Gray's Anatomia de Superfície e Ultrassom: Fundamentos para a Prática Clínica
Ultrassom
meio de leve pressão sobre elas. A palpação pode ser utilizada para avaliar
dureza, tamanho, localização e maciez das estruturas. Ela também pode ser
usada durante movimento dinâmico para avaliar função articular
(Fig. 1.8A).
Percussão é uma técnica utilizada para examinar estruturas dentro do
tórax ou abdome através de batidas. O método indireto envolve colocar o
dedo médio da mão não dominante sobre a área a ser percutida, enquanto o
dedo médio da mão dominante é utilizado para bater na falange média do
dedo médio do outro lado (Fig. 1.8B). A percussão faz criar sons que são
ressonantes ou surdos. Estruturas que são ocas produzem um som mais
ressonante, por exemplo, os pulmões e o estômago. Estruturas que são mais
densas, por exemplo, o fígado ou os ossos, produzem um som surdo.
Na Clínica
Cicatrizes ocorrem quando a pele é danificada por meio de uma incisão
ou laceração. Durante o processo de cicatrização, fibroblastos e
queratinócitos invadem a área e depositam nova matriz extracelular e
colágeno, que são modelados para formar o tecido cicatricial.
Marcas de estiramento (striae cutis distensae), resultam de danos das
fibras colágenas na pele. Puberdade, ganho de peso e gravidez são causas
frequentes de marcas de estiramento. Quando da distensão, a pele afetada
torna-se avermelhada e, com o tempo, torna-se branca.
Placas são causadas pela reativação do vírus da varicela-zóster. Após a
varicela, o vírus permanece dormente nos corpos celulares dos neurônios
sensitivos primários que estão localizados dentro do gânglio espinal, na
raiz dorsal. Após o vírus ser reativado, ele é transportado aos terminais
periféricos dos neurônios afetados, o que leva a um “rash’ dentro do
dermátomo inervado por esses neurônios. Outros sintomas incluem dor.
Ultrassom
Teoria do ultrassom
Na medicina diagnóstica, o ultrassom utiliza ondas sonoras de alta
frequência para produzir imagens dos tecidos subjacentes. O transdutor do ultrassom é composto de uma série de elementos piezoelétricos que vibram
sequencialmente em resposta à corrente elétrica. A vibração produz pulsos
ultrassônicos dentro de frequências entre 2MHz e 20MHz, que viajam
através dos tecidos subjacentes.
A impedância acústica é a medida da resistência que as ondas do
ultrassom encontram ao atravessar os tecidos, mensurada pela densidade do
tecido e velocidade das ondas sonoras. Quando há uma modificação na
impedância acústica, alguns dos ecos emitidos são refletidos de volta pelo
transdutor, onde eles são detectados pelos elementos piezoelétricos
(Fig. 1.9). Modificações na impedância acústica ocorrem nas interfaces dos
tecidos. Uma grande diferença na impedância acústica, tal como ocorre na
interface osso-tecido, produz ecos mais fortes. As ondas de ultrassom
trafegam a uma velocidade relativamente constante através dos tecidos
(1540m/s), embora a distância percorrida pelos ecos recebidos possa ser
mensurada de modo preciso. O atraso em receber os ecos pelos elementos
piezoelétricos e a densidade do eco são utilizados para produzir uma
imagem de ultrassom bidimensional, denominada B (brilho)-modo
(Fig. 1.10). Uma escala em cinza de pixels correlaciona-se à força dos ecos
recebidos.
FIG. 1.9 Teoria do ultrassom. Ondas de ultrassom são emitidas a partir do transdutor. Sempre que houver uma mudança na impedância acústica, tal como interfaces de tecidos, ecos são produzidos e são recebidos pelo transdutor.
FIG. 1.10 Imagem típica do modo B. A maioria das imagens de ultrassom mostradas neste livro é de estudos em modo B. (Imagem de ultrassom do rim esquerdo.)
