Essa Garota
Capítulo 3
A lua de mel
"Adoro ouvir isso", diz, sorrindo do meu lado na cama. "Então você pensou que eu era bonita, né?"
"Não, não achava que você fosse bonita. Penso que você é absolutamente linda”, corrijo-a. Deslizo uma mecha do seu cabelo fora do seu rosto e ela se inclina em minha direção e beija minha mão. "O que você pensou sobre mim?" pergunto.
Ela sorri. "Tentei não pensar. Senti-me atraída por você, mas havia tanta coisa acontecendo, nós havíamos mudado para o Michigan não tinha nem cinco minutos, quando nos conhecemos. Entretanto, na ocasião estávamos todos juntos nos divertindo. Cada minuto em que ficava próxima, mais me apaixonava por você."
"Apaixonada?" rio.
Ela sorri. "Estava muito apaixonada por você, Will. Especialmente depois que você me ajudou com o curativo. E após a nossa viagem ao supermercado.”
"Tenho que confessar que ambos estávamos apaixonados após essa viagem."
APAIXONANDO
Tento dar uma olhada em meus planos de aula para a próxima semana, mas não posso me concentrar. Tento identificar exatamente o que há nela que consome completamente a minha mente, mas não consigo entender. Após o incidente com o curativo, esta manhã, ela é tudo o que há na minha cabeça durante o trabalho. Gostaria que ela acabasse por fazer ou dizer algo estúpido assim me decepcionaria não esperando nada dela. É estranho.
Nunca estive tão consumido pensando em alguém durante toda a minha vida. Esta é a última coisa que preciso agora, mas de alguma forma ela é a única coisa que quero.
Caulder entra apressadamente pela porta da frente, rindo. Ele tira os sapatos e vai para o outro lado da sala de estar sacudindo a cabeça. "Aquela menina que usa pantufas do Darth Vader me perguntou como se chega ao supermercado", diz ele. "Eu não sei dirigir. Ela é tão estúpida." Vai até a geladeira e a abre.
Eu me levanto. "Ela ainda está lá fora?" Corro para a porta da frente e vejo o seu jipe estacionado na rua. Rapidamente coloco os meus sapatos, então corro para fora antes que ela vá. Fico aliviado quando a vejo brincando com o GPS. Isso me dará algum tempo.
Pergunto-me se ela se importaria se eu fosse com ela até o supermercado.
É claro que ela se importaria. Isso é estranho.
"Não é uma boa ideia", digo me aproximando do seu carro, em seguida, falo através da janela.
Ela me olha, com um sorriso escondido nos cantos de sua boca. "O que não é uma boa ideia?" Ela começa a inserir o GPS no respectivo suporte.
Merda. O que não é uma boa ideia? Acho que não vai colar. Falo a primeira mentira que vem à minha cabeça.
“Há muitas construções. Vai terminar se perdendo com isso...”
Assim quando ela abre a boca para responder, um carro chega parando ao seu lado, uma mulher se inclina sobre o assento e fala com Layken através da janela. Tem que ser sua mãe, elas são praticamente idênticas. O mesmo sotaque e tudo.
Continuo inclinado na janela, usando sua distração como uma oportunidade de estudá-la. Seu cabelo é castanho escuro, mas não tão escuro quanto o da sua mãe. Seu esmalte das unhas está lascado. Parece que ela não liga, o que de alguma forma me faz gostar ainda mais. Vaughn nunca saiu de casa a não ser que seu cabelo e unhas estivessem perfeitos.
Kel pula para fora do outro carro e chama Caulder, que agora está de pé ao meu lado, prontamente. Caulder pergunta se ele pode ir, então pego a maçaneta da porta do carro de Layken sem me preocupar com possíveis consequências.
Danem-se as consequências.
"Claro", respondo a ele. "Eu volto daqui a pouco, Caulder. Vou com Layken até o mercado..." Abro a porta e entro no carro sem analisar minhas ações. Ela me lança um olhar, mas parece mais como ‘um divertido’ do que ‘um irritado’. Encaro isso como um bom sinal. “Não sou muito bom em dar direções. Se incomoda se eu for com você?"
