Inteligência Ecológica

Daniel Goleman · Capítulo 17 de 19

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Inteligência Ecológica

Notas 225

Ele propõe que considerem os a distinção entre curar e rem endar. Rem endar sugere um a solução fácil, a colocação de um Band-Aid que, ainda que sej a útil, nada faz para resolver o problem a subj acente. Pode ser um a solução m uito atraente, um fluxo infinito de rem endos que nunca proporcionará cura real. A cura vai m ais a fundo, às causas básicas, e provoca um a profunda m udança de atitude. A cura percebe os padrões ocultos que conectam e percebe tam bém que todos têm um papel a desem penhar na solução. O significado original de curar é recuperar.

"Tem os de parar de falar que é preciso curar a Terra", observa McCollum . "A Terra não precisa de cura. Nós, sim ."13

Capítulo 1

1.Christopher Beam , "Why Do They Put Lead Point in Toy s?" www.slate.com . 15 de agosto de

2007.

2.Jeff Karoub, "Groups Release Guide to Toxins in Toy s", Associated Press, 5 de dezem bro de

2007.

3.Só para constar, não fui eu que cunhei o term o "inteligência ecológica". A expressão j á existe

há anos.

4.A passagem foi extraída do prefácio da edição em papel j ornal de m eu livro Vital Lies, Sim ple

Truths: The Psy chology of Self-Deception (Nova York: Sim on & Schuster, 1986), p. 13.

5.Por enquanto, a ecologia industrial continua sendo basicam ente um a disciplina acadêm ica que

lida com as necessidades da indústria, com seus bancos de dados patenteados fechados ao público. No entanto, um artigo publicado no Journal of Industrial Ecology incitou a disciplina a aplicar suas análises para ponderar os im pactos relativos de produtos concorrentes, rotular os im pactos danosos e divulgar essas avaliações de m aneira sim plificada, que pudesse aj udar os com pradores a tom arem decisões no local da com pra, bem com o as em presas progressistas a usar essas m étricas para aperfeiçoar seus produtos. Dara O'Rourke, "Market Move m ents: Non-Governm ental Organization Strategies to Influence Global Production and Consum ption", Journal of Industrial Ecology 9, n. 1-2 (2005): 115-128.

Capítulo 2

1.Bhadantacariy a Buddhaghosa, The Visuddhim agga, or Path to Purification, traduzido por

Bhikkhu Nanam oli (Boston: Sham bhala Publishers, 2003), Capítulo 18, parágrafo 25.

2.Juan Carlos Afonso et al., "Design for Environm ent of Electrical and Electronic Autom otive

Com ponents Based on Life Cy cle Assessm ent", Gate to EHS, 17 de m arço de 2003, pp. 1-7.

3.Vide, por exem plo, Francis Harold Cook, Hua-Yen Buddhism : The Jewel Netoflndra

(University Park, PA: Penn State Press, 1977). Indra, um a deidade védica, é o arquetípico deus dos deuses; com o deus da guerra e das tem pestades, guarda certa sem elhança com o deus teutônico Thor.

4.A serpente Uróboro tam bém é vista com o sím bolo da criação a partir da destruição, a unidade

prim ordial e a natureza dual de todas as coisas, entre m uitas outras interpretações.

5."Any a Hindm arch Talks about Bag Craze on Eve of New York Launch", www. ecorazzi.com ,

17 de j ulho de 2007.

6.Lisa McLaughlin, "Paper, Plastic, or Prada?", Tim e, 13 de agosto de 2007, p. 49.

7.Martin B. Hocking, "Paper versus Poly sty rene: A Com plex Choice", Science 251 (1999): 504-

505.

8.John C. Ry an e Alan Thein Durning, Stuff.: The Secret Lives of Every day Things (Seattle, WA:

Northwest Environm ent Watch, 1997).

9.Andrew Martin, "Store Chain's Test Concludes That Nutrition Sells", The New York Tim es, 6 de

setem bro de 2007, C3.

