Bilionário Desmascarado: Jason
Capítulo 8
— Não me provoque, mulher. — Ele deu um tapa firme em seu traseiro. — Se fizer isso, não verá a luz do dia hoje — avisou ele.
Hope queria dizer a ele que não se importaria, mas Jason interrompeu seus pensamentos pecaminosos.
— Você ficará tão dolorida que não conseguirá se mexer —
advertiu ele em tom infeliz.
Ele provavelmente tinha razão, mas Hope não queria admitir. —
Preciso de um banho. — Ela olhou para ele ao se sentar. — Pretende ficar na cama o dia inteiro?
— Não se você não estiver aqui — respondeu ele. — Não seria tão divertido. Prefiro acompanhar você no banho.
— Achei que você tinha dito que iríamos devagar — retrucou ela ao se levantar, lançando um olhar malicioso por sobre o ombro.
— Ainda posso observar — respondeu Jason. Os olhos dele passearam pelo corpo dela com desejo claro.
Meu Deus, ele faz com que eu me sinta uma deusa.
Ela não se lembrava de um dia ter se sentido tão desejável e os quadris rebolaram um pouco mais quando ela foi para o banheiro.
Com um rosnado baixo, Jason a seguiu.
Hope colocou a mão dentro da bolsa, ignorando o cartão de crédito que Jason lhe entregara antes que saísse para fazer compras na cidade de Rocky Springs, e pegou o próprio cartão. Ela o entregou para o homem mais velho atrás do balcão, feliz por ter encontrado quase tudo o que queria e mais um pouco.
A loja de artigos esportivos tinha uma ampla variedade de equipamentos de trilha, roupas e outros itens que ela queria. Jason lhe entregara a chave do carro alugado de forma hesitante, como se achasse que ela fugiria.
Como se eu fosse deixar o homem que me dá os orgasmos mais incríveis.
Ela queria mais, muito mais, e contara aquele segredo a ele ao pegar a chave. Como recompensa, recebera um sorriso que quase a fizera derreter e um beijo de tirar o fôlego antes de sair da casa de hóspedes.
Depois de assinar o recibo, ela saiu com as compras, abriu a porta traseira do carro e guardou-as seguramente. Quando a porta começou a se fechar, Hope sorriu ao perceber que, apesar de o Escalade ser um carro mais caro do que o que ela tinha, provavelmente era o
automóvel mais barato que Jason já dirigira. Não havia necessidade de carros esportivos caros naquela área e provavelmente era a única coisa disponível na cidade pequena.
Jason sempre gostara de veículos de alto desempenho e um de seus hobbies quando adolescente era restaurar carros esportivos clássicos antigos. Ela se perguntou se ele ainda fazia isso ou se desistira, pois podia comprar qualquer carro que quisesse.
Hope parou e olhou para os dois lados da rua, sorrindo ao notar uma pequena fábrica de chocolate. Teria que ser a última parada, caso contrário o chocolate derreteria antes que voltasse para Jason.
Rocky Springs era uma cidade adorável nas montanhas que lembrava várias outras cidades semelhantes no Colorado. A área do centro, a rua principal, era uma coleção de lojas ecléticas e úteis, principalmente negócios pequenos e lojas especializadas.
Sem ver o que queria, ela apertou os olhos por causa do sol intenso, tentando enxergar o que havia no outro lado da rua.
— Você parece perdida — disse uma voz feminina amigável ao lado dela.
Hope virou a cabeça e olhou para a mulher, uma bela morena, com os cabelos pretos como carvão que caíam em uma cortina lisa pelas costas. Os lábios vermelhos dela estavam curvados em um sorriso e os olhos cobertos por óculos escuros. Fosse quem fosse, era uma beleza exótica, mesmo vestindo uma camiseta vermelha simples de algodão e calça jeans, similar à roupa que Hope vestira antes de sair da casa de hóspedes.
Hope sorriu de volta. — Estou de visita, hospedada no resort, e meu... — Ela hesitou antes de continuar: — Meu marido quer me levar para jantar fora. Não tenho um vestido e estava procurando uma loja de roupas femininas.
