O Homem da Máfia (Família Carbone Livro 1)

Brenda Ripardo · Capítulo 16 de 19

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O Homem da Máfia (Família Carbone Livro 1)

Capítulo 22

— Ah, sim, entendo. — Olha para mim. — Obrigada por me ajudar. Não

sei o que precisou fazer para me trazer aqui, mas tem minha gratidão.

Sorrio de lado.

— Não por isso.

O celular no meu terno vibra. Pego o aparelho e vejo uma mensagem de

Jolina.

 

“Minha mãe já está chegando. Obrigada, Julian. Isso é importante para

mim. Espero que você esteja bem.”

 

Antes que possa responder o sinal de bateria fraca pisca na tela do

smartphone e o aparelho desliga.

— Queria que Jolina fosse comigo para Los Angeles — ela fala, pensativa.

Tento não demonstrar como isso me deixa inquieto. Lina morando em

outro país, tão longe de mim. Não sei se consigo. É demais para mim.

— Mas eu conheço a minha filha, ela não largaria a faculdade para me

seguir. Eu não fiz isso quando ela me pediu, não posso pedir que faça o que eu

não fiz, certo? — Solta uma risada triste. — E ela sempre quis morar aqui.

Ergo uma sobrancelha, levemente curioso.

— Sério?

Ela faz que sim com a cabeça.

— Há uns oito anos, meu falecido irmão viajou para Georgian Bay.[22] Foi

a última viagem que ele fez antes de... antes de morrer.

— Eu sinto muito — sussurro.

— Está tudo bem. — Dá um sorriso fraco. — Ele gostava desse negócio de

mergulho, e quando veio para cá, foi ao [23] Fathom Five National Marine Park e

observou os barcos naufragados no fundo do mar. Ele deu um cartão-postal para

Jolina. — Manilyn abre um sorriso meigo. — Ele falou que aqui era um lugar incrível e que tinha conhecido pessoas maravilhosas, que levaria para vida