10.TerraChoice Environm ental Marketing, "The Six Sins of Greenwashing" (2007),

http://www.terrachoice.com /Hom e."

Capítulo 3

1.Christoph Marty , "Regim e of Snow Day s in Switzerland", Geophy sical Research Letters 35

(2008) L12501.

2.Roberto Danovaro et al., "Sunscreens Cause Coral Bleaching by Prom oting Viral Infections",

Environm ental Health Perspectives 116 (2008): 441-447.

3.Palestra realizada na PopTech Conference, Cam den, Maine, outubro de 2007.

4.William McDonough e Michael Braungart, Cradle to Cradle (Nova York: North Point Press,

2002).

5.Vikram Soni e Sanj ay Parikh, "Justice for Nature", originais inéditos, 2008.

Capítulo 4

Minha exploração da inteligência ecológica segue cam inhos m uito diferentes daqueles seguidos

por lan McCollum , cuj o livro Ecological Intelligence: Rediscovering Ourselves in the Environm ent (Golden, CO: Fulcrum Publishing, 2009) nos oferece os eloquentes insights de um m édico, analista j ungiano e poeta. Eu j á havia com eçado a escrever sobre inteligência ecológica quando topei com essa m aravilha de livro.

2.Gardner flertou com esse talento, adicionando especulativam ente à sua lista inicial de sete tipos

de inteligência aquela que cham a de inteligência "naturalista", para aqueles que têm am plos conhecim entos sobre o m undo vivo. As pessoas dotadas desse tipo de inteligência são capazes de estabelecer distinções críticas e detectar os padrões ocultos e ordem na natureza, com o Lineu. Howard Gardner, Intelligence Refram ed (Nova York: Basic Books, 1996).

3.A inteligência ecológica, conform e a descrevo aqui, não cum pre as exigências form ais que

caracterizam um a "inteligência", conform e estudada pelos psicom etristas; utilizo o term o com o um a heurística para a capacidade de perceber conexões entre as atividades hum anas e toda a sua gam a de consequências nos sistem as naturais e sociais.

4.Esther Herrm ann et al., "Hum ans Have Evolved Specialized Skills of Social Cognition: The

Cultural Intelligence Hy pothesis", Science 317 (2007): 1360-1366.

Capítulo 5

1.As em issões da expedição de contêineres são classificadas com o 52g de CO2 por tonelada de

carga por quilôm etro transportado (no caso de transporte rodoviário, 252g; ferroviário, 200g; e aéreo, 570g). Ty ler Colm an e Pable Paster, Am erican Association of Wine Econom ists Working Paper n. 9, "Red, White, and Green: The Cosi of Carbon in the Global Wine Trade", outubro de 2007.

2.C.M. Sander e A. Barger, "Com parative Energy and Greenhouse Gas Em issions of New

Zealand's and the United Kingdom 's Dairy Industry ", AERU Research Report n. 297, j ulho de 2007. Seria intrigante ver se os cientistas am bientais de um a universidade britânica chegariam às m esm as conclusões a respeito de ovelhas da Nova Zelândia.

3."The Good Consum er", The Econom ist, 17 de j aneiro de 2008, econom ist.com .

4.Michael Specter, "Big Foot", The New Yorker, 25 de fevereiro de 2008.

5.Scott Belcher, "Bisphenol-A Is Released from Poly carbonate Drinking Bottles and Mim ics the

Neurotoxic Actions of Estrogen in Developing Cerebellur Neurons", Toxicology Letters, 30 de j aneiro de 2008, pp. 149-156.

6.Soni e Parikh, "Justice for Nature".

7.Bethany Halford, "Side Effects", Chem ical and Engineering News, 25 de fevereiro de 2008, pp.

13-17.

8.Karen A. Kidd et al., "Collapse of a Fish Population After Exposure to a Sy nthetic Estrogen",

Proceedings of the National Academ y of Science 104 (2007): 8897-8901. Muito em bora o organism o hum ano secrete esses com postos de estrogênio sob a form a de um m etabólito, nas estações de tratam ento de águas residuais as bactérias se ligam ao m etabólito para recriar o com posto original.

