A Vida que Ninguém Vê

Eliane Brum · Capítulo 29 de 30

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A Vida que Ninguém Vê

Agradecimentos

 

 

Agradeço

Ao m eu pai, Argem iro, e a m inha m ãe, Vany r, por terem m e ensinado a am ar os livros.

Ao m eu professor, Marques Leonam , por ter m e m ostrado que o j ornalism o é a m elhor profissão do m undo.

A Sim one Lopes, por ter inscrito m inha prim eira reportagem num prêm io e m udado m eu destino.

Ao Augusto Nunes, por ter m e dado duas das grandes chances da m inha vida de j ornalista.

Ao Marcelo Rech, por m e oferecer o m aior presente que um repórter pode ganhar – um a coluna sobre a vida cotidiana.

A m inha am iga Rosane Trem ea, por ter tanto respeito, carinho e cuidado na edição de A vida que ninguém vê em Zero Hora – e repetido toda essa dedicação na preparação do livro.

Ao Márcio Câm ara, por diagram ar páginas lindas para a coluna (e fingir que não percebia que eu escrevia o dobro do perm itido pelo proj eto gráfico do j ornal).

Ao Mário Corso e à Miriam Chnaiderm an, por terem m e aj udado a enxergar a m im m esm a.

Ao João, m eu m arido, por com preender o quanto ser repórter – e escrever – é parte essencial do que sou.

Ao Tito Montenegro, que m e convidou para a prim eira viagem rum o ao seu Arquipélago.

A todos os leitores da coluna A vida que ninguém vê que, com suas cartas, e-m ails e telefonem as, m e m ostraram o que eu estava dizendo e para onde estava indo.