Bilionário Desmascarado: Jason

J. S. Scott · Capítulo 16 de 18

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Bilionário Desmascarado: Jason

Capítulo 15

Ele soltou um gemido estrangulado quando a língua encontrou a dela, um som ardente e triunfante de um homem que acabara de conseguir tudo o que queria... e muito mais.

 

Uma semana depois, Hope entrou mancando no quarto da casa de hóspedes, curiosa para ver de onde vinha o barulho que ouvira da sala de estar. Ela estivera trabalhando nas fotografias que estavam no computador, mas os sons incessantes provenientes do quarto a deixaram intrigada.

O tornozelo estava melhor, apesar de Jason passar a maior parte do tempo carregando-a de um lado para o outro. Pelo jeito, ele pretendia bancar a babá dela pelo resto da vida. Não era que ela não gostasse de ser cuidada, mas sentia falta dele e tinha vontade de tirar a calcinha sempre que olhava para ele. Infelizmente, ele não aceitava aquilo, por medo de machucar o tornozelo dela se fizesse qualquer coisa além de beijá-la gentilmente e segurá-la como se Hope fosse frágil como vidro.

Minha nossa, ela o amava. Jason cuidava dela completamente, mas ela precisava que ele a tocasse. Precisava que ele trepasse com ela, caso contrário, morreria de frustração.

Eles voltariam para Nova Iorque no dia seguinte, pois Jason tinha negócios a tratar lá. Ele estava preocupado que ela ficaria infeliz na cidade grande, mas Hope garantira que, desde que estivessem

juntos, ficaria completamente feliz. Ele tinha um trabalho a fazer, tinha responsabilidades, e ela não tinha o menor problema em morar na cobertura dele por algum tempo. Ele decidira que não queria morar lá permanentemente, o que ela aceitara. Ela o seguiria para onde ele quisesse ir. Ainda tinham o apartamento dela em Aspen, se quisessem escapar, além da bela casa de Hope em Amesport, Maine. Os planos dele eram de viajar para Nova Iorque apenas a negócios e morar em Amesport.

Hope ficara muito feliz, pois isso a deixaria perto de Grady novamente. Ela gostava muito de Emily e sabia que faria novos amigos em Amesport ao conviver com o irmão e a cunhada. Ela estava mais do que disposta a morar lá durante a maior parte do ano depois que Jason resolvesse algumas coisas em Nova Iorque. Alguma coisa lhe dizia que Jason gostaria também de estar mais perto da mãe dele e de Grady.

Ela pisou no carpete macio do quarto e espiou para dentro do banheiro. Jason estava parado na frente do espelho.

Ele estivera prendendo o espelho de volta no lugar.

— Removendo as provas da safadeza? — perguntou ela em tom alegre.

— Por que você está fora da cadeira? — Ele se virou e encarou-a com dureza.

— Porque preciso caminhar de vez em quando e não sinto mais dor ao colocar peso na perna. — Ela examinou o espelho e foi até a cama para olhar sob o dossel. — Parece ótimo. Eu nunca diria. — Ela riu.

— Eu lhe disse que era bom com ferramentas. — Ele se aproximou por trás dela e passou os braços em volta de sua cintura.

Virando-se, ela colocou os braços em volta do pescoço dele. —

Você é um homem de muitos talentos. É bom em muitas coisas. —

Você é excelente em me fazer gozar. Por favor, faça isso.

Tomando a iniciativa e com a paciência esgotada, Hope abriu os botões da camisa dele.

— Hope. É cedo demais. — Ele rosnou e segurou as mãos dela.

— Não quero machucar você.

— Eu já estou sentindo dor. — Ela colocou uma das mãos dele entre as pernas. — Estou sentindo dor e ninguém pode resolver isso, só você. Trepe comigo, Jason. Não aguento mais esperar.

— Caralho — disse ele. — É duro para mim também, Hope.

