Memórias de um Vendedor de Mulheres
Agradecimentos
AG RADECIMENTOS
Neste rom ance, está a história de um m undo que não existe m ais. Perdeu-se com as pessoas que foram em bora, nos anos que se passaram , na sociedade que m udou. Desbotou com os núm eros que m arcam a vida, quando, diante do algarism o das unidades, o 3 substituiu o 2 e, depois, chegaram o 4 e o 5, e paro por aqui porque o 6 é o núm ero do diabo.
Milão não era com o hoj e e a noite ainda era um adversário nobre a ser enfrentado. O sono era o verdadeiro inim igo e o nascer do sol era um hábito. A indiferença era a única culpa, o talento ainda não reconhecido era um áspero cilício.
Naquele m undo e naquele período, iniciou-se um a aventura que ainda não term inou. Quero agradecer a todas as pessoas que tornaram aqueles anos inesquecíveis com sua sim patia ou sua hostilidade: as duas coisas foram necessárias para que hoj e eu sej a, no bem e no m al, o hom em que sou.
Para tanto, eu deveria escrever cem páginas e citar m il nom es. Contento-m e em confirm ar um dentre todos: o Bistecca. Ele deixou atrás de si piadas m em oráveis, im ensas, daquelas que só a genialidade pode criar. Iludo-m e, achando que lhe atribuí o devido m érito e lhe dei um a m igalha da im ortalidade à qual sua inspiração fazia j us.
Há tam bém outras pessoas às quais devo expressar gratidão pela aj uda na escrita deste livro. São pessoas que gratificam com sua am izade e estim a m eu presente e às quais retribuo da m aneira m ais absoluta.
Portanto, é j usto agradecer:
A Claudio Giovannone, que fez com que um a pessoa de quem ele gostava fosse transform ada em um delegado. E da m elhor m aneira: fazendo o bem .
À fam ília Lavazza, que m e deu a m esm a oportunidade.
A Dario Tosetti, por ter atuado com o elo entusiasta nessa troca de benevolências.
Ao dr. Cesare Savina, valente pediatra, que, enquanto curava as doenças de crianças de verdade, forneceu-m e um a cura para um a criança inventada.
Ao dr. Franco Bardari, diretor do Departam ento de Urologia do Hospital Civil de Asti, que m e ilum inou, enquanto eu ficava arrepiado, sobre as peripécias cirúrgicas de Bravo.
À Settimana Enigmistica, na pessoa de Alessandro Bartezzaghi, que m e deu um a aj uda nos criptogram as contidos neste rom ance.
A Piero Tallarida, garçom histórico e devoto do m ítico Derby Club, que serviu declaradam ente com o inspiração para o Ascot.
A Claudia Zigliotto, vice-chefe de polícia adj unta, am iga delicada e, ao m esm o tem po, inoxidável protagonista da luta contra o crim e em Milão.
A Andy Surdi, clam oroso baterista e vocalista.
A Michele del Vecchio e Furio Bozzetti, velhos am igos reencontrados intactos.
A Giovanni Bartocci, j ovem adm inistrador e com panheiro de noitadas nova-iorquinas. Duas idades diferentes, o m esm o blues, a m esm a cervej a.
Chegam os, enfim , ao m eu grupo de trabalho, com posto por hom ens e m ulheres que são colaboradores e am igos ao m esm o tem po. Sem que nunca um a coisa tenha com prom etido a outra.
Os nom es deles:
Alessandro Dalai, o hom em das nuvens.
Cristina Dalai, a dam inha do céu claro.
Lorenza Dalai, m eu duende preferido.
Antonella Fassi, que tem um a palavra gentil para todos.
Mara Scanavino, que tem um a cor boa para todos.
Chiara Moscardelli e Elisa Montanucci, que têm um bom com unicado à im prensa para todos.
Stefano Travagli, que é surdo para o cham ado da lap dance, o que não é com um .
Francesco Colom bo, que m e corrige com o ninguém .
Piergiorgio Nicolazzini, que m e encoraj a com o ninguém .
Roberta, que faz todas essas coisas j untas e outras m ais.
Caso eu possa m e definir com o um a pessoa de sorte, eles são parte integrante dessa sorte.