O Condenado: Drama em Três Atos e Quatro Quadros
D. Eugenia
O perdão... para o pae de meu marido. (O visconde está erguido e amparado nos braços de Pedro Aranha e José de Sá).
Jorge (sem olhar para o visconde)
A misericordia dos homens não póde ser mais indulgente que a de Deus. Quando esse{211} homem não sentir sobre a consciencia o pezo da justiça divina, o meu perdão ser-lhe-ha inutil. Eu não posso perdoar-lhe a elle, por que Deus ainda me não perdoou a mim. Leonor, eu ainda choro tua mãe. Elle... que morra a choral-a. (Aponta-o sem o vêr).
FIM.