Economia Para Leigos
Capítulo 2
Este capítulo é longo, por isso está dividido em 18 partes.
Tenha em mente que os governos podem confundir seriamente o que, de outra maneira, seria uma quase igualdade nos custos do trabalho por unidade, fixando artificialmente baixas taxas de câmbio. Por exemplo, se à uma taxa de câmbio de 8 yuan chineses para cada dólar americano o custo do trabalho por unidade for igual, o governo chinês poderia fazer os custos trabalhistas por unidade parecerem artificialmente menores para os consumidores americanos, se ele fixar sua moeda em, digamos, 16 yuan para 1 dólar. Em tais situações, a incapacidade dos trabalhadores americanos de competir com os trabalhadores chineses se deve à manipulação da moeda, não às baixas taxas salariais pagas por hora encontradas na China. Por este motivo, entre outros, os EUA têm tentado convencer a China a revalorizar o Yuan. Outro exemplo desta tendência é a Itália (de novo!), que, até ter sido impedida de fazer isso ao aderir ao Euro, utilizava a desvalorização competitiva da lira para impulsionar as exportações (levando à necessidade de um número robusto de zeros em notas menores). No momento em que ela aderiu ao Euro, uma libra equivalia a 2.500 liras.
Taxas de Impostos não Afetam o
Esforço de Trabalho
Alguns políticos defendem a ideia de elevar o imposto de renda como se o único efeito disso fosse o aumento da arrecadação. Mas a experiência vem demonstrando que, após certo ponto, as pessoas respondem ao aumento dos impostos trabalhando menos. E esta redução no trabalho nega à sociedade todos os benefícios que viriam do trabalho extra (porque as pessoas trabalham menos, o aumento da alíquota também não traz receitas tanto quanto o esperado).
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Então, quando você ver um político defendendo a necessidade de aumentar a alíquota do imposto de renda, olhe para os detalhes, de tal modo a se certificar de que os efeitos do desestímulo do arrocho fiscal não causem mais estragos do que benefícios, que serão provenientes do gasto de dinheiro arrecadado pelo aumento do imposto (repare que esta seção não é um argumento contra os impostos, por que já estabelecemos que impostos têm efeitos muito positivos. Contudo, a situação é um motivo para ser feita a análise custo-benefício, para se certificar de que o resultado não é um prejuízo econômico desnecessário.)
Esquecendo Que as Políticas
Também Têm Consequências
Imprevistas
Ao avaliar a política, as pessoas tendem a concentrar-se em como ela irá corrigir alguns problemas específicos, enquanto ignoram ou amenizam outros efeitos que possam ser acarretados. Os economistas, muitas vezes, referem-se a esta situação como A Lei das Consequências Involuntárias.
PLO Por exemplo, suponha que você impôs uma tarifa ao aço importado
EX para proteger os empregos dos trabalhadores domésticos da indústria. Se EM
você impuser uma tarifa alta o suficiente, o trabalho deles, de fato, será protegido da concorrência das companhias de aço estrangeiras. Mas, uma consequência involuntária é que alguns trabalhadores na indústria automotiva perderão seus empregos para a concorrência estrangeira. Por quê? A tarifa que protege os trabalhadores do aço aumenta o preço do aço que a indústria automobilística doméstica necessita para construir seus carros. Como resultado, os fabricantes de automóveis internos têm que aumentar os preços de seus carros, tornando-os relativamente menos atrativos quando comparados com os carros estrangeiros. Aumentar os preços tende a reduzir as vendas dos carros internos, o que significa que alguns trabalhadores desta indústria perderão seus empregos.
Consequências involuntárias são muito comuns. Esteja avisado delas sempre que um político tentar persuadi-lo a ver as coisas pelo ponto de vista dele. Existem grandes chances de que ele mencione apenas os resultados favoráveis de uma determinada política; ele pode não ter sequer pensado sobre os não tão bons efeitos colaterais.
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Capítulo 18
Dez Ideias Econômicas
para Apreciar
Neste Capítulo
X Entendendo os princípios básicos da economia
X Armando-se contra a insensatez dos políticos
Neste capítulo, listamos dez ideias econômicas que todas as pessoas bem informadas deveriam entender e utilizar prontamente para avaliar as propostas que os políticos fazem. Algumas dessas ideias não são necessariamente verdadeiras em todas as situações, mas porque elas geralmente estão corretas, fique atento se alguém quiser que você acredite que elas não se aplicam a uma situação particular. Faça com que esta pessoa o convença, porque as chances são de que ela esteja errada.
A Sociedade Está em Melhores
Condições Quando as Pessoas
Buscam Seus Próprios Interesses
Este conceito é, basicamente, a famosa mão invisível de Adam Smith. Se todas as interações econômicas em uma sociedade forem voluntárias, com todas as peças de todas as partes envolvidas, as únicas transações que terão lugar serão aquelas em que todas as partes sentem que estão fazendo o melhor.
PLO Por exemplo, se você trocar seu ouro pelo pão de outra pessoa, pode ter
EX certeza de que o fez por que valoriza mais o pão do que o seu ouro. Você EM
comercializa porque isso lhe faz bem. Entretanto, pode ter certeza de que a outra pessoa valoriza seu ouro mais que o pão. Portanto, este comércio também a coloca em melhores condições. Cada um perseguindo seus próprios interesses, e ambos ficam satisfeitos.
Este conceito sobre o que motiva as pessoas não significa que os atos de generosidade são ruins para a sociedade. Ao contrário, significa que até mesmo a filantropia é gerada por interesse próprio. As pessoas dão porque apreciam ajudar os outros. Fazendo isto, tanto as pessoas que ajudam quanto as pessoas que são ajudadas estão em uma situação melhor.
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Livres Mercados
Requerem Regulamentação
Os economistas acreditam firmemente que transações voluntárias nos livres mercados tendem a trabalhar no sentido do bem comum. Mas eles também acreditam que quase todos os participantes do mercado adorariam burlar o sistema a seu próprio favor. Adam Smith, em particular, foi rápido em apontar isto e argumentar que, para os mercados trabalharem e servirem ao bem comum, o governo teria que combater os monopólios e conluios, bem como quaisquer outras tentativas para prevenir um bom funcionamento do mercado, em que as empresas competem vigorosamente umas contra as outras para darem aos consumidores o que eles desejam ao menor preço possível.
O Crescimento Econômico Depende
de Inovação
Em um dado momento, há uma quantidade fixa de riqueza que poderia ser dividida igualmente entre todos os povos, como cortar um bolo em pedaços iguais e dar a cada pessoa uma fatia igual. Mas se o padrão de vida continuar subindo, você precisará de um bolo maior para repartir. A curto prazo, você pode conseguir um bolo muito grande; trabalhando com afinco ou utilizando os recursos mais rapidamente. Mas, a única maneira de ter crescimento sustentado é inventando tecnologias mais eficazes, que permitam às pessoas produzirem cada vez mais a partir da oferta limitada de mão de obra e recursos.
