A Batalha de Maldon e O Regresso de Beorhtnoth
A Batalha de Maldon, traduzido por J.R.R. Tolkien
A BATALHA DE MALDON ,
. . .
[Datando do mesmo período, há um manuscrito rascunhado completo de uma tradução de Maldon (Biblioteca Bodleiana MS. Tolkien A 30/2, ff. 124–36), a tinta. Uma nota a lápis, muito borrada, no canto superior esquerdo da primeira página da tradução diz: “este […] negócio […] intenção […] tentativa de reproduzir o efeito poético do original”. Minha suposição é que as palavras faltantes na verdade invertem o signi cado da nota, pois o texto claramente não se preocupa com o efeito poético, mas procura estabelecer com alguma precisão a narrativa do poeta. O que resta é o assombroso conto, aqui nas palavras do próprio Tolkien, que inspirou O Regresso.
Ao editar o manuscrito, optei por apresentá-lo da maneira mais clara e contínua possível, emendando muitas vezes de modo silencioso, e apresentando no rodapé as eventuais dúvidas ou apartes explicativos de Tolkien. Os números no manuscrito, inseridos na margem esquerda a cada cinco linhas, foram escritos com lápis azul; incluo essas marcações de verso entre colchetes para ajudar a orientar os leitores que consultarem o texto em inglês antigo.]
TRADUÇÃO BATALHA DE MALDON
cavalo e o afastasse, e que marchasse avante, voltando a mente para golpes de 24 mão [1]… seria quebrado. Ele então ordenou que cada homem abandonasse seu
e boa coragem. Tão [5] logo o parente de Offa percebeu que o nobre
não toleraria covardia, deixou seu amado gavião voar de sua mão rumo à mata, e foi a passos largos para a batalha; sinal evidente de que o jovem não demonstraria fraqueza de coração [10] naquela refrega, pois (agora) pegara em armas. E Eadric também tencionava ajudar seu chefe e senhor na batalha; marchou ávido avante com lança para a guerra: tinha um coração leal enquanto tivesse nas mãos um escudo ou espada larga; [15] fez valer seu voto, agora que devia lutar na linha de frente diante do seu senhor.
Lá então Byrhtnoth começou a dispor seus homens, e cavalgou de ponto a ponto dando conselho e ordens, como deveriam se posicionar e manter [20] tal posição, e ordenou que os homens erguessem os escudos corretamente e que não temessem. Quando bem havia ordenado aquela hoste, desmontou em meio aos seus homens, onde mais amava estar, onde os homens de sua própria casa estavam, de cuja lealdade estava muitíssimo seguro.
[25] E lá se postou na ribanceira e clamou ferozmente, dizendo estas palavras, o mensageiro dos piratas, que presunçoso anunciou o assunto do
navegantes mandaram-me até vocês e pediram-me [30] que lhes dissesse: que 25 céleres devem mandar anéis (de ouro) se quiserem se salvar; inimigo de além-mar ao chefe que estava naquela margem: “Audazes
e é melhor para
vocês (todos) pagarem tributo para refrear este assalto do que nos
tiverem recursos para tanto, [35] em troca do ouro nos comprometemos a dar 26 trégua. Se você, encontrarmos em batalha tão mortal. Não precisamos destruir um ao outro; se
dinheiro aos homens do mar conforme o julgamento deles em troca de 27 amizade, e aceitará os nossos termos de paz, que é o chefe aqui, decidir que salvará seu povo e dará
nós [40] embarcaremos com esse
pagamento e zarparemos (novamente) pelo mar e guardaremos paz para com vocês”.