Ela abaixou a mão e apertou a ereção dele sobre a calça. —

Estou vendo — murmurou ela sedutoramente. — Posso resolver isto.

— Ela puxou a mão que ele segurava e terminou de desabotoar a camisa dele. — Por favor. Estou bem. Preciso de você.

Jason enterrou as mãos nos cabelos dela. — Não quero trepar com você, apesar de adorar quando fala assim comigo. Quero fazer amor com você, querida.

— Eu também quero — retrucou ela. Com a camisa dele aberta, ela beijou-lhe o peito repetidamente. — Quero tocar em você.

Jason arrancou a camisa e gemeu. — Então toque em mim. Mas me avise se eu a machucar.

Ela sentiu um calor entre as pernas ao correr a palma das mãos pelo peito forte, pelos bíceps e pelas costas dele. Hope já estava trêmula com a necessidade de tê-lo dentro de si.

Ela abaixou as mãos, lutando com os botões da calça dele até que estivessem todos abertos. Jason terminou de tirar a calça, tirando a cueca junto. Em seguida, segurou a bainha da camiseta de verão de Hope. Ela ergueu os braços obedientemente, pronta para ficar nua e sentir a pele dele contra a sua. — Parece que faz uma eternidade —

disse ela.

— Eu sei — respondeu ele. — E só faz uma semana.

Hope desamarrou a bermuda, abaixou-a com a calcinha até o pé e deixou que Jason as puxasse para longe gentilmente.

Ele a deitou cuidadosamente na cama. — Eu tirei o espelho —

relembrou ele ao se posicionar entre as pernas abertas dela.

Ela passou os braços em volta do pescoço dele. — Não preciso dele. Você sabe disso. Faça amor comigo do jeito que quiser, Jason.

Preciso sentir você dentro de mim.

Ela estremeceu quando o corpo dele ficou sobre o seu, aliviada ao finalmente sentir a pele nua dele. Os mamilos estavam rígidos e sensíveis quando o peito de Jason encostou neles.

Hope soltou um suspiro feliz. A sensação e o cheiro dele aumentaram o seu desejo. Enterrando as mãos nos cabelos dele, ela disse: — Eu amo você.

Jason a segurou pelos cabelos e passou a boca em cada centímetro da pele delicada do pescoço de Hope, sentindo seu gosto.

— Eu amo você — respondeu ele com a voz abafada contra seu pescoço.

Jason não teve pressa, passando os lábios pelos ombros dela e descendo até os seios. Ele colocou um dos mamilos rígidos entre os lábios, chupando-o de leve, e passou para o outro seio. Hope gemeu ao segurar a cabeça dele contra os seios, precisando mais.

— Jason. Por favor. — Hope não conseguiria aguentar as carícias dele por muito tempo.

Subindo pelo corpo dela com cuidado, o olhar tempestuoso dele passeou pelo rosto de Hope antes de capturar seus lábios.

Hope acariciou o pescoço e as costas dele, retribuindo o beijo com a mesma urgência. Ela gemeu com o êxtase de estar naquela posição íntima, com os dois muito próximos. Ela passou as pernas em volta dos quadris de Jason, esfregando-se nele, ansiosa por sentir a união dos dois corpos.

Afastando a boca, com a respiração pesada, ele disse gentilmente: — Devagar, querida. — Ele prendeu as mãos dela acima da cabeça firmemente. Jason olhou para ela possessivamente, com os olhos azuis turbulentos. — Minha. Você é minha. — Apesar de o tom ser arrogante, também era incrédulo.

— Para sempre — sussurrou ela, sentindo a necessidade dele, semelhante à sua. — Faça amor comigo, Jason. — Ela adorou a atitude possessiva dele no quarto, o que aumentou a necessidade dela, aquecendo-lhe o corpo até que Hope sentiu que estava prestes a incendiar.

Ele segurou os pulsos dela com uma mão só e abaixou a outra para encontrar as dobras molhadas. Ele suspirou ao encontrar o clitóris.

