Entre irmãs

Frances de Pontes Peebles · Capítulo 18 de 20

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Entre irmãs

Agradecimentos

 

Gostaria de agradecer às seguintes pessoas, organizações e localidades:

 

Nos Estados Unidos:

 

Ao programa Fulbright, à Michener-Copernicus Society of America, à Fundação Sacatar e ao Programa Jentel Artist Residency por seu apoio generoso. A Claire Wachtel e Dorian Karchmar, por sua paciência e sua orientação. A Mika e Deanna, por lerem inúmeras versões deste livro e me darem sábios conselhos. Ao James, por me ouvir sempre. A Danny, Melanie e Maria Eliza, por seu estímulo. Aos meus professores em Iowa, especialmente Elizabeth McCracken e Sam Chang. Às costureiras da Dame Couture, em Chicago, Illinois, por responderem às minhas perguntas sobre o tema. A Andréa Câmara, por ser o meu segundo par de olhos. A Tatiana, por ser minha irmã. A Dedé, por me encorajar a mergulhar nesse tema, e a mamãe, por me ensinar a enxugá-lo.

 

No Brasil:

 

A Moisés e Mônica Andrade, dona Ester, Múcio Souto e família, Jeanine, Jaqueline, Marcelo, Lucila, tia Taciana, Rolim e Ivanilda, a todos os que foram minhas famílias adotivas no Recife. À Fundação Joaquim Nabuco, especialmente a Rosí, do arquivo fotográfico, que me ajudou na pesquisa. A Rosa e Alan, meus guias no parque da serra da Capivara, no Piauí. A Jairo, um ótimo historiador que me ajudou durante a viagem que fiz ao Sergipe e a Alagoas. À comunidade de Itaparica, na Bahia. À cidade de Taquaritinga do Norte e, dentro dela, à minha querida Várzea da Onça, que inspiraram, ambas, grandes trechos deste livro. À Dra. Rosa Lapenda, que tratou da minha perna. A todos aqueles que entrevistei durante a fase de pesquisa para o romance, com destaque especial para o Dr. Gilberto, que me deu o meu primeiro livro sobre cangaceiros; a Bezerra, motorista de táxi e contador de histórias; a dona Teresa, que respondeu às minhas intermináveis perguntas e me ensinou a plantar; a Maria, que preparava as minhas comidas favoritas e cuidava de me manter saudável; a Américo, que me levou em meu trajeto pela caatinga; a Fernando Boiadeiro, verdadeiro cabra-macho, e a sua mulher, Tuta; a dona Aura, parteira; ao casal Manuel Barboza Camêlo. Obrigada também ao meu avô, Edgar de Pontes, um cavalheiro que correu o risco de parar o carro junto de uma laranjeira para conversar com a menina bonita que estava sentada ao pé da árvore, episódio que propiciou diversas histórias, inclusive a minha. À minha avó Emília e às suas irmãs, minhas tias-avós Luzia e Maria Augusta, cujas perseverança e imaginação são uma inspiração para mim. Aos cangaceiros que viveram e morreram do único jeito que conheciam, e às vítimas que tiveram o infortúnio de cruzar o seu caminho. A todos os meus antepassados, conhecidos e desconhecidos. E a todos os santos que velaram por mim durante as minhas viagens e me fizeram companhia nas horas de solidão.