Scrum: Um Guia de Bolso
Sobre os tradutores
Rodrigo Silva Pinto é formado em TI, pós-
graduado em Administração de Empresas e Mestre em Gestão de Sistemas Produtivos. Trabalha com métodos ágeis a mais de 10 anos, nas funções de desenvolvedor, Product Owner, Scrum Master, Agile Coach e Agile Chapter Lead. Possui a designação Professional Scrum Trainer pela Scrum.org e é sócio fundador da Agile School. Seu propósito profissional é que por meio da execução, coaching, mentoring e ensino, promova eficácia, eficiência e um ambiente sustentável nas organizações.
Leonardo Bittencourt possui graduação em
Ciências da Computação, MBA em Gerenciamento de Projetos e Especialização em Gerenciamento de Produtos. Tendo iniciado sua carreira como Desenvolvedor Java também atuou como Líder Técnico, Gerente de Desenvolvimento, Scrum Master e Agile Coach. Desde 2013 está estabelecido na Irlanda onde tem trabalhado como Consultor Principal Lean/Ágil em organizações mundiais, sediadas na Europa e Estados Unidos. Através de treinamentos customizados, coaching, mentoria e muita mão na massa, facilita o desenvolvimento de profissionais, times e organizações a fim de criar ambientes de trabalho produtivos bem como soluções relevantes aos usuários.
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“Scrum é livre. As funções, artefatos,
eventos e regras do Scrum são imutáveis
e, embora a implementação de apenas
partes do Scrum seja possível, o
resultado não é Scrum. O Scrum só
existe na sua totalidade e funciona bem
como um contêiner para outras técnicas,
metodologias e práticas.”
(Ken Schwaber, Jeff Sutherland, O Guia do Scrum)
[1] Frederick Taylor (1856-1915) foi um engenheiro norte-americano que ficou conhecido por sua pesquisa em maneiras de otimizar a produtividade, eficiência e o custo do trabalho. Promoveu a padronização imposta e a adoção imposta de métodos e práticas sistemáticas. O controle pertence exclusivamente à gestão, com os trabalhadores apenas para realizar o trabalho.
[2] Isto refere-se às origens da fabricação Lean da Toyota, onde cada pessoa na linha de produção tem o direito de parar a linha quando os problemas, defeitos ou uma falta de qualidade são detectados.
[3] ‘programação orientada a objetos, sistemas, linguagens e aplicativos’
[4] 31% indicaram não seguir nenhuma metodologia. 21% indicaram que estavam fazendo o desenvolvimento iterativo.
[5] Ver http://xp123.com/articles/Invest-in-Good-Stories-and-Smart-Tasks/ para mais detalhes.
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Gunther Verheyen