kaufman e R. J. Hollingdale, e Ecce

Homo, trad. W. Kaufman, ed. W. Kaufman (Nova York: Vintage, 1989), 36–39. Publicados

no Brasil com os títulos Genealogia da Moral e Ecce Homo.

9. Na URSS, por exemplo, ações mortais foram destinadas àqueles cujos pais ou avós eram

considerados “inimigos de classe” por causa de sua relativa prosperidade econômica. Veja A. Solzhenitsyn, The Gulag Archipelago, ed. resumida (Nova York: Vintage, 1973/2018).

10. Monty Python’s Flying Circus, temporada 3, episódio 2, “How to Play the Flute”, 26 de

outubro de 1972, BBC.

 

REGRA 7: DEDIQUE-SE AO MÁXIMO A PELO MENOS UMA TAREFA E VEJA O QUE ACONTECE

 

1. B. E. Leonard, “The Concept of Depression as a Dysfunction of the Immune System”,

Current Immunology Reviews 6 (2010): 205–12; B. E. Cohen, D. Edmonson e I. M. Kronish, “State of the Art Review: Depression, Stress, Anxiety and the Cardiovascular System”, American Journal of Hypertension 28 (2015): 1295–1302; P. Karling et al., “Hypothalamus-Pituitary-Adrenal Axis Hypersuppression Is Associated with Gastrointestinal Symptoms in Major Depression”, Journal of Neurogastroenterology and Motility 22 (abril de 2016): 292– 303.

2. A incapacidade de inibir a agressão adequadamente desde a mais tenra idade parece

caracterizar cerca de 15% das crianças. S. M. Côté et al., “The Development of Physical Aggression from Toddlerhood to Pre-Adolescence: A Nation Wide Longitudinal Study of Canadian Children”, Journal of Abnormal Child Psychology 34 (2006): 71–85.

 

REGRA 8: TENTE DEIXAR UM CÔMODO DE SUA CASA O MAIS BONITO POSSÍVEL

 

1. N. F. Stang, “Kant’s Transcendental Idealism”, Stanford Encyclopedia of Philosophy (Winter

2018), ed. E. N. Zalta, plato.stanford.edu/archives/win2018/entries/kant-transcendental-idealism.

2. E. Comoli et al., “Segregated Anatomical Input to Sub-Regions of the Rodent Superior

Colliculus Associated with Approach and Defense”, Frontiers in Neuroanatomy 6 (2012): 9, doi.org/10.3389/fnana.2012.00009.

3. D. C. Fowles, “Motivation Effects on Heart Rate and Electrodermal Activity: Implications

for Research on Personality and Psychopathology”, Journal of Research in Personality 17 (1983): 48–71. Na verdade, Fowles argumentou que o coração bate para recompensar, mas também que a segurança convidativa de escapar de um predador iminente era uma grande recompensa.

4. E. Goldberg e K. Podell, “Lateralization in the Frontal Lobes”, em Epilepsy and the

Functional Anatomy of the Frontal Lobe, vol. 66 de Advances in Neurology, eds. H. H. Jasper, S. Riggio e P. S. Goldman-Rakic (Newark, Del.: Raven Press/University of Delaware, 1995), 85–96.

5. R. Sapolsky, comunicação pessoal com o autor, 11 de setembro de 2019. Contei essa história

para algumas plateias, substituindo erroneamente gnus por zebras. Caprichos da memória. Mas o animal correto é o gnu.

 

REGRA 9: ESCREVA EM DETALHES TODAS AS VELHAS LEMBRANÇAS QUE AINDA O PERTURBAM

 

1. J. B. Peterson e M. Djikic, “You Can Neither Remember nor Forget What You Do Not

Understand”, Religion and Public Life 33 (2017): 85–118.

2. P. L. Brooks e J. H. Peever, “Identification of the Transmitter and Receptor Mechanisms

Responsible for REM Sleep Paralysis”, Journal of Neuroscience 32 (2012): 9785–95.

3. J. E. Mack, Abduction: Human Encounters with Aliens (Nova York: Scribner, 2007). 4. R. E. McNally e S. A. Clancy, “Sleep Paralysis, Sexual Abuse and Space Alien Abduction”,

Transcultural Psychiatry 42 (2005): 113–22.

5. D. J. Hufford, The Terror that Comes in the Night: An experience-centered study of

supernatural assault traditions (Filadélfia: University of Pennsylvania Press, 1989).

