A Perdição do Bilionário: Travis

J. S. Scott · Capítulo 13 de 21

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A Perdição do Bilionário: Travis

Capítulo 12

Olhando para o relógio, Travis praguejou ao perceber que estava quase na hora da reunião.

— Excelente — resmungou ele. — Ficarei sentado, durante a reunião inteira, imaginando se Ally está realmente cozinhando nua, com o pau tão duro que não conseguirei me concentrar.

Ele se levantou e ajeitou a gravata. Ele avisara a Ally que faria com que pagasse por provocá-lo. O problema era que, toda vez que ela o tocava, ele quase perdia o controle. Saindo do escritório em direção à reunião, ele sorriu, pensando em uma solução que acabaria com aquele problema.

 

Ally entrou no quarto, ainda molhada e completamente nua depois do banho, gritando quando a porta se fechou com força atrás dela. O alívio a invadiu quando viu Travis parado em frente à porta fechada, ainda vestindo as roupas de trabalho.

Ela precisou respirar fundo algumas vezes por causa do susto que ele lhe deu ao aparecer do nada. Ela corou quando ele a percorreu com o olhar, com uma expressão feroz e faminta.

— Você chegou cedo — disse ela, ainda sem se sentir totalmente confortável em ficar em frente a Travis totalmente nua. Era perto de cinco horas da tarde e ela não esperara que ele chegasse tão cedo. Dera a ele uma chave da casa, mas Travis normalmente não entrava por conta própria.

— Fiquei com muita vontade de comer o aperitivo — respondeu ele. —

E não podia esperar. Pegar você neste momento foi extremamente conveniente.

Ally estremeceu ao olhar dentro dos olhos dele. Travis parecia diferente, quase perigoso. Não que ela tivesse medo dele. Seu corpo reagia à ferocidade, ao olhar proprietário dele. — Foi? — perguntou ela inocentemente. Parecia que, quanto mais desesperadamente Travis a queria, mais atraente ela ficava.

— Muito — respondeu ele casualmente enquanto tirava o casaco. —

Você sabe como é passar uma reunião inteira visualizando você nua o tempo todo? Eu não fui muito produtivo. E avisei que você pagaria por me provocar.

Ele avisara. E não havia nada mais que Ally quisesse do que a vingança dele. — Desculpe — disse ela sem a menor sinceridade, pois não lamentava nada.

— Não se mexa — ordenou Travis em voz baixa e exigente. — Aquela reunião foi muito desconfortável, Ally. E eu sei que, normalmente, treparia com você até que perdesse os sentidos. Mas não farei isso agora.

Ally foi invadida pelo desapontamento, seguido de curiosidade. Ela o observou desconfiada enquanto ele removia lentamente a gravata preta. —

Então vou pegar um roupão...

— Não. — Travis avançou, parando apenas quando ficou bem em frente a ela. — Acho que não. Prometi que faria você pagar. O problema é que, toda vez que encosta em mim, não consigo pensar direito e acabo trepando com você muito depressa. Você gosta disso?

Ally olhou para ele confusa. — Você sabe que sim — respondeu ela baixinho.

— Mas nunca tive a chance de explorar você, descobrir exatamente do que gosta. — Travis passou para trás dela e, antes que Ally percebesse o que ele tinha em mente, seus pulsos foram amarrados com a gravata. — A única forma que consigo imaginar para não perder o controle é impedir que você encoste em mim — disse ele em tom leve.

Ally puxou as mãos. Elas estavam amarradas atrás das costas, não apertado o suficiente para machucar, mas firme o bastante para que não conseguisse movê-las. — Travis, o que você está fazendo?

— Fazendo você pagar primeiro. E depois descobrindo do que você realmente gosta. Explorando você. Explorando seu prazer.

Ally sentiu um momento de pânico quando a visão escureceu e ela sentiu Travis amarrar algo atrás de sua cabeça. — Não consigo enxergar. — O

desamparo era desconcertante e excitante.

