Essa Garota
Capítulo 16
A Lua De Mel.
"De bom grado você se demitiu?" Lake perguntou, pasma. "Pensei que fosse um acordo mútuo. Eles teriam mantido o seu emprego, Will. Por que diabos você se demitiu?"
"Lake, não havia nenhuma maneira de ter continuado a ensinar lá. Cheguei no meu limite. Ia ser demitido de qualquer forma se não tivesse tomado as vezes naquele dia.”
"Por que você acha isso?"
"Porque é verdade. Eles teriam me demitido no primeiro dia que Javier retornasse para a escola, porque acabaria chutando a bunda dele no momento em que colocasse os olhos nele. Isso, ou eles teriam me demitido porque mais um segundo naquela sala e eu teria saltado em cima de você, mas de uma forma completamente diferente.”
Ela riu. "É. A tensão era enorme. Nós teríamos perdido o controle, possivelmente”.
"Possivelmente? Perdemos o controle no mesmo dia", falei, lembrando-a do nosso incidente na lavanderia.
Ela franziu a testa e fechou os olhos, em seguida, suspirou profundamente.
"O que há de errado?" perguntei.
Ela balançou a cabeça. "Nada. É apenas difícil pensar naquela noite. É muito doloroso", sussurrou.
Beijei-a de leve na testa. "Eu sei. Sinto muito.”
NA LAVANDERIA
De alguma forma até o fim da jornada de trabalho sem ser suspenso, demitido ou preso. Diria que ser transferido para Detroit para terminar minha formação de professor foi um dos melhores resultados que eu poderia ter antecipado.
Estacionei na calçada e os meninos estavam ajudando Lake e Julia com os mantimentos. Nem sequer saí direito do carro quando Caulder me atendeu à porta, radiante de excitação.
"Will!", Diz ele, pegando minha mão. "Espere até você ver isso!"
Andei pela rua com ele e pegamos o resto dos sacos, levando-os para dentro. Quando abaixei as sacolas, percebi que o conteúdo não se tratava de mantimentos. Parecia material de costura.
"Adivinhe nossas fantasias para o Dia das Bruxas?", Diz Caulder.
"Hum"
"O câncer de Julia", ele gritou.
Será que ouvi certo?
Julia entrou no quarto com sua máquina de costura e fiz um olhar interrogativo.
"A gente só vive uma vez, não é?" Ela sorriu e colocou a máquina de costura no balcão.
"Ela vai deixar a gente fazer os tumores dos pulmões", diz Kel. "Quer fazer um? Deixo você fazer um grandão.”
Nem sabia como responder. "Hum"
"Kel", Lake interrompeu. "Will e Caulder não vão poder ajudar, eles vão passar o fim de semana fora”. Vendo a excitação no rosto de
Caulder, não havia nenhum lugar que eu preferiria estar mais do que aqui. "Na verdade, Isso foi antes de eu saber que a gente ia fazer câncer de pulmão.”, disse. "Acho que nós vamos ter que remarcar a viagem.”
"Onde está a sua fita métrica?" Lake perguntou à Julia.
"Não sei", falou. "Na verdade, não sei se temos uma.”
Tenho uma fita métrica, então tento pensar em uma maneira de fazer com que Lake me acompanhe para procurar. Sei que está morrendo de vontade de saber o que aconteceu hoje e devo-lhe um enorme pedido de desculpas por agir da maneira que fiz ontem à noite. Tinha passado provavelmente pelo evento mais horrível sozinha com Javi e eu agi como um idiota por todo o caminho de casa. Estava tentando não gritar com ela ontem à noite, quando a única coisa que deveria ter feito era consolá-la.
"Will tem uma, podemos usar a dele", disse Lake. "Will, você se incomoda de ir lá pegar?"
Me fiz de besta. "Eu tenho uma fita métrica?"
Ela revirou os olhos. "Sim, está no seu kit de costura.”
"Eu tenho um kit de costura?"
"Está na área de serviço.” Ela espalhou o material pela frente dela.
