Perspectivas educacionais e novas demandas: a telecolaboração
Sobre a autora
Daniela Nogueira de Moraes Garcia é Mestre em Letras pela UNESP, FCL/ Assis e Doutora em Estudos Linguísticos pela UNESP, IBILCE, São José do Rio Preto. É Professora Assistente junto ao Departamento de Letras Modernas da FCL-UNESP, Campus de Assis. Realizou sua pesquisa de pós-doutorado pelo Spanish and Portuguese Department da Georgetown University (Washington, DC- United States of America) - Processo FAPESP: 2014/14442-8. Atua no Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e Ciências- UNESP e, no PROFLETRAS -UNESP na Faculdade de Ciências e Letras. Atua, ainda, na consultoria dos alunos-professores do Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores e da Universidade Aberta à Terceira Idade. Coordena o PIBID- Inglês na FCL- Assis. Foi coordenadora pedagógica do Nucli Inglês em Fronteiras e do Japonês sem Fronteiras. É coordenadora das English Teaching Assistants pela Fulbright na FCL-Assis. Coordena sessões de interação e mediação no teletandem e nas telecolaborações em inglês como língua franca. Integra o Grupo de Pesquisa do CNPq: InviTe (Intercâmbio Virtual e Teletandem): Línguas Estrangeiras para Todos. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Línguas Estrangeiras Modernas, atuando, principalmente, nos seguintes temas: telecolaboração, novas tecnologias e mídias, formação inicial e continuada de professores, elaboração de material didático, língua portuguesa como adicional, multiletramentos, multimodalidades, metodologias ativas.
Pareceristas
Este livro foi submetido ao Edital 01/2020 do Programa de Pós-graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e Ciências da UNESP, câmpus de Marília e financiado pelo auxílio nº 0798/2018, Processo Nº 23038.000985/2018-89, Programa PROEX/CAPES. Contamos com o apoio dos seguintes pareceristas que avaliaram as propostas recomendando a publicação. Agradecemos a cada um pelo trabalho realizado:
Adriana Pastorello Buim Arena
Alessandra Arce Hai
Alexandre Filordi de Carvalho
Amanda Valiengo
Ana Crelia Dias
Ana Maria Esteves Bortolanza
Ana Maria Klein
Angélica Pall Oriani
Eliana Marques Zanata
Eliane Maria Vani Ortega
Fabiana de Cássia Rodrigues
Fernando Rodrigues de Oliveira
Francisco José Brabo Bezerra
Genivaldo de Souza Santos
Igor de Moraes Paim
Irineu Aliprando Tuim Viotto Filho
José Deribaldo Gomes dos Santos
Jussara Cristina Barboza Tortella
Lenir Maristela Silva
Livia Maria Turra Bassetto
Luciana Aparecida Nogueira da Cruz
Márcia Lopes Reis
Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo Marilene Proença Rebello de Souza
Mauro Castilho Gonçalves
Monica Abrantes Galindo
Nadja Hermann
Pedro Laudinor Goergen
Tânia Barbosa Martins
Tony Honorato
Comissão de Publicação de Livros do Edital 001/2020 do Programa
de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Filosofia e
Ciências da UNESP, campus de Marília
Graziela Zambão Abdian, Patricia Unger Raphael Bataglia, Eduardo
José Manzini e Rodrigo Pelloso Gelamo
Notes
1. The term 21st century skills refers to a broad set of knowledge,
skills, work habits, and character traits that are believed—by educators, school reformers, college professors, employers, and others—to be critically important to success in today’s world, particularly in collegiate programs and contemporary careers and workplaces. Generally speaking, 21st century skills can be applied in all academic subject areas, and in all educational, career, and civic settings throughout a student’s life.
↩
2. Critical thinking, creativity, collaboration, communication,
information literacy, media literacy, technology literacy, flexibility, leadership, initiative, productivity, social skills.
↩
3. A publicação refere-se a um relatório de Políticas para a
Ciência elaborado por the Joint Research Centre (JRC), uma Comissão Européia a serviço da ciência e conhecimento.
↩
4. Quadro Europeu para a Competência Digital de Educadores.
↩
5. Ilustrações criadas para este livro por Felipe dos Santos
Ribeiro.
↩
6. O termo COIL tem sido amplamente utilizado e, por tal razão,
optamos por mantê-lo em inglês. Em português, poder-se-ia pensar em Aprendizagem Colaborativa Online Internacional.
↩
7. Projeto Temático FAPESP (Processo n. 2006/03204-2).
↩
8. Na diferença de agendas, destaco questões políticas,
ideológicas e de poder que envolvem as línguas portuguesa e inglesa e todo o prestígio e necessidade de aprendizagem da língua inglesa, dominante em tempos globalizados,
contrapondo-se à língua portuguesa. Testemunhei uma demanda muito, muito maior pela aprendizagem da língua inglesa, o que causava grande lista de espera por estrangeiros interessados na língua portuguesa nos tempos que descrevo. Atualmente, a situação é diferente como será elucidado posteriormente.
↩
9. Como já explanado, inicialmente, considerava-se o pareamento
individual, conforme inscrições recebidas. Com o envio de listagens e associação às aulas de Língua Portuguesa do exterior (como irão ilustrar os quadros 5, 6 e 7, mais adiante), a partir de 2010, (SILVA, 2011), verificar concebe-se, assim, a parceria ainda individual mas realizada a partir da ‘noção de grupos’.