Ela ri e engata a marcha no carro, olhando para o cinto de segurança já afivelado. "Acho que não."
O supermercado próximo fica a apenas dois quarteirões de distância. Isso não é tempo suficiente com ela, então decido levá-la pelo caminho mais longo. Isso me dará mais uma chance para conhecê-la.
"Então, seu irmãozinho se chama Caulder?" Ela pergunta enquanto parte da nossa rua. Gosto de como ela pronuncia o nome de Caulder, pronunciando mais acentuadamente do que o necessário.
"Pois é. Depois que nasci, meus pais tentaram ter mais um filho durante anos. Terminaram tendo Caulder numa época em que nomes como “Will” não eram mais tão legais."
"Gosto do seu nome", diz. Sorrindo para mim e seu rosto fica vermelho, então ela rapidamente lança um olhar em minha direção e rapidamente olha de volta para estrada.
Seu embaraço me faz rir. Isso foi um elogio? Ela acabou de flertar comigo? Deus, espero que sim.
Peço para ela virar à esquerda. Ela liga o pisca-pisca, então leva a mão até seu cabelo, passando os dedos ao longo deles, uma ação que me faz engolir. Quando ambas as mãos estão no volante novamente, estendo a mão e afasto os cabelos para trás dos seus ombros, em seguida, puxo para trás o colarinho da sua camisa.
Olho para o seu curativo, querendo que ela não perceba a razão pela qual estou tocando-a, quando na verdade só precisava sentir o seu cabelo. Quando meus dedos tocam a sua pele, ela recua. Parece que a deixo nervosa. Espero que esteja fazendo o certo. "Logo vai precisar trocar o curativo", digo. Puxo sua camisa de volta ajeitando-a.
"Me lembre de comprar mais na loja", ela diz. Ela agarra o volante firmemente e mantém seus olhos focados na estrada. Ela provavelmente não está acostumada a dirigir na neve. Deveria ter me oferecido para dirigir.
Os próximos momentos são silenciosos. Me pego olhando para ela, imerso em pensamentos. Pergunto-me quantos anos ela tem.
Ela não parece mais velha do que eu, mas seria péssimo se ela fosse. Às vezes, as meninas não namoram caras que são mais jovens do que elas. Realmente deveria saber mais sobre ela.
"Então, Layken", digo casualmente. Colocando a minha mão no seu encosto de cabeça olhando para trás de mim para todas as caixas ainda na parte de trás do jipe. "Me conte mais sobre você."
Ela levanta uma sobrancelha para mim, em seguida, volta sua atenção para a estrada. "Hum, não. Isso é tão clichê.”
Sua resposta inesperada me faz rir baixinho. Ela é mal-humorada. Eu gosto disso, mas ainda não responde a nenhuma das minhas perguntas. Olho para o seu leitor de CD e me inclino para frente. "Tá certo. Vou descobrir sozinho, então", digo enquanto pressiono o eject do CD player. "Sabe de uma coisa, dá para conhecer bastante uma pessoa pelo tipo de música que ela escuta." Tiro o CD fora do player e seguro a respiração enquanto me preparo para lê-lo. Por favor, que não seja o Nickelback. Teria que pular para fora do carro. Quando leio o rótulo escrito à mão, rio. "Merdas da Layken? É uma merda aqui é uma descrição ou algo possessivo?”
Ela rouba o CD das minhas mãos e insere-o de volta no CD player.
"Não gosto quando Kel mexe nas minhas coisas, tá?”
É quando tudo acontece. O som mais bonito do mundo. Claro, a música é linda. Todas as músicas dos Avett Brothers são lindas. Mas o som que estou ouvindo é o som de banjos. O som da similaridade. O som da minha banda favorita que tenho escutado sem parar nos dois últimos anos... vindo de seus alto-falantes.