Os braços de Travis a envolveram pela cintura, puxando-a contra ele. —

Você confia em mim, Ally? — Ele correu as mãos pela barriga dela até chegar aos seios. — Você não precisa ver. Só precisa sentir.

Ela relaxou contra ele e a sensação do corpo vestido em suas costas fez com que o quisesse nu. — Eu confio em você.

Ele beliscou seus seios, fazendo com que os mamilos já rígidos ficassem ainda mais sensíveis. Com a boca, ele explorou seu pescoço, mordendo a pele de leve e passando a língua. Ela sentiu a boceta ficar molhada e mexeu-se desconfortavelmente com um gemido. Estava completamente à mercê de Travis e aquela sensação a deixou ainda mais excitada do que imaginara possível.

— Sabia que, no momento em que saí daquela reunião, tive que me masturbar, pensando em como me vingaria de você? — perguntou ele em um sussurro, com o hálito quente acariciando a orelha dela.

Ally estremeceu ao pensar em Travis masturbando-se enquanto pensava na tortura erótica que aplicaria nela. — Eu queria ter assistido — admitiu ela ofegante. A falta de visão a deixou mais ousada.

Travis afastou os braços e colocou uma mão no pescoço dela, inclinando-a para a frente. — Eu fiquei com vontade de fazer isto. — Ele moveu as mãos amarradas dela para o lado com uma mão e acariciou-lhe as nádegas com a outra.

Paf!

A mão dele batendo em sua nádega a assustou. Ela esperara que ele a possuísse por trás e estivera mais do que pronta para isso. Mas a ardência da mão dele em sua pele lançou uma onda de eletricidade pelo corpo todo.

Paf!

Travis deu o segundo tapa antes que Ally saísse da névoa erótica o suficiente para perceber que ele a estava espancando.

— Vai ser boazinha daqui em diante? — perguntou Travis com voz controlada.

Puta merda! Seu traseiro ardia, mas ele não batera com força suficiente para realmente doer. Era mais uma ardência erótica. O domínio e o controle dele eram excitantes e sedutores. — Não — respondeu ela, querendo mais.

Paf. Paf. Paf.

Cada vez que a mão dele batia em seu traseiro, ela soltava um gemido de desejo. Minha nossa, estar indefesa diante de Travis, tê-lo em controle total de seu corpo estava prestes a fazê-la gozar. E ele mal encostara nela. — Por favor — implorou ela, desesperada para ser possuída por ele naquele momento.

Ele acariciou as nádegas dela e colocou a mão entre suas pernas. — Acho que você gosta de ser safada. Minha nossa, como está molhada! Diga-me do que gosta, Ally. O que realmente a deixa excitada?

Qualquer coisa com Travis, tudo com Travis. — Você. Tudo o que você faz. — Ele estimulou o clitóris com o dedo, que deslizava com facilidade por ela estar tão excitada. — Está tudo ótimo. Você foi o primeiro homem que me fez gozar. O primeiro homem que colocou a boca em mim. Tudo que você faz me deixa louca.

Ele colocou um braço em volta dos ombros dela para equilibrá-la. — Isso é mesmo verdade? — Ele soou furioso e atônito.

— Sim. Meu ex foi o primeiro e único antes de você e nunca sentiu meu gosto, nunca me fez gozar. — Talvez fosse porque ela não conseguia ver o rosto dele ou porque o corpo inteiro tremia de desejo, mas Ally sentia que podia contar qualquer coisa, tudo a ele.

— Gosto da ideia de ser seu primeiro. — O dedo dele aumentou a pressão no feixe de nervos que estimulava. A outra mão de Travis desceu pelas costas dela e pela curva das nádegas. — Gosta disto? De estar indefesa, confiando em mim para lhe dar prazer?

— Sim — respondeu ela com um gemido rouco.