A resolução da imagem é proporcional à frequência das ondas emitidas
pelo ultrassom. Transdutores de alta frequência produzem melhor resolução
lateral e axial. A resolução lateral é a habilidade de desvendar estruturas a
90° no feixe do ultrassom. A resolução axial é a habilidade de desvendar
estruturas que estão alinhadas ao feixe do ultrassom. No entanto, ondas de
ultrassom de maior frequência têm menor profundidade através dos tecidos
antes de a intensidade das ondas diminuírem. Assim, há correlação entre a frequência do transdutor e a profundidade requerida. Transdutores de alta
frequência são melhores para imagens de estruturas superficiais, como o
sistema musculoesquelético, enquanto que transdutores de baixa frequência
são melhores para estruturas profundas, como o abdome.
O feixe de ultrassom é focado dentro do transdutor. A região de resolução
lateral ótima está onde o feixe encontra-se menos espesso. A região é
chamada de zona focal. A profundidade da zona focal está relacionada com
a frequência das ondas emitidas. Muitos aparelhos de ultrassom permitem
ao usuário adicionar pontos focais na profundidade das estruturas de
interesse. Focar a imagem desloca a frequência das ondas emitidas de modo
que o ponto focal está em uma profundidade requerida.
Doppler
O ultrassom por Doppler é utilizado para examinar movimento, tal como
fluxo sanguíneo, dentro dos tecidos, vasos e o coração. Ele baseia-se no
princípio do deslocamento no Doppler. Quando uma onda de ultrassom é
refletida a partir de um objeto móvel, em direção a, ou para o outro lado a
partir do transdutor, há um variação na frequência do eco que retorna. Este
desvio é proporcional à velocidade do objeto em movimento. Quando se
afere o fluxo sanguíneo, as ondas de ultrassom são refletidas a partir das
hemácias móveis em frequências diferentes que as frequências emitidas. A
velocidade mostrada do fluxo sanguíneo está diretamente relacionada ao
desvio do Doppler que foi percebido. É importante notar que o ângulo do
feixe do ultrassom relativo ao fluxo sanguíneo é crítico. Se o vaso
sanguíneo está perpendicular ao feixe do ultrassom, não há desvio do
Doppler. É preferível avaliar a velocidade de um objeto em movimento tão
próximo quanto possível do feixe axial, mas na prática, um ângulo de 45° a
60° do feixe axial é adequado.
Há vários tipos de imagem de Doppler, como o Doppler espectral e o
Doppler colorido. Com o Doppler espectral, que inclui ondas contínuas e
ondas pulsadas de Doppler, as velocidades são quantificadas graficamente
com o passar do tempo. Com o Doppler colorido, as intensidades dos
desvios do Doppler são sobrepostas com a imagem em modo-B (Fig. 1.11).
Os pixels são coloridos relativamente à sua direção (vermelho, geralmente
em direção ao transdutor; azul, em direção oposta ao transdutor), e através do fluxo. É importante notar que a cor não está necessariamente alinhada às
cores normalmente utilizadas para veias e artérias.
FIG. 1.11 Imagem típica do Doppler colorido. Os dados do Doppler são sobrepostos a uma imagem em modo B. (Imagem de ultrassom da artéria femoral (vermelha) e veia (azul) na coxa direita.)
Tipos de transdutor
Os tipos mais comuns de transdutor de ultrassom são o linear, curvo (curvo
linear ou convexo), e os transdutores de matriz de fase. Os transdutores de
matriz linear emitem ondas ultrassônicas de alta frequência, entre 5-
18MHz. Eles possibilitam melhor resolução lateral, embora a penetração
em profundidade está limitada a menos que 5 cm. Os transdutores de matriz
linear são empregados em imagens vasculares, musculoesqueléticas, de
tireoide, e de mamas.