Quais são as chances?
Ela imediatamente se inclina para frente e abaixa o volume. Eu inconscientemente agarro sua mão para detê-la.
"Aumente de novo, conheço isso."
Ela sorri como se não fosse verdade o que eu disse. "Ah, é? Como se chama?" Ela desafia.
"São os Avett Brothers," digo. Ela arqueia a sobrancelha e me olha curiosa enquanto explico a canção. O fato dela aparentemente gostar desta banda tanto quanto eu, provoca um sentimento profundo na boca do meu estômago que eu não sentia há anos.
Meu Deus, eu tenho borboletas.
Ela olha para a minha mão ainda segurando a dela. Solto a mão dela e começo a esfregar as mãos na minha calça, esperando que não a tenha deixado desconfortável. Tenho quase certeza de que ela está corando novamente, embora isso seja um bom sinal. Um sinal muito bom.
Ao longo do caminho para o supermercado, ela me conta tudo sobre sua família. Ela fala principalmente sobre a morte recente do seu pai e seu presente de aniversário. Continua falando sobre seu pai e tudo o que sua família tem vivido ao longo deste ano. Isto explica o olhar distante, que ela tem em seus olhos às vezes. Não posso ajudá-la, mas me sinto conectado a ela, sabendo que ela pode entender em algum nível o que passei nos últimos anos. Fico apreensivo com o pensamento de ter que contar-lhe sobre os meus pais agora.
Posso sentir a conversa chegando neste ponto, então indico a real direção do supermercado, esperando que ela vá desviar do assunto dos pais antes que se torne a minha vez de compartilhar. Quando paramos no estacionamento, estou ao mesmo tempo aliviado e ansioso. Aliviado por não ter que explicar a minha situação com Caulder para ela, mas ansioso com o pensamento que sei que a conversa será inevitável. Só não quero assustá-la ainda.
"Caramba", diz. "Este é o caminho mais rápido para o mercado?
Foram quase 20 minutos.”
Balanço a cabeça abro a porta e pisco para ela. "Não, na verdade não é." Saio do carro, impressionado comigo. Já se passou muito tempo desde que estive com uma menina, não tinha certeza se ainda saberia como conduzir a conversa. Ela percebe que estou flertando com ela. Gosto dela. Ela parece gostar de mim, mas não é tão para frente como eu, então não tenho certeza. Definitivamente não sou de jogar, então decido deixar as coisas rolarem. Pego sua mão, digo-lhe para correr, puxando-a mais rápido em direção à entrada. Faço isso em parte porque estamos ficando encharcados, mas principalmente porque só queria uma desculpa para agarrar a mão dela novamente.
Quando entramos, ela está toda molhada e rindo. É a primeira vez que realmente a ouço rir. Gosto do som da sua risada.
Há um fio de cabelo molhado preso ao seu rosto, assim me aproximo e a enxugo. Logo que meus dedos tocam a sua pele, seus olhos fixam-se nos meus e ela para de rir.
Droga, aqueles olhos. Continuo olhando, incapaz de desviar o olhar. Ela é linda. Tão linda.
Ela quebra o nosso olhar e limpa a garganta. Sua reação é um pouco reservada, como se a tivesse feito se sentir desconfortável. Ela me dá a lista de compras e pega um carrinho. "Sempre neva em setembro?", pergunta.
Nós tivemos apenas um momento intenso ligeiramente estranho... e ela está me perguntando sobre o tempo? Eu rio.
"Não, não vai durar mais do que alguns dias, talvez uma semana. Na maioria das vezes só começa a nevar no fim. Você deu sorte.”
Ela olha para mim. "Sorte?"
"Sim. É uma frente fria bem rara. Você chegou aqui na hora certa.”
"Hum. Imaginei que ‘cês’ odiassem a neve. Aqui não neva a maior parte do ano?”
É oficial. O sotaque do sul é o meu sotaque absolutamente favorito agora. "Cês", eu rio.