Byrhtnoth falou, e ergueu o escudo, e sacudiu o cabo exível da lança, e disse estas palavras; irado, resoluto, deu-lhe resposta. [45] “Está ouvindo, pirata, o que esse povo diz? Por tributo dar-lhes-ão lanças, a ponta envenenada,
benevolência em combate. Enviado de nossos inimigos de além-mar, volte e 28 declare isto a eles, [50] conte ao seu povo espadas forjadas antigamente — tais petrechos que lhes mostrarão pouca
um conto bem menos prazenteiro,
que aqui não há nenhum senhor poltrão em meio à sua companhia, mas alguém que defenderá sua terra natal, o reino de Æthelred, meu mestre; este povo e esta terra; os pagãos hão [55] de tombar em batalha. Parece-me uma vil recepção deixá-los voltar a bordo com nosso dinheiro sem luta; agora que chegaram aqui tão longe e puseram os pés em nossa terra; não hão de ganhar tesouro tão facilmente — ponta e gume, e o jogo sinistro da guerra hão [60] de decidir nossa querela antes de pagarmos tributo!”
Ele então deu ordens para avançarem as leiras e para os homens
água, nenhuma das hostes conseguia chegar até a outra; [65] ali, depois da 29 baixa-mar veio a maré-cheia, as correntes d’água se encadearam. marcharem avante para que todos cassem sobre a ribanceira. Ali, por causa da Estavam
impacientes pela hora em que poderiam chocar lança contra lança. Eles (então) se postaram de cada um dos lados do Rio Panta em seus exércitos, as leiras de Essex e a horda pirata, e nenhum [70] dos lados conseguia in igir dano ao
homens do mar se aprontaram, muitos piratas ávidos por combate. Então, o 30 protetor dos guerreiros outro, exceto pelos que foram mortos por echa volante. A maré baixou. Os
ordenou [75] que um soldado, valente em batalha
(Wulfstan era seu nome; era lho de Ceola e um homem de valor entre sua própria gente), defendesse a ponte, e atingiu com sua lança de arremesso o primeiro homem que, mais audaz que os outros, pusera os pés na ponte. Ali estavam, ao lado de Wulfstan, dois soldados [80] altivos e destemidos, Ælfhere e Maccus: não lhes passava pela cabeça bater em retirada daquele vau, não, com
empunhar armas. 31 Quando eles valentia defenderam-se do inimigo por tanto tempo quanto conseguiram
perceberam isso e viram claramente que lá haviam [85] se
apelo plausível (ao cavalheirismo de Byrhtnoth) e pediram a oportunidade de 32 chegarem à sua margem e conduzirem suas tropas pelo vau. Então o nobre, deparado com guardiões nada gentis da ponte, os vis invasores zeram um em seu cavalheirismo supercon ante [90] cedeu terreno demais para aquele povo odioso. Então ele, o lho de Byrhthelm, vociferou por sobre a água fatal (e os homens lhe deram ouvidos): “Agora que abrimos espaço para vós, vinde,
mestre do campo arrasado”. 33 Então vadearam aqueles lobos homens, rapidamente a nós e ao combate. Só Deus [95] sabe quem há de ser assassinos, (toda) a hoste pirata, sem fazer
caso da água, a oeste pelo Panta, e sobre a água límpida os homens da frota
adversários, estava Byrhtnoth a postos com seus homens, e ordenou que 34 formassem aquela falange invasora portaram seus [100] escudos de tília. Lá, para se opor aos seus com seus escudos e mandou sua hoste resistir
rmemente contra o inimigo. Agora a luta estava perto, a glória na batalha;
chegara a hora de aqueles cujo fado era [105] morrer ali tombarem, assassinados. Ali elevou-se o grito de guerra, os corvos iam de lá para cá, e a
águia ávida por cadáver; havia clamor sobre a terra. Então zeram voar das 35 mãos lanças duras como uma lima e venábulos amolados . [110] Os arcos estavam ocupados, o escudo levava pontada, amargo foi o ataque; homens caíram dos dois lados, e guerreiros jaziam mortos. Ferido estava Wulfmær, parente de Byrhtnoth, lho da sua irmã, e ali jazia no leito de morte em meio aos assassinados, [115] estava gravemente ferido por espadas. Por causa dele, houve retaliação aos piratas. Conta-se que Eadweard matou um deles rapidamente com sua espada (e não hesitou no golpe), de modo que morto aos seus pés caiu o fadado guerreiro. [120] Por isso seu príncipe 36 lhe agradeceu, ao seu próprio vassalo, quando achou a oportunidade. Assim, os valentes homens permaneciam rmes na batalha, e pensavam avidamente em quem haveria de alcançar primeiro com a ponta (da lança) os órgãos vitais [125] de homens fadados a morrer, e lutar com suas armas. 