Os transdutores de matriz curva emitem frequência mais baixa de ondas
ultrassônicas, tipicamente entre 209MHz. Eles são utilizados para ver
estruturas mais profundas. O formato curvo resulta em um campo maior em
espaços mais profundos. Transdutores de matriz curva são utilizados para
obtenção de imagens abdominais, cardíacas e obstétricas.
Transdutores de matriz de fase possuem uma abordagem menor que os
transdutores de matriz linear e os transdutores curvos. Suas dimensões
menores significam que podem ser utilizados entre as costelas para
examinar o coração. Eles emitem ondas de ultrassom de menor frequência e
são utilizados para visualizar estruturas profundas. De modo análogo ao
transdutor de matriz curva, eles fornecem um campo maior em
profundidades maiores. Eles são empregados frequentemente em imagens
cardíacas.
Planos das imagens
Os planos do ultrassom são os mesmos que os planos anatômicos. Os
planos principais são o transverso (ou axial), sagital e coronal (Fig. 1.12). O
termo oblíquo será usado quando o transdutor estiver em um ângulo de um
plano (p. ex., oblíquo transverso).
FIG. 1.12 Planos de imagens. T, transverso; S, sagital; C, coronal.
Orientação da tela
Para a maioria das imagens, o marcador de tela deverá estar no lado da mão
esquerda da imagem. A exceção é a imagem cardíaca, onde o marcador
geralmente está à direita. A orientação padrão da imagem deve ser a do
operador olhando para o paciente. Geralmente o examinador está sentado de
frente para o indivíduo a ser estudado e a unidade de ultrassom fica atrás do
paciente. Durante o plano transverso da imagem, a orientação do marcador
no transdutor deve apontar na mesma direção que o marcador de tela
(Figs. 1.13 e 1.14). Isto significa que o marcador de tela, que está à
esquerda, corresponderá ao lado direito do paciente se eles estiverem de
frente para o operador e ao lado esquerdo se estiverem de costas para o
operador. Para imagens sagitais e coronais, a prática padrão é a de que o
lado esquerdo da imagem será cefálico e o lado direito será caudal.
FIG. 1.13 Orientação de tela. [As imagens são dos músculos quadríceps na coxa direita (acima) e do músculo reto do abdome, no abdome anterior (abaixo).]
FIG. 1.14 Postura correta para carregar o transdutor. Atente para o marcador de orientação ao lado do transdutor (circulado).
A direção do marcador de orientação no transdutor é mostrada em cada
figura de ultrassom deste livro.
A parte superior da imagem é chamada de proximal e está muito próximo
à pele. A parte inferior da imagem é distal, que é o ponto mais profundo da
imagem (Fig. 1.13). Enquanto se ajusta a imagem, a profundidade é
ajustada no ultrassom de modo que a região de interesse preencha a tela.
Posicione os pontos focais na mesma profundidade que as estruturas de
interesse. Em algumas unidades, isto se consegue alterando-se a
profundidade da imagem de modo que a região de interesse está a meio-
ponto entre o ápice e a parte inferior da imagem.
Ergonomia
É importante que durante a imagem tanto o operador e o indivíduo estejam
confortáveis. O operador que realiza as imagens deve sentar-se em banco
ajustável para corrigir sua altura. É preferível utilizar assento de bancos
giratórios. A unidade de ultrassom deve ser posicionada à frente do
operador, e o monitor ajustado para altura, ou rotado para um ângulo que
for mais confortável visualizar. Assegure-se de que o cabo do monitor não
está restrito.
Manipulando o transdutor
Coloque gel suficiente no transdutor. O gel é necessário para obter
acoplamento acústico entre o transdutor e a pele. Utilizar gel de modo
insuficiente pode levar a artefatos causados pela presença de ar, o que
dispersará os ecos do ultrassom para fora do sensor. Segure o transdutor
próximo à face do sensor com os três primeiros dedos, semelhante ao
segurar uma caneta (Fig. 1.14). Posicione o transdutor sobre a pele na
região do corpo a ser estudada. Descansar o lado da mão no indivíduo
auxiliará a estabilizar o transdutor.
