Bilionário Desmascarado: Jason
Capítulo 9
quando ele tirou rapidamente a calça jeans e a cueca, deixando toda a pele dourada à mostra.
Hope prendeu a respiração quando ele subiu na cama ao seu lado. — Uma vez não foi suficiente — disse ele com voz rouca. —
Não há nada melhor do que ouvir você gritando meu nome enquanto faço com que goze.
Ele era magnífico, tão selvagem naquele momento quanto Hope quisera. — Então trepe comigo — disse ela com voz trêmula. Ela precisava de Jason exatamente como ele estava naquele instante.
Ele se posicionou entre as pernas dela e cobriu-a com o próprio corpo, colocando a boca em um de seus seios. — Olhe para cima.
Lembre-se exatamente de com quem está agora, querida.
Hope obedeceu. Ela moveu o olhar do topo da cabeça dele para o dossel da cama. Hope ficou atônita ao ver a própria imagem prestes a ser atacada por Jason.
—Ai, meu Deus, o que você fez? — Hope ficou atordoada ao olhar para a imagem erótica de si mesma e Jason, nus e entrelaçados sobre a cama. O espelho não estivera lá antes e parecia muito com o espelho grande da parede do banheiro.
Erguendo a cabeça, ele lhe lançou um sorriso malicioso. — Não quero nunca que se esqueça de com quem você está. Pareceu uma boa forma de fazer você se lembrar.
— É o espelho do banheiro? Como? — O coração de Hope bateu mais forte quando ela olhou para a expressão safada de Jason. Ele fizera aquilo por ela, o que quase a fez perder o controle. Tudo porque ele não queria que ela tivesse lembranças de coisas ruins. Hope sentiu o coração apertado.
— É o espelho do banheiro. E está muito seguro, sou muito bom com ferramentas — respondeu ele com um sorriso malicioso, acrescentando em seguida: — Agora, você só precisa ficar de olhos abertos e olhar para cima.
Hope sentiu um nó na garganta e sentiu os olhos se encherem de lágrimas. Jason fizera aquilo enquanto ela fazia compras. Negligenciara o trabalho que tinha por ela. O objetivo era fazer com que ela se
sentisse sempre segura e o fato de ter tido todo aquele trabalho para ajudá-la a superar os próprios medos a deixou emocionada. —
Obrigada por fazer isto por mim. — Talvez não fosse necessário, mas fora algo que ele fizera por estar preocupado. Ela não sentia mais medo e sabia que não se esqueceria de quem estava a seu lado, desde que fosse Jason.
Os olhos azuis encontraram os dela, mantendo-os por um longo momento. Os dois ficaram em silêncio até que a voz profunda e sincera de Jason respondeu: — Eu faria qualquer coisa por você, querida. Não posso apagar o que aconteceu, mas certamente vou tentar apagar as lembranças e substituí-las com algo melhor.
Você já conseguiu.
Hope quis responder mais alto, mas só o que conseguiu fazer foi puxar a cabeça dele até o peito, querendo se perder nele, ser rodeada por sua essência até se afogar em Jason.
Ela ficou olhando quando ele colocou um mamilo na boca e acariciou-o com a língua, fazendo com que ficasse ainda mais rígido.
Cada toque da boca quente se irradiava até seu núcleo. Hope agarrou os cabelos dele. — Chega — disse ela sem fôlego, empurrando-o para que ficasse de costas. Ela não conseguiria sentir, não poderia observá-lo lhe dar prazer por mais um segundo sem que o tivesse dentro de si. —
Você gosta de olhar? — perguntou ela em tom sedoso ao se sentar sobre ele.
— Ver você fazendo qualquer coisa se tornou uma obsessão para mim — resmungou Jason.
Hope estendeu as pernas, forçando-o a abrir as coxas para que ela deitasse entre elas. — Então veja se gosta de olhar isto — sugeriu ela.
Hope abaixou a cabeça para beijar o peito dele, passando a língua nos mamilos e descendo lentamente pelos músculos bem definidos do abdômen.
— Puta merda — gemeu ele quando ela passou os dedos em volta do pênis.
Hope reprimiu um sorriso ao passar a língua na ponta, sentindo o gosto salgado, e em volta do pênis. Jason soltou um gemido
estrangulado. Ela se ajoelhou, ficando com o traseiro erguido, e abaixou a cabeça novamente para lamber o pênis inteiro, da base à ponta. — Gosta do que vê? — perguntou ela, pronta a tomá-lo na boca. Observá-lo lhe dar prazer fora incrivelmente erótico e ela ficou imaginando se ele sentia a mesma coisa. Mais do que tudo, ela queria dar a ele o mesmo êxtase que Jason lhe dera.