37 Os mortos caíam à terra. Ficaram rmes, Byrhtnoth os rmava, ordenando que todo homem que desejasse obter glória em batalha com os daneses se empenhasse nos feitos de bravura. Então adiantou-se [130] um robusto na batalha, e ergueu a arma e o escudo diante de si, e avançou contra o guerreiro (Byrhtnoth). Igualmente resoluto, o nobre adiantou-se para chocar-se com o labrego, 38 um queria o mal do outro. Então o homem do mar fez voar [135] uma lança sulista, de modo que o senhor dos guerreiros (Byrhtnoth) foi ferido; ele deu um rápido empurrão com o escudo, de sorte que o cabo da lança se partiu, e fez com que a ponta voasse para trás. Irado estava o guerreiro (inglês), perfurou com sua lança o soberbo pirata que o havia ferido. Experiente na guerra era o guerreiro da hoste (inglesa). Fez [140] seu dardo varar o pescoço do homem, sua mão o guiou para que atingisse os órgãos vitais daquele feroz saqueador. 39 Então, rapidamente lançou outro, de modo que seu corselete se partiu, e foi ferido no [145] peito, varando os anéis entrelaçados, no coração estava a ponta envenenada. Tão mais satisfeito cou o chefe; gargalhou alto aquele homem heroico, e clamou graças a Deus pela obra daquele dia que o Senhor lhe concedera. Então, um dos daneses fez voar um venábulo das mãos e [150] ele alcançou e perfurou o capitão de Æthelred. Ao seu lado estava um jovem ainda não adulto, um garoto em batalha, e ele com arrojo retirou a lança ensanguentada [155] de Byrhtnoth — era Wulfmær, o jovem, lho de Wulfstan; ele a fez voar sinistra de volta. A ponta varou, e agora estava morto na terra aquele que tão dolorosamente atingira seu senhor.
Então, um homem de armadura aproximou-se do senhor ferido, e pensou [160] em tomar os anéis e a indumentária do guerreiro, e seus amuletos e sua
lustrosa era a lâmina, e o golpeou sobre a cota de malha. Muito rapidamente 40 aquele espada engastada de joias. Então Byrhtnoth sacou a espada da bainha — larga e guerreiro pirata deteve o golpe e decepou [165] o braço do chefe.
Então caiu ao solo a espada de punho pálido brilhante; ele não conseguia empunhar sua forte espada nem manusear sua arma. E, no entanto, disse mais estas palavras, o guerreiro de cabelos grisalhos, e exortou seus homens, mandando que avançassem [170] juntos, como homens bravos. Então, sem mais conseguir rmar-se em pé, lançou os olhos aos Céus (e disse) “agradeço a Ti, Senhor dos povos, por todos os júbilos que conheci [175] neste mundo. Agora, Ó Deus misericordioso, necessito muitíssimo que Tu concedas a graça ao meu espírito, para que minha alma a Ti possa jornadear, ao teu domínio, Rei dos Anjos, partindo em paz. Rogo-Te [180] que os adversários do Inferno me não oprimam”. Então, os homens pagãos o golpearam e aos dois que estavam junto, Ælfnoth e Wulfmær, ambos caíram mortos, juntos do seu senhor sacri caram a vida.
[185] Então, os que não tinham coragem de permanecer deixaram o campo; lá, os lhos de Odda foram os primeiros a fugir da batalha, e Godric
naquele [190] corcel que era do seu próprio mestre, naqueles mesmos arreios 41 nos quais não era correto (que ele aparecesse), abandonou aquele bom patrão que amiúde lhe dera muitos cavalos. Saltou e seus dois irmãos ambos se
foram galopando com ele, Godwine e Godwig, não mais cuidavam da batalha, mas saíram da luta e foram-se à oresta, fugindo para lugares seguros e salvando suas vidas, e (com eles) mais homens do que [195] jamais se teria pensado adequado, caso tivessem se lembrado de todas as coisas que ele zera para seu bem e que mereciam sua gratidão — justo conforme Offa, no dia anterior à batalha, havia declarado no lugar de concílio, quando Byrhtnoth convocou uma assembleia (dos seus [200] capitães), que muitos que ali falavam varonilmente não cariam rmes depois, na necessidade.