A mão que estava nas nádegas desceu para entre as pernas e ele molhou os dedos na boceta úmida. Em seguida, subiu sensualmente para a área entre as nádegas, lubrificando a área antes de penetrar o ânus gentilmente com o dedo indicador.

O corpo de Ally ficou tenso, em conflito entre o prazer que ele lhe dava estimulando o clitóris e a apreensão de uma sensação proibida que nunca vivenciara antes.

— Relaxe, querida. Não vou machucar você. Só estou explorando —

disse Travis em tom suave, movendo o dedo para fora e novamente para dentro. — Dói?

Não doía e Ally se permitiu relaxar, começando a gostar do movimento gentil.

Ela quase choramingou desapontada quando ele tirou a mão da boceta.

Mas quase imediatamente a boca de Travis tomou o lugar dos dedos e Ally percebeu que ele estava de joelhos.

A cabeça dela começou a girar enquanto ele continuava a mover o dedo em seu ânus e a boca devorava a boceta.

— Ai, meu Deus. Travis. Por favor. Acho que eu não aguento mais. —

Ela estava ofegante, tentando recuperar o fôlego enquanto o clímax se acumulava. A língua quente de Travis a estava deixando louca. A prisão erótica dele deixara a excitação dela mais aguçada e afastara completamente quaisquer inibições que Ally tivera. Havia somente o prazer invadindo seu corpo como uma cachoeira, atacando-a até que não tivesse mais sequer um pensamento coerente.

O clímax a atingiu no momento em que Travis a penetrou com dois dedos e ela se sentiu tão preenchida por ele que implodiu. Ela se contraiu

em volta dos dedos dele e Ally jogou a cabeça para trás, gemendo. —

Travis. Travis. Travis.

Ele a segurou antes que ela caísse no chão, com as pernas fracas demais para permanecer de pé. Travis a carregou, ainda trêmula por causa do orgasmo, até a cama, colocando-a no centro. Ally ouviu o farfalhar das roupas dele enquanto ofegava, tentando recuperar o fôlego.

Ela soltou um suspiro alto ao sentir o corpo nu de Travis descer sobre o seu. A sensação da pele quente dele a fez gemer. Ela sentiu as mãos ficarem livres por um momento, sendo novamente amarradas sobre a cabeça e obviamente à cabeceira da cama. — Por favor. Preciso tocar em você, Travis. — Ela queria passar os braços em volta do corpo quente dele, absorver sua essência.

— Não desta vez. Você está linda assim, Ally. Só quero que sinta. Quero que dure — disse ele. — Pode estar amarrada, mas estou tão indefeso quanto você. Quero que precise de mim tanto quanto preciso de você.

O coração de Ally bateu mais depressa, espantada por Travis simplesmente não entender que precisava dele tanto quanto ele precisava dela. — Eu preciso.

— Diga-me o que quer — exigiu ele, passando as pernas dela em volta da própria cintura.

— Quero que trepe comigo. Por favor. Preciso de você.

Travis soltou um rosnado de satisfação e estimulou o clitóris com a cabeça sedosa do pênis rígido. Ele acariciou os mamilos, brincando com eles. — Você é minha, Ally. Diga que é minha.

— Sou toda sua, Travis. E você é meu. — Ally sentiu os mesmos instintos possessivos dentro de si, a necessidade de que ele pertencesse a ela tanto quanto pertencia a Travis. — Quero que seja meu. E não quero que encoste em outra mulher — disse ela ferozmente, erguendo os quadris, implorando com o corpo para que ele a possuísse. — Agora, trepe comigo.

— Jesus, adoro quando você diz isso — falou ele.

Ally não teve a oportunidade de perguntar a que parte ele se referia. Ele a penetrou de forma rápida e profunda, preenchendo-a. — Isso — sussurrou ela. — Trepe comigo, Travis. Acho que vou morrer se não fizer isso.

Ela continuou a encorajá-lo, dizendo várias coisas para tentar fazê-lo entender que também tinha as mesmas necessidades ferozes e carnais.