Liberdade e Democracia Nos Fazem
Mais Ricos
Existem muito boas razões éticas e morais para apoiar a liberdade e a democracia. Mas um fator mais “preponderante” é que, já que a liberdade e a democracia promovem o desenvolvimento e livre troca de ideias; as sociedades livres têm mais inovação e, consequentemente, um crescimento econômico mais rápido.
A Educação Eleva os Padrões de Vida
Pessoas instruídas não só produzem mais como trabalhadores — e, consequentemente, obtêm salários mais altos — mas também, o que é mais importante, produzem tecnologias inovadoras. O crescimento sustentado da economia e o alto padrão de vida apenas são possíveis com uma boa
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Capítulo 18: Dez Ideias Econômicas para Apreciar 365
educação dos cidadãos. Há, evidentemente, outras razões para se ter uma boa educação, inclusive a capacidade de apreciar a boa arte e literatura. Mas mesmo que você só se preocupe em viver em um país onde o padrão de vida esteja crescendo, você deveria trabalhar com afinco para promover a educação em ciências e engenharia, setores onde as tecnologias revolucionárias são criadas (observe que não estamos dizendo que muitas pessoas devam se tornar economistas. Há poucas evidências de que os economistas podem fazer muito mais pelo crescimento do que encorajar os outros a se tornarem engenheiros!).
Proteger os Direitos de Propriedade
Intelectual Promove Inovação
As pessoas precisam de incentivos para serem encorajadas a assumir riscos. Um dos maiores riscos que você pode assumir é deixar um emprego seguro para iniciar um novo negócio ou trabalhar no desenvolvimento de uma grande e nova ideia. Os direitos de propriedade intelectual, tais como patentes e direitos autorais, garantem que você será o único a ganhar dinheiro com seu trabalho árduo e inovador. Sem esta garantia, poucas pessoas estariam dispostas a assumir os riscos pessoais necessários para prover a sociedade com novas e inovadoras tecnologias e produtos.
Direitos de Propriedade Frágeis
Causam Muitos Problemas Ambientais
As pessoas sempre precisam fazer algum tipo de poluição. Afinal, mesmo que você não queira seu carro consumindo muita gasolina e causando muita poluição, provavelmente ainda vai querer ambulâncias e carros de bombeiro em operação, a despeito do fato de eles também poluírem o meio ambiente. A diferença é que o benefício global para a sociedade supera o custo da poluição, no caso dos veículos de emergência, mas não no caso dos veículos de passeio comuns.
Nesta perspectiva, a sociedade não tem como meta banir a poluição completamente, mas certificar-se de que o benefício exceda o custo da poluição gerada. Como discutimos no Capítulo 14, fortes direitos de propriedade são a chave para assegurar que as pessoas pesem os custos totais e os benefícios da poluição. Os direitos de propriedade forçam as pessoas a levar em consideração não apenas seus custos pessoais de gerar poluição, mas os custos que suas ações impõe aos outros.
EM Como ninguém possui a atmosfera, você não tem que pagar a ninguém PLO
EX pelo direito de poluir. Poluir o ar é, de fato, grátis – o que abre caminho
para muita poluição.
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Em contraste, não podemos jogar o lixo em qualquer lugar, porque cada pedaço de terra no mundo pertence a alguém. Se quisermos jogar lixo na terra de alguém, teremos que pagar a esta pessoa para obter sua permissão ou arriscar receber multas enormes (ou ate prisão) por despejar lixo sem permissão. Também, por termos que pagar a taxa de retirada do lixo, somos desencorajados a gerar quantidades de desperdício.
Todos os problemas ambientais resultam de direitos de propriedade mal definidos ou inexistentes, que permitem aos poluidores ignorar os custos que eles impõem aos outros. Portanto, economistas são favoráveis à criação e aplicação de direitos de propriedade que forcem as pessoas a levar todos os custos em consideração.
O Comércio Internacional É uma
Coisa Boa
Abrir seu país ao comércio internacional significa abrir seu país para novas ideias e inovações recentes. A concorrência de estrangeiros leva as empresas locais a inovar, de modo a combinar as melhores ofertas das empresas do mundo todo.
DO REAL Simplesmente, ao longo da história, os mais ricos e as sociedades mais
UN dinâmicas têm se aberto ao comércio internacional. Os países que se fecham M ficam estagnados e são rapidamente deixados para trás. Evidentemente,
o que os economistas têm em mente quando pensam nos benefícios do comércio internacional é o livre comércio, onde as companhias concorrem além das fronteiras para prover as pessoas com os melhores bens e serviços, aos mais baixos preços. Os economistas condenam veementemente os muitos subsídios governamentais e as restrições comerciais que impedem o livre comércio e que tentam enganar o jogo em favor de um país.
A Livre Iniciativa Tem Dificuldades
Ao Prover Bens Públicos
As empresas privadas só provêem bens e serviços se puderem, pelo menos, empatar. Empatar (ou ter lucro), o que quer que uma empresa esteja vendendo, terá que ser excludente, ou seja, apenas aqueles que pagam pelo bem ou serviço o recebem.
Como explicamos no Capítulo 15, alguns bens e serviços são não excludentes. Por exemplo, um farol provê serviços de aviso para todos os navios nas proximidades, independentemente de terem pago ao faroleiro ou não. Como cada navio sabe que pode conseguir o serviço sem ter que pagar, o farol particular rapidamente vai a falência, porque apenas uns poucos navios estão dispostos a pagar pelo serviço.
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Capítulo 18: Dez Ideias Econômicas para Apreciar 367
Bens e serviços que não são passíveis de exclusão são chamados de bens públicos, porque eles são essencialmente abertos ao público e não podem ser mantidos privados.
Uma vez que as empresas não têm lucro produzindo bens públicos, geralmente é necessária a ajuda dos governos para provê-las. Diferentemente das empresas privadas, os governos podem forçar as pessoas a pagarem por bens públicos. Eles fazem isto cobrando impostos e usando as receitas fiscais para pagar por bens públicos como a defesa nacional, departamentos de polícia, faróis, exibições públicas de pirotecnia, pesquisas científicas básicas e assim por diante.
CEIT O-CH A VE Os economistas consideram a existência dos bens públicos como uma das
ON mais importantes justificativas para as intervenções do governo na economia. C Embora a filantropia particular possa também prover alguns bens públicos,
muitos desses bens são tão caros que só podem ser providos se o governo usar seu poder de tributação para financiá-los. Consequentemente, bens públicos são normalmente providos pelo poder público.
Prevenir a Inflação É Fácil
Altas taxas de inflação são sempre causadas pelo aumento da oferta de dinheiro feita muito rapidamente pelo governo. Uma economia em crescimento sempre tem a demanda crescente de dinheiro, porque com mais coisas para comprar, você precisa de mais dinheiro para comprá-las. Se quiser manter o nível global de preços constante, a resposta correta é aumentar a oferta de dinheiro ao mesmo tempo em que a demanda é incentivada. Se a oferta por dinheiro aumentar mais rápido que a demanda, o valor do dinheiro cai, gerando inflação. Em outras palavras, será necessário mais dinheiro para comprar a mesma quantidade de coisas de antes, significando que os preços estão subindo.