9.Dinah Koehler et al., "Rethinking Environm ental Perform ance from a Public Health

Perspective", Journal of Industrial EcologY 9 (2005): 143-167.

10.Associated Press, "Probe Targets Brazilian Ethanol Com pany ", 11 de m arço de 2008.

11.Gregory Norris, "Social Im pacts in Product Life Cy cles", Journal of Life Cy cle Analy sis 1

(97-104): 2006.

12.Durk S. Nij dam et al., "Environm ental Load from Dutch Private Consum ption", Journal of

Industrial Ecology 9 (2005): 147-168.

13.Lief Barthel et al., Departm ent of Life Cy cle Engineering, University of Stuttgart, "Social

LCA: Analogies and Differences to Environm ental LCA", apresentação realizada na Third International Conference on Life Cy cle Managem ent, Zurique, 27-29 de agosto de 2007.

14.Vide, por exem plo, Cecilia Makishi et al., "Social LCA-Requirem ents and Needs",

apresentação realizada na reunião anual do Cy cle Assessm entlLife Cy cle Managem em , 6 de

outubro de 2006.

15.Norris, "Social Im pacts".

Capítulo 6

1.Anos após a publicação de seu prim eiro artigo, proclam ando que a inform ação aum enta a

eficiência, Stiglitz foi coautor de outro artigo, argum entando que existem lim ites à possibilidade de com partilhar prontam ente a inform ação. Assim , a eficiência ideal continuou sendo um sonho elusivo. Vide Sanford J. Grossm an e Joseph E. Stiglftz, "On the Im possibility of Inform ationally Efficient Markets", The Am erican Econom ic Review, j unho de 1980, pp. 393-408.

2.Joseph Stiglitz, Globalization and Its Discontents (Nova York: Norton, 2002).

3.A faixa de preços de um produto idêntico, com o um autom óvel usado, representa o nível de

ignorância do m ercado, enquanto sólidas inform ações sobre preços e valor reduzem a ignorância, e concentrar-se no valor de m ercado j usto do autom óvel reduz a faixa de preços.

4.O insight de que a inform ação im porta econom icam ente perm ite que se calculem os custos da

ignorância. Um a fórm ula m ede com o nosso bem -estar pessoal m uda sim plesm ente pelo fato de disporm os de inform ações sólidas sobre um produto, usando alim entos contam inados com o exem plo. A equação se resum e ao seguinte: se não tiverm os a m enor ideia, poderem os com prar um cachorro-quente ou ração para gatos contam inados; se estiverm os de posse de inform ações, evitarem os esses produtos (os econom istas, evidentem ente, afirm am a proposição evidente por si m esm a em term os m ais técnicos e com m ais nuances). W. Foster e R. E. Just, "Measuring Welfare Effects of Product Contam ination with Consum er Uncertainty ", Journal of Environm ental Econom ics and Managem ent 17 (1989): 266-283.

5.David Mattingly , citado em Tom Mueller, "Slippery Business", The New Yorker, 13 de agosto

de 2007, p. 42.

6.D. McCann et al., "Food additives increase hy peractivity in three-y ear-olds and in 8/9-y ear-old

children in the com m unity ", The Lancei 370, 2007, 1560-1567.

7.M.B. Ties1 et al., "Can Eco - Labels Tune a Market", Journal of Environm ental Econom ics and

Managem ent, 2002, 43, 339-359.

8.Vide, por exem plo, o program a Green Seal, www.greenseal.org.

9.Tiesl, "Can Eco-Labels", 2002.

10.Archon Fong, Mary Graham e David Weil, Full Disclosure: The Perils and Prom ise of

Transparency (Nova York: Cam bridge University Press, 2007).