— Observar você subir e descer desse jeito é como ver uma das minhas fantasias mais loucas acontecendo na vida real — resmungou Jason. — Você está me matando.
Ela colocou os lábios em volta do pênis e chupou-o, inserindo-o o máximo possível dentro da boca.
— Puta merda! Hope! — Ele entrelaçou os dedos nos cabelos dela para orientar o movimento de sua cabeça.
Hope se embriagou com o gosto dele e com o conhecimento de que, a cada toque da boca no pênis, Jason sentia o mesmo prazer que ela recebera. A percepção de que conseguia incendiar aquele homem era algo poderosamente intoxicante.
— Preciso estar dentro de você agora — resmungou Jason. Ele a puxou para cima e deitou-a de costas sobre a cama. O peito dele estava ofegante, a expressão no rosto era feroz e os olhos brilhavam selvagens.
Jason prendeu-lhe as mãos na cama, entrelaçando os dedos nos dela.
— Minha. Você é minha. Minha esposa. — Ele virou a mão esquerda dela para que Hope a visse no espelho. — Nenhum outro homem vai tocar em você de novo sem morrer — prometeu ele com voz rouca.
Hope o encarou com os olho arregalados, mas não de medo. Ela se sentia quente e a sensação da pele dele contra a sua era quase insuportável. — Então, trepe comigo. Faça-me sua. — Ela passou as pernas em volta dele, enterrando os calcanhares em seu traseiro e incentivando-o a possuí-la. — Preciso de você.
— Você está bem? Desculpe, eu lhe disse que não tinha controle nenhum perto de você — resmungou Jason, tirando o peso de cima dela.
— Não ouse se afastar de mim. — Hope apertou as pernas em volta dele com mais força e os dedos dele que seguravam-lhe as mãos.
— Você colocou uma aliança no meu dedo. Agora, faça-me sua. Não me importo com o tempo que levará. Faça com que seja real, Jason.
Consigo ver com quem estou. Estou com o meu marido. — Ela olhou para ele com olhar suplicante, querendo que ele não se sentisse inibido pelas lembranças ruins dela. Jason se sentia possessivo em relação a ela e parecia que incentivar isso era a única forma de fazê-lo se libertar.
— Se não fizer isso, talvez um dia eu encontre um homem que faça.
A expressão dele passou de preocupação e paixão para uma quase de posse primitiva. — Você. É. Minha. — Ele virou a mão esquerda dela até que conseguisse ver a aliança. — Minha. Olhe para cima —
exigiu ele, soltando a mão direita dela para posicionar o pênis e penetrá-la com uma investida súbita.
Hope gemeu quando Jason a preencheu. As paredes de seu canal se estenderam para aceitá-lo. Ela olhou para cima, não para se relembrar de com quem estava, mas porque vê-lo possuí-la era a coisa mais erótica que já vira. O diamante piscou para Hope, lembrando-a de que, naquele momento, ela era dele e adorava aquela posse.
As unhas dela se enterraram na parte de trás das mãos dele quando ela as segurou com força e ergueu os quadris para aceitar cada investida dominadora. O pênis se movia com facilidade para dentro e para fora do sexo molhado. Fascinada e excitada, ela os observou no espelho, fascinada enquanto Jason se movia freneticamente. O corpo esplêndido dele cobria o dela e os músculos do belo traseiro se flexionavam com cada investida.
— Jason — gemeu ela. Rodeada pela essência ardente dele, os corpos se encontravam carnalmente, prestes a explodirem juntos.
— Goze para mim — murmurou ele insistentemente. — Goze comigo.
Ele abaixou a cabeça e beijou-a. A boca de Jason devorou a dela de forma exigente, incessante, selvagem.
O orgasmo de Hope a atingiu com muita força, estremecendo-lhe o corpo em ondas pulsantes. Jason afastou a boca e inclinou a cabeça para trás. Os músculos do pescoço se estenderam quando ele soltou
um gemido rouco ao gozar, sentindo Hope contraindo-se em volta do pênis.
— Puta merda! — disse Jason ao rolar o corpo, deixando que Hope soltasse as pernas e deitasse sobre ele. — Perdi o controle, sinto muito.
— Eu não sinto — respondeu ela sem fôlego. — Acho que você me curou.
Ele soltou um suspiro longo. — Você me deixa completamente maluco, mulher. Não consigo manter um pensamento claro quando estou com você. A sua resposta é tão intensa que perco a cabeça.
Hope sorriu contra o peito suado dele. — É difícil resistir a um homem como você — brincou ela.