Agora fora morto o chefe da hoste, o capitão de Æthelred; todos os homens da sua casa viram [205] que seu senhor estava caído. E, no entanto, os altivos capitães avançavam, homens destemidos de corações ávidos, eles se apressavam — todos queriam das duas coisas, uma: ou perder as vidas ou vingar aquele que amavam. E assim Ælfwine, lho de Ælfric, os exortou, um cavaleiro jovem em anos, foram estas as palavras que disse, [210] e com valentia falou: “Lembrem-se de todas as falas que amiúde zemos ao beber o hidromel, quando nós, guerreiros, sentados no salão, zemos votos de bravura a respeito das [215] duras batalhas a se lutar: Que agora se ponha à prova quem é bravo. Hei de provar aqui toda minha boa linhagem, eu que venho de uma grande casa na Mércia, meu avô se chamava Ealhelm, um sábio ealdormano (duque), bendito entre os homens. E os nobres [220] daquela gente nunca hão de me censurar por dizer que de bom grado deixei esta hoste para voltar ao meu próprio lar, agora que meu chefe jaz morto em batalha; o maior dos pesares para mim. Era meu parente e senhor de minha lealdade. [225] Então ele avançou (contra o inimigo), sem esquecer seu desejo de vingança, até que, com a ponta da lança, alcançou um dos homens do mar na sua hoste, de modo que ele caiu ao chão, derrotado por sua arma. Então, exortou seus próprios homens, amigos e companheiros, a [230] avançarem.
Offa falou, sacudindo a lança de freixo: “Eis que tu, Ælfwine, nos admoestaste conforme a necessidade; agora que nosso chefe jaz morto ao chão, é preciso que todos exortemos uns aos outros à luta valente [235] enquanto pudermos segurar e rmar uma arma, lâmina dura, lança e boa espada. Godric,
lho poltrão de Odda, nos traiu a todos; [240] quando fugiu naquele cavalo,
era nosso mestre, razão pela qual neste campo as leiras se abriram, e a parede 42 de escudos foi rompida. Maldita seja sua partida naquele corcel esplendidamente ajaezado, muitíssimos homens pensaram que por ter posto tantos de
nossos homens em fuga!” Leofsunu falou e ergueu seu broquel, seu escudo [245] como guarda, e assim falou em resposta ao outro. “Isto juro: que não recuarei nem um passo, mas avançarei e vingarei em batalha meu patrão e senhor. Nenhum motivo os leais homens de Sturmere terão para me censurar [250] dizendo que, quando meu líder caiu, voltei para casa sem mestre e deixei a contenda; não! as armas hão de ser minha morte — ponta e ferro.” Irado ele avançou a passos largos, continuou a lutar sem se render, e nem se permitiu fugir. Dunnere, [255] um simples “ceorl”, brandiu então um venábulo, clamou alto para que todos ouvissem, vociferando que todos os homens deveriam vingar Byrhtnoth: “nenhum homem em meio à hoste que pense em vingar seu senhor deve se mostrar poltrão, e nem se importar com a própria vida”.