↩
10. Elucido, novamente, meu olhar da UNESP, Faculdade de
Ciências e Letras, Câmpus de Assis, onde se conduz, regularmente, a sessão de mediação no formato esclarecido aqui no presente estudo.
↩
11. Esclareço que, dada a grande demanda da UNESP - Assis, as
oportunidades de teletandem são oferecidas aos seus estudantes dos cursos oferecidos na instituição (Letras, História, Psicologia, Ciências Biológicas e Engenharia Biotecnológica) e, também, a docentes e servidores técnico-administrativos. Como a maior procura é pela comunidade discente, refiro-me aqui, muitas vezes aos participantes de teletandem por estudantes.
↩
12. O Centro de Línguas e Desenvolvimento de Professores é um
projeto de extensão colaborativo entre o Departamento de Letras Modernas e o Departamento de Educação da Faculdade de Ciências e Letras da UNESP - Assis, com o apoio da PROEX - Pró-Reitoria de Extensão e da AREX - Assessoria de Relações Externas da Universidade Estadual Paulista.
↩
13. Os quadros aqui apresentados foram criados pela Equipe para
organizar, orientar, agilizar e padronizar a comunicação entre os países.
↩
14. “‘English’, as a language, has for some time been seen as a
global phenomenon and, therefore, as no longer defined by fixed territorial, cultural and social functions. At the same time, people using English around the world have been shaping it and adapting it to their contexts of use and have made it relevant to their socio-cultural settings. English as a Lingua Franca, or ELF for short, is a field of research interest that was born out of this tension between the global and the local, and it originally began as a ramification of the World Englishes framework in order to address the international, or, rather, transnational perspective on English in the world. The field of ELF very quickly took on a nature of its own in its attempt to address the communication, attitudes, ideologies in transnational contexts, which go beyond the national categorisations of World Englishes (such as descriptions of Nigerian English, Malaysian English and other
national varieties)” (Disponível em: https://www.gold.ac.uk/glits-
e/back-issues/english-as-a-lingua-franca/-. Acesso em junho de 2020).
↩
15. Esclareço que as parcerias são entre dois estudantes, um
brasileiro e um estrangeiro. No caso do excerto 8, o Participante R sugere contato com duas parceiras, referindo-se a ‘elas’. É possível que, para a sessão aqui retratada, alguma ausência tenha sido registrada no Brasil e, por tal motivo, o participante tenha interagido com duas estudantes estrangeiras. Isso não costuma ocorrer com muita frequência mas, se necessário, o pareamento pode ser realizado dessa forma. Ainda que não seja a melhor indicação pedagógica, em emergências podem ocorrer de forma a não deixar estudantes desassistidos ou desapontados pela possibilidade de não interação.
↩
16. Esclareço que algumas mensagens foram trocadas pelos
professores pelo WhatsApp, também. Este canal pode ser
utilizado quando há necessidade de arranjos ou resolução de situações que demandam maior agilidade.
↩
17. Apesar de as ações telecolaborativas em ILF ocorrerem desde
2016, não há, ainda, um reconhecimento institucional oficial nem no BR e nem no UK. Dessa forma, as atividades são voluntariamente conduzidas pelos professores/pesquisadores junto a estudantes, também, voluntários. Há uma sinalização de avanços, nesse sentido, mediante a condução de projetos vinculados às universidades, mas ainda em fase tímida de oficialização.
↩
18. Disponível em:
https://www.buzzfeed.com/gabrielakruschewsky/traditional-
brazilian-foods-you-need-to-eat-right-now?
fbclid=IwAR2HSghAM2yY0rMUmTgF-
6HDcCqGbJ9nmXmclGA9L40eT1XgZgGkiag-d2s. Acesso em: 12 jul. 2020
↩
19. Disponível em:
https://live.staticflickr.com/5194/8411280199_88c7b10aea_b.jpg
?fbclid=IwAR0A-
F7vybExWIDspJw98BI5_vj84tuKMjwxTKQFBVqdgxHtdFb-
TeMYMck. Acesso em: 12 jul. 2020.
↩
20. Disponível em: https://portal-amb-
imgs.clubedaana.com.br/2019/06/Naked-cake-de-leite-em-
p%C3%B3-chocolate-e-frutas-vermelhas.jpg?
fbclid=IwAR0iDf4QjBt3zB7fS3o6Q1VDjmVgnTzm338NqprbvpP
3FFhf88KTSvn81fA. Acesso em: 14 jul. 2020
↩
21. Disponível em:
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/Uy
ghur_manta.jpg/220px-Uyghur_manta.jpg?
fbclid=IwAR1QxUNGnk65Mi48JY9o4mftOpB5wZf8kd27ZWn9g
sllkpu9c_VvfGgEik4 . Acesso em: 14 jul. 2020.
↩
22. Disponível em: https://www.google.com/search?
q=festa%20junina&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUK
EwjfzdKjjrrkAhVmLLkGHQrIB3gQ_AUIEigB&biw=958&bih=959
&fbclid=IwAR0bcbxfXx8H9LinSK-
tBYvhPtSgD20bHpz3rmvQjugk9D_suFcpGyWXa0g#imgrc=YU5
C1U6EQlMuTM. Acesso em: 14 jul. 2020.
↩
23. Disponível em: https://www.google.com/search?
q=moreninha+do+rio&oq=moreninha+do+rio&aqs=chrome..69i5
7j0l5.5086j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8 . Acesso em: 14 jul, 2020.
↩
24. Para maiores informações:
https://www2.unesp.br/portal#!/arex/mais-
informacoes/programa-brave/.
↩