Capítulo 7

1.Pistas sutis certam ente tam bém podem provocar m udanças em nossas escolhas. Entretanto, a

preferência escolhida conscientem ente será m enos vulnerável, m ais adiante, às m udanças provocadas apenas por pistas sutis.

2.Raiva Kelley , "The End My friend", 21 de setem bro de 2007, /blog.newsweek.

com /blogs/freegangirl/.

3.Vide, por exem plo, John A. Bargh, "The Autom aticity of Every day Life," em R. S. Wy er

(org.), Advances in Social Cognition, Vol. 10 (Hillside, NJ: Erlbaum , 1997).

Capítulo 8

1.Clay Shirky , Here Com es Every body : The Power of Organizing Without Organizations (Nova

York: Penguin Press, 2008).

2.Vide, por exem plo, Bill George, Authentic Leadership (San Francisco: Jossey -Bass, 2003).

3.Andrew Martin, "Is It Healthy ? Food Rating Sy stem s Battle It Out", The New York Tim es, 11 de

dezem bro de 2007, p. C3.

4.Rich Barton, entrevistado em "Chat", Wired, dezem bro de 2007, p. 267.

5.Perguntas e respostas com dois grupos de Stanford cuj os aplicativos conquistaram 1 m ilhão de

usuários em 30 dias, 25 de novem bro de 2007, www.insidefacebook.com .

6.Paul Hawken, Blessed Unrest: How the LargestMovem ent in the World Cam e into Being and

Why No One Saw It Com ing (Nova York: Viking, 2007).

7.Para ver o relato de um ativista sobre o incidente da fábrica da Coca-Cola em Plachim ada: D.

Raj eev, "India: Every thing Gets Worse with Coke", Inter Press Service, 22 de agosto de 2005.

Fong ainda prevê certa função para o governo, exigindo que as em presas revelem fatores im portantes, que de outra form a seriam im possíveis de obter, que os consum idores desej am , tornando esses dados disponíveis de m aneira am igável ao usuário, nos lugares onde forem necessários. Fong sugere que o envolvim ento do governo sej a leve, com o colaborador de em presas e consum idores.

8.lan Pearson, citado em Jam es Kanter, "A low-carbon diet", International Herald Tribune, 7 de

j unho de 2007, p. 13.

Capítulo 9

1.Michael J. Hiscox e Nicholas E. B. Sm y th, Is There Consum er Dem and for Im proved Labor

Standards? Evidence from Field Experim ents in Social Product Labeling, Departm ent of Governm ent, Harvard University , originais inéditos, fevereiro de 2008. Ocorreu um aum ento sem elhante nas vendas quando as etiquetas foram colocadas em velas, em bora não tão intenso.

2.GreenBiz, "FSC-Certified Wood Outsells Non-Certified 2 to 1", www.greenbiz. com inews, 13 de

j aneiro de 2004.

3.Monica Prasad et al., "Consum ers of the World Unite: A Market-Based Response to

Sweatshops", Labor Studies Journal (2004): 29 63.

4.Hilke Plassm an et al., "Marketing Actions Modulate the Neural Representation of Experienced

Pleasantness", Proceedings of the National Academ y of Science (2008): 105 1050-1054.

5."The Good Consum er", The Econom ist, 17 de j aneiro de 2008, econom ist.com .

6.O'Rourke, "Market Movem ents".

7.As classificações encontram -se no seguinte endereço:

http://www.cosm eticsdatabase.com /browse.php?m aincat=haircare, enquanto os preços foram extraídos de sites de m arketing e de loj as.

8.J.Makower, "Whatever Happened to Green Consum ers?" Organic Consum er Association,

j ulho/agosto, 2000, www.organicconsum ers.org/Organic/greenism /cfm .

9.O'Rourke, "Market Movem ents".

10.Andrew Martin, "Store Chain's Test Concludes That Nutrition Sells," The New York Tim es, 6

de setem bro de 2007, C3.

11.Essa estim ativa estava em um inform ativo das loj as Hannaford de 6 de setem bro de 2007.