"Está ao lado da máquina de costura na prateleira atrás dos moldes da sua mãe. Eu os organizei por ordem cronológica de acordo com os nú... deixa pra lá", disse ela rapidamente. Balançou a cabeça e levantou. "Eu mostro pra você.”
Obrigado.
Rapidamente dei um salto, talvez um pouco ansioso.
"Você colocou os moldes em ordem cronológica?" Julia perguntou.
"Eu estava tendo um dia ruim", disse Lake por cima dos ombros.
Segurei a porta para Lake, em seguida, fechei-a atrás de nós. Ela se virou e perdeu completamente a atitude calma. "O que aconteceu? Deus, estive preocupada o dia inteiro", disse ela.
"Não fui tão repreendido", falei, enquanto caminhamos em direção a minha casa. "Eles me disseram que, como eu estava defendendo outra aluna, não seria correto me punir.”
Acelerei alguns passos e abro a minha porta da frente para ela, dando um passo para o lado para deixá-la entrar.
"Que bom. E seu estágio?", perguntou.
"Bom, é um pouco complicado. Os únicos que têm vaga são aqui em Ypsilanti, mas todos em escolas de ensino fundamental. Vou me formar em ensino médio, então me colocaram num colégio de
Detroit.”
Ela olhou para mim, os olhos cheios de preocupação. "Como assim? Vocês vão se mudar?"
Amo o fato de que a ideia de nossa mudança a assuste tanto. Eu rio. "Não, Lake, não vamos nos mudar. São apenas oito semanas. Mas vou ter de dirigir um bocado. Na verdade, eu ia até falar sobre isso mais tarde com você e sua mãe. Não vou poder levar os garotos para a escola, nem buscá-los. Vou passar muito tempo fora. Sei que não é uma boa hora para pedir a ajuda de vocês..."
"Pode parar. Você sabe que a gente vai ajudar.” Ela pegou a fita métrica e fechou a caixa, em seguida, colocando o kit de volta no lugar, na lavanderia. A segui, mas não sei por que me sentia compelido. Tenho medo que volte direto para a casa dela quando tenho tanta coisa que preciso falar. Andei na lavanderia atrás dela e a interrompi na porta. Estava olhando calmamente de frente para ela, passando os dedos pelos moldes de minha mãe. Tinha novamente um olhar distante em seus olhos. Inclinei-me contra o batente da porta para observá-la.
Ainda não posso acreditar que fui capaz de pensar que ela estaria disposta a permitir que Javi a beijasse, especialmente depois de ver meu desempenho na noite passada. A conheço melhor do que ninguém e ela sabe que merece muito mais do que Javi. Inferno, ela sabe que merece muito mais do que eu. Ela foi até a parede e fez um movimento para desligar a luz, então se virou para mim. Chegou a um impasse quando viu que eu bloqueava a porta. Calmamente suspirou e olhou para mim, seus belos olhos verdes cheios de esperança novamente. Ela rolou os olhos sobre minhas feições, procurando o meu rosto, esperando que eu falasse ou me movesse para fora de seu caminho. Não queria fazer nenhum dos dois. Tudo o
que quero fazer é pegá-la em meus braços e mostrar-lhe como me sinto sobre ela, mas não posso. Ela olhou para mim, lentamente, deixando o seu olhar sobre a minha boca. Puxou a parte inferior de seus lábios com os dentes e nervosamente baixou os olhos para o chão.
Nunca na minha vida quis tanto ser um dente. Respirei fundo e preparei-me para botar para fora o que precisava ser dito, apesar de saber que não deveria fazer isso. Só preciso que ela saiba por que eu fiz o que fiz ontem à noite e por que agi da maneira como agi. Cruzei os braços sobre o peito e sustentei meu pé contra a porta, olhando para ele. Evitar o contato visual com ela seria provavelmente a melhor coisa agora, considerando a minha falta de determinação no momento. Tem um tempo desde a última vez em que estive sozinho em uma situação como esta. A forma como as coisas foram acontecendo nas últimas semanas, tinha me convencido de que era mais forte do que eu e mesmo assim tinha que superar a fraqueza que sentia quando estava perto dela.