— Você está hospedada conosco? — O sorriso da mulher ficou mais largo. — Sou Chloe Colter. Eu moro no resort. — Ela estendeu a mão.
Hope apertou a mão dela. — Hope Sinclair — respondeu ela automaticamente. Ao retirar a mão, ela observou a mulher com
expressão interrogativa. — Você é irmã de Tate. — A morena linda não se parecia em nada com Tate Colter.
A mulher tirou os óculos. — A única coisa que temos em comum são os olhos dos Colters — respondeu Chloe com uma risada ao revelar um par dos mesmos olhos cinzentos de Tate. — E você é Hope Sutherland agora, acredito. Parabéns pelo casamento. Tate contou a mim e à mamãe que Jason Sutherland se casara e estava hospedado aqui. Estávamos loucas para conhecer você.
Sou mesmo Hope Sutherland. Pelo menos, por enquanto. Ela ainda estava atordoada por ter sido chamada pelo nome de casada e não lhe ocorrera se apresentar com o sobrenome de Jason.
Ao se recuperar, ela percebeu que olhar para os olhos de Chloe era como olhar para os de Tate. — Seus olhos são exatamente os mesmos — retrucou ela surpresa.
— Todos nós cinco temos os mesmos olhos — disse Chloe. —
Tate é o filho loiro estranho, de diversas formas. O resto dos meus irmãos tem os cabelos pretos, como eu. Ele é parecido com nosso falecido pai. Os outros são parecidos com mamãe. — Chloe recolocou os óculos escuros e apontou para o outro lado da rua. — Há uma loja muito bacana do outro lado da rua, a alguns quarteirões à esquerda.
Vou com você. — Ao se virar, ela voltou o olhar abruptamente. —
Puta merda, sua aliança é incrível!
Hope ergueu a mão esquerda. — É — admitiu ela. — Jason tem um gosto incrível. — Ela se encolheu de forma imperceptível ao lembrar a si mesma que não usaria a aliança por muito tempo, mas deixou que Chloe pegasse sua mão. A mulher virou-lhe a mão em vários ângulos para admirar o diamante.
Chloe soltou uma exclamação. — É óbvio. E sabemos que ele tem fundos sem fim. Mas fez uma excelente escolha. É deslumbrante sem ostentação. Estou noiva e já olhei muitas alianças.
Os olhos dela automaticamente se voltaram para a mão esquerda de Chloe. Hope notou que ela não usava aliança. — Ainda não decidiu?
Chloe suspirou. Ela soltou a mão de Hope e acenou para que começassem a andar. — James quer esperar para comprar o anel.
Uma risada escapou dos lábios de Hope. — O nome do seu noivo é James?
— Sim.
— Eu tive um noivo chamado James. — Hope não conseguiu conter uma risada quando elas atravessaram a rua. A força completa do sol do Colorado brilhou sobre elas ao andarem depressa por entre o trânsito. Ela parou ao chegarem à sombra das lojas no outro lado da rua.
— Por que está rindo? Obviamente, vocês terminaram —
perguntou Chloe em tom curioso.
Hope balançou a cabeça ao andarem casualmente pela calçada. —
É uma longa história — disse ela a Chloe com voz bem-humorada.
— Conte — insistiu Chloe.
Ao olhar para a mulher ao seu lado, o coração de Hope ficou mais leve. Era bom ter a companhia de outra mulher que sabia sua identidade. Além de David, ela nunca tivera amigos de verdade por ser uma necessidade. Era difícil se aproximar de pessoas quando não sabia quanto elas sabiam sobre sua vida. Ela ficara quieta e reservada em Aspen. Nem mesmo os vizinhos sabiam quem ela era e fora uma existência muito solitária.
Com um suspiro profundo, ela contou a Chloe a história do noivo falso, mas só relevou a parte sobre querer impedir que os irmãos mais velhos interferissem em sua vida. A outra mulher parou algumas vezes, quase dobrando o corpo ao meio de tanto rir, sabendo exatamente como era ser de uma família rica e ter irmãos superprotetores.
Quando o passeio terminou, Hope achou que tinha feito uma nova amiga, o que lhe deu uma sensação incrivelmente boa.