Travis segurou os quadris dela, fazendo investidas profundas que, para ela, eram um êxtase por ser possuída. — Minha — rosnou ele com cada

movimento dos quadris.

Ally estava frenética, com o desespero de sentir Travis deixando-a louca.

Ela colocou as mãos amarradas em volta da gravata e puxou, sentindo a cabeceira da cama, feita de madeira barata, ceder. Com as mãos ainda amarradas, ela ergueu o corpo e passou-as em volta do pescoço de Travis, puxando-o sobre si e procurando a boca dele. — Beije-me — implorou ela quase sem paciência.

— Merda! Não aguento mais. Toque em mim — exclamou Travis, descendo os lábios até os dela e movendo os quadris cada vez mais depressa.

Ally adorou a sensação do corpo dele dentro do seu, da língua exigente invadindo sua boca. Era do que ela mais precisava, aquela paixão ardente e exigente que estava prestes a fazer com que perdesse o controle. Apertando as pernas em volta dos quadris dele, ela exigiu mais, correspondendo cada movimento de Travis com uma urgência própria.

Ela explodiu, afastando a boca para gritar o nome de Travis ao gozar, enterrando as unhas nos ombros dele enquanto o corpo pulsava.

— Caralho, isso mesmo. Quero que me deixe todo marcado — disse Travis com voz rouca quando gozou dentro dela.

Ele arrancou a venda dos olhos dela, jogando o pedaço de pano no chão e observando-a estremecer por causa do clímax.

Ele rolou o corpo para o lado e rapidamente desamarrou as mãos de Ally.

Ela passou os braços em volta dele, absorvendo o calor do corpo de Travis.

Apesar de ter sido algo muito erótico ficar amarrada e vendada, ela sentira falta de tocá-lo.

Eles recuperaram o fôlego encostados um no outro, com os corpos úmidos de suor. Quando Ally finalmente conseguiu se mexer, ela olhou para a cabeceira da cama. — Quebrei a cama — disse ela mortificada.

Travis olhou para cima e abriu um sorriso largo. — Vou comprar uma cama nova para você. Isso faz bem para o meu ego. Imagino que seja mais uma coisa que fez pela primeira vez.

— Com certeza — respondeu ela com um suspiro. — Acho que todas as mulheres deveriam dar uma trepada tão boa a ponto de quebrar a cama pelo menos uma vez na vida.

Travis a beijou gentilmente na testa. — Querida, você pode quebrar quantas camas quiser. Não vou reclamar.

 

E, para surpresa de Ally, ele soltou uma risada. Foi um som tão contagioso e raro que ela se viu rindo também. Eles riram até ficarem sem fôlego.

Quando finalmente desceram para a cozinha, o jantar que Ally preparou foi ridículo, mas Travis jurou ter sido a melhor refeição que comera. Ally sabia que era mentira, mas foi a mentira mais doce que já ouvira.

Mais tarde naquela noite, Ally acordou de um sono exausto ao sentir Travis subitamente se sentar na cama, em um movimento tão rápido que ela foi jogada para o lado. Sentando-se, ela ouviu a respiração irregular dele. Havia luar suficiente para que conseguisse ver o rosto de Travis.

— Travis? — chamou ela baixinho, querendo saber se ele estava bem. —

O que aconteceu? — Ela passou a mão nos cabelos molhados de suor na testa dele, ficando ainda mais preocupada.

Ele resmungou e passou as mãos sobre o rosto. — Há alguma coisa de errado com Kade. — Saindo da cama, ele se vestiu rapidamente, abotoando a camisa ao acrescentar: — Preciso ir. — Ele tirou o telefone do bolso da calça, ele atravessou o quarto para acender um abajur. Em seguida, apertou um botão no telefone e gritou imediatamente: — O que diabos aconteceu?

Ally sabia que ele estava falando com Kade. Olhando para o relógio, viu que eram quase duas horas da manhã, mas Kade obviamente respondera quase imediatamente.