"O quê foi?", Diz defensivamente.
Balanço minha cabeça e sorrio. "Nada. É que nunca ouvi ninguém dizer 'cês' na vida real antes. É bonitinho. É tão beldade do sul.”
Ela ri de meu comentário. "Ah, desculpe. De agora em diante vou fazer como os ianques e desperdiçar meu fôlego falando "vo-cês” toda vez."
"Não faça isto", digo, cutucando seu ombro. "Gosto do seu sotaque, ele é perfeito."
Ela cora novamente, mas não desvia o olhar. Olho para a lista de compras pretendendo lê-la, mas não consigo deixar de notar que ela está me olhando. Olhando intensamente. Quase como se estivesse tentando me entender ou encontrar alguma coisa.
Ela finalmente vira a cabeça e eu a conduzo na direção dos alimentos em sua lista.
"Lucky Charms", digo, olhando para ela enquanto ela pega três enormes caixas do cereal. "É o favorito de Kel?"
Ela sorri para mim. "Não, na verdade é o meu."
"Sou mais fã dos flocos de arroz “Krispies”." Pego as caixas de cereais dela jogando-as no carrinho de compras.
"Flocos de arroz Krispies são chatos", diz ela.
"O inferno que são! Flocos de arroz Krispies são os melhores. Quanto melhor é o seu cereal?"
"Lucky Charms tem estrelas de marshmallows neles. Você pode fazer um desejo cada vez que você come um.”
"Oh, sim", eu rio. "E o que você vai desejar? Você tem três caixas, que dão um monte de desejos."
Ela cruza os braços sobre a alça do carrinho e se inclina para frente, enquanto o empurra. Ela tem o mesmo olhar distante em seus olhos novamente. "Gostaria de poder voltar ao Texas", disse em voz baixa.
A tristeza em sua resposta me faz querer abraçá-la. Não sei o que tem no Michigan que a faz se sentir dessa maneira. Tenho uma enorme necessidade de consolá-la. "O que você deixou para trás no
Texas?”
"Tudo", ela diz. "A falta de neve, a falta de concreto, a falta de pessoas, a falta de..." Ela pausa. "A falta de desconhecimento."
"Namorado?"
Digo sem sequer pensar. É como se eu perdesse o filtro quando estou perto dela. Ela me lança um olhar confuso, quase como se ela não quisesse interpretar mal a minha pergunta.
"Você sente falta do seu namorado?" Esclareço.
Ela sorri para mim, apagando o olhar conturbado que a consumiu apenas alguns segundos atrás. "Nenhum namorado”, diz ela.
Sorrio para ela. Legal.
Decidi levá-la para casa pela rota rápida. Teria levado pelo caminho mais longo novamente, só para passar mais tempo com ela, mas acho realmente que ela precisa aprender como chegar ao supermercado, no caso de eu não poder me convidar para a próxima viagem. Quando estacionamos em sua garagem salto para fora e vou até a parte traseira do Jeep. Enquanto ela abre a porta de casa, abro a porta traseira e vejo como ela agrupou as compras. Ela surpreendeu-me, mas estou decepcionado que estamos prestes a nos separar novamente. Odeio pensar que uma vez que estes mantimentos estiverem descarregados, terei que voltar para casa. Quero passar mais tempo com ela.
Quando ela chega à parte de trás do jipe me encontrando, ela sorri e coloca a mão sobre seu coração. "Nossa! Nunca teria conseguido encontrar o mercado sem a sua ajuda. Muito obrigado por sua hospitalidade, gentil senhor.”
Oh.
Meu.
Deus.
Isso é a mais quente impressão sulista que eu já ouvi. E aquele sorriso. E o riso nervoso.
Tudo que ela faz penetra no meu coração. É tudo o que posso fazer para me impedir de pegar o rosto dela e beijá-la infernalmente e dar o fora daqui e agora. Olhando para ela, observando-a rir... Deus, nunca quis tanto beijar uma garota assim em toda a minha vida.
