Cidades de papel
Agradecimentos
A loja que um dia era Agloe já não existe mais. Mas acredito que, se a cidade fosse inserida novamente em nossos mapas, alguém acabaria por construi-la novamente.
AGRADECIMENTOS
Eu gostaria de agradecer:
* Aos meus pais, Sydney e Mike Green. Nunca pensei que fosse dizer isso, mas: obrigado por me criar na Flórida.
* Ao meu irmão e colaborador preferido, Hank Green.
* A Ilene Cooper, minha mentora.
* A todos na Dutton, mas especialmente à minha incomparável editora: Julie Strauss-Gabel, e Lisa Yoskowitz, Sarah Shumway, Stephanie Owens Lurie, Christian Fünfhausen, Rosanne Lauer, Irene Vandervoort e Steve Meltzer.
* À minha agente maravilhosamente obstinada, Jodi Reamer.
* Aos Nerdfighters, que me ensinaram tanto sobre o signifi cado de ser incrível.
* Aos meus colegas de escrita Emily Jenkins, Scott Westerfeld, Justine Larbalestier e Maureen Johnson.
* A dois livros especialmente úteis que li quando estava pesquisando sobre desaparecimentos: The Dungeon Master, de William Dear, e Na natureza selvagem, de Jon Krakauer. Também sou muito grato a Cecil Adams, o cérebro por trás da coluna de jornal “The Straight Dope”, cujo artigo sucinto sobre armadilhas para identificar quebra de copyright é, até onde sei, a fonte definitiva sobre o assunto.
* Aos meus avós: Henry e Billie Grace Goodrich, e a William e Jo Green.