Eles então avançaram, não faziam caso [260] das próprias vidas; ferozmente os homens da sua casa se atiraram na refrega, aqueles sinistros
patrão, e empreender um massacre em meio aos inimigos. [265] Valentemente 43 o refém veio em auxílio deles — de nome Æscferð, lho de Ecglaf; manejadores das lanças, e a Deus rogavam que pudessem vingar seu senhor e ele não se
mostrou poltrão naquele jogo de guerra, e muitas setas fez voar avante; ora
em tempo feria um deles enquanto conseguiu empunhar armas. 44 Ademais, também na linha de frente estava Eadweard, o Alto, golpeava um escudo, ora feria seu oponente, incessantemente, [270] de tempo
a postos,
ávido; falava palavras vangloriosas de que [275] não fugiria e nem arredaria um só pé da terra, pois agora um homem superior a ele jazia morto. Ele rompeu a parede de escudos e lutou com eles até que nobremente vingou seu patrão
também Æthelric, [280] um nobre do séquito de Byrhtnoth, um valente 45 homem que jamais vacilava, incansavelmente lutava, o irmão de Sibyrht, daqueles homens do mar, antes que ele também estivesse entre os mortos. E
e
defenderam; fímbria de broquel foi quebrada; o corselete cantava uma [285] 46 canção sinistra. Então em batalha Offa matou aquele muitos outros também partiram os escudos côncavos, com arrojo se
pirata-do-mar, e ele caiu
sobre a terra, e lá o parente de Gadd foi deposto. Rapidamente naquela luta Offa foi ferido de morte; mas ele cumprira o que prometera ao seu senhor, justo conforme o voto que zera antes a respeito do seu [290] patrão, que ambos iriam cavalgar de volta à cidade e ao lar a salvo, ou (juntos) tombar naquela hoste, e morrer das feridas naquele campo arrasado; ele jazia qual bom cavaleiro perto do seu príncipe.
avançaram, cheios de ira belicosa; muitas vezes a lança invadiu a casa da vida de 47 homens fadados. Então houve ali um estilhaçar de escudos, os homens [295] do mar Então, Wi(h)stan deu um passo à frente, lho de urstan,
e lutou contra eles; causou a morte de três naquela multidão até que tombou entre [300] os mortos o lho de Wighelm. Foi um encontro sinistro ali, naquele dia: lutando, os homens mantinham-se rmes naquela refrega; guerreiros caíam mortos, pesados com ferimentos; os mortos tombavam sobre a terra. Por todo o tempo, Oswold e Ealdwold, aqueles [305] dois irmãos,
mantiveram os homens unidos, e incitaram seus parentes ali a permanecerem rmes na hora da necessidade, a empunhar suas armas sem ceder. 48 Byrhtwold falou, o escudo ergueu, um velho vassalo ele era, [310] a lança
de freixo agitou, e audazmente os admoestou assim: “Toda mente será mais severa; o coração, mais ousado; cada um dos nossos espíritos, maior, conforme nossa força diminui! Aqui jaz nosso bom chefe, ferido até [315] morrer sobre a areia; para sempre há de chorar aquele que agora pensar em abandonar esta luta, eu sou velho e vi muito da vida; daqui não partirei, e pretendo jazer ao lado do meu mestre, que tanto amei!” Desta forma também Godric, [320]
lho de Æthelgar, exortou todos a lutar: repetidas vezes fez voar lança e cabo
mortal contra os piratas, conforme avançava para as leiras mais à frente da hoste, talhando e ferindo até que também ele tombou em batalha — esse não era o [325] Godric que fugira do combate […]
OceanofPDF.com
Notas
24 (isto é, para luta mano a mano com o inimigo)
25 (deixar os anéis separados em troca de proteção)
26 (seja lá quem for)
27 = fará as pazes conosco
28 ou príncipes
29 (juntaram-se — a do rio & da maré alta)
30 comandante
31 (os daneses)
32 (Byrhtnoth)
33 (proscritos criminosos)
34 (quadrado britânico [formação militar])
35 (in exivelmente)
36 (Byrhtnoth)
37 (ou seja, eles só pensavam em usar suas armas da melhor forma possível e em ferir os adversários)
38 > homem
39 (lit. atingisse a vida naquele)
40 (? ou algum outro)
41 porque causou pânico
42 (que sua iniciativa pereça! — mais provavelmente uma imprecação do que dizer “espero que fracasse!”, uma vez que foi bem-sucedido)
43 (não é Unferð)
44 (Eduardo longo, compare com Eduardo I = pernas longas)
45 provavelmente = Æthelric
46 (qual? O que matou Byrhtnoth?)
47 (ou seja, repetidamente as lanças deles perfuraram os corpos dos ingleses remanescentes, ferindo-os mortalmente)
48 (ele envelhecera no serviço armado da nobre casa)
OceanofPDF.com