12.Stu Stefn, cuj o blog de estudante desapareceu (de lá para cá, ele term inou seus estudos em

Wharton), com entava m inha palestra "Why Can't We All Be Good Sam aritans?" na 2007 TED Conference, www.ted.com /speakers/view/id/178, realizada em Monterey , Califórnia.

13.Um a am ostra representativa e aleatória de 767 adolescentes entre 13 e 19 anos, com idade

m édia de 14,6 anos. JWT, "Ten Stats on Teens and the Environm ent", Nova York, m arço de 2007.

Capítulo 10

1. W. C. Willett et al., "Intake of trans fatty acids and risk of coronary heart disease am ong

wom en", The Lancei 1993, 341, 581-585.

2.F.B.Hu et al., "Dietary fat intake and the risk of coronary heart disease in wom en", New

England Journal of Medicine, 337, 1997, 1491-1499.

3.FDA, "Food Labeling: Trans Fatty Acids in Nutrition Labeling", Federal Register, 68, n. 133 (11

de j ulho de 2003).

4.Mas a história da gordura trans não para por aí. A Dunkin' Donuts, com o m uitas outras

em presas do ram o que hoj e alegam que seus produtos não contêm gordura trans, continua

incluindo até 0,5g dessa gordura por porção. A regulam entação federal perm ite que alim entos que tenham um a quantidade de gordura inferior ao do lim ite de 0,5g sej am rotulados com o tendo "zero gram a" de gordura trans. Associated Press, "Tim e to Make the Donuts... Healthier", Daily Ham pshire Gazette, 27 de agosto de 2007, D1.

5.Kim Severson, "Hidden Killer", San Francisco Chronicle, 30 de j aneiro de 2002, p. 1B.

6.Graham e Weil, Full Disclosure.

7.O m andato federal de 1973 não foi im plem entado porque, em 1978, quando os padrões de

energia estavam prontos, o presidente Reagan se opôs a eles. Mesm o assim , o setor com eçou a aum entar sozinho a eficiência energética, e os estados foram em frente, im pondo as próprias exigências. Em 1993, a adm inistração Clinton im pôs um padrão federal. David B. Goldstein, Saving Energy , Growing Jobs (Berkeley : Bay Tree Publishing, 2007).

8.O cálculo é o seguinte: 32,18 litros equivalem a 30.844,27m 1. Se cada vidro de xam pu tem

capacidade para 283,50m 1, isso equivaleria a 108.800 garrafas.

As duas principais cadeias de farm ácias nos Estados Unidos têm , cada um a, aproxim adam ente seis m il loj as. Cada loj a estoca três ou quatro unidades de cada produto (além disso, os centros de distribuição da cadeia têm estoque adicional). Desse m odo, são necessárias 24 m il unidades para encher as prateleiras de todas as loj as com um produto.

9.Jim Hartzfeld, citado em Peter Senge et al., The Necessary Revolution: How Individuals and

Organizations Are Working Together to Create a Sustainable World (Nova York: Doubleday Currency , 2008), p. 21.

Capítulo 11

1.Gardiner Harris, "Doctor Links a Man's Illness to a Microwave Popcorn Habit", The New York

Tim es, 5 de setem bro de 2007, p. A23.

2.Associated Press, "Microwave Popcorn to Om it a Risky Chem ical", The New York Tim es, 6 de

setem bro de 2007, p. C12.

3.Associated Press, "Heavy Popcorn User Ailing", Daily Ham pshire Gazette, p. 4.

4."Respiratory Health and Safety in the Flavoring Manufacturing Workplace", agosto de 2004,

www.lfraorg.org/Enclosures/News?Respiratory Rpt.pdf.

5.Um a fonte m uito citada de estim ativas do núm ero de substâncias quím icas é: Guide to the

Business of Chem istry , 2006 Edition (Arlington, VA: Am erican Chem istry Council 2006).

