Cartas sobre a educação da mocidade
Taboa das Divisoens
Das Escolas, e dos Estudos dos Christaons até o tempo
de Carlos Magno, no anno 800, Page 4
Reflexoens sobre as Escolas Ecclesiasticas, 12
Continûa a mesma Materia, 17
Idêa das Obrigacoens da Vida Civil, e do Vinculo da
mesma Sociedade, 23
A Constituiçam Fundamental da Sociedade Christaâ, 26
Continûa a mesma Materia, 27 & 37 Como os Ecclesiasticos introduziram governar os Estados Catholicos, pelas Congregaçoens dos primeiros
Christaons, e pelas Regras dos Conventos, 42
Das Universidades, 59
Dos Estudos da Universidade de Coimbra, depoís da sua
Renovaçam no anno 1553, 65
Resumo do Referido, 69
Effeitos que cauzáram em Portugal as Escolas, e as
Universidades da Europa e do mesmo Reyno, 77
Continûa a mesma Materia. Effeitos que causaram nos
costumes as Leis referidas, 81
Continûa a mesma materia. E sobre a Escravidam, e
sobre a Intolerancia Civil, 88
Que a nossa Monarchia se podia conservar com a Educaçam Ecclesiastica, que tinhamos: em quanto conquistava: mas que
nam he sufficiente depois de acabadas as Conquistas 96
Objecto que devia ter a Educaçam da Mocidade Portugueza, 101 no tempo del Rey Dom Joam O Terceyro, e parece que ainda hoje,
Da Natureza da Educaçam da Mocidade, e do Objecto que
deve ter no Estado onde he nacida, 108
Qualidades dos Mestres, para ensinar a ler e a escrever, &, 115
Do que haviam de aprender os Mininos alem de ler, escrever e
contar, &, 118
Das Escolas da Lingoa Latina e da Grega, Humanidades, e da
Lingoa Materna, 124
Dos Mestres e dos Discipulos das Escolas do Latim &, 131
Necessidade que tem o Reyno de Escolas em modo de
Seminarios, 133
Continûa a mesma Materia, e das Pensoens das Escolas do Latim no Reyno, por cauza da Educaçam da Mocidade das
Colonias e das Conquistas de Ultramar, 135
Das tres Classes de Discipulos das Escolas Latinas, &, 138
Continûa a mesma Materia, 142
Digressam sobre as Pensoens e sobre a Lingoa Latina tanto no
Reyno, como nas Colonias, 146
Da terceyra Classe de Estudantes que aprenderia nas Éscolas
Reais a Lingua Latina, Grega, &, 152
Dos Estudos Maiores, ou Collegios Reais, 153
Sobre o ensino que deve preceder as Escolas Mayores, quer
dizer, da Physica e da Legislaçam, 160
Em que lugar se haviam de ensinar as Sciencias referidas, 166
Da Educaçam da Fidalguia e dos Fidalgos, que tem
Assentamento e Foro na Caza Real, 168
Que sorte de Educaçam convem á Fidalguia Portugueza, que
seja util a si e á sua Pátria?, 174
Continua a mesma Materia. Em que lugar devia ser educada a
Fidalguia e Nobreza de Portugal, 178
O que sam as Escolas Militares, 182
Propoemse huma Escola Real Portuguesa, para ser nella
educada a Nobreza e a Fidalguia. Economia interior, 185
Em que idade deviam entrar os Educandos na Escola Real 188
Militar?,
Consequencias por nam criarem as Mays seos filhos, 189
Dos Mestres da Escola Real Militar, para a Arte da Guerra e
das Scíencias, 194
Das Lingoas e Sciencias que se deviam ensinar nêsta Escola,
e em que tempo?, 198
Ponderaçam sobre a Lingoa Latina, 200
Empregos e Honras com que haviam de sahir os Benemeritos
desta Escola, 203
Utilidades que resultariam tanto ao Reyno, como ao Soberano
do exacto exercido desta Escola Militar, que se propoem, 204
Publicados:
CAVALEIRO DE OLIVEIRA.—Discours Pathétique au sujet des calamités présentes, arrivées en Portugal. Nova ed. seguida duma notícia bibliográfica pelo Dr. Joaquim de Carvalho.
RIBEIRO SANCHES.—Cartas sobre a educação da mocidade. Ed. prefaciada e revista pelo Dr. Maximiano Lemos.
No prélo:
CAVALEIRO DE OLIVEIRA.—Reflexoens de Felix Vieyra Corvina de Arcos, Christam Velho Ulissyponense sobre a Tentativa Theologica, composta pello Reverendo e douto Padre Antonio Pereyra da Congregaçam do Oratorio de Lisboa.
JOSÉ DA CUNHA BROCHADO.—Memorias particulares, ou anedotas da Corte de França apontadas no tempo que servio de Enviado naquella Corte.