Redes regionalizadas de atenção à saúde
Referências
ALBUQUERQUE, A. B. B.; BOSI, M. L. M. Visita domiciliar no
âmbito da Estratégia Saúde da Família: percepções de usuários no município de Fortaleza, Ceará, Brasil. Cadernos de Saúde Pública,
Rio de Janeiro, v. 25, n. 5, p. 1103-1112, maio 2009.
ALBUQUERQUE, M. V.; MELLO, G. A.; IOZZI, F. L. O processo de
regionalização em saúde nos estados brasileiros. In: VIANA, A. L.
A.; LIMA, L. D. (Org.). Regionalização e relações federativas na política de saúde do Brasil. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2011. p.
117-172.
ALBUQUERQUE, P. C.; STOTZ, E. V. A educação popular na
atenção básica à saúde no município: em busca da integralidade.
Interface: Comunicação, Saúde, Educação, São Paulo, v. 8, n. 15, p. 259-274, mar./ago. 2004.
ALMEIDA, P. F. et al. Desafios à coordenação dos cuidados em
saúde: estratégias de integração entre níveis assistenciais em
grandes centros urbanos. Cadernos de Saúde Pública, Rio de
Janeiro, v. 26, n. 2, p. 286-298, fev. 2010.
ALMEIDA, P. F.; SANTOS, A. M. Diálogos em busca de
coordenação do cuidado: linha de chegada ou novo itinerário? In:
SANTOS, A. M.; ALMEIDA, P. F.; SOUZA, M. K. B. (Org.). Atenção
Primária à Saúde na coordenação do cuidado em Regiões de
Saúde. Salvador: EDUFBA, 2015. p. 277-303.
ALVES, F. L. Trajetórias de acesso da população aos serviços do
SUS: um estudo sobre a cirurgia bariátrica. 2010. 186 f. Dissertação
(Mestrado em Serviço Social) – Centro Sócio-Econômico,
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.
ALVES, J. S. Vinculação do trabalhador ao SUS no âmbito
municipal: perspectivas de valorização baseadas na educação
permanente em saúde. 2010. 125 f. Dissertação (Mestrado em
Saúde Coletiva) – Universidade Estadual de Feira de Santana, Feira de Santana, 2010.
AMARAL, M. A.; CAMPOS, G. W. S. Organização do trabalho e
gestão do cuidado em saúde: uma metodologia de cogestão. In:
VECINA NETO, G.; MALIK, A. M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. p. 73-84.
ARAÚJO, J. D.; FERREIRA, E. S. M.; NERY, G. C. Regionalização
dos serviços de saúde pública: a experiência do estado da Bahia,
Brasil. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 7, n. 1, p. 1-19, mar.
1973.
ARMITAGE, G. D. et al. Health systems integration: state of the
evidence. International Journal of Integrated Care, United Kingdom,
v. 9, p. 1-11, June 2009.
ASSIS, E. et al. Regionalização e novos rumos para o SUS: a experiência de um colegiado regional. Saúde e Sociedade, São
Paulo, v. 18, p. 17-21, jan./mar. 2009. Suplemento 1.
ASSIS, M. M. A. et al. Atenção Primária à Saúde e sua articulação
com a Estratégia Saúde da Família: construção política,
metodológica e prática. Revista de Atenção Primária à Saúde, Juiz
de Fora, v. 10, n. 2, p. 189-199, jul./dez. 2007.
ASSIS, M. M. A. et al. Produção do cuidado no programa Saúde da
Família: olhares analisadores em diferentes cenários. Salvador:
EDUFBA, 2010.
ASSIS, M. M. A.; ALVES, J. S.; SANTOS, A. M.; Políticas de
recursos humanos e a (re)significação das práticas dos
trabalhadores no Sistema Único de Saúde (SUS): apontamentos
para o debate. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v. 32, p.
7-15, 2008. Suplemento 1.
