A Tenda Vermelha

Anita Diamant · Capítulo 1 de 18

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A Tenda Vermelha

Agradecimentos

 

Gostaria de agradecer a Barbara Haber, responsável pela secção de História das Mulheres Americanas da Biblioteca Arthur and Elizabeth Schlesinger no Radcliffe College. Seguindo a sua sugestão, consultei um outro colega de Schlesinger que teve a bondade de apoiar um projecto que extravasava largamente o âmbito das suas funções. Radcliffe Coliege facultou-me ainda o acesso a uma maravilhosa investigação realizada por uma das suas alunas, Rebecca Wand. Agradeço ao Women’s Studies Department da Universidade de Brandeis ter-me recebido como bolseira convidada, e ao Museu de Belas-Artes de Boston a autorização para fotografar a estátua de Lady Sennuwy. Ellen Grabiner, Amy Hoffman, Renée Loth e Marla Zorrow (membros do meu grupo redatorial) dedicaram-me três anos de encorajamentos, leitura atenta, bons conselhos e amizade, apoio que muito agradeço. Os meus longínquos colegas Eddy Myers e Valerie Monroe acompanharam-me (sobretudo via e-mail antes, durante e depois.

Agradeço a Larry Kushner ter-me apresentado a Midrash. Pelas suas contribuições, agradeço a Iris Bass, professor Mark Brettler, Jane Devitt Gnojek, Judith Himber, Karen Kushner, Gíla Langner da revista Kerem, Barbara Penzner, David Rosenbaum, Janice Sorkow do Museu de Belas-Artes de Boston, e Diane Weinstein. Harry Diamant, meu irmão, apresentou-me ao meu agente, Carolyn Jenks, que por sua vez me apresentou a Bob Wyatt, editor atento e de horizontes largos.

Jim Baíl, meu marido, foi duma paciência infinita. A minha mãe, Hélêne Diamant, e a minha filha, Emilia Diamant, muito me encorajaram. Meu pai (cuja memória é uma bênção) sempre acreditou que um dia eu escreveria um romance.