6. C. Browning, Ordinary Men: Reserve police battalion 101 and the final solution in Poland

(Nova York: Harper Perennial, 1998).

7. I. Chang, The Rape of Nanking (Nova York: Basic Books, 1990). 8. H. Ellenberger, The Discovery of the Unconscious: The history and evolution of dynamic

psychiatry (Nova York: Basic Books, 1981).

9. H. Spiegel e D. Spiegel, Trance and Treatment (Nova York: Basic Books, 1978).

10. J. B. Peterson, Maps of Meaning: The architecture of belief (Nova York: Routledge, 1999).

Publicado no Brasil com o título Mapas do Significado: A arquitetura da crença.

11. M. Eliade, A History of Religious Ideas, trad. W. Trask, vols. 1–3 (Chicago: University of

Chicago Press, 1981).

12. Veja a concordância em Strong’s Hebrew para a versão King James — uma ferramenta que

lista todas as ocorrências de uma determinada palavra (vinte em dezenove versos no caso de tohuw).

13. H. Zimmern, The Ancient East, vol. 3 de The Babylonian and Hebrew Genesis, trad. J.

Hutchison (Londres: David Nutt, 1901).

14. E. Neumann, The Great Mother: An analysis of the archetype, trad. R. Manheim (Nova

York: Pantheon Books, 1955); E. Neumann, The Origins and History of Consciousness, trad. R. F. C. Hull (Princeton, N.J.: Princeton University Press/Bollingen, 1969).

15. D. E. Jones, An Instinct for Dragons (Nova York: Psychology Press, 2002). 16. Veja, por exemplo, Salmos 74, Salmos 104:24–26 e Isaías 27:1.

 

REGRA 10: PLANEJE E SE ESFORCE PARA MANTER O ROMANCE EM SEU RELACIONAMENTO

 

1. J. Gottman, What Predicts Divorce? The Relationship Between Marital Processes and

Marital Outcomes (Hillsdale, N.J.: Erlbaum, 1994).

2. C. G. Jung, Mysterium Coniunctionis, vol. 14 de Collected Works of C. G. Jung, trans. G.

Adler e R. F. C. Hull (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1970), 407, doi:10.2307/j.ctt5hhr0d. Publicado no Brasil com o título Mysterium Coniunctionis.

3. M. Eliade, Shamanism: Archaic techniques of ecstasy, trad. W. R. Trask (Princeton, N.J.:

Princeton University Press, 1951).

4. C. G. Jung, “The Philosophical Tree”, em Alchemical Studies, vol. 13 de The Collected

Works of C. G. Jung, trad. G. Adler e R. F. C. Hull (Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1954/1967), 251–349.

5. C. G. Jung, “Gnosticism as Dealing with the Feminine”, em The Gnostic Jung: Including

seven sermons to the dead, ed. S. A. Hoeller (Nova York: Quest Books, 1982), 114–18.

6. Definidos como incapacidade de conceber dentro de um ano de tentativa: W. Himmel et al.,

“Voluntary Childlessness and Being Childfree”, British Journal of General Practice 47 (1997): 111–18.

7. Statistics Canada, “Common-Law Couples Are More Likely to Break Up”,

www150.statcan.gc.ca/n1/pub/11-402-x/2011000/chap/fam/fam02-eng.htm.

8. Exceto, talvez, no primeiro ano. M. J. Rosenfeld e K. Roesler, “Cohabitation Experience and

Cohabitation’s Association with Marital Dissolution”, Journal of Marriage and Family 81 (2018): 42–58.

9. Departamento do Censo dos Estados Unidos, 2017. Os dados representam crianças que

vivem sem pai biológico, padrasto ou pai adotivo. Veja também E. Leah, D. Jackson e L. O’Brien, “Father Absence and Adolescent Development: A Review of the Literature”, Journal of Child Health Care 10 (2006): 283–95.

 

REGRA 11: NÃO PERMITA QUE VOCÊ SE TORNE RESSENTIDO, DISSIMULADO OU ARROGANTE

 

1. J. L. Barrett, Why Would Anyone Believe in God? (Lanham, Md.: AltaMira Press, 2004). 2. P. Ekman, Emotions Revealed, 2ª ed. (Nova York: Holt Paperback, 2007). 3. A. Öhman e S. Mineka, “The Malicious Serpent: Snakes as a Prototypical Stimulus for an

Evolved Module of Fear”, Current Directions in Psychological Science 12 (2003): 5–9.