É importante aplicar pressão por igual no transdutor sobre a superfície da
pele. Deve-se tomar cuidado ao usar leve pressão quando se realizam
imagens de estruturas superficiais, uma vez que o aumento da pressão pode
comprimir veias superficiais, deslocar tendões ou líquidos em bolsas
sinoviais. As melhores imagens são obtidas se o transdutor estiver
perpendicular (90°) à estrutura de interesse. Não é sempre possível
posicionar o transdutor diretamente sobre a estrutura de interesse. Pode ser necessário angular o transdutor de modo que o feixe esteja direcionado
imediatamente abaixo da margem costal e virando o transdutor
superiormente, pois assim o fígado pode ser mais facilmente visto.
Manobras úteis no transdutor:
Escorregar: escorregar é quando o transdutor é movido sobre a
superfície da pele. Isto é essencial para encontrar estruturas.
Angulação: angulação é quando o transdutor é angulado em seu eixo
menor (de lado a lado). Este movimento é utilizado para ampliar o
campo de visão.
Balançar: balançar é quando o transdutor é angulado em seu eixo
longo (para o, e do marcador de orientação). Este movimento é
ainda utilizado para aumentar o campo de visão.
Rotação: rotação é quando o transdutor move-se de, por exemplo,
um eixo transverso para uma vista sagital. A rotação é necessária
para mover de uma vista em eixo curto para uma outra em eixo
longo de uma estrutura.
Compressão: compressão é quando mais ou menos pressão é
colocada no transdutor. Ela pode ser utilizada para distinguir veias
de artérias. Veias podem ser facilmente comprimidas, enquanto que
artérias não podem.
Os movimentos do transdutor são mostrados na Figura 1.15.
FIG. 1.15 Movimentos do transdutor.
Vistas em eixo curto e eixo longo
Estruturas podem ser examinadas em seu eixo curto (transversalmente) e no
eixo longo (longitudinalmente). Em eixo curto, as estruturas são vistas em
secção transversal, sendo, assim, um vaso assemelhando-se a um círculo.
Em eixo longo, o transdutor é posicionado ao longo de uma estrutura, de
modo que o caso seja visto como um tubo (Fig. 1.16).
FIG. 1.16 Exemplo de vistas em eixo curto e em eixo longo de um vaso sanguíneo. [As imagens são de uma artéria femoral (vermelha) e veia (azul), na coxa direita].
Geralmente é mais fácil uma estrutura ser vista em seu eixo curto. Para
obter vistas em eixo longo de uma estrutura, inicie com uma vista em eixo
curto e mantenha a imagem no centro da tela, e rode lentamente o
transdutor de modo que ele se alinhe longitudinalmente. Margens borradas
nos lados da tela significam que o transdutor não está alinhado
longitudinalmente ou a estrutura de interesse não é retilínea.
Terminologia das imagens
Ecogênica: a estrutura que produz ecos. Estruturas ecogênicas
aparecem brancas, por exemplo, superfície dos ossos.
Anecoica: a estrutura que não produz ecos. As estruturas anecoicas
aparecerão negras, por exemplo, lume de um vaso sanguíneo,
vesícula.
Hiperecoico: uma estrutura que produz ecos fortes comparados aos
das estruturas vizinhas. Estruturas hiperecoicas aparecerão brancas.
Hipoecoica: a estrutura que produz ecos fracos comparados aos das
estruturas vizinhas. As estruturas hipoecoicas aparecerão cinza-
escuro.
Isoecoica: uma estrutura que produz ecos de modo similar aos das
estruturas circunjacentes.
Heterogênea: uma textura com padrão desigual de uma estrutura.
Homogênea: um padrão de textura igual (suave) de uma estrutura.
Sombreada: áreas escuras na imagem onde o feixe do ultrassom é
atenuado por um objeto sólido.