— Você está tão molhada para mim.

— Só para você — disse ela, querendo-o dentro de si.

— Adoro a forma como o seu corpo responde a mim —

sussurrou ele. O hálito quente soprou de forma provocadora no ouvido dela.

Hope gritou quando ele acariciou o clitóris. O polegar de Jason circulou a massa de nervos e, em seguida, passou por cima dela com pouca pressão. Ele soltou os pulsos dela para segurar suas nádegas.

Ela correu as unhas pelas costas dele, fazendo pressão no traseiro dele com os calcanhares para que ele agisse.

— Marque-me — disse ele. — Puta merda, adoro isso. Faça com que eu seja seu, Hope. Eu sempre fui seu.

As palavras de Jason a inflamaram e ela gritou o nome dele quando ele a penetrou profundamente. — Sim — gemeu ela ao enterrar as unhas nas costas dele. — Ai, Jason, como é bom ter você dentro de mim.

— Você é muito gostosa, querida. — Ele gemeu. O pênis se moveu para fora e voltou com uma investida forte. Agora, ele estava com as duas mãos nas nádegas dela para mantê-la na posição em que a queria. Ele a puxou para cima para encontrar cada investida.

Hope gemeu, encostando em todos os centímetros da pele de Jason que seus dedos conseguiram encontrar, passando pelas costas e pelas nádegas dele, incentivando-o a se mover mais depressa e com mais força.

Jason mudou ligeiramente de posição para estimular o clitóris com cada investida.

— Sim, por favor — implorou ela. O corpo estremeceu e ela sentiu o calor espalhando-se pelo corpo.

— Eu amo você, querida. Goze para mim — exigiu ele. As investidas ficaram mais profundas e rápidas. Ele se inclinou para a frente e capturou a boca de Hope. A língua entrou pelos lábios dela, imitando as investidas do pênis.

Eu amo você. Eu amo você. Eu amo você.

As palavras se repetiram na mente dela quando o corpo explodiu. Ela se agarrou em Jason ao perder o controle e a boceta se contrair em volta dele. Hope gemeu na boca dele e sentiu o gemido de resposta.

Ela gozou naquela posição, com a boca presa a Jason. Ele continuou a investir enquanto ela pulsava em volta do pênis até que ele encontrasse o próprio alívio.

Afastando a boca, ele deixou o corpo repousar sobre o dela, como se não quisesse separá-los. Hope sentiu o coração dele batendo contra os seios. Os dois ficaram deitados, saciados, tentando recuperar o fôlego.

— Merda, sou pesado demais para você — disse Jason irritado.

Ele rolou para o lado e puxou-a gentilmente para cima do próprio corpo. — Seu tornozelo está bem?

Hope nem sentia o tornozelo. O corpo estava tão saciado, a mente tão em paz que ela não sentira nem um pingo de dor na perna.

— Sim, está bem. — Ela ainda estava ofegante e passou a palma na mão gentilmente no rosto dele.

Hope estava com as emoções à flor da pele. As lágrimas escorreram pelo rosto quando ela disse: — Eu amo tanto você.

— Querida, qual é o problema? — Jason ficou sério imediatamente. Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos para que pudesse estudar seu rosto.

— Estou feliz — disse ela, soluçando. — Estou tão feliz. Nunca achei que pudesse ser assim. — O sexo para ela só fora um ato violento, até Jason. — Você é incrível.

Ele limpou as lágrimas dela gentilmente e puxou-lhe a cabeça contra o peito. — Deveria ser sempre assim. Odeio o que aconteceu com você, Hope — disse ele intensamente, com a voz cheia de dor.

Erguendo a cabeça, ela olhou para ele com amor. — Não. Não pense no passado. Pense em como estamos felizes agora. Fico feliz por eu ter sobrevivido. Caso contrário, não teria isso. Não teria você.

— Eu queria que você me tivesse antes e não passasse por aquilo — respondeu ele com a voz emocionada.