ASSIS, M. M. A.; JORGE, M. S. B. Métodos de análise em pesquisa
qualitativa. In: SANTANA, J. S. S.; NASCIMENTO, M. A. A. (Org.).
Pesquisa: métodos e técnicas de conhecimento da realidade social.
Feira de Santana: UEFS, 2010. p. 139-160.
ASSIS, M. M. A.; VILLA, T. C. S. O controle social e a
democratização da informação: um processo em construção.
Revista Latino-americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 11, n.
3, p. 376-382, maio/jun. 2003.
AZEVEDO, A. L. M.; COSTA, A. M. A estreita porta de entrada do
Sistema Único de Saúde (SUS): uma avaliação do acesso na
Estratégia de Saúde da Família. Interface: Comunicação, Saúde,
Educação, São Paulo, v. 14, n. 35, p. 797-810, out./dez. 2010.
BAHIA ganha quatro novos cursos federais de medicina. Leiamais.
ba, Salvador, 06 jun. 2012a. Disponível em:
<http://leiamais.ba/2012/06/06/bahia-ganha-quatro-novos-cursos-
federais-demedicina>. Acesso em: 7 dez. 2017.
BAHIA. Lei nº 11.055, de 26 de junho de 2008. Altera a estrutura organizacional e de cargos em comissão da Secretaria da Saúde do
Estado da Bahia SESAB e dá outras providências. Diário Oficial da
Bahia, Salvador, 2008a.
BAHIA. Lei Ordinária nº, 13.204 de 11 de dezembro de 2014.
Modifica a estrutura organizacional da administração pública do
poder executivo estadual e dá outras providências. Diário oficial da Bahia, Salvador, 2014.
BAHIA. Secretaria da Bahia. Relatório Anual de Gestão 2011.
Salvador, 2012b.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Diretoria de Atenção Básica. Boletim
de avaliação e monitoramento. Salvador, 2013a. Disponível em:
<http://www.saude.ba.gov.br/dab/index.php?
option=com_content&view=category&id=17&layout=blog&Itemid=14
5>. Acesso em: 20 jan. 2013.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Diretoria de Atenção Básica. Política
Estadual de Atenção Básica. Salvador, 2013b.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Diretoria de Atenção Básica.
Programa estadual de construção de Unidades de Saúde da
Família. Salvador, [20--]. Disponível em:
<http://www.saude.ba.gov.br/wp-
content/uploads/2017/07/DAB_INFORMATIVO_PROGRAMA_ESTA
DUAL_CONSTRUCAO_UBS_25JULHO2017.pdf>. Acesso em: 7
dez. 2017.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Indicadores: demografia. Salvador,
[2010a]. Disponível em:
<http://www1.saude.ba.gov.br/dis/indicadoresDemografia.html>.
Acesso em: 10 fev. 2013.
BAHIA. Secretaria da Saúde. PDR: Plano Diretor de Regionalização.
Salvador, 2008b. Disponível em:
<http://www1.saude.ba.gov.br/mapa_bahia/PDR_POP-
2007_atualizado_em_16-04-2008.pdf>. Acesso em: 7 dez. 2017.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Programação Anual de Saúde – 2012.
Salvador, 2012c.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Regimento Interno do Colegiado
Microrregional de Saúde do Estado da Bahia. Salvador, 2007a.
Disponível em:
<http://www1.saude.ba.gov.br/dipro/observatorio/download/>. Acesso em: 21 de jul. 2011.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Relatório das plenárias temáticas e
final da 8ª Conferência Estadual de Saúde do Estado da Bahia.
Salvador, 2011.
BAHIA. Secretaria da Saúde. Resolução CIB 145/2007. Aprova a
nova proposta do Regimento Interno da Comissão Intergestores
Bipartite do Estado da Bahia. Salvador, 2007b.
BAHIA, L. A privatização no sistema de saúde brasileiro nos anos
2000: tendência e justificação. In: SANTOS, N. R.; AMARANTE, P.
D. C. (Org.). Gestão pública e relação público privado na saúde. Rio
de Janeiro