Reverberação: linhas paralelas e simétricas causadas por ondas
ultrassônicas refletindo para trás e para frente, entre o transdutor e
uma superfície que reflete de modo intenso.
Artefato anisotrópico: área escura na imagem causada quando o
transdutor não está perpendicular ao eixo da estrutura de interesse. Aparência dos tecidos
Músculo
Músculos aparecem hipoecoicos (Fig. 1.17A e B). O perimísio, o tecido
conjuntivo que circunda cada feixe muscular, aparece hiperecoico. O
músculo pode ser identificado movendo as articulações que contraem e
relaxam o músculo. Durante a contração o músculo se encontrará mais
espesso. Músculos podem ainda ser seguidos até suas inserções para ajudar
sua identificação.
FIG. 1.17 Ultrassom com diferentes tipos de aparência de tecidos. A-G, consulte o texto. O, osso; Vs, vaso sanguíneo; Fib, fibrocartilagem; Gla, glândula; Ch, cartilagem hialina; VEL, vista do eixo longo; Li, ligamento; MU, músculo; MI, miofáscia; Ne, nervo; VEC vista do eixo curto; Ts, tela subcutânea; TE, tendão.
Miofáscia
A miofáscia aparece em camadas hiperecoicas (Fig. 1.17B). A aparência
hiperecoica da miofáscia torna fácil delinear músculos.
Tela subcutânea
A tela subcutânea aparece hipoecoica com as características linhas curvas
hiperecoicas interpostas, que são formados por septos de tecido conjuntivo
(Fig. 1.17E). A gordura espalha ondas ultrassônicas, o que pode diminuir a
qualidade da imagem de estruturas profundas.
Tendões
Tendões aparecem hiperecoicos (claros) e em eixo longo são estriados
(Fig. 1.17G).
Cartilagem hialina
A cartilagem hialina aparece hipoecoica (Fig. 1.17 A).
Fibrocartilagem
Fibrocartilagem aparece como imagens hiperecoicas e possuem uma textura
homogênea (Fig. 1.17D).
Ossos
A superfície óssea (o córtex) aparece altamente ecogênico, devido a uma
grande diferença na impedância acústica entre o tecido mole circundante e o
osso em si (Fig. 1.17D). Apesar de a maioria das ondas de ultrassom ser
refletida de volta à superfície, o osso subjacente não possui sinal.
Nervos
Os nervos aparecem cinza médio com uma textura heterogênea. Em eixo
longo, eles possuem uma aparência estriada devido a sua estrutura
fascicular (Fig. 1.17C). Em eixo curto, os nervos possuem uma aparência
característica de favos de mel (Fig. 1.17B).
Vasos sanguíneos
O lume dos vasos sanguíneos aparecem anecoicos (pretos), o que contrasta
com as paredes hiperecoicas (Fig. 1.17F). Geralmente, artérias são menores
que veias e possuem paredes mais espessas. Algumas vezes é possível
observar a presença de válvulas dentro de veias.
Ligamentos
Ligamentos aparecem hiperecoicos e, em eixo longo, possuem uma
aparência laminar (Fig. 1.17D). Eles são mais compactos que tendões. Glândulas
As glândulas aparecem em cor cinza-médio e possuem textura homogênea
(Fig. 1.17F). Gordura dentro das glândulas aparece hiperecoica e pode
suprimir a transmissão profunda dentro da glândula.
Ar
O ar aparece anecoico. Ar entre o transdutor e a pele pode causar
sombreamento através da imagem.
Fluido
Fluido aparece anecoico.
Checklist Resumido
• Planos anatômicos e termos
• Pele
• Dermátomos e miótomos
• Teoria do ultrassom
• Terminologia nas imagens
• Aparência dos tecidos no ultrassom
* Nota da Revisão Científica: A pele está organizada em duas camadas:
epiderme e derme, localizando-se profundamente a ela a hipoderme (ou tela
subcutânea).
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