— Por que você não me telefonou? — perguntou Travis, correndo a mão pelos cabelos já desgrenhados. — Estou a caminho. — Houve uma pausa enquanto ele escutava, acrescentando logo a seguir: — Não importa. Estou indo. — Ele desligou o telefone e guardou-o no bolso.

— O que aconteceu? — Com o abajur aceso, Ally conseguia ver a expressão torturada no rosto de Travis, o que a deixou com o coração apertado.

— Asha caiu da escada na casa deles mais cedo. Kade disse que fizeram exames e que ela e o bebê estão bem. Mas vão mantê-la no hospital durante a noite em observação. — A voz dele estava abalada. — Vou para lá caso ele precise de alguma coisa.

— Vou com você. — Ally saltou da cama, preocupada com Travis, Kade e Asha.

 

— Não. Fique. — A expressão de Travis era implacável. — Ela está bem. Só que eu preciso estar lá para dar apoio a Kade.

— Como você sabia? — perguntou Ally curiosa. Travis queria estar lá para dar apoio a Kade, mas Ally queria dar apoio a Travis. Ele parecia muito abalado.

— Eu queria ter sabido a tempo — resmungou Travis. — Começou com os meus pais... — A voz dele morreu e ele hesitou.

Ally se aproximou dele, colocando a mão no braço dele para oferecer conforto. — O que tem os seus pais?

Os olhos de Travis ficaram sombrios e frios quando ele disse em tom gelado: — Eu os matei. — Ele afastou a mão dela, pegou o casaco e saiu do quarto sem dizer outra palavra.

Ally ficou parada por um momento com o corpo todo tremendo. Ela ouviu a porta da frente bater quando Travis saiu. Ela continuou lá, em choque, ao ouvir a Ferrari sendo ligada.

Ela correu para fora do quarto e desceu a escada depressa, chegando à porta e abrindo-a a tempo de ver as luzes traseiras do carro se afastarem da casa.

Ela fechou e trancou a porta, movendo-se mecanicamente de volta para o quarto, onde se deitou nos lençóis que ainda tinham cheiro de sexo... e de Travis.

A mente dela remoeu o que acabara de acontecer e a dor que vira no rosto de Travis. Quando as peças do quebra-cabeça se encaixaram, ela enterrou o rosto no travesseiro dele e chorou.

Ally não conseguiu dormir muito naquela noite, querendo desesperadamente estar com Travis, mas sabendo que ele precisava de tempo. Além disso, o hospital não era o local adequado para um confronto.

Quando finalmente teve notícias de Asha no dia seguinte, foi diretamente da própria amiga. Asha telefonou para Ally, reclamando do comportamento de Kade e sobre o fato de ele ter mudado o quarto para o andar térreo para que ela não precisasse subir a escada novamente. Sempre que subia ou descia, Kade estava logo atrás ou à frente dela para impedir que caísse.

Ally sorriu enquanto Asha falava, obviamente irritada. Além de algumas dores localizadas, Asha estava bem. Mas Kade não a deixava só sequer um

minuto.

— Kade a ama e acho que você lhe deu um susto enorme. Você está grávida, Asha. Dê um tempo a ele — disse ela a Asha pacientemente.

— Eu sei. — Ally ouviu o suspiro de Asha no telefone. — Ele se acalmará daqui a algum tempo, depois de me ver subir e descer a escada em segurança várias vezes.

Ally riu, sabendo que Asha adorava Kade e que as reclamações eram mais por preocupação com o marido do que pela própria conveniência.

Depois de desligar o telefone, Ally terminou de ler um dos livros sobre filhos adultos de alcoólatras. Ela ficou incrédula ao perceber que tinha cada um dos comportamentos negativos que pareciam se desenvolver em crianças que cresciam com pais alcoólatras. Ela lera tudo o que encontrara sobre o assunto para tentar entender melhor o próprio comportamento e tentar se livrar da autoimagem negativa.