O Começo do Adeus: Aprendendo a se Despedir

solário, o que às vezes acontecia; m…

solário, o que às vezes acontecia; m as não, ali estava ela, sob um a edição de Gerenciam ento de Radiologia.

O sobrenom e da fam ília dela era Rosales (o dela tam bém : ela não trocara de sobrenom e quando nos casam os). Havia vários Rosales na agenda, todos anotados com a letra rebuscada e estranha de Dorothy , m as m e contentei com Ty rone, seu irm ão m ais velho. Ele tinha se tornado o chefe da fam ília depois que o pai dela m orrera e achei que, se ligasse para ele, não precisaria ligar para os outros. Tam bém pensei que, com algum a sorte, a esposa de Ty rone pudesse atender ao telefone, j á que, no Texas, m al passava do m eio-dia e o próprio Ty rone provavelm ente estaria no trabalho. Eu nunca conheci Ty rone ou a esposa dele — ou qualquer outra pessoa da fam ília dela —, m as m e pareceu que um a m era cunhada seria m enos suj eita a um algum tipo de reação em ocional. Estava m uito preocupado com a possibilidade de um a reação em ocional. Na verdade, não queria fazer a ligação. A gente não poderia continuar com a vida com o se nada tivesse acontecido, j á que Dorothy nunca via sua fam ília m esm o? Não seria m ais sábio? Mas Nandina m e disse que eu precisava ligar.

O telefone do outro lado da linha tocou três vezes, o que logo m e encheu de esperança com a possibilidade de um a secretária eletrônica (apesar de saber m uito bem que seria errado deixar um a sim ples m ensagem ). Então, ouvi um clique.

— Alô? — A voz de um hom em , grave e resm ungada. — Ty rone Rosales?

— Quem está falando?

— Aqui é... aqui é...

Justo nesta, entre todas as situações inadm issíveis, m inha gagueira ia voltar. Eu m e forcei a ficar quieto. Respirei fundo. — Aaron — continuei, bem lentam ente. Tenho m ais sucesso com palavras que com eçam com “A”, contanto que deslize para elas sem nenhum início m ais pronunciado. “Woolcott” poderia apresentar certa dificuldade, então eu disse: — Seu cu... cunha...

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— Aaron, o m arido de Dorothy ? — ele perguntou. — Aham .

— E aí?

Respirei fundo de novo.

— Tem algum a coisa de errado com ela? — ele perguntou. Eu disse:

— Um ... um ... um a árvore caiu sobre a casa.

Silêncio.

— Ela está bem ?

Respondi:

— Não.

— Ela m orreu?

Respondi:

— Sim .

— Ah! — Ty rone disse. — Meu Deus!

Esperei até que ele absorvesse a inform ação. Além disso, não falar era bem agradável.

Finalm ente, ele perguntou:

— Quando é o velório?

— Não vai hav... haveve... haver velório.

Nandina e eu j á tínham os decidido. E não haveria enterro tam bém ; só a crem ação. Achei que Dorothy preferiria assim . Ty rone disse:

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