Petronio
Eunice
Enganas-te. Tu não és minha escrava: pertencem-te esta casa, estes jardins, os meus escravos, os campos e os rebanhos.
EUNICE
A mim?
PETRONIO
A ti. Libertei-te ha muito. Nada te disse. O consul dispensou a tua presença. Fiz-te, sem saberes, os meus presentes de nupcias.
EUNICE, beijando-lhe as mãos
Meu senhor e para quê?
PETRONIO
Porque vamos talvez separar-nos.
EUNICE, levantando-se
Como, senhor?
PETRONIO
Socega... terei de fazer uma longa viagem...
EUNICE
Leva-me comtigo.
PETRONIO
Não posso.