6.Na verdade, as possibilidades com binatórias são m uito m aiores. As cerca de três m il

substâncias quím icas m ais usadas, se estudadas em grupos de três, poderiam ser com binadas em aproxim adam ente 85 bilhões de m aneiras.

Com o os testes sobre a carga orgânica m ediram em torno de dois a três m il substâncias

quím icas cada (m uito m enos do que as m ais de 85 m il substâncias quím icas constantes do registro federal), e, m esm o assim , detectaram facilm ente de 100 a 300 substâncias quím icas em cada pessoa, as possibilidades com binatórias são enorm es. E isso apenas para as com binações das substâncias quím icas em si - sem contar dose, m om ento, individualidade genética, infecções concom itantes ou outros problem as de saúde que possam ocorrer sim ultaneam ente, com o estresse, baixa im unidade etc.

7.Marcha Herbert et al., "Autism : A Brain Disorder, or a Disorder That Affects the Brafn?",

Clinical Neuropsy chiatry n. 2, 6 (2005): 354-379.

8.Marcha R. Herbert et al., "Autism and Environm ental Genom ics", Neurotoxicology 27, (2006):

671-684.

9.Kevin Becker, "The Com m on Variants/Multiple Disease Hy pothesis of Com m on Com plex

Genetic Disorders", Medical Hy potheses 62 (2004): 309-317.

10.O estresse oxidante e a inflam ação são, em si, m arcadores da carga alostática, um índice

m ais am plo do estresse ao qual o corpo é subm etido versus sua capacidade de m anter a resiliência diante desses desafios biológicos.

11.A.Sorria Buist et al., "International Variation in the Prevalence of COPD", Lancet 370 (10 de

setem bro de 2007): 741-750.

12."Bey ond the Lungs - a New View of COPD". Lancet370 (lo de setem bro de 2007): 740.

13.As com plexidades das interações entre m eio am biente e fisiologia perm item claram ente a

exposição segura a algum as toxinas, em quantidades controladas. Na form a encontrada na natureza, a bactéria botulina, um a toxina anaeróbica, considerada por m uitos o m ais letal veneno do m undo, pode paralisar e m atar um a pessoa em questão de dias. No entanto, com a aplicação de pequenas quantidade inócuas de inj eções de Botox, os m úsculos faciais alm ej ados relaxam durante três m eses, levando ao desaparecim ento das rugas faciais. Até a botulina, portanto, pode ser usada com segurança, desde que as circunstâncias assim o assegurem .

14.Deborah A. Cory -Slechta, "Study ing Toxicants as Single Chem icals: Does This Strategy

Adequately Identify Neurotoxic Risk?", Neurotoxicology 26 (2005): 491- 510.

Capítulo 12

1.Skin Deep Cosm etic Safety Database, www.cosm eticdatabase.com .

2.Estim ativa feita pelo Environm ental Working Group www.cosm eticdatabase.

com /research/why thism atters.php.

3.28 de j ulho de 2008.

4.A Food for Health, um a em presa norte-am ericana, anunciou planos de rotular seus produtos

com o "livres da China" logo após a divulgação dos problem as dos riscos à saúde e à

segurança de produtos fabricados na China. "China-free", Tim e, 3 de setem bro de 2007, p. 17.

5.Hannah Schardt, "Polly Pocket: Safe and Sound Toy s", Washington Post, 2 de setem bro de

2007, p. N06.

6.Brian Wansink et al., "Find as North Dakota Wine: Sensory Expectations and the Intake of

Com panion Foods", Phy siology and Behavior 90 (2007): 712-716.

7.O'Rourke, "Market Movem ents".

8.Para ver um relato m ais detalhado da dinâm ica política e econôm ica por trás dos debates

científicos de toxicidade e segurança, consulte David Michaels, Doubt Is Their Product (Nova York: Oxford University Press, 2008).

9.David Vogel, "The Hare and the Tortoise Revisited: The New Politics of Consum er and

Environm ental Regulation in Europe", British Journal of Political Science 33 (2003): 567-568.