"O quê foi?", Diz ela, nervosa. Ela pode ver, obviamente, a luta interna por trás da minha expressão.
Não faça isso Will.
Ignoro o meu melhor julgamento dando um passo à frente. Seus olhos permanecem presos nos meus, enquanto toco seu queixo com minha mão livre. Meu movimento ousado provoca um pequeno suspiro que passa entre os seus lábios, mas ela não faz nenhum movimento para afastar-se. Sua pele é macia sob meus dedos. Aposto que seus lábios são ainda mais suaves.
Meus olhos estão fixos nela, admirando sua bela simplicidade. Ela não se retrai. Na verdade, ela parece esperançosa, como se desejasse receber meus lábios nos dela.
Não a beije. Não faça isso. Você vai estragar tudo, Will.
Tento silenciar a voz em minha cabeça, mas a voz finalmente vence. É muito cedo. Estamos em plena luz do dia. Na frente da casa de sua mãe, pelo amor de Deus! O que estou pensando?
Deslizo minha mão pela parte de trás do seu pescoço, em seguida, beijo-a na testa. Dou um passo para trás e relutantemente solto minhas mãos. Tenho que lembrar de respirar. Estar tão perto dela é sufocante, mas da melhor maneira.
"Você é uma gracinha", digo, tentando clarear o momento. Pego algumas sacolas de dentro do porta malas do carro e rapidamente vou para a porta da frente antes que ela avalie os seus sentidos e me dê um soco. Não posso acreditar que a beijei na testa! Conheço a garota há apenas dois dias!
Largo as sacolas na porta e volto para o carro, imediatamente sua mãe sai e se aproxima.
Não sinto nada além do alivio por ter decidido não beijá-la quando percebo que teria sido interrompido. Um pensamento humilhante.
Levanto minha mão para me apresentar. "Você deve ser a mãe de Layken e de Kel. Meu nome é Will Cooper. Nós moramos do outro lado da rua.”
Ela me dá um sorriso acolhedor. Ela parece legal, não intimida ninguém. É incrível o quanto Layken se parece com ela.
"Julia Cohen," diz. "Você é o irmão mais velho de Caulder?"
"Sim, senhora. Doze anos mais velho."
Ela me olha por um momento. "Então você tem... vinte e um anos?”
Não tenho certeza, porque acontece muito rápido, mas posso jurar que ela olhou para trás e piscou para Layken.
Ela dirige seu olhar para trás de mim e sorri novamente.
"Bem, fico contente que Kel e Lake tenham feito amizade tão rápido", diz ela.
"Eu também."
Julia libera a minha mão e se vira em direção a sua casa, pegando os sacos na entrada.
Lake. Ela a chama de Lake. Gosto até mais do que Layken. Aproximo-me para pegar as duas últimas sacolas do carro.
"Lake é? Gostei disso." Entrego-lhe as sacolas e fecho o porta mala. "Então, Lake," digo, inclinando-me contra o carro dela. Cruzo os braços sobre o peito e respiro fundo. Esta parte é sempre a mais difícil. O 'pedido para sair'.
"Caulder e eu vamos a Detroit na sexta-feira. Vamos voltar tarde no domingo, coisas de família," digo. "Estava imaginando se você tem planos para amanhã à noite, antes de eu ir?”
Ela sorri para mim, em seguida, faz uma cara de quem está tentando abafar o riso. Gostaria que não fizesse isso. Seu sorriso é de tirar o fôlego.
"Vai mesmo me obrigar a admitir que não tenho absolutamente nada para fazer aqui?", Diz ela.
Isso não foi um não, então encaro isso como um sim. "Ótimo. Então está marcado. Venho buscá-la às sete e meia." Me viro e saio imediatamente indo em direção à minha casa antes que ela possa se opor. Não a convidei. Na verdade, impus. Mas... com certeza ela não se opôs. Isso é um bom sinal. Isso é um sinal muito bom.