O amor que partiu o mundo

Emily Henry · Capítulo 34 de 34

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O amor que partiu o mundo

Obrigada

 

SE VOCÊ TERMINOU este livro, provavelmente suspeita a esta altura que fui mais bem tratada pelas pessoas ao meu redor que qualquer um

poderia razoavelmente esperar neste mundo. Meu coração está repleto de amor e me faltam palavras. Eis aqui algumas pessoas às quais quero

agradecer.

Às Primeiras Nações, cujas histórias se encontram aqui: iroqueses (A

Mulher que Caiu do Céu), nachez (Adoção da Raça Humana), sioux (História do Fantasma de Teton), seneca (Irmão Negro e Irmão Vermelho),

caddo (A Inundação), creek (Os Yamasee e a Inundação), onondaga-iroqueses (O Esqueleto Vampiro) e kwakiutl (Nação Fantasma). Há diversas

belas variações de cada uma dessas histórias, e recomendo veementemente que qualquer um que não esteja familiarizado com elas reserve tempo para

conhecê-las melhor, quando possível, com a interpretação de um estudioso da nação correspondente a cada conto. Este livro não seria o mesmo sem

essas inumeráveis histórias hipnotizantes, e fui mudada para sempre pelo que descobri nelas.

À vovó e ao vovô, por começarem uma tradição de gentileza e amor que ainda define a nossa família: vocês são as pessoas que quero ser quando

crescer. À mamãe e ao papai, por lerem para nós no corredor entre os nossos quartos por tantas noites, e por sempre fazerem as vozes. Aos meus

irmãos e às minhas cunhadas: obrigada por serem o tipo de gente que batalha quando as coisas estão difíceis e que valoriza o bem.

A K.A. Applegate, pela minha primeira quedinha literária (um garoto que está literalmente preso na forma de uma águia pela maior parte da série). A

Lois Lowry, por ter me ensinado que palavras podem mudar seu mundo para sempre. A J.K. Rowling, por garotas espertas, meninos delicados, magia profunda e amor que afasta o medo. A Madeleine L’Engle e a Kurt Vonnegut, por um vício no Estranho.

À srta. Hanke, por aquele primeiro dever de redação. Ao sr. Neugabauer, por aquela detenção. À srta. Richards, por não ter me punido quando

entreguei a história do tipo “escolha sua aventura” em que todos os caminhos levavam a você nos trancando na sala de aula em chamas e nos

espetando com flechas.

A Rhoda Janzen, por me dar alguém a quem buscar e alguém a quem

admirar, e por me dizer que eu poderia e deveria fazer isto. A Beth Trembley, por me ensinar como fazer isto. A Heather Sellers, de quem pela

primeira vez ouvi a frase “amar você mundo adentro”. A Sarah B., Peter S., Pablo P., Stephen H., Steven I., Martha G., Jesus M., Dean Reynolds e o

restante do corpo docente de Hope, por criar a incubadorazinha de adultos perfeita, apesar do lago congelado bem na vizinhança.

A Daniel Nayeri, que sem saber me encorajou a seguir em frente em pelo menos duas ocasiões distintas, e a John Silvis, por seu lindo programa da

NYCAMS, que descanse em paz. Ou, em vez disso, que algum dia seja ressuscitado.

A Bri Cavallaro e Anna Breslaw, por usarem palavras para me convencer/empolgar em relação a tudo: vocês são pedras preciosas, raras e

lindas. A Candice, a Rainha, por ler um manuscrito inicial deste livro além de, acho, três finais alternativos, e me ajudar a admitir qual era o certo.

A comunidade on-line de YA, blogueiros e pessoal da Sweet Sixteen: sou tão inacreditavelmente sortuda de ter sido adotada por vocês. Não se façam

de desentendidos. Vocês sabem quem são.

A Noosha, por ser minha primeira fã, minha melhor amiga, um amor

transformador. A Megan, por ser minha irmã, minha ternura, a pessoa a quem jamais vou dizer adeus.

A Lana Popovic, minha incrível agente, por ter lido meu primeiro livro em 23 horas e este em 36, por sempre encontrar tempo, por dissecar meus manuscritos e realizar operações neles; por sua audácia, ousadia, esperteza e amor. E por me fazer assistir a Fringe.

A Liz Tingue, a editora que eu queria que fosse minha, que agora posso chamar de minha do jeito menos esquisito possível. Você viu a centelha

neste livro indômito, estranho, espichado e às vezes lento. Você sabia o que esta história queria ser, e acreditou que chegaria lá. Obrigada por falar a

minha língua, por amar Beau e Natalie, e por ser essa pessoa hilária, esplêndida e surpreendente que você é.

A Marissa Grossman e Jessica Harriton, cujas mãos capazes e ainda assim elegantes ajudaram a trabalhar esta história para chegar ao seu

formato final e mandá-la pelo correio.

A Anthony Elder, por me dar uma capa que faria criminosos insensíveis e

heroínas distópicas enfastiadas caírem de joelhos chorando.

A Ben Schrank, por essencialmente me entregar meu sonho em uma

bandeja luminosa de LED e de vez em quando favoritar meus tuítes (mal posso esperar até os antropólogos analisarem esta frase no ano 3000) só

para me lembrar que Ele Está Sempre de Olho das nuvens.

A Jennifer Dee, Rachel Lodi e Anna Jarzab: vocês sabem o que fizeram.

Cada uma de vocês é excepcionalmente incrível.

A Krista Ahlberg, Phyllis DeBlanche, Shari Beck, Jenna Pocius, ao

restante da equipe da Razorbill/Penguin e a cada pinguim, por serem incríveis, trabalhadores, resilientes e adoráveis.

A cada um que pega, lê, toma emprestado, compra ou empresta este livro: se você o amou, espero que saiba que é seu. Se não amou, espero que

encontre algum dinheiro no bolso da sua roupa suja para compensar.

Para todo mundo que esqueci: sinceramente, vocês merecem mais que

isso.

Por fim, obrigada a Joey, que roubou meu coração aos dezessete anos,

quando eu era (mais) jovem e (mais) idiota, e diariamente me dá um amor constante e sereno do qual eu nunca soube que precisava até que o tive. Você faz com que todo este mundo seja mais suave para mim, e eu amo todas as versões de você que conheço, conhecerei e não chegarei a

conhecer. Amo você a cada momento.

E ao Amor que sonhou o mundo, que me deu fôlego e que delicadamente

me passou esta ideia página por página: obrigada por aquela vez em que chorou, e por me amar.

 

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