Eu estava completamente errado. Meu coração bateu no meu peito em velocidade recorde e estava sendo consumido por um desejo insaciável de agarrá-la pela cintura e puxá-la para mim. Me abracei apertado na tentativa de manter minhas mãos em mim mesmo. Balancei meu queixo para trás e para frente, empenhado em encontrar uma maneira de enterrar o meu desejo de confessar a ela, mas não conseguia. As palavras jorraram de mim antes que pudesse pará-las.
"Ontem à noite", falei, minha voz quebrando a tensão como uma marreta. "Quando vi Javi beijando você... Achei que você o estava beijando também.”.
Balancei meus olhos para ela, buscando uma reação. Qualquer reação. Sei como ela tenta esconder o que sente mais do que qualquer outra pessoa que já conheci.
Seus olhos se arregalam ao perceber que eu não estava defendendo ela na noite passada. Estava agindo como um namorado possessivo e não como um cavaleiro de armadura brilhante.
"Ah," ela diz.
"Só soube a história inteira hoje de manhã, quando você contou sua versão", falei. Não sei como me segurei no escritório esta manhã, quando descobri. Tudo o que queria fazer era agarrar a garganta do pai de Javi por cima da mesa e dar um soco no queixo por ter criado um idiota. Só de pensar nisso faz meu sangue ferver. Dei uma inspirada profunda, enchendo meus pulmões com toda a capacidade máxima antes de bufar um suspiro.
Percebi minhas mãos fechadas com os punhos apertados, então relaxei e passei minhas mãos pelo meu cabelo, virando-me para encará-la.
"Nossa, Lake. Você não tem ideia da raiva que me dominou. Queria tanto machucá-lo. E agora? Agora que sei que ele estava mesmo machucando você? Quero matá-lo." Inclinei minha cabeça contra o batente da porta e fechei os olhos. Tinha que começar a tirar aquilo da minha cabeça. Ele a machucou e não estive lá a tempo de protegê-la.
A imagem dele pressionando sua boca contra a dela contra a sua vontade era bem clara na minha cabeça, assim como o fato de que os lábios dele foram os últimos a tocar os dela. Ela não merece ser beijada assim. Merece ser beijada por alguém que a ame. Alguém
que passe todo o momento tentando fazer tudo certo com ela. Alguém que prefere morrer a vê-la ferida. Ela não merece ser beijada por ninguém além de mim. Suas sobrancelhas franziram e ela estava olhando para mim com uma expressão confusa. "Como você...", ela fez uma pausa, "Como soube que eu estava lá?"
"Eu vi você. Quando terminei o poema, vi você indo embora.”
Ela olhou para mim e calmamente tomou fôlego com a minha admissão. Suas mãos buscaram alguma forma de apoio por trás dela e deu uns passos para trás, firmando-se. Apesar da escuridão, podia ver seus olhos dançar com esperança. "Will, isso significa que..." imediatamente dei dois passos para frente, diminuindo a distância entre nós. Meu peito se erguia a cada respiração enquanto tentava acalmar o meu desejo de mostrar a ela o quão sincero minhas palavras foram ontem à noite. Acariciei meus dedos contra a pele macia de seu rosto, em seguida, encostei o meu polegar sob o queixo, trazendo seu rosto para perto do meu. O simples contato de sua pele contra os meus dedos me fez lembrar o que seu beijo é capaz de fazer comigo. Ele me hipnotiza. Seu toque completamente, sinceramente me abala e tento me forçar a abrandar.
Ela colocou a mão no meu peito quando envolvi meus braços em torno dela. Podia sentir a sua vontade de resistir, mas sua necessidade é tão forte quanto a minha. Dou um passo para frente até encontrar apoio sólido e rapidamente pressionei meus lábios nos dela antes de qualquer um de nós termos tempo para mudar de ideia. Quando minha língua encontra a dela, ouço um gemido suave e derreteu-se em minhas mãos, deixando cair os braços para os lados. Eu a beijei apaixonadamente, com ternura e ansiosamente, tudo ao mesmo tempo.