Mais tarde naquela noite, Hope observou Jason da cozinha enquanto ele trabalhava no notebook em uma das poltronas reclináveis da sala de estar. Observá-lo se tornara rapidamente uma de suas atividades favoritas. Ele parecia perdido em pensamentos, com os olhos estreitados enquanto estudava o que provavelmente eram dados. Ela fizera o jantar e expulsara-o da cozinha para trabalhar assim que terminaram de comer. Jason dissera que estava no meio de um projeto e ela recusara sua companhia quando ele aparecera pronto para acompanhá-la nas compras mais cedo. Hope lhe dissera para terminar o que precisava fazer enquanto ela ia à cidade. O olhar dele mostrara que ele não queria que ela fosse a lugar nenhum sem sua presença. Ela lembrara a ele que iria apenas fazer algumas compras. Não era como se fosse perseguir uma tempestade. Jason concordara, mas não parecera muito feliz. Na verdade, ele a recebera na porta com um olhar de alívio quando ela voltou, beijando-a de forma tão ardente que Hope sentiu o corpo em chamas.
Hope mordeu o lábio inferior para evitar uma risada quando Daisy saltou sobre a cadeira e andou sobre o notebook de Jason, como se o computador e o homem lhe pertencessem. O coração dela deu um salto quando o viu mover Daisy gentilmente, colocá-la perto da coxa e dar à gata a atenção que ela obviamente queria, acariciando-lhe a cabeça e o corpo sedoso. Os olhos de Hope se encheram de lágrimas quando ela percebeu Jason murmurar algo para a gata surda que não conseguia ouvir uma palavra do que ele dizia. Daisy absorveu a atenção como se conseguisse ouvir as palavras reconfortantes e subiu no colo dele para continuar a receber os carinhos de Jason.
O Jason que ela adorava voltara. O garoto atencioso que se transformara em um homem alfa, protetor e de coração gentil. Ao observá-lo, vendo o homem que ele realmente era, Hope percebeu que
era ainda mais difícil resistir. Ela não detectara nenhum sinal do idiota implacável que tentara chantageá-la. Uma lágrima escorreu pelo seu rosto enquanto Jason continuava a falar com Daisy, movendo o notebook para que pudesse usar as duas mãos para acariciar o corpo peludo em seu colo.
Ela limpou a lágrima, abriu a geladeira e pegou um dos chocolates que guardara como surpresa.
— Achei que a maioria dos homens não gostava de gatos —
disse ela casualmente ao entrar na sala de estar.
— Ela parece gostar de mim — disse Jason na defensiva. Ele continuou a acariciar Daisy enquanto observava Hope se aproximar.
Ela parou ao lado da cadeira dele. — Abra a boca. Comprei uma coisa para você hoje.
Ele a olhou desconfiado. — Se for uma ostra de Rocky Mountains, vou bater em você — avisou ele com voz ameaçadora.
— Ahm... não, não é. Mas agora eu queria muito que fosse —
comentou ela em voz alta antes que pudesse censurar as palavras.
Alguma coisa em relação à preferência de Jason em ser dominador a deixava excitada. Deixá-la assumir o comando provavelmente quase o matara, mas ele fizera aquilo por ela. — Abra — pediu ela em tom doce. — Por favor — acrescentou.
Ele a encarou com um olhar ardente e ainda atônito pelo comentário sobre a surra. Finalmente, fechou os olhos e abriu a boca, um gesto de confiança que fez com que o coração de Hope acelerasse.
Ela colocou o chocolate na boca dele e observou enquanto Jason mastigava e gemia de prazer. — É gostoso? — Ela já sabia a resposta.
Reconhecera a marca do chocolate. Era uma empresa pequena que tinha várias lojas no Colorado e os chocolates eram inacreditavelmente gostosos.
Jason engoliu com uma expressão de enlevo. — Diga que tem mais. — A voz dele era exigente e suplicante.
— Tenho mais — concordou ela, sorrindo. — Eu sei como você gosta de chocolate.
— Comi chocolate de todas as partes do mundo e este é incrível. — Ele colocou Daisy gentilmente no chão e afastou o computador.