4. J. Gray e N. McNaughton, The Neuropsychology of Anxiety: An enquiry into the function of

the septo-hippocampal system (Nova York: Oxford University Press, 2000).

5. L. W. Swanson, “Cerebral Hemisphere Regulation of Motivated Behavior”, Brain Research

886 (2000): 113–64.

6. Todas essas ideias encontram sua demonstração empírica em J. B. Hirsh et al.,

“Compassionate Liberals and Polite Conservatives: Associations of Agreeableness with Political Ideology and Moral Values”, Personality and Social Psychology Bulletin 36 (dezembro de 2010): 655–64.

 

REGRA 12: SEJA GRATO APESAR DE SEU SOFRIMENTO

 

1. Isso foi abordado em detalhes na Regra 8: “Diga a verdade ou, pelo menos, não minta”, em

J. B. Peterson, 12 Regras para a Vida: Um antídoto para o caos (Rio de Janeiro: Editora Alta Books, 2018).

2. Já discuti essa peça anteriormente, tanto em J. B. Peterson, Mapas do Significado: A

arquitetura da crença, quanto em 12 Regras para a Vida: Um antídoto para o caos.

3. J. J. Muehlenkamp et al., “International Prevalence of Adolescent Non-Suicidal Self-Injury

and Deliberate Self-harm”, Child and Adolescent Psychiatry and Mental Health 6 (2012): 10–18.

4. J. W. Von Goethe, Faust, trad. George Madison Priest (1806). Publicado no Brasil com o

título Fausto.

5. D. Benatar, Better Never to Have Been: The harm of coming into existence (Nova York:

Oxford University Press, 2008).

6. Jordan B. Peterson e David Benatar, The Renegade Report, 9 de janeiro de 2018,

podtail.co/en/podcast/the-renegade-report/jordan-b-peterson-david-benatar.

7. Jesus na Cruz, citação de abertura do Salmo 22.

8. Menciono isso brevemente no Encerramento de 12 Regras para a Vida.

Os Quatro

 

Galloway, Scott

9788550817002

320 páginas

 

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as quatro empresas mais influentes do planeta.

 

Quase todo mundo acha que sabe como eles

 

chegaram lá – e quase todo mundo está errado.

 

Apesar de tudo o que foi escrito sobre os

 

Quatro nas últimas duas décadas, ninguém

 

conseguiu escrever um livro mais perspicaz do

 

que Scott Galloway para explicar o poder e o

 

incrível sucesso dessas organizações. Em vez

 

de engolir os mitos que essas empresas tentam

 

divulgar, Galloway prefere se basear nas

 

respostas a algumas perguntas instigantes.

 

Como os Quatro conseguiram se infiltrar em

 

nossa vida a ponto de ser quase impossível

 

evitá-los (ou boicotá-los)? Por que o mercado

 

financeiro os perdoa por pecados que

 

destruiriam qualquer outra companhia? E quem

 

seria capaz de desafiar os Quatro na corrida

 

para se tornar a primeira empresa trilionária do

 

mundo? No mesmo estilo irreverente que fez

 

dele uns dos professores de administração mais

 

famosos do mundo, Galloway decifra as

 

estratégias que se escondem sob o verniz

 

reluzente dos Quatro. Ele mostra como essas

 

empresas manipulam as necessidades

 

emocionais básicas que orientam o comportamento dos seres humanos desde que

 

nossos antepassados moravam em cavernas,

 

com uma velocidade e alcance a que as outras

 

companhias simplesmente não conseguem

 

igualar. E revela como você pode aplicar as

 

lições da ascensão dos Quatro em sua

 

organização ou em sua carreira. Não importa se

 

a ideia for competir, firmar parcerias ou

 

simplesmente viver em um mundo dominado

 

por eles, é fundamental entender os Quatro.

