Bilionário Desmascarado: Jason
Epílogo
Duas sem anas depois Jason observou Hope, sentada na proa do iate. Sim , ele agora cham ava o Sutherland’s Hope de iate. A esposa não m erecia nada m enos. Ela estava linda e feliz o suficiente para que ele ficasse sem fôlego. Jason duvidava que algum dia olharia para ela sem se sentir exatam ente da m esm a form a. Ela se tornara toda sua vida, um a vida que o fizera tão feliz que era quase aterrorizante.
Ela embarcara no iate cheia de empolgação e entusiasmo, ansiosa para navegar. Olhando para Hope, ele sabia que ela ficaria tão viciada em estar no oceano quanto ele. Ela já estava envolvida em tirar fotografias de praticamente tudo o que via.
Os cabelos de Hope estavam soltos e voando selvagemente na brisa, fazendo com que ela parecesse indomada e sexy.
— Está se divertindo? — Ele se sentou ao lado dela.
— Isto é incrível. Obrigada por me trazer — respondeu ela entusiasmada.
E ele faria algo diferente? Não conseguia ficar longe dela por um
dia sem sentir tanta sua falta que quase doía.
Eles passaram a maior parte do dia anterior visitando a mãe dele, que ficara muito feliz por Hope agora ser parte da família. A mãe dele sempre adorara todos os Sinclairs, mas tinha uma preferência especial pela garotinha que não tivera mãe para orientá-la e um pai abusivo e inútil. Ela recebera Hope como família e Jason vira a esposa quase brilhar por ser tratada como uma filha adorada.
— Fico feliz por você gostar — disse ele simplesmente ao beijá-la na testa.
— Adorei. Já tirei algumas fotos lindas.
Jason sorriu. Ele esperara mudar o rumo das ideias dela ao saírem para alto mar. — Ainda não mostrei a você as cabines confortáveis.
Ela sorriu para ele. — É só nisso que você pensa?
— Quando estou perto de você? Sim. — Jason não negaria que queria levá-la para uma cama. Qualquer cama. Bastava olhar para ela, pensar nela, que ficava de pau duro.
Como fora tolo ao achar que um dia se cansaria de fazer sexo com Hope. Em vez de ficar mais fácil, acabara ficando mais difícil manter as mãos longe dela à medida que ficavam mais próximos.
Ele ainda tinha negócios a terminar em Nova Iorque, mas, mais tarde naquele ano, pretendiam se mudar permanentemente para Amesport. Talvez fossem a Aspen de vez em quando para esquiar e ele ainda teria que voltar a Nova Iorque algumas vezes, mas teriam um lar permanente e Hope estaria em um lugar de que gostava. Nenhuma vez ela reclamara sobre Nova Iorque. Era o tipo de mulher que encontrava algo bom em tudo e ela passara um bom tempo explorando e tirando muitas fotografias. Mas ele suspeitava que ela seria muito mais feliz em Amesport. E, se fosse honesto, ele também. Seria bom ter Grady e Emily a algumas casas de distância.
— Acha que Grady se acalmou o suficiente para que eu mostre meu rosto de novo no Maine? — perguntou ele casualmente.
— Ele superou completamente a forma como começamos. Você conversou com ele. Está ansioso para que moremos lá. — Ela afastou
os cabelos do rosto.
Para o alívio de Jason, os irmãos dela tinham superado o que ele fizera, provavelmente porque conversavam com Hope frequentemente e sabiam que ela estava feliz.
— Ainda bem — admitiu ele. — Grady e eu fomos amigos por muito tempo.
— Vocês ainda são amigos — disse ela firmemente ao colocar os dedos entre os cabelos dele e puxá-lo para um beijo apaixonado.
Jason gemeu. Ele precisava mostrar as cabines para ela logo.
Quando eles se afastaram, ele disse em tom persuasivo: — Vamos lá embaixo.
— Mas é tão lindo aqui em cima — protestou ela com um sorriso malicioso.
— Haverá alguma coisa linda lá embaixo também.
— A tripulação não achará estranho se desaparecermos lá embaixo?
— Eles trabalham para mim — respondeu ele.
— Eu bem que gostaria de tirar um cochilo. Alguém não me deixou dormir na noite passada — disse ela em tom jocoso.
Ele a pegou no colo e desceu a escada. — Querida, acho que você continuará cansada.
— Então talvez seja melhor não descermos — ponderou ela, passando os braços em volta do pescoço dele.
— Não é — insistiu ele enquanto descia. Ela era tão linda que ele só a deixaria dormir mais tarde. Bem mais tarde.
— Eu amo você — murmurou ela no ouvido dele.
Puta merda. Ele andou mais depressa, deixando que Hope abrisse a porta ao chegarem na cabine. — Eu amo você, querida.
— Então, o que acha? — perguntou ele nervoso.