Hope soltou uma exclamação quando Jason passou o braço em volta de sua cintura e puxou-a para o colo. Recuperando-se depressa, ela se sentou sobre ele, colocando uma perna de cada lado de seu corpo. — Já estava na hora de ser a minha vez — disse ela com falsa indignação. — Eu estava ficando com ciúmes da minha gata.
Ele colocou as mãos no traseiro dela e puxou-a mais para perto.
— Eu gosto da sua gata, querida. Mas você é muito melhor. — A mão dele subiu por baixo da camiseta de Hope e acariciou a pele nua de suas costas.
Hope quase ronronou como Daisy quando o toque de Jason deixou seu corpo em chamas. Ela passou os braços em volta do pescoço dele. — Não posso esperar até amanhã, Jason. Preciso de você. — Ela sentiu a ereção contra o tecido da calça e moveu os quadris para deixar o sexo mais perto dele.
Preciso ficar mais perto. Preciso dele dentro de mim.
— Hope. — A voz dele soou torturada quando ele subiu a mão para sua nuca e puxou-a para um beijo.
Ela respondeu imediatamente, movendo os quadris novamente e enterrando os dedos nos cabelos desgrenhados de Jason.
Hope se rendeu completamente e gemeu desesperadamente quando ele agarrou-lhe as nádegas, tentando fundir os corpos para imitar as ações realizadas pelas línguas. Ela queria o domínio de Jason, queria que ele lhe mostrasse que a queria além da razão. O
medo não era um problema. O desejo era supremo e ela estava louca para ver Jason completamente fora de controle. Ela queria que ele lhe mostrasse tudo que perdera por tanto tempo. Hope se sentiu ousada.
Jason a ajudara a recuperar o poder. Agora, a única coisa que ela queria era... ele.
Ela se afastou dele ofegante. — Trepe comigo, Jason. Preciso de você.
Ele soltou um gemido estrangulado e levantou-se, segurando-lhe as nádegas e com as pernas dela ainda em volta de sua cintura. —
Deus sabe o quanto eu quero, querida. Só tenho medo de fazer algo errado. E se doer porque estamos fazendo isto de novo tão cedo?
O coração dela se derreteu ao ouvir a voz rouca, tão cheia de paixão e vibrando com a preocupação... com ela. — Não vai —
assegurou ela. Hope sabia que estava certa. Sabia exatamente com quem estava e por que estava com ele.
— Não tenho o controle necessário com você — protestou Jason ao andar em direção ao quarto. — Mas vou fazer você gozar — rosnou ele. Quando ele parou no quarto, baixou-a até que seus pés tocassem no chão. — Tire a roupa — comandou ele com voz rouca de desejo controlado.
Hope não faria aquilo. Precisava de Jason dentro dela. — Você tira — retrucou ela, parando com as mãos nos lados do corpo. —
Quando fizemos nosso acordo, eu lhe disse que faria qualquer coisa que você quisesse. Faça-me fazer isso — desafiou ela sem piscar ao observar as narinas dele se alargarem e um músculo em seu maxilar se contrair.
— Por quê?
— Porque eu quero que faça isso — respondeu ela com voz sedutora, fascinada com a luta que percebia dentro dele. Eles precisavam superar o medo que ele tinha de machucá-la. Ela precisava senti-lo exposto e indomado. O desejo de se render era um afrodisíaco poderoso. — Eu sei com quem estou. Vamos, Jason — insistiu ela, usando deliberadamente o nome dele.
Os olhos dele brilharam e ele ergueu as mãos para os botõezinhos na frente da camisa de algodão de mangas finas que Hope vestia. — Preciso tocar em você, Hope. — Os dedos dele se atrapalharam com o primeiro botão e, finalmente, ele agarrou os dois lados da camisa e rasgou-a. Os botões voaram para todos os lados.
Sem se importar com a presilha do sutiã, ele fez o mesmo para liberar os seios de Hope quando a seda cedeu.
Hope sentiu a boceta quente ao observar os olhos famintos de Jason passearem sobre os seios expostos. Ela estendeu a mão e agarrou a camisa dele, tentando tirá-la. Ele ergueu os braços, deixando que ela tirasse a camisa, que foi jogada no chão. Ele tirou os restos da camisa e do sutiã de Hope e deixou-os cair silenciosamente sobre o carpete.