Um avanço recente tem sido a criação de bancos centrais modernos como o Banco da Inglaterra independente. Essa ação contorna a tentação de usar políticas monetárias como instrumento de crescimento. Fazendo isso o trabalho central do banqueiro é garantir a estabilidade dos preços, independente de quais decisões os governos tomem.
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Apêndice
Glossário
bens públicos: Bens ou serviços que não podem ser produzidos de maneira lucrativa pelas empresas particulares, porque são impossíveis de serem oferecidos para apenas uma pessoa; se você os oferecer para uma pessoa, terá que oferecê-los a todas. Como todos os consumidores esperam que alguém pague pelos bens públicos para que possam tê-los de graça, ninguém acaba pagando.
capital: Máquinas, fábricas e infraestrutura utilizadas para a produção de mercadorias.
capital humano: O conhecimento e habilidades que as pessoas utilizam para ajudá-las a produzir.
cartel: Um grupo de empresas que conspira e age como um único conjunto coordenado para restringir a produção e aumentar os preços.
cesta básica: Um conjunto de bens e serviços selecionados para medir a inflação. Os economistas definem a cesta básica, tal como o Índice de Preços ao Consumidor, e depois, rastreiam quanto dinheiro é necessário para comprar esta cesta, de um período de tempo a outro.
competição monopolista: Uma situação na qual muitas empresas com produtos ligeiramente diferentes competem. Os custos de produção estão acima do que poderia ser alcançado por empresas perfeitamente competitivas, porém a sociedade se beneficia com a diferenciação dos produtos.
concorrência perfeita: Uma situação em que inúmeras pequenas empresas, produzindo mercadorias idênticas, competem umas contra as outras em um dado setor. Isto conduz as empresas à produção nos níveis socialmente mais eficientes e ao menor custo possível por unidade.
condições de desligamento a curto prazo: Uma situação em que as receitas totais de uma empresa são menores que seus custos variáveis e, para a empresa, é melhor encerrar atividades imediatamente e perder apenas seus custos fixos.
condições de desligamento a longo prazo: Uma situação na qual o total das receitas de uma empresa excede seus custos variáveis, mas são menores que seus custos totais. A empresa irá operar até que seus custos fixos terminem (no longo prazo).
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curva de demanda: Uma linha em um gráfico que representa quanto de um bem ou serviço os compradores irão consumir em preços variados.
curva de oferta: Uma linha em um gráfico que representa quanto de um bem ou serviço os vendedores irão produzir a preços diferentes.
custo fixo: Custos que tem que ser pagos, mesmo se a empresa não estiver produzindo.
custo variável: Custos que variam de acordo com a quantidade de mercadorias produzidas.
custo marginal: Quanto os custos totais aumentam quando você produz uma unidade a mais do produto.
custos de oportunidade: O valor da segunda melhor escolha que você poderia ter feito. Avalia-se o que você abriu mão em favor de fazer a melhor escolha.
custos econômicos: O custo total, inclusive o dinheiro gasto na produção e custos de oportunidade.
deflação: Quando o nível geral de preços na economia está caindo.
demanda: A faixa total das quantidades que uma pessoa com uma determinada receita e preferências irá procurar aos mais variados preços possíveis.
demanda agregada: A demanda total de bens e serviços em uma economia.
depreciação: Uma diminuição do estoque de capital da economia causada por desgaste ou obsolescência.
Dilema do prisioneiro: Uma situação na qual um par de prisioneiros (ou empresas) tem que decidir se querem ou não cooperar. O dilema é que embora os incentivos individuais favoreçam a não cooperação, se ambos os jogadores pudessem adivinhar uma maneira para cooperar, seria melhor para os dois.
economia: O estudo de como as pessoas alocam recursos escassos entre usos alternativos.
economia de mercado: Uma economia em que quase toda atividade econômica acontece em mercados com pouca ou nenhuma interferência governamental, frequentemente referido como sistema econômico “laissez faire” (“deixem fazer”).
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Apêndice: Glossário 371
economia dirigida: Uma economia na qual toda a atividade econômica é dirigida pelo governo.
eficiência alocativa: Um termo que descreve uma situação em que os recursos limitados de uma economia são alocados para a produção de bens e serviços que os consumidores desejam muito consumir.
escassez: O fato de que não temos recursos suficientes para satisfazer todos os nossos desejos; o fenômeno que cria a necessidade da economia.
excedente consumidor: O benefício que os consumidores obtêm quando podem comprar algo por menos do que estão dispostos a pagar.
expectativas racionais: A teoria de que as pessoas mudarão de modo mais eficiente seus comportamentos em resposta às mudanças políticas. Dependendo da situação, essas mudanças de comportamento podem limitar consideravelmente a eficiência das mudanças políticas.
externalidade: Um custo ou benefício que cai não diretamente sobre a(s) pessoa(s) envolvida(s) em uma atividade, mas sobre os outros. As externalidades podem ser positivas ou negativas.
falhas de mercado: Situações em que os mercados apresentam resultados que não são socialmente bons. Duas causas comuns da falha de mercado são informação assimétrica e bens públicos.
fatores de produção: Entradas (recursos) utilizadas para criar bens e serviços, inclusive terra, mão de obra, capital e empreendedorismo.
Fronteiras de Possibilidade de Produção (PPF – Production Possibilities Frontier): Um gráfico que os economistas utilizam para ajudá-los a visualizar o comércio que você faz quando realoca eficientemente os recursos da produção de uma coisa para produzir outra, algumas vezes chamado de Curva de Possibilidades de Produção.
hiperinflação: Quando as taxas de inflação excedem 20 ou 30 por cento ao mês.
Índice de Preços ao Consumidor (IPC): A FIPE, Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, costuma medir as alterações nos preços de bens e serviços da cesta básica de uma típica família de quatro pessoas.
inflação: Quando o nível geral de preços na economia está subindo.
informação assimétrica: Situações nas quais ou o comprador ou vendedor sabe mais sobre a qualidade do bem que está em negociação que a outra parte.
investimento: Qualquer aumento do estoque de capital na economia.
Lei de Demanda: O fato de que, para a maioria dos bens e serviços, o preço e quantidade demandada tem uma relação inversa.