Agarrei-a pela cintura e facilmente a levantei para cima do secador, posicionando-me entre as suas pernas e sem perder o contato entre nossos lábios. Ela começou a puxar minha camisa, me querendo mais, então a puxei forçando-a contra mim, ela me envolveu com as pernas. Suas unhas cravaram levemente nos músculos dos meus braços enquanto seus dedos procuravam um caminho até meus braços. Quando atingiu meu pescoço, as mãos deslizavam pelo meu cabelo, enviando calafrios a lugares que nem sabia que poderia ter calafrios. Ela pegou tufos do meu cabelo em seus punhos e puxou minha cabeça para baixo, reposicionando a minha boca contra a pele doce de seu pescoço. Ela aproveitou a oportunidade para recuperar o fôlego, ofegante e gemendo baixinho enquanto meus lábios a provocavam no caminho através de sua clavícula. Minhas mãos alcançaram atrás dela e peguei um punhado de cabelo, assim como ela fez com o meu, então puxei levemente até que ela inclinou a cabeça para trás, me dando mais acesso à pele incrivelmente perfeita de seu pescoço contra meus lábios. Ela fez exatamente como eu esperava e arqueou as costas, dando aos meus lábios permissão silenciosa para continuar sua busca, fazendo um caminho para baixo do pescoço. Soltei seu cabelo e deslizei a mão pelas costas dela, deslizando os dedos entre sua pele e seus jeans. Meus dedos roçaram a borda superior da calcinha dela e eu gemi baixinho.
Tê-la em meus braços preenche o vazio que tem sido constante no meu coração desde a primeira noite que a beijei, mas a cada momento que passa, cada beijo e cada toque de suas mãos, um desejo ainda maior cresce dentro de mim. Preciso mais dela do que esses momentos roubados de paixão.
Preciso de muito mais. "Will", ela respira.
Murmuro contra sua pele, incapaz de emitir uma resposta audível. Realmente não me apetece falar no momento. Corro a minha outra mão até a parte de trás de sua camisa até encontrar o sutiã e a puxo contra mim e faço o caminho de volta até o pescoço em direção a sua boca.
"Quer dizer que...", Ela respira com dificuldade. "quer dizer que não precisamos mais... fingir? Podemos ficar juntos? Agora que você...
você não é mais meu professor?”
Meus lábios congelaram contra o pescoço dela com essas palavras, sem fôlego. Queria mais do que qualquer coisa cobrir sua boca com a minha própria e fazê-la parar de falar sobre isso. Só quero esquecer tudo isso por uma noite. Só por uma noite. Mas não posso.
Meu momento incrivelmente irresponsável de fraqueza apenas deu-lhe a ideia errada. Ainda sou um professor.
Talvez não seja seu professor, mas ainda sou um professor. E ela é ainda uma estudante. E tudo o que está acontecendo entre nós agora ainda é completamente errado, não importa o quão certo eu quero que seja.
Pensando sobre todas as potenciais complicações de sua pergunta, de alguma forma a libertei do meu aperto forte e dei um passo para mais longe dela.
"Will?", Diz ela, deslizando de cima da secadora. Ela se aproximou de mim e o medo em seus olhos fez meu estômago revirar. Fiz isso com ela. De novo.
Posso sentir o pesar e a agonia rastejarem até o meu rosto e é óbvio que ela pode ver isso também.
"Will?Me responda. As regras ainda se aplicam a nós?", Diz ela com medo.
Não sei o que posso falar para tornar tudo menos doloroso. É óbvio que cometi um erro enorme.
"Lake", sussurro, minha voz cheia de vergonha. "Foi um momento de fraqueza. Desculpe."