Hope sabia que demoraria algum tempo para que Jason parasse de pensar no incidente todos os dias. Mas, com sorte, ele pensaria naquilo cada vez menos. — Está no passado agora. Graças a você, sou uma mulher diferente do que era há poucas semanas.

— Você sempre foi a mesma mulher, Hope. E sempre foi minha.

— Jason apertou os braços em volta dela e Hope sentiu o corpo dele estremecer.

Hope estava otimista, pois achava que Jason superaria o que acontecera com ela. A cada dia, melhorava um pouco. A experiência desaparecera quase completamente da mente dela, substituída por lembranças com Jason. À medida que o tempo passasse, ela o relembraria todos os dias como a fazia feliz, como o amava. Em algum momento, aquela experiência horrível desaparecia para sempre. Teria que desaparecer. Ninguém conseguia ter tanta felicidade sem afastar as lembranças ruins.

— Você tem razão. Eu sempre fui sua. — O coração dela se encheu de amor quando ela acariciou o rosto dele e enterrou a mão nos cabelos sedosos de Jason.

Era verdade, Jason fora dono do coração dela desde que conseguia se lembrar, primeiro como herói de sua infância e depois como homem. Ela nunca acreditara muito em destino, mas agora sentia como se estivesse destinada a Jason desde criança. Só precisara crescer.

— Fico feliz por ser adulta agora — disse ela com um suspiro feliz.

— Graças a Deus — concordou Jason. — Eu estava ficando cansado de esperar.

— Você poderia ter se casado com outra mulher — brincou ela.

— Não existe outra mulher para mim — resmungou ele, passando gentilmente os dedos entre os cabelos dela.

Eles não se moveram por um longo tempo. Ficaram deitados, celebrando a alegria de estarem juntos e contemplando o futuro. Eles

murmuraram sobre o amor que sentiam e curaram velhas feridas que os tinham mantido separados.

Quando finalmente partiram de Rocky Springs no dia seguinte, Hope deu um beijo no rosto de Tate e agradeceu por tudo que fizera por ela. Ele podia ser arrogante algumas vezes, mas o homem tinha um coração de ouro sob o exterior alfa.

— Espero que Tate encontre uma boa mulher um dia — disse Hope no caminho para o jatinho particular de Jason para voarem para Nova Iorque.

— Ah, eu também, querida. E espero que ela o faça passar pelo inferno antes de acabar com seu sofrimento. Idiota arrogante — resmungou ele.

Hope sorriu ao andar ao lado de Jason de mãos dadas com ele a caminho do avião. — Que coisa horrível de se dizer. — Ela deu um soco de leve no braço dele. Hope sabia que Jason gostava de Tate, provavelmente o respeitava, mas não ficara feliz quando ela abraçara o loiro bonito e beijara-lhe o rosto.

— Não é horrível. Na verdade, estou esperando que isso aconteça — disse ele inocentemente.

— Você está esperando para torturá-lo — recriminou ela.

Hope sorriu quando Jason deu uma gargalhada maldosa. Ela não pôde evitar. Crescera com quatro irmãos que perturbavam uns aos outros constantemente e sabia que eles ainda se gostavam. E Jason não tinha o coração frio. Tate podia incomodar Jason, mas o marido gostava dele.

— Talvez um pouco — admitiu Jason ao ajudá-la a subir as escadas do avião. — Eu estava bem até você beijá-lo — acusou ele.

Hope abriu um sorriso sedutor. — Ele só ganhou um beijo leve no rosto. Você ganha muito mais do que isso.

— Mostre — disse Jason ao segui-la para dentro do avião.

— Pode contar com isso — respondeu ela com a voz cheia de desejo.

— Logo — rosnou Jason.

Hope só riu e começou a mostrar a ele muitas coisas assim que o avião decolou a caminho de Nova Iorque. Foi um voo que transcorreu de forma... muito prazerosa.