 

Elogios : Uma análise polêmica e estratégica de

 

como algumas empresas estão transformando o

 

mundo, bem debaixo de nosso nariz, mas longe

 

de nossa vista. Pode não ser agradável ler

 

essas verdades, porém é melhor saber agora

 

do que quando for tarde demais. – Seth Godin,

 

autor de Tribos e Isso é Marketing Scott

 

Galloway é franco, ultrajante e polêmico. Este

 

livro acionará seus instintos de lutar ou fugir

 

como nenhum outro e vai levá-lo a realmente

 

pensar diferente. – Calvin McDonald, CEO da

 

Sephora Este livro é um guia abrangente e

 

essencial, como o próprio Scott Galloway, ao

 

mesmo tempo sagaz, divertido e penetrante.

 

Como em suas célebres aulas de MBA,

 

Galloway nos mostra a realidade como ela é, sem poupar nenhum titã corporativo e nenhuma

 

gigantesca corporação de merecidas críticas.

 

Uma leitura obrigatória. – Adam Alter, autor de

 

Drunk tank pink e Irresistible Galloway,

 

professor de administração da NYU, faz uma

 

análise minuciosa das maiores empresas de

 

tecnologia e revela como a Amazon, a Apple, o

 

Facebook e o Google criaram seus enormes

 

impérios. – Publishers Weekly, "Os 10 mais

 

importantes livros de negócios do quarto

 

trimestre de 2017"

 

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Fake: Dinheiro de mentira, professores

 

de mentira, ativos de mentira

 

Kiyosaki, Robert

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Compre agora e leia Imprimir dinheiro de mentira não é novidade. Os

 

antigos e modernos sistemas bancários são

 

baseados na impressão de dinheiro de mentira.

 

É assim que os bancos enriquecem. Eles

 

ganham muito dinheiro porque, há milhares de

 

anos, têm licença para imprimir dinheiro. Os

 

bancos não são as únicas organizações

 

autorizadas a fazer isso. O mercado de ações,

 

de títulos, imobiliário, de derivativos financeiros

 

e muitos outros mercados também têm essa

 

licença. Quem trabalha por dinheiro… trabalha

 

para pessoas que imprimem dinheiro. Um

 

castelo de cartas da economia acontece quando

 

as elites acadêmicas são responsáveis pelo

 

nosso dinheiro, nossos professores e nossos

 

ativos. O grande problema é que nosso sistema

 

não ensina os estudantes a imprimir dinheiro.

 

Em vez disso, ensina-os a trabalhar para

 

pessoas que o imprimem. Isso é o que

 

realmente está por trás da crise financeira que

 

enfrentamos hoje. Em 2019, ao escrever este

 

livro, o preço do bitcoin e de outras moedas

 

cibernéticas subia e despencava rapidamente.

 

Mais uma vez, poucas pessoas entendem como

 

as moedas de tecnologia bitcoin ou blockchain

 

afetarão suas vidas, seu futuro e sua segurança financeira. O aumento do preço do ouro em

 

1971 e o do bitcoin em 2018 são indícios de

 

profundas mudanças nas placas tectônicas

 

financeiras de todo o mundo, que causarão

 

terremotos e tsunamis financeiros em todo o

 

globo. O objetivo deste livro é dar às pessoas

 

comuns a possibilidade de sobreviver,

 

possivelmente prosperar, talvez até ficar muito

 

ricas, mesmo após o colapso. E é esperado que

 

esse colapso seja de um quatrilhão de dólares.

 

CONTRA FATOS NÃO HÁ MENTIRAS

 

DINHEIRO DE MENTIRA Em 1971, o

 

presidente Richard Nixon desatrelou o dólar do

 

padrão-ouro. Em 1971, o dólar se tornou moeda

 

fiduciária… dinheiro governamental. O pai rico o

 

definiu como "dinheiro de mentira". O dinheiro

 

de mentira deixa os ricos mais ricos. O

 

problema é que deixa os pobres e a classe

 

média mais pobres. PROFESSORES DE

 

MENTIRA O que a escola ensina sobre

 

dinheiro? O que seus pais sabem sobre

 

dinheiro? O que seu consultor financeiro sabe?

 

O que nossos líderes sabem? Por que 78% das

 

pessoas vivem de salário em salário? Por que

 

os estudantes se afundam em dívidas com

 

empréstimos estudantis? Por que os professores fazem greves, exigindo mais

 

dinheiro? ATIVOS DE MENTIRA Em 2008, a

 

economia mundial entrou em colapso, quando

 

ativos de mentira e financiamentos de alto risco

 

colapsaram. Os mesmos banqueiros que

 

venderam ativos de mentira em 2008 ainda os

 

vendem para você, para mim e para os planos

 

de aposentadoria? Por que tantas pensões são

 

subfinanciadas? Quantas pessoas de meia-

 

idade ficarão sem dinheiro na aposentadoria?

