A virtude laureada
(Coro.)
Heróe, sacro aos Mortaes, acceito aos Numes,
Olympico Fulgor compõe teus dias;
Os Ceos na minha voz mil dons te abonão,
Com meus olhos teu Povo os Ceos vigião, O Commercio por ti de fé se nutre;
As Artes, a Virtude, as Leis triunfão;
No Solio, no Poder tens base eterna;
Tua alma sobresahe aos teus Destinos;
E de teu puro arbitrio esse orgão puro,
He digna escolha tua, aos Astros vea
No rasto de oiro, com que o Pólo esmaltas.
Subditos de JOÃO, rendei mil cultos
Ao grão Regente, ao inclyto Carácter,
Que nelle diviniza a especie humana:
A voz da Gratidão se alongue em Vivas,
E cordeal ternura os labios honre.
(CORO.)
Oh Luso Heróe! Baixaste
Da Estancia divinal!
Tu és hum Deos visivel,
Oh Principe immortal!
FIM.
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