De joelhos, ele passou as mãos sobre o corpo dela, segurando os seios e provocando os mamilos sensíveis com os polegares. Ela se apoiou nos ombros dele, fechou os olhos e gemeu ao sentir a boca quente beijando seu abdômen, com o toque dos dedos de Jason em seus mamilos. Ele incendiou cada centímetro de pele em que tocou e ela sentiu o corpo trêmulo e faminto. — Por favor — implorou Hope.
Cada nervo estava em chamas.
Ela sentiu outra onda de calor entre as pernas quando ele beliscou de leve os mamilos. Em seguida, Jason abaixou as mãos e abriu o botão da calça dela, baixou o zíper e agarrou a calça e a calcinha para descê-las pelas pernas.
— Termine de tirá-las — comandou Jason com voz rouca.
Usando os ombros dele como apoio, Hope chutou a calça e a calcinha para o lado, e ficou parada em frente a ele, totalmente nua.
Com o corpo e a mente totalmente concentrados em Jason, ela não sentiu vergonha. Obviamente, ele gostava dos quadris largos e do traseiro grande.
Ele abaixou o corpo ainda mais, quase encostando o traseiro no carpete. Um sopro do hálito quente fez com que Hope estremecesse de ansiedade. — Isso — gemeu ela. — Por favor. — Ela queria ser devorada por aquela boca quente e faminta.
As mãos dele desceram pela parte de fora das coxas de Hope e subiram pela carne sensível da parte interna, encostando em seu sexo.
— Você é tão linda — murmurou ele maravilhado enquanto corria os dedos nos pelos púbicos dela. — Eles são tão ardentes quanto os seus cabelos. — Com o polegar, ele abriu as dobras e deslizou-o pelo calor molhado para acariciar o clitóris.
Hope prendeu a respiração. O hálito quente atingiu seu sexo. O
dedo provocador no feixe de nervos estava prestes a deixá-la em
chamas. — Jason — implorou ela.
— Isso mesmo, querida. Diga meu nome. Lembre-se de quem está fazendo você gozar. Segure-se em mim. — Subitamente, ele ergueu uma das pernas de Hope sobre o ombro. Em seguida, segurou-a pelas nádegas para puxá-la contra o rosto e devorá-la como se sua vida dependesse disso.
Minha nossa! As unhas de Hope se enterraram nos ombros de Jason quando ele mergulhou nela, usando a boca inteira para devorá-la, correndo a língua da boceta para o clitóris e de volta, sem parar. — Ai, meu Deus, Jason, isso.
Olhando para baixo, ela sentiu o corpo incendiar ao observar a cabeça dele entre suas pernas, perdido no ato carnal de lhe dar prazer.
Ela colocou uma mão nos cabelos desgrenhados dele, incentivando-o a ir mais fundo. Quando ele colocou a língua sobre o clitóris, seu corpo se contraiu involuntariamente. — Quero você dentro de mim, Jason, por favor. — Ela precisava agora do que ele fizera no chuveiro e que a lançara em uma lembrança terrível. Não havia dúvidas de que gozaria, o corpo inteiro já pulsava. — Agora — implorou ela desesperada ao sentir a hesitação dele. — Preciso de você. — Ela queria ser totalmente consumida por ele.
Ele colocou dois dedos dentro dela, curvando-os ligeiramente sobre o ponto G que ela nem sabia que tinha, e acariciou-o repetidamente.
Hope implodiu, contraindo-se em volta dos dedos dele ao jogar a cabeça para trás e deixar que o orgasmo poderoso a invadisse. Ela estremeceu ao gritar o nome de Jason.
Ele se levantou e segurou-a antes que ela caísse. Os dedos de Jason ainda lhe deram o máximo prazer que ele conseguiu. A cabeça dela caiu sobre o peito dele. Ofegante, ela sentiu o coração acelerado ao se segurar em Jason. Tirando a mão que estava entre as pernas de Hope, ele passou o braço em volta da cintura dela, apoiando-a. A outra mão acariciou suas costas. Enquanto ela recuperava o equilíbrio, ele a pegou nos braços e levou-a até a cama, deitando-a sobre o lençol de seda. Ela observou