O Começo do Adeus: Aprendendo a se Despedir
Então, passei para ele o endereço de…
Então, passei para ele o endereço de Nandina e desliguei. Coloquei o Reform a de Cozinhas para Iniciantes de volta a seu lugar na prateleira. Eu tinha m arcado para as 5h30 da tarde por um a razão: Nandina ainda estaria no trabalho. Para ela, era um a questão de honra ficar até m ais tarde que todo m undo, todos os dias. Então, não estaria lá para se introm eter em m inha prim eira conversa com Gil Bry an. Ela nem descobriria que era a prim eira reunião.
Mas m inha irm ã tem um sexto sentido extraordinário! Não consigo pensar em outra explicação para isso. Ela bateu à porta às 3h45, enfiou a cabeça em m inha sala e disse:
— Estou saindo. Vej o você lá em casa.
— Você está indo agora?
— O que m ais posso fazer? Parei em um estágio bom do trabalho — ela respondeu. Ela j á estava com a bolsa pendurada no om bro. Então, quando cheguei à casa dela, Nandina j á estava na cozinha com eçando a preparar o j antar. E, quando a cam painha tocou, ela chegou ao hall de entrada logo atrás de m im , enxugando as m ãos na barra do avental que cobria seu roupão de ficar em casa.
Gil Bry an tinha aquela aparência m eio suj a e poeirenta de um hom em que trabalhou duro o dia inteiro, m as a pele sob os olhos dele ainda estava brilhando e senti a m esm a confiança que havia sentido antes. Eu disse: — Entre, sr. Bry an.
E ele disse:
— Gil.
— Aaron — eu lhe disse e apertei sua m ão (a m ão dele parecia um a luva de beisebol). Então, tive que com pletar: — Esta é m inha irm ã, Nandina — porque ela ainda estava lá.
— O em preiteiro — eu disse a ela secam ente, e ela respondeu: — Ah! — E se afastou e voltou para a cozinha. 74
— Entre e sente-se — eu disse a Gil.
— Ah, estou todo suj o. Só vou pegar a chave e ir para lá. Pesquei m eu chaveiro de dentro do bolso. Enquanto tirava a chave de casa de lá, perguntei:
— Você está planej ando ir lá hoj e à noite?
— Achei que fosse m elhor.
— Porque não sei se a eletricidade está ligada. — Ahn... — ele disse. — Tudo bem , então vou pela m anhã, dar um a olhada à luz do sol. E se eu vier aqui am anhã, no m esm o horário, quando souber o que está acontecendo por lá?
— Tudo bem — respondi. Dei a chave para ele. — E você quer que eu dê um a olhada em tudo. — Tudo — confirm ei. — Faça um a lista.
— Beleza, então — ele respondeu. Mas pude ver que estava perplexo com m inha atitude.
Apertei a m ão dele de novo e ele foi em bora. Nem dois segundos depois, Nandina veio da cozinha.
— Foi bem rápido — ela com entou.
— Ele precisava de um a chave, só isso.
Ela fez que sim com a cabeça, aparentem ente satisfeita, e voltou para a cozinha.
Mas, durante o j antar, perguntou:
— Com o exatam ente você conseguiu o nom e desse em preiteiro? — Pelo Jim Rust — respondi.
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