Petronio
Lygia
Vem Cezar. (Vai a querer subir)
LYGIA
Não me deixes, só!
MARCOS
Não. (Actêa, desce) Aqui tens Actêa... Eu volto já. (Sobe.)
LYGIA
Oh! Actêa! (agarrando-lhe a mão)
ACTÊA
Que tens?
LYGIA
Foje-me a vista.
ACTÊA
Serena-te (beijando-a) Isso passa!
(Néro apparece ao fundo. Á maneira que passa, a multidão aclama-o. Começam a
cahir flôres do tecto até ao fim do acto. Os escravos trazem brazeiros e deitam-lhe myrra. Gritam)
VOZES
Avé, Cezar!
Avé, Jupiter!