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leis antitruste: Leis que regulamentam monopólios e cartéis.
lucro econômico: Quaisquer verbas recolhidas por uma empresa acima e além do que é necessário para manter um empresário interessado em continuar no negócio.
macroeconomia: O estudo da economia como um todo, concentrando-se nos amplos aspectos da economia, como taxas de juros, inflação e desemprego. Também engloba o estudo do crescimento econômico e do modo como os governos utilizam as políticas monetária e fiscal para tentar moderar os danos causados pelas recessões.
mão invisível: A famosa ideia de Adam Smith de que quando constrangidas pela concorrência, a ganância das empresas faz com que elas ajam, socialmente, de forma ótima, como se fossem guiadas por uma mão invisível para fazer a coisa certa.
mercados financeiros: Mercados onde as pessoas comercializam os direitos de propriedade para ativos (como bens imobiliários ou ações) ou quando pessoas com disponibilidade financeira (credores) emprestam dinheiro para outras pessoas sem esta disponibilidade.
microeconomia: A parte da economia que estuda as pessoas e os negócios individualmente. Com pessoas, ela estuda como elas se comportam quando se deparam com decisões sobre onde gastar seu dinheiro ou como investir suas economias. Com os negócios, ela estuda como empresas que maximizam seus lucros se comportam individualmente, e quando competem com outras no mercado.
monopólio: Uma empresa que não tem concorrentes em seu setor. Ela produz pouco, com custos altos e vende sua produção pelo preço mais alto, o que não aconteceria se houvessem restrições impostas pela concorrência. Estes resultados negativos geralmente acarretam regulamentações governamentais.
monopólio natural: Um setor onde um grande produtor pode produzir a custos muito mais baixos do que muitos outros pequenos produtores. Ele vende por um preço inferior para seus rivais e termina como a única empresa sobrevivente do setor.
nível de produção socialmente eficiente: O nível de produtividade que maximiza os benefícios que a sociedade pode obter da oferta limitada de seus recursos.
oferta agregada: A oferta total de bens e serviços em uma economia.
oferta e procura (ou oferta e demanda): Um modelo econômico dos mercados que separa compradores de vendedores e depois, resume o comportamento de cada grupo com uma simples linha em um gráfico. O comportamento dos compradores é captado pela curva de demanda, enquanto que o comportamento dos vendedores é capturado pela curva de oferta. Ao colocar estas duas curvas no mesmo gráfico, os economistas
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Apêndice: Glossário 373
podem demonstrar como os compradores e vendedores interagem para determinar quanto de qualquer item em particular será vendido, bem como a que preço será vendido.
oligopólio: Um ramo de negócio com apenas poucas empresas. Se elas conspiram, formam um cartel para reduzir a produção e elevar os lucros, do mesmo modo como faz o monopólio.
perda inesperada: A quantia pela qual o total excedente é reduzido quando o nível de produção é menor que o nível socialmente ideal.
política fiscal: Política do governo sobre impostos e despesas. O aumento dos gastos do governo e/ou baixar as taxas de impostos ajudam a combater as recessões.
política monetária: Utiliza as mudanças na oferta de dinheiro para alterar as taxas de juros, de modo a estimular ou acalmar a atividade econômica.
preço máximo: Uma intervenção no mercado na qual o governo assegura que o preço de um bem ou serviço permaneça abaixo do preço de livre mercado.
preço mínimo: Uma intervenção no mercado na qual o governo mantém o preço de um bem ou serviço acima do preço de livre mercado.
preço real: Quanto de um tipo de coisa (tal como horas trabalhadas) você tem para abrir mão a fim de obter um bem ou serviço, não importando o que aconteça ao preço nominal.
preços nominais: Preços em dinheiro que podem mudar ao longo do tempo devido a inflação. (Veja também preços reais).
preços rígidos: Preços que são muito lentos para se adaptarem aos choques. Estes preços podem prolongar as recessões.
produção em pleno emprego (Y*): Quanto é produzido na economia quando há pleno emprego no mercado de trabalho.
produtivamente eficiente: Um termo que descreve as empresas que produzem bens e serviços ao menor custo possível.
produto interno bruto (PIB): O PIB mede o valor final de todos os bens e serviços produzidos na economia em um dado período de tempo, geralmente trimestre ou ano.
quantidades demandadas: Quanto de bens ou serviços um consumidor demandará a um preço especifico dadas as preferências e receitas dele ou dela.
recessões: Períodos de tempo em um ciclo de negócios durante o qual a produção total de uma economia cai.
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recuperação: Períodos de tempo em um ciclo de negócios durante o qual a produção total de uma economia se expande.
retorno crescente: Uma situação em que cada quantidade adicional de um recurso utilizado no processo de produção traz, sucessivamente, maiores quantidades de produtos.
retorno decrescente: Uma situação em que cada quantidade adicional de um recurso utilizado no processo de produção traz, sucessivamente, menores quantidades de produtos.
salários nominais: Salários avaliados em dinheiro. (Veja também salários reais).
salários reais: Salários medidos não em termos de dinheiro propriamente (como os salários nominais), mas de preferência, em termos de quanta mercadoria aquele dinheiro pode comprar.
Superávit do produtor: O ganho que os produtores recebem quando podem vender seus produtos a um preço mais alto que a quantia mínima que eles estariam dispostos a vendê-los.
taxa de inflação: Uma medida de como o nível geral de preços na economia se altera ao longo do tempo. Se a taxa de inflação for positiva, os preços estão subindo. Se a taxa de inflação for negativa, os preços estão caindo.
taxa de juros: O preço que você tem que pagar para tomar dinheiro emprestado.
taxas de juros nominais: Taxas de juros que medem o retorno de um empréstimo em termos de dinheiro emprestado e dinheiro retornado (como oposto a taxa de juros real).
taxas de juros reais: Taxas de juros que compensam inflação, medindo o retorno dos empréstimos em termos de unidade de bens emprestados e unidade de bens retornados (o oposto da taxa de justos nominais).
teoria quantitativa da moeda: A teoria de que o nível geral de preços na economia é proporcional a quantidade de dinheiro circulando nela.
total excedente (ou superávit total): A soma dos excedentes (superávit) do consumo e da produção.
Tragédia dos comuns: Se um recurso é aberto ao público para o uso, normalmente ele se torna rapidamente exaurido ou arruinado, porque o incentivo de cada pessoa é utilizá-lo antes que qualquer outra possa fazê-lo. Este problema é resolvido pelos direitos de propriedade privada, que dão aos seus proprietários um incentivo à conservação do recurso, e assim, fazer a colheita a taxas sustentáveis.
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Apêndice: Glossário 375
utilidade: A medida de satisfação que os economistas supõem que as pessoas utilizam para comparar todas as coisas possíveis que elas podem experimentar.
utilidade marginal: A mudança na utilidade total que resulta do consumo da próxima unidade de um bem ou serviço. A utilidade marginal pode ser positiva ou negativa.
utilidade marginal reduzida: Uma situação em que cada unidade, adicional ou marginal, de um bem ou serviço que você consome, traz menos utilidade que a unidade anterior.
vantagem relativa: O argumento desenvolvido por David Ricardo de que cada país deveria se especializar na produção de bens e serviços que pudesse fornecer, aos menores custos, para os demais países. Ao assim fazer, a produção em todo o mundo seria aumentada e o padrão de vida elevado.