 

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A Terceira Onda da Internet

 

Case, Steve

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256 páginas

 

Compre agora e leia Temos aqui três obras em uma só, por ser uma

 

combinação de autobiografia de Steve Case,

 

biografia da internet e livro sobre o futuro da

 

web. Case se vale de sua larga experiência

 

como empreendedor e investidor para nos

 

explicar como funciona esta nova era que

 

estamos vivenciando, na qual veremos uma

 

grande mudança nos negócios e o

 

renascimento do empreendedorismo, o que o

 

autor chama de "terceira onda" da internet. A

 

primeira onda viu a AOL – empresa que Case

 

cofundou – e outras organizações criarem a

 

base para que consumidores começassem a se

 

conectar e utilizar a internet, inicialmente

 

apenas no ambiente profissional. Na segunda

 

onda, companhias como Google e Facebook

 

lançaram as redes sociais, e hoje vivemos o

 

tempo todo conectados ao Instagram e ao

 

Snapchat – o que antes estava apenas no

 

âmbito do trabalho invadiu nosso dia a dia por

 

completo. Segundo o autor, agora estamos

 

entrando em uma nova fase: a terceira onda,

 

momento em que empreendedores utilizarão a

 

tecnologia para revolucionar o "mundo real". A

 

Terceira Onda da Internet é leitura fundamental

 

para prosperar – e até mesmo sobreviver – nesta época de rápida mudança. Elogios a obra:

 

Segundo o autor, agora estamos entrando em

 

uma nova fase: a terceira onda, momento em

 

que empreendedores utilizarão a tecnologia

 

para revolucionar o "mundo real". A Terceira

 

Onda da Internet é leitura fundamental para

 

prosperar – e até mesmo sobreviver – nesta

 

época de rápida mudança. ―Pedro

 

Waengertner, empreendedor, investidor,

 

fundador e CEO da aceleradora de startups

 

ACE "Steve faz um guia de como alcançar o

 

sucesso na próxima onda de inovação. Tendo

 

contribuído para a criação da primeira onda da

 

internet e na condição de investidor ativo na

 

segunda, ele é capaz de prever com solidez

 

como a rede será integrada em nossa vida."

 

―Walter Isaacson, autor de biografias

 

consagradas de Steve Jobs, Albert Einstein,

 

Benjamin Franklin e Henry Kissinger "Fiquei

 

esperando para ler a história de Steve e não me

 

decepcionei. Em sua carreira, ele é um exemplo

 

de alguém que faz acontecer e traz lições

 

importantes para todos os empreendedores."

 

―Warren Buffett, CEO da Berkshire Hathaway

 

"A Terceira Onda da Internet é leitura

 

indispensável para entender a história da internet e se preparar para o futuro.

 

Empreendedores que buscam realmente

 

construir negócios inovadores devem estar

 

atentos aos perspicazes conselhos de Steve

 

Case." ―Brian Chesky, cofundador e CEO do

 

Airbnb

 

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Hacking Growth

 

Ellis, Sean

9788550816159

328 páginas

 

Compre agora e leia O livro definitivo dos pioneiros do growth

 

hacking, uma das melhores metodologias de

 

negócios no Vale do Silício. Parece difícil de

 

acreditar, mas houve um momento em que o

 

Airbnb era o segredo mais bem-guardado de

 

couchsurfers, o LinkedIn era uma rede exclusiva

 

para executivos C-level e o Uber não tinha a

 

menor chance contra a então gigante rede de

 

táxis amarelos de Nova York. Então, como

 

essas empresas que começaram de maneira

 

tão humilde alcançaram tanto poder? Elas não

 

expandiram simplesmente criando grandes

 

produtos e esperando que eles ganhassem

 

popularidade. Havia uma rigorosa metodologia

 

por trás desse crescimento extraordinário: o

 

growth hacking, termo cunhado por Sean Ellis,

 

um de seus inventores. A metodologia growth

 

hacking está para o crescimento de market

 

share assim como a lean startup está para o

 

desenvolvimento de produtos, e o scrum, para a

 

produtividade. Growth hacking leva ao

 

crescimento focando os clientes, alcançando-

 

os, mantendo-os, encantando-os e motivando-

 

os a voltar e comprar mais. Envolve equipes

 

multifuncionais que combinam a expertise de

 

analistas, designers, engenheiros de software e profissionais marketing para rapidamente gerar,

 

testar e priorizar ideias importantes para o

 

crescimento.

