Educando Meninos

James Dobson · Capítulo 1 de 19

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Educando Meninos

Agradecimentos

 

QUERO EXPRESSAR MINHA APRECIAÇÃO a vários assistentes e colaboradores especiais que muito contribuíram para que este livro fosse escrito. O principal entre eles é Craig Osten, que pesquisou incansavelmente a literatura profissional e a imprensa popular em busca de estudos e materiais relevantes para me ajudar. A observação da sua habilidade como pesquisador foi algo realmente digno de admiração. Por exemplo, pedi a ele certo dia que procurasse uma citação obscura, da qual me lembrava vagamente, nos escritos do filósofo russo Alexander Solzhenitsyn. Eu não conseguia me lembrar das palavras exatas, mas transmitia a ideia de que a geração de Solzhenitsyn não sabia a razão do seu significado. Eu não me lembrava do nome do livro que continha este pensamento, o ano em que fora escrito, ou quaisquer outros detalhes que pudessem ajudar na identificação da sua fonte. Não obstante, Craig perseguiu caracteristicamente o assunto como um perdigueiro atrás de um condenado. Na manhã seguinte, ele me trouxe a declaração, palavra por palavra, e disse que o autor não era Solzhenitsyn, mas o dr. Francis

Schaeffer1, e que estava incluída num texto poeirento de 1972 intitulado: He Is There and He Is Not Silent. A citação aparece agora no capítulo final de Educando Meninos e diz o seguinte: “O dilema do homem moderno é simples: ele não sabe por que o homem tem qualquer significado. Esta é a maldição da nossa geração, o âmago do problema do homem moderno”.

Obrigado, Craig, pela sua diligência e competência durante a árdua tarefa de escrever este livro. O manuscrito final teria sido bem diferente e muito menos completo sem a sua contribuição.

Quero agradecer também minha assistente pessoal, Patty Watkins, e sua equipe, Sherry Hoover, Joy Thompson e Mary Jo Steinke, pela sua constante ajuda. Esta equipe, junto com Bill Berger e Ron Reno, é composta de pessoas do tipo “vamos fazer”, que nunca desistem. Sou igualmente grato a Herb e Dona Fisher e Elsa Prince Broekhuizen, que providenciaram “esconderijos” confortáveis para que eu pudesse escrever em solitude. Devo também reconhecer a contribuição dos drs. Walt Larimore e Brad Beck, que revisaram e burilaram o capítulo que trata da fisiologia e neurologia da masculinidade, assim como o neurologista Randall Bjork, M.D., que forneceu consultas adicionais. Beneficiei-me também significativamente das sugestões feitas pelo psicólogo dr. Tim Irwin e das cartas inclusas neste manuscrito, escritas pelo rev. Ben Browekhuizen, dr. C.H. McGowen e Karen Cotting. A cada um de vocês e a tantos outros o meu muito obrigado pela sua bondade e colaboração.

Em último lugar, quero expressar meu mais profundo amor e apreciação para uma senhora muito especial em minha vida. Depois de quase 41 anos de casamento e mais de vinte livros, Shirley sabe o que é ter um marido que se “perde” dias a fio num manuscrito que parece nunca ter fim. Neste caso, cerca de trinta meses de nossa vida foram investidos no preparo de Educando Meninos, enquanto continuávamos dirigindo uma organização grande e ativa. Shirley foi a primeira a me incentivar a escrever sobre esse assunto de meninos e ficou ao meu lado quando a tarefa parecia esmagadora. Isso não é de surpreender. Ela tem sido minha inspiração, apoio e paixão há mais de quatro décadas. E o melhor está ainda por vir.