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Índice
• A • dinheiro como, 139 PIB, 61
Ato de Antitruste de Sherman, 279-280
A Teoria Geral do Emprego, do juro e da aumento na demanda, 168-169
moeda (Keynes), 65
A Tragédia dos Comuns • B • devastação das áreas de pasto de
propriedade comum, 296-297
problemas ambientais e de direitos de balança comercial, 71
propriedade pobres, 297-298 barreiras comerciais, 327 AD (demanda agregada) curva, 102 Becker, Gary, 322 agricultura bem-estar econômico, 319
apoio aos preços, 174 benefícios competição, 195 capturando todos, 221-222 inflação, 84 inovações na segurança,
ajustes de estoques marginalismo e, 329
equações, 117-119 bens comuns, promovendo o gastos, previstos e reais, 115-117 interesse próprio, 26 inovação de, 114 bens complementares, 192 nível alvo, 114-115 bens contínuos, 226-228 produção, aumento ou diminuição, 115 bens delimitados, 225-226 representando graficamente, 119-121 bens exclusivo, 337
Akerlof, George, 301 bens privados Arrow, Kenneth, 320 bens públicos, venda relacionada, 311 AT&T (Empresa de Telefonia e Telégrafo patenteando, 312
da América), 263-264 bens públicos
ativos bens privados, venda relacionada, 311
comércio internacional, 73-74 descrito, 18
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filantropia para prover, 310 falta de, problema com, 16-17 Livre empresa provendo, 337 lucros contábeis versus lucros mercado, matando os, 299-300 econômicos, 198-199 não-rival e não-exclusivo, 309 microeconomia, 15-16 tecnologias, novas, 311-313 monopólios, quebrar em várias tributando, 309-310 empresas, 263-264
bens regulares, demanda por, 153 novo, limites de lucro e, 281 bens substitutos, 192 preço, limites de, 208 Bryant, William Jennings. 84 requisitos, 195-196
seguidores do preço e
• C • produtores de quantidade, 196-197
taxas de seguros, 306
C (despesas de consumo), no PIB, teoria da mão invisível, 16
65, 66-67 comportamento criminoso
cartel ameaças alterando os resultados,
como situações estratégicas, 270 274-275 conluios, dificuldades de, 268-269 confessar versus permanecer em cotas, executando, 278-279 silêncio, 271 coordenando, 268 custo e benefício modelando, 322 descrito, 268 duopólio, 270 Dilema do Prisioneiro, 275-279 estratégia dominante,
ciclo econômico, 98-99 determinando, 272-273 comércio estrangeiro matriz resultado, 271-272
ativos, 73-74 resultado ruim, realizando, 273 baixos salários, 330-331 comportamento e escassez, 23 benefícios de, 336 concorrência imperfeita concorrência, protecionismo e, conluio e competição, resultados 327-328 de, 267 déficits, 71-72 descrito, 195-266 livre comércio, 76, 336 diferenciação do produto, NX (líquido das exportações), benefícios de, 280-281
66, 70-71, 118 limites de lucro, enfrentando, 281-286 vantagem comparativa, 74-76 conluio comércio excedente, 71-72 dificuldades de, 268-269 competições quebra de confiança, 280
estrutura de custo, analisando, resultado, 267
199-207 condições de desligamento encorajando monopólios, 258 curto prazo, 214-216, 217
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 378 04/05/2012 18:05:33
Índice 379
longo prazo, 216, 217 custos
consequências imprevistas, 331 baixando em monopólios naturais, crescimento econômico 258
ativos, 61 benefício, comparação entre aumento, 64 oferta e demanda, 222-223 calculando, 14 campo privado versus comum, diagrama circular de fluxo, 62-63 296-297 equação, 65-71 capturando todos, 221-222 equilíbrio com preços rígidos comportamento criminoso, 322
(modelo Keynesiano), 121-122 curva de oferta se desloca, 161-163 exclusões de, 58-59 curvas, cruzando, 205-207 importância, 58 externalidades negativas, 293 inovação e, 334 fixo, 199, 203 produção, contando como, 63-64 imposto aos demais, 290-291 receita, 60-61 lucros e salários, 110-111 totalizando, 59-60 por unidade de produção, 200-202 curva de oferta total excede total receitas, 216
deslocamento de preço, 161 total, média, 204-205
curva de oferta agregada de curto vantagem comparativa, 76
prazo (SRAS) variáveis excedendo total receitas, choque de demanda agregada, 125 214-216 interceptando com LRAS, 107-109 variáveis, 199-200, 202-203
custo de produção custo de oportunidade
curva de oferta, deslocando, 161-163 como restrição, 28-29 oferta perfeitamente elástica, 164 demanda, inclinação da curva, preço de vendas versus, 160 156-157 zero e mínimo, 240-241 lucros, 198
custo econômico, 199
custo marginal • D • descrito, 205
lucros, visualizando, 210-212
média, confundindo, 33-34 Debreu, Gerard, 320 monopólios, 250-251 déficits comerciais perdas, visualizando, 213-214 ativos, contando, 73-74
preços, 262 benefícios, 71-72 receita marginal, déficits orçamentários
equalizando, 208-210 futuras receitas fiscais, 136-137 tomada de decisões, 207-208 impressão de dinheiro, 137-138
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 379 04/05/2012 18:05:33 380 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
nacional, 136 deslocar, ajustar para recessão, orçamento balanceado e, 69 104-105
demanda, Veja também demanda estimulando, 126
agregada. desemprego afetando a mudança de preços, em recessão, 110
189-192 produção e, 124 aumento, 168-169 temporário, 99 bens regulares, 153 despesas curva, desenhando, 19-20, 21-22 gastos com investimentos (I), custo de oportunidade, inclinação equação, 65, 67-69
da curva, 156-157 gastos de consumo (C), no PIB, definida, 152 65,66-67 elasticidade, definindo, 157-159 induzida, 118 excesso, 167-168 previstas, 118 falha em estimular, 131-134 reais e previstos, 115-116, inclinação decrescente, 282-283 119-120, 122 maximização dos lucros, 252-253 diagrama de fluxo modelos e gráficos, 18-22 famílias e empresas, 59 monopólios, 245-246 PIB, 62-63 montando um gráfico, 154-156 diferenciação de produto oferta de dinheiro e inflação, 78-79 curva de demanda inclinada plotagem de dados, 19-20 decrescente, 282 preços, relacionando inverso com, descrito, 266, 280-281
19, 153-154 propaganda da Wendy, 285 previsões baseadas em, 20-21 Dilema do Prisioneiro produtividade emprego-pleno, ameaças alterando os resultados,
124-126 274-275
receitas marginais, derivando de, confessar versus permanecer em silêncio, 271 246-248 quantidade demandada, 153 cartéis, 275-279
duopólio, 270
recessões, estimulando para
estratégia dominante,
acabar, 124-126
determinando, 272-273
risco de inflação, 126-130
matriz resultado, 271-272