 

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Os Vencedores Levam Tudo

 

Giridharadas, Anand

9788550815282

304 páginas

 

Compre agora e leia Esta é uma investigação de tirar o fôlego sobre

 

como as tentativas da elite global de "mudar o

 

mundo" garantem o status quo e encobrem seu

 

papel em causar os problemas que mais tarde

 

procuram resolver. Os alvos abastados do

 

crescente desprezo populista sempre falam em

 

restaurar a sociedade, mas se calam quanto ao

 

próprio envolvimento no que precisa ser

 

restaurado. Em Os Vencedores Levam Tudo, o

 

ex-colunista do New York Times Anand

 

Giridharadas nos leva aos santuários internos

 

de uma nova Era Dourada, onde os ricos e

 

abastados lutam de todas as formas em prol da

 

igualdade e da justiça ― a não ser que isso

 

ameace a ordem social e suas posições no alto

 

escalão. Testemunhamos como os arquitetos de

 

uma economia em que os vencedores levam

 

tudo se intitulam salvadores dos pobres; como

 

as elites recompensam generosamente os

 

"líderes de pensamento" que significam a

 

"mudança" de modo favorável aos vencedores;

 

e como eles sempre procuram praticar mais o

 

bem, mas nunca fazer menos o mal. Ouvimos

 

as confissões do célebre presidente de uma

 

fundação e de um ex- -presidente norte-

 

americano; conhecemos uma conferência em um navio de cruzeiro, em que os empresários

 

celebram a própria magnanimidade. As

 

perguntas de Giridharadas são espinhosas: os

 

problemas urgentes do mundo devem ser

 

resolvidos pelas elites, e não pelas instituições

 

públicas que elas enfraquecem ao fazer lobby e

 

se esquivar de impostos? Como aqueles que

 

cometem as injustiças ― como a família que

 

ajudou a semear a crise dos opioides ― usam a

 

generosidade para encobrir seus atos?

 

Giridharadas retrata esses revolucionários de

 

elite com simpatia e crítica. Eles se agarram a

 

uma crença sincera, embora duvidosa, de que o

 

melhor para a humanidade é o melhor para

 

eles. E conclui que precisamos mudar a forma

 

como buscamos as mudanças ― além de uma

 

transformação avassaladora em nossas

 

estruturas de poder. Em vez de depender das

 

migalhas dos vencedores, ele argumenta de

 

forma convincente que precisamos criar

 

instituições mais sólidas e igualitárias. Em vez

 

confiar nas soluções que vêm de cima,

 

devemos assumir o oneroso trabalho

 

democrático de mudar verdadeiramente o

 

mundo começando pela base. Elogios a OS

 

VENCEDORES LEVAM TUDO: "Divertido e fascinante… Para os que estão no comando, os

 

plutocratas filantropos e aspirantes a 'agentes

 

de mudança' que acreditam que estão

 

ajudando, mas estão piorando as coisas, é hora

 

de considerar o seu papel nesse dilema

 

vertiginoso. Sugiro que leiam este livro, em suas

 

férias nos Hamptons." ― JOSEPH E. STIGLITZ,

 

THE NEW YORK TIMES BOOK REVIEW

 

"Giridharadas critica a elite global em um livro

 

perspicaz, provocador e bem fundamentado

 

sobre as pessoas que estão teoricamente

 

gerando mudança social… Leia e fique atento."

 

― MARTHA LANE FOX, FINANCIAL TIMES,

 

"BOOKS OF THE YEAR, 2018" "Uma bela

 

polêmica… Giridharadas aborda de forma

 

brilhante a indústria parasita da filantropia." ―

 

THE ECONOMIST "Estarrecedor… Só de

 

Giridharadas contestar uma ideia que faz parte

 

do ar que respiramos já vale o preço do livro, e

 

o espetáculo inebriante em que muitos exaltam

 

a própria bondade, ao mesmo tempo em que

 

ganham dinheiro com atividades suspeitas,

 

contribui para uma leitura interessante." ―

 

BETHANY McLEAN, THE WASHINGTON

 

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