O Começo do Adeus: Aprendendo a se Despedir
Ela inclinou a cabeça, com o alguém…
Ela inclinou a cabeça, com o alguém que ouve um a nota desafinada em um a m úsica. Então, quis saber:
— Mas Jim Rust j á usou os serviços dele pessoalm ente? — Sim , é claro — respondi, apesar de não saber ao certo. Então eu disse: — Já está tudo resolvido, Nandina. Deixe para lá.
— Bem , desculpe! — ela disse.
Com em os o restante do j antar sem falar nada. Na noite seguinte, pude falar a sós com Gil. Eu estava em casa esperando por ele quando a cam painha tocou. — Olá — ele cum prim entou.
Respondi:
— Entre.
Dessa vez, ele vestia roupas lim pas — um a cam isa de cham bray e calças cáqui — e aceitou se sentar quando apontei o sofá. Eu m e sentei na outra ponta. Fiquei feliz ao ver que ele estava segurando um a pasta branca, nova em folha. Im plicava certo grau de profissionalism o. Ele abriu a pasta sobre a m esinha de centro e espalhou um a série de papéis cobertos por um a letra cursiva pequena, organizada e em caixa alta.
— Então, Aaron, aqui está o que vam os fazer — ele disse. Fiquei feliz tam bém quando ele usou m eu prim eiro nom e. Funcionários que insistem em dizer “senhor”, m esm o depois que você diz que não precisa, sem pre m e parecem deliberadam ente irritantes. — Você tinha razão sobre a eletricidade — ele contou. — Houve um curto-circuito nos fios, por causa da água que escorreu através das paredes e 76
para o porão. Para isso, vou entrar em contato com a Potência Watkins, m as eles não podem ir olhar a casa até...
Ouvi a porta se abrindo. Nandina cham ou:
— Aaron?
Inferno. Ela apareceu na entrada da sala de estar. — Ah! — ela disse.
Gil se levantou.
— Boa noite! — ele cum prim entou.
— Boa noite!
— Estam os ocupados com uns núm eros aqui — falei para ela. Meu olhar não podia deixar qualquer dúvida, e ela respondeu: — Ah, claro! Não m e deixem interrom per — e saiu rapidam ente da sala. — Onde foi que param os? — perguntei a Gil.
Ele se sentou novam ente e folheou os papéis.
— Houve dano estrutural no sótão — ele explicou. — Essa é a pior parte. Vam os precisar substituir algum as vigas, o telhado, é claro, e a fibra para isolam ento térm ico, além do teto do corredor e da cozinha e os arm ários na parede oeste. A cham iné precisará ser reconstruída tam bém . Cham inés são um negócio sério, infelizm ente. Bem , e depois há o solário... — A gente não pode sim plesm ente acabar com o solário? — O quê?
— Tirar o solário, dem oli-lo. É um a causa perdida, de qualquer m aneira, e foi construído depois. Não faz parte da casa princi... — Vocês querem beber algum a coisa? — Nandina perguntou. Ela tinha aparecido de novo, m as, dessa vez, da sala de j antar. 77
— Não — respondi.
— Sr. By an?
— Gil — ele respondeu. Ele tinha se levantado de novo. — Não, obrigado! — Talvez um a cervej a gelada?
— Não, obrigado!
— Ou um a taça de vinho.
— Não, m as agradeço.
— Nós não tem os nada m ais forte — Nandina disse. Ela tinha se aventurado alguns passos a m ais para dentro da sala; a qualquer m inuto agora, ela se instalaria na poltrona, com o se o assunto devesse ser discutido a fundo. — Sei que ainda está fazendo um tem po próprio para gim e tônica, m as... Eu disse:
— Nandina...
— O quê?
— Tudo bem — Gil respondeu a ela. — Eu não bebo. — Ah.
— AA — ele disse. E endireitou a postura enquanto falava, quase desafiadoram ente, m as então levou a m ão à barba de um a m aneira m eio insegura.
Nandina disse:
— Ah, eu sinto m uito!
— Tudo bem .
Eu j á estava esperando que Nandina partisse para a seção não alcóolica do m enu, m as, antes que pudesse, Gil disse a ela: 78