tabela para amostra, 18-19
resultado ruim, percebendo, 273
utilidade marginal reduzida, 188-
diminuindo expectativas
192
inflacionárias, 147-148
demanda agregada
diminuição da receita marginal, 245-
choques, estoques e, 115
249
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 380 04/05/2012 18:05:33
Índice 381
dinheiro fiat curva de receita marginal, 249
benefícios, 139-140 fórmula de rateio taxa de juros conversão dos Estados unidos nominal de Fisher, 94 para, 81 equilíbrio com preços difíceis
direitos de propriedade (modelo Keynesiano)
externalidades positivas e ajustes no estoque, 114-121 negativas, 288 Grande Depressão, 112-113 intelectual, 11, 335-336 PIB, incrementando, 121-122 microeconomia, 17 política governamental, 113 problemas ambientais e, 335-336 equilíbrio estável de taxa de juros, 141
discriminação estatística, 308 escassez, 13-14, 23 duopólio estagnação, 148
ameaças, 274-275 estimulando a economia definido, 270 antecipação, 131-132 estratégia dominante, inflação, 83-85 determinando, 272-273 taxas de juros, baixando, 145 resultado ruim, percebendo, 273 excedentes
comércio, 71-72
computando total, 229-230
• E • consumo, 225-228 contemplando total, 230
criando impostos, 233-234
economia dirigida, 47 de demanda, 167-168 economia mista, produção em, 50-53 excesso de oferta, 166-167 efeito de preço cruzado, 191 externalidades negativas, 290 eficiência orçamento do governo, 69
ineficiência em produção, 284-286 excedentes de consumo problemas em monopólios, 256 bens contínuos, medindo, 226-228 produtivo versus alocativo, 44-45 bens delimitados, medindo, 225-
empresas maximizadoras de lucros 226
alocativamente eficientes, 16 definido, 225
emprestando dinheiro expectativas inflacionárias, 147-148
débito nacional, 136 inflexibilidade de preços, 133-134 gastos do governo, 135-136 mudança na política, afeta em, 15 hiperinflação e, 83 oferta de dinheiro e, 145-147 padrão de pagamento deferido, 86 representando graficamente os
equações aumentos na oferta de dinheiro,
ajustes no estoque, 117-119 146, 147
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 381 04/05/2012 18:05:33 382 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
externalidades mercado de carros
custos impostos aos demais, 290- usados, 301-305
291 seguro, 305-308 descrito, 287-288, 289 filantropia, 310 negativas, lidando com, 293-294 Fisher, Irving, 94 positivo e negativo, 290 Friedman, Milton, 320-321 quantidades positivas de negativo, função degrau, 225 292-293
produção em excesso, negativos, • G • 291-292
subproduzir coisas oferece,
positivo, 294-295 G (compra de bens e serviços pelo subsidiar coisas causa, positivo, governo), 66, 69-70
295-296 ganhos, medindo o total excedente,
225-230
gastos governamentais,
• F • aumentando, 134-136 benefícios, 134-135
emprestando, 135-136
falácias pagando por, 135
composição, 328 Grande Depressão consequências imprevistas, 331 como desastre monetário, 320 instabilidade dos mercados livres, equilíbrio com preços rígidos
329 (Modelo Keynesiano), 112-113 marginalismo, 329 padrão ouro, 140 protecionismo, 327-328 Griffith, Griffth J. (filantropo), 310 salários estrangeiros,
baixos, 330 • H • sequência, confundir com
causalidade, 327
super população, 326 Hiperinflação. Veja também inflação. taxa de impostos e esforços de Definição, 371
trabalho, 331 Padrão ouro, 94-95 trabalho, grupo de, 325-326 Na história, 94 falha de mercado, informação Dinheiro, perda da efetividade, 95
assimétrica Ocorrência, 89
comércio, limitando, 300-301 Impressão de dinheiro, 94-96 descrito, 17, 299
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 382 04/05/2012 18:05:33
Índice 383
História, alocação no mundo real, 182
Antigos padrões de vida, 10 causas, 77
Hiperinflação, 94 déficits orçamentários, 137 Inflação, 91 demanda, estimulando, 126-127 Instituições que melhoraram o efeitos, calculando, 85-87
padrão de vida, 11-12 empregos, auxiliando, 133
Modelo de companhia de equilíbrio, oferta e demanda de
petróleo, 306 dinheiro, 78-79 Hitler, Adolph (líder da estimulando a economia com, 83-
Alemanha), 94 85 Hope Diamond, 184 expectativas de, 147-148
fácil de prevenir, 337-338
hiperinflação, 77
• I • importância de calcular, 14 IPC, calculando de, 89-90
medindo índices de preço, 87-92
I (gastos com investimentos) políticas da, 82-83
equação, PIB, 65,67-69 produção, tentando aumentar
importações além do pleno-emprego, 127-128
ativos, contando, 73-74 risco de estimular a demanda, 126- benefícios de, 71-72 130 em NX (líquido das exportações), salários reais, rastreando o
PIB, 70-71 movimento de, 128-130 políticas, 73 sistema de escambo, 80 índice de preços taxa de, calculando a, 89
cesta básica, 88-89 taxas de juros, nominal e real, 93- estabelecendo, 89-91 95 padrão de vida, determinando tentação, cedendo a, 80-85 real, 91 teoria quantitativa da moeda, 320- problemas, 92 321 taxa de inflação, calculando, 89 informação assimétrica
Índice de Preços ao Consumidor comércio, limitando, 300-301
(IPC) descrito, 17, 299 formando, 87-92 seguro, 305-308 previsões, 94-95 intervenção governamental inflação bens públicos, provendo, 309-313,
agricultores e, 84 337
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 383 04/05/2012 18:05:33 384 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
consumidores como sofisticados • L • planejadores, 323
economia dirigida, 47
equilíbrio com preços rígidos Lei da Demanda, 18-19 (modelo Keynesiano), 112-113 Lei das Consequências Imprevistas, fazendo lobby e, 49 331-332 formas, 49-50 leis antitruste, 279-280 inconvenientes, 50 leis do grão, 74 inflação e, 14 limites do lucro necessidades dos livres mercados, 334 concorrência, nova, 281 preço máximo, 171-172 empresas entrando e saindo nas, preço mínimo, 173-174 281, 283-284 preços de monopólio, inclinação decrescente de regulamentando, 260-261 demanda, 282-283 preços rígidos, 112 ineficiência, produção, problemas com mercados, 48 284-286 prós e contras, 45-46 livre comércio restrição à maximização, 321 como coisa boa, 336 subsídios para externalidades produção, 76
positivas, 295-296 livres mercados investimento benefícios de, 219-220
aparelhagem de capital, 61, 145 bens públicos, provendo, 337 encorajando patentes, 257 causas e consequências de, 235- no PIB, 65, 67-69 236 real e previsto, 117 custos e benefícios, comparação
entre oferta e demanda, 222-223