Ela deu um passo para frente e enfiou as mãos no meu peito. "Um momento de fraqueza? É esse o nome que você dá? Um momento de fraqueza?", gritou. Recuei com suas palavras, sabendo que acabei de falar a coisa errada. "O que pretendia fazer, Will? Quando é que ia parar de se agarrar comigo e me expulsar de sua casa?”
Ela vira e tempestuosamente vai para fora da lavanderia. Vê-la ir embora me fez entrar em pânico com a ideia de não apenas perturbá-la, mas de perdê-la para sempre. "Lake, não", implorei, seguindo atrás dela. "Desculpe. Desculpe mesmo. Não vai acontecer de novo, eu juro.”
Ela se virou para mim, as lágrimas já escorrendo pelo seu rosto. "Não vai mesmo, pode ter certeza! Eu finalmente aceitei, Will! Depois de um mês de tortura, finalmente estava conseguindo ficar na sua presença novamente! E aí você vai e faz isso! Pra mim não dá mais", diz ela, jogando os braços para cima em derrota. "A maneira como você consome minha mente quando não estamos juntos? Não tenho mais tempo para isso. Tenho de pensar em coisas mais importantes, não nos seus momentos de fraqueza.”
Suas palavras me abateram. Ela está absolutamente certa. Já passei tanto tempo tentando fazê-la aceitar as coisas e seguir em frente para não ser castigada pela minha vida, mas não consigo resistir a
ela muito tempo, não o suficiente para não ceder ao meu desejo egoísta por ela. Não a mereço. Não mereço seu perdão e muito menos ser amado por ela.
"Pegue a fita métrica", diz ela, de pé com a mão na porta.
"O...o quê?"
"Está na porcaria do chão! Pegue a fita métrica pra mim!"
Volto para a lavanderia e recupero a fita métrica, em seguida, levo de volta para ela, colocando-a em sua mão. Ela olhou para baixo para a minha mão fechada sobre a dela. Ela enxugou as lágrimas que caíam com a outra mão. Recusou-se a sequer olhar para mim. O pensamento dela me odiando pelo que aconteceu entre nós me aterroriza. A amo muito e quero mais do que qualquer coisa ser capaz de desistir de tudo por ela. Mas não posso. Ainda não. Ela tem que saber como isso é difícil para mim também. "Não faça com que eu seja o vilão, Lake. Por favor.”
Ela puxou a mão da minha e olhou nos meus olhos. "Bem, o mártir com certeza você não é mais.” E saiu, batendo a porta atrás dela.
As palavras "espere por mim" atravessaram meus lábios assim que a porta se fechou, mas ela não me ouve. "Quero que você me espere", digo novamente. Sei que ela não pode me ouvir, mas o fato de que posso dizer isso em voz alta me dá a confiança de que preciso correr atrás dela e falar olhando-a nos olhos.
Eu a amo. Sei que ela me ama. E apesar do que Julia acha que é bom para nós, quero que ela espere por mim.
Precisamos ficar juntos. Temos que ficar juntos. Se não a impedir de ir embora agora, vou me arrepender pelo resto da minha vida.
Abri a porta, preparado para correr atrás dela, mas parei quando a vi. Estava em sua porta de entrada, enxugando as lágrimas que sou responsável. Vejo como ela toma fôlego mais profundamente, tentando se recompor antes de entrar em sua casa. Vendo seu esforço para esquecer o que aconteceu para que possa ajudar a mãe dentro de sua própria casa traz tudo de volta em perspectiva. Sou a última coisa que ela precisa em sua vida agora. Tenho muita responsabilidade e com a forma como as coisas estão indo para ela agora, a última coisa que ela precisa é colocar sua vida em espera por mim. Tudo o que eu fale ou faça apenas lhe traz mais dor e sofrimento e não posso pedir-lhe para aguentar mais, enquanto espera por mim. Não precisa se concentrar em mim. Julia está certa. Ela precisa se concentrar em sua família. Relutantemente caminho de volta para minha casa e fecho a porta atrás de mim. A percepção de que preciso deixá-la partir por bem me faz cair sobre meus joelhos.