Petronio
TODOS, com palmas e gritos
Ó voz divina!
Ó immortal!
Ó Jupiter!
Ó artista divino!
Ó resplandecente!
Salve! Salve! Salve!
POPPÊA, vem beijar magestosamente a mão de Néro
Obrigada, Cezar! (sahe)
Mulheres choram, homens fazem gestos exagerados de espanto: o éphebo
Pitagoras vem joelhar-se ao pé do leito de Néro e fica. Sentam-se de novo alguns convivas, outros ficam de pé.
PETRONIO, empunhando a taça
A Cezar olimpico! (Todos bebem)
NÉRO, consultando
Petronio?
PETRONIO
Os versos são admiraveis. Lucano deve estar amarello de inveja! Querel-os-hia peores, para poder fazer-lhes um elogio que os valesse.
LUCANO