• K • funcionamento adequado, pré- requisitos para, 220-222
ganhos, total excedente, 225-230
Keynes, John Maynard instabilidade, 329
A Teoria Geral do Emprego, do lucros guiando as entradas e
Juro e da Moeda, 65 saídas de empresas, 238-242 equilíbrio com preços inflexíveis, nível de produção socialmente
112-122 eficiente, 224 importância da, 320 perdas inesperadas, 230-235 politica fiscal, 15 processo, 236-238 Kublai Khan, 81 responsividade, 329
Littlefield, Henry, 84
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 384 04/05/2012 18:05:33
Índice 385
LRAS (curva de oferta agregada de Marshall, Alfred, 319
longo prazo) Marx, Karl, 318-319
ajustes de preços, 104 maximização da utilidade choque de demanda agregada, altruísmo e generosidade, 25-26
104-105, 125 bem de promoção do interesse descrito, 102-103 próprio comum, 26 preços, fixos a curto comprando tanto quanto possível,
prazo, 105-107 181-183 produção, aumentando além do dois produtos, alocando dinheiro
pleno emprego, 127-128 entre, 183-186 SRAS e, 107-109 medindo a utilidade, 25 Lucas, Robert, 323 por real utilidade marginal, lucro equalizando, 185-188
custo de oportunidade, 198 restrições à otimização, 176 econômico, 199 tomada de decisões, 180 entrada das empresas, 238-240 utilidade cardinal versus ordinal, fluxo para os proprietários, 61 176-177 monopólios versus empresas utilidade marginal
competitivas, maximizando, reduzida, 177-180
254-255 maximização do lucro partilha de cartéis, 268 competição, 195-199 receitas marginais e custos condições de desligamento a
marginais, 210-212, 214 curto prazo, 214-216 saída das empresas, 241-242 condições de desligamento a zero e mínimo custo de produção, longo prazo, 216
240-241 demanda e, 252-253
estabelecendo o preço, 251
média do custo total e custo
• M • marginal, monopólios, 250-251 monopólios, 251-252
preço de mercado, 217-218
macroeconomia receitas marginais e custos
definido, 13 marginais, 207-214 medindo a economia, 14 medindo a economia modelo de consumo, 66-67 bens delimitados, 226-228 políticas monetárias e fiscal, 15 bens discretos, 225-226 recessões, causas da, 14 comércio internacional, 71-76
Malthus, Thomas, 326 PIB, 58-64
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 385 04/05/2012 18:05:33 386 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
excedente de produção, 228-229 subsidiando para aumentar a razões para, 57 produção, 260
mercantilismo, 318 teoria de Marx, 318-319 microeconomia moeda em circulação
aplicação da, 16 impressão, problema com, 82, 137 concorrência, 16-17 moedas e papel moeda, decisões do consumidor, 66 desenvolvimento da, 81 definido, 13 sistema fiat versus padrão ouro, direitos de propriedade, 17 81 falhas, mercado comum, 17-18
oferta e demanda, balanço, 16 • N • problemas sem concorrência,
16-17
monopólios Nixon, Richard, 81
competição redundante, notas do Tesouro
reduzindo, 258 Federal Reserve Bank compra de, concorrência, falta de, 195 145 definido, 17 governo tomando empréstimo por, diminuição da receita marginal, 69, 135-138
245-249 política monetária, 142 empresas competitivas e, preço ligado a taxas de juros, 143
253-257
maximização de lucros,
251-252 • O • natural, mantendo os custos
baixos, 257-258
nível de produção maximizando oferta
lucros, 250-253 definido, 159 patentes, 257 diminuição, 170 perda inesperada, 255-256 elástica, perfeitamente, 164 preços, regulamentando, 261-263 excesso, 166-167 problemas causados, por, 244 gráfico curva, 159-163 problemas de eficiência, 256 inelástica, perfeitamente, 163-164 prós e contras, 243 oferta e demanda quebrando em várias empresas, balanço microeconômico, 16
263-264 custos e benefícios, comparando, requisitos mínimos de produção, 222-223
259-260 de dinheiro, balanço, 78-79
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 386 04/05/2012 18:05:33
Índice 387
interagindo para o equilíbrio, 164- dos impostos, 232-235
168 monopólios, prejuízo causado por, mercados, 152, 319 255-256 modelo, limitações do, 151 preço máximo, dissecando a partir, produtivamente socialmente ideal, 231-232
289 PIB (produto interno bruto) teóricos, 319 ativos, 61 oligopólio aumento, 64
competição, 195 diagrama circular de fluxo, 62-63 conluio e competição, resultados equação, 65-71
de, 267 equilíbrio com preços rígidos descrito, 17, 265 (modelo Keynesiano), 121-122 empresas dominantes, 279 exclusões de, 58-59 interação, estratégia, 266-267 importância de calcular, 14, 58 leis antitruste, 279-280 produção, contando como, 63-64 Organização dos Países Produtores de renda, 60-61
Petróleo (OPEP) totalizando, 59-60
armadilha no Dilema do PMC (propensão marginal ao Prisioneiro, 277-278 consumo), 67 conluios, dificuldades de, 268-269 política fiscal
componentes, 138
descrito, 15-123
• P • dinheiro em espécie, segurando, 140-141
imprimindo dinheiro, 83-84
patentes microeconomia, 15
bens privados, 312 oferta de dinheiro, mudando para inovação e investimento, mudar taxas de juros, 143-144 encorajando, 257 recessões, combatendo, 15 inventores de tempo-integral e, 11 taxas de juros e preço dos títulos, vantagem comparativa, 75-76 142-143
padrão bi-metálico, 84 títulos, 142 padrão de pagamento deferido, 82 políticas padrão ouro comércio estrangeiro, 71-72, 76
agricultores e, 84 dinheiro, padrões para, 84 Grande Depressão e, 140 esforços de trabalho e taxa de Nixon e, 81 impostos, 330-331
perda inesperada, fazer lobby, 49
descrito, 230 gastos do governo, 69-70, 135-136
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 387 04/05/2012 18:05:34 388 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
inflação, 82-85 trabalhadores, 110
porcentagens, confundindo com custo de lucros e salários, 110-111
quantidades de dinheiro, 33 descrito, 97
poupanças estímulos, antecipar e
dinheiro, reter, 140-141 comprometer, 131-132 hiperinflação e , 82 expectativas racionais e, 133-134
preço de mercado flexibilidade Wal-Mart, 107
demanda inclinada decrescente, Grande Depressão, 112-113
282 intervenção governamental, 111 empresa maximizadora de movimento ascendente, 131
lucratividade, 217-218 PIB, incrementando, 121-122 entrada e saída de empresas, política governamental, 113
determinando, 237 queda na estabilidade dos preços. Veja também inflação salários, 131
ajuste para maximizar lucros, 250- recessão e, 14, 100-101
resistência salarial, 110
22
previsões
apoio a agricultura, 174
curva de demanda, 20-21
baixo com maior produção, 249
limitações, taxas de juros nominal
curva de oferta se desloca, 161
custo marginal, 262 produção e real, 94-95 demanda, relação inversa com, 19, aumentando com monopólios,
153-154 260 dinheiro, valor do, 79 aumentando e diminuindo as máximo, 171-172 receitas marginais, 248 mercados competitivos, 221 aumentando ou diminuindo para mínimo, 173-174 ajustar estoques, 115, 121 monopólio, regulamentando, 261- baixos, monopólios e, 255
263 cotas em cartéis, 268 monopólios versus empresas custo do trabalho por unidade de, competitivas, 253-255 330 mudanças afetando a quantidade custo marginal igual a receita
demandada, 154, 189-192 marginal, 214 venda, custos de produção versus, economia mista, 50-52
160 eficiência produtiva versus preços inflexíveis alocativa, 44-45
ajustes no estoque, 114-121 empresas eficientes de cortar salários versus cortar maximização de lucros, 16
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 388 04/05/2012 18:05:34
Índice 389
estrutura de custo por unidade de, relação inversa ao preço, 19, 153-
200-202 154 externalidades negativas, 290, 291- queda na estabilidade dos salários,
292 131 externalidades positivas, 294-295
forças de mercado, 45-48 • R • intervenção do governo, 49-50
mais alta com preços mais baixos,
249 receitas mercado por fatores de, 62 consumo e, 66 monopólios versus empresas custos variáveis excedendo total,
competitivas, 253-255 214-216 nível de maximização de lucros disponível, 66-67
nos monopólios, 250-253 excedente custos totais, 216 PIB, contando como, 63-64 PIB, 60-61 possibilidades, determinando, 36- total e marginal, 248
44 receitas marginais requisitos mínimos, 260-261 alta produtividade e preços superprodução como baixos, 249
externalidade negativa, 291-292 curva de demanda, derivando da, tecnologia e inovação, 246-248
encorajando, 53-54 custos marginais, equalizando, 208-210 valor de equilíbrio de, 119 diminui, produção aumenta e, 248, 283 protecionismo, 327-328 lucros, visualizando, 210-212
monopólios, demanda em, 245-246
• Q • perdas, visualizando, 213-214 receita total e, 248
tomada de decisões, 207-208
qualidade recessão Veja também política fiscal
baixa, no mercado de carros acabando por estimular a
usados, 301-302 demanda, 124,126 informação assimétrica sobre, 300 ajustes de preços a longo prazo, IPC, 92 103-104 quantidades demandadas ajustes de preços, 100-101
afetando a, mudança de preços, causas, 14
189-190 choques, combinando longo e bens regulares, 153 curto prazos, 107-109
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 389 04/05/2012 18:05:34 390 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
ciclo econômico, 98-99 estrutura de custos, cruzando, 205- curto prazo versus longo prazo, 207
101-103 mudança de preço na curva de definindo, 113 demanda, 190-192
deslocar demanda agregada, oferta de dinheiro aumenta, 146-
ajuste para, 104-105 147
enfrentando com as políticas plotagem de dados, 19-20
monetária e fiscal, 15 ponto cruzado de receitas equilíbrio com preços rígidos, 112- marginais e custos marginais,
122 208-210 inflação, muito estímulo e, 126-134 possibilidade de produção, 39-42
longo prazo, 101 retorno crescente e decrescente PIB, limites de medição, 64 inevitável natureza de, 14
preços fixos, relações com o curto possibilidades de produção, 38
prazo, 105-107 produção, custo por unidade de, preços inflexíveis, 109-111 200-203
prevenir ou reduzir, 97 Ricardo, David, 74-75, 318 produtividade emprego-pleno, 99- rigidez ascendente de preço, 131
100 Robinson, Joan, 281, 283 recursos Rockefeller, John D., 279
direitos de propriedade, 297-298
futuro, uso de, 12
possibilidades de produção, 37, 39 • S • restrições, 27
regulamentando
livres mercados, 334 Samuelson, Paul, 321 oligopólios, 279 salários
preços do monopólio, 261-262 baixar, resistência a, 109, 131
rendas cortar salários versus cortar
controle governamental de, 171-
trabalhadores, 110
172
fluxo da receita, 60
no PIB, 60
liberdade ascendente, 131
representando graficamente,
nominal, aumentando enquanto
abstratos, 18
os preços estão imobilizados, 129
ajustes no estoque, 119-121
teoria de Marx, 318-319
curva de oferta, 159-163
salários reais
demanda, 18-22, 154-156
antecipação, 131-132
diagrama circular de fluxo do PIB,
original, movendo-se para trás, 130
62-63
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Índice 391
produtividade, emprego-pleno e, taxa de câmbio, 330
128-129 taxas de juros
salários nominais, aumentando baixando para estimular a
enquanto preços imobilizados, economia, 145
129 custos aparelhagem de capital, seleção adversa, 307 61,68-69 síntese neoclássica, 321 dinheiro, desvantagem em retê-lo,
140-141
sistemas de aposentadoria, 326, 328
expectativas inflacionárias, efeitos
Smith, Adam, 16, 222, 224, 317
sobre, 147
Sociedade anônimas, 11 Grande Depressão e, 320 Solow, Robert, 321-322 ligada ao preço do título, 142-143 SRAS (curva de oferta agregada de oferta de dinheiro e, 138
curto prazo) taxas de juros, nominal e real
choque de demanda agregada,125 definido, 93 interceptando com LRAS, 107-109 equação de Fisher, 94
Standard Oil Company, 279 predições, limitações sobre, 94-95 subsidiando taxa esperada de inflação, 94
monopólios para aumentar a teoria da mão invisível
produção, 259 direitos de propriedade e, 287 pesquisa, 312-313 mercados competitivos, 16, 222, 224
superpopulação, 326 prova matemática de, 320
teoria dos jogos, 270
• T • teoria quantitativa da moeda, 79, 320 títulos do governo
governo tomando empréstimo por,
69-70
taxa de desemprego zero, 99
política monetária, 141-142
taxas
bens públicos, 309-310 143 preço ligado a taxa de juros, 142- consumo e, 66 trabalho elevando, 135
externalidades negativas, 293 • U • inflação como, 87-88
perdas inesperadas, causando, 233-
235 utilidade cardinal, 176
receitas futuras, déficits utilidade marginal, 31 orçamentários e, 136-138 utilidade marginal, reduzida taxas, esforços de trabalho e, 331- bens complementares e bens
332 substitutos, 192
economy_for_dummies_cad1_mariana.indd 391 04/05/2012 18:05:34 392 Economia Para Leigos®, Tradução da 2ª Edição
curvas de demanda, derivando, dinheiro e preço, relação inversa
188-192 de, 79
escolhas do consumidor, 177-180 vantagem absoluta, 75
utilidade ordinal, 177 vantagem comparativa, 74-76, 318
• V • • W • valor
dinheiro como provisão de, 85 Wal-Mart, 107
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