— Sou o seu único homem — respondeu ele em tom ameaçador ao bater de leve no traseiro dela. — Se você falar de outro homem novamente, nem que seja sobre um suposto futuro homem, não vou responder por minhas ações. Não vou dividir você. Nunca.
Hope quase o relembrou de que eram apenas um casal temporário, mas seu coração não deixou que abrisse a boca. Mesmo sendo esposa dele apenas temporariamente, queria viver o momento.
E, naquele momento, Jason Sutherland pertencia a ela. Hope se preocuparia com a separação quando acontecesse. Mas agora, só uma vez, queria desfrutar da felicidade de estar com Jason, o único homem que jamais quisera. Era bom se sentir desejada e, pela primeira vez na vida adulta, ela não se sentia solitária. Jason preenchia todos os espaços vazios em seu coração e, mesmo que fosse por pouco tempo, era uma sensação maravilhosa. — Não acredito que você roubou o espelho do banheiro. — A ideia de Jason tirando o espelho grande da parede e prendendo-o à cama para que Hope não sentisse mais medo era talvez a coisa mais protetora e doce que alguém já fizera por ela.
— Eu não roubei o espelho. Vou colocá-lo de volta. Eu lhe disse que sou bom com ferramentas e encontrei uma caixa cheia delas no armário da despensa. — A voz dele estava preguiçosa e divertida.
— Você ainda restaura carros? — Ela queria saber de tudo o que Jason fizera nos oito anos anteriores.
— Quando tenho tempo. Tenho uma oficina em Nova Iorque.
Estou trabalhando em uma Ferrari dos anos sessenta.
Hope percebeu a empolgação na voz dele e ficou feliz por Jason não ter desistido de algo que amava. — Então, você sai da cidade de vez em quando — comentou ela em tom brincalhão. — Trabalhar em carros é a única forma de fugir que você tem?
— Volto para Boston com frequência para ver mamãe e tenho um barco ancorado no porto de lá. Acho que minha única fuga de verdade é ir para água. É fácil deixar os negócios para trás quando faço isso.
Hope ergueu a cabeça ligeiramente. — Um barco ou um iate? —
Ela duvidava que Jason tivesse um barco comum.
— Acho que pode ser considerado um iate.
— Que nome você deu a ele?
Jason ficou em silêncio por um momento. — Sutherland’s Hope.
Ela ficou quieta, tentando digerir o fato de que o barco dele tinha seu nome. Obviamente, era uma coincidência, mas, mesmo assim, ela prendeu a respiração e o coração deu um salto. — É um belo nome —
disse ela com sinceridade. — O que você estava desejando quando deu esse nome ao barco?
— Paz de espírito. — Os olhos de Jason a encararam de forma intensa.
— E conseguiu encontrá-la?
— Ainda não. Mas, se você sair de barco comigo, talvez eu encontre — respondeu ele em tom direto.
— Não tenho muita experiência com barcos, mas adoraria. —
Pena que eles não ficariam juntos por tempo suficiente para que ela visse Jason relaxado e feliz.
— Você não precisa de experiência. Tenho um capitão e uma tripulação. Você só precisa tomar cuidado para não cair na água —
respondeu ele.
— Você gosta de pescar?
— Claro que sim — respondeu Jason enfaticamente com um sorriso. — De que adianta ter um barco grande como aquele se não
pescar?
Hope sorriu de volta, encantada pela ideia de Jason gostar de fazer alguma coisa além dos negócios. — Quantas mulheres você levou para andar de barco? — Muito bem... o monstro de olhos verdes a fizera falar antes que conseguisse reprimir as palavras reveladoras.
— Nenhuma. Nunca levei ninguém. — Jason a deitou de costas na cama. Seu corpo cobriu o dela e ele prendeu-lhe os pulsos acima da cabeça, encarando-a intensamente. — Você está com ciúmes, é isso mesmo?
Ela afastou o olhar do rosto dele. — Isso seria uma tolice, não é? Somos amigos. Você está tentando me ajudar. Só ficaremos juntos por um tempo curto.
— Você não me respondeu, mulher. — Ele virou o rosto dela para o centro novamente. — Diga-me — exigiu ele.
Os olhos deles se encontraram. O verde encontrou o azul e Hope se perdeu na ferocidade do olhar dele. — Ok. Sim. Um pouco. Talvez eu também não goste de dividir.
A expressão dele mudou. O brilho em seus olhos se tornou possessivo. — Ótimo. — Ele imediatamente abaixou a cabeça para beijá-la. O abraço dele era cheio de uma necessidade faminta e deliciosa.
Afastando a boca, ele distribuiu vários beijos no rosto, no queixo, no pescoço de Hope. — Você nunca precisará me dividir, querida — reconfortou ele com a voz abafada contra seu pescoço.