10.Até hoj e, os toxicologistas costum am citar o m édico grego Paracelso: "A dose certa

diferencia um veneno de um rem édio", o que significa que algum as substâncias podem ser seguras em doses baixas, porém perigosas em doses m ais altas, e que, quanto m aior a dose, m aior o perigo. Porém , essa afirm ação desconsidera sutilezas a respeito do chum bo, por exem plo, cuj a exposição até níveis m ínim os pode ter im pactos negativos no QI, enquanto nos níveis m ais altos a taxa de declínio de QI dim inui. Doses baixas podem fazer grande diferença. R. L. Canfield et al., "Intellectual Im pairm ent in Children with Blood Lead Concentrations Below 10 Microgram s per Deciliter", New England Journal of Medicine 348, n. 16 (2004): 1517-1526.

11.Richard Canfield foi citado em David Leonhardt, "Lessons even Thom as Could Learn", The

New York Tim es, 24 de outubro de 2007, C3.

12.Dr.Philippe Grandj ean foi citado em Marian Burros, "Studies Link Other Ills to Mercury , Too",

The New York Tim es, 23 de j aneiro de 2008.

Capítulo 13

1.Vide, por exem plo, Michaels, Doubt Is Their Product.

2.Alexander Cockburn, "How Coca-Cola Gave Back to Plachim ada", Counterpunch, 16/17 de

abril de 2005.

3."The Coca-Cola Com pany Addresses Allegations Made About Our Business in India",

www.thecoca-colacom pany .com /presscenter/viewpoints-India situation. htm l, postado em 1° de j unho de 2004.

4.Citado em Senge et al., Necessary Revolution, p. 78.

5.Senge et al. Necessary Revolution, p. 84.

6.Dane Lawrence, "Water Investm ent Sends Coke Back to Basics", International Herald Tribune,

6 de j unho de 2007, p. 7.

7.Senge et al., Necessary Revolution.

8.Entrevistei Len Sauers no dia 27 de m aio de 2008. Ele foi entrevistado na Brandweek, em 20 de

m aio de 2008.

9.Andersen, citado em Senge et al., Necessary Revolution.

Capítulo 14

1.Earthster, www.earthster.org.

2.John Flem ing, citado em "More Firm s Focus on Clim ate Change", Associated Press, 25 de

setem bro de 2007.

3.Norris, "Social Im pacts".

4.lan Kem sley é citado em G. Paschal Zachary , "Starting to Think Outside the Jar", The New

York Tim es, 15 de j unho de 2008, www.ny tim es.com .

5.Michael T. Abberton et al., "The Genetic Im provem ent of Forage Grasses and Legum es to

Reduce Greenhouse Gas Em issions", artigo preparado para a FAO (Food and Agricultura) Organization), organism o da ONU, em dezem bro de 2007.

6."Chem icals Needn't Linger Too Long", New Seientist 9 de j unho de 2007, p. 29.

7.Allen Hershkowitz e May a Lin, Bronx Ecology Blueprint for a New Environm entalism

(Washington, DC: Island Press, 2002).

Capítulo 15

1.Mondi é listado tanto no índice Dow Jones quanto no índice de sustentabilidade FTSE4Good

com o um a das m elhores em presas do setor.

2.Fong, Graham e Weil, Full Disclosure.

3.Dara O'Rourke, "Monitoring the Monitors", originais inéditos, MIT, 28 de setem bro de 2000.

4.Thom son Financial, "Wal-Mart Reports Labor Violations", 15 de agosto de 2007.

5.Alexandra Harney , The China Price (Nova York: Penguin, 2008).

6.Bill Baue, "From Com petition to Cooperation: Com panies Collaborate on Social and

Environm ental Issues", Social Funds, 19 de j aneiro de 2007, www/socialfunds.com . Essa abordagem vem se espalhando para outros setores; as fabricantes de autom óveis Ford, GM, Daim ler-Chry sler e Honda iniciaram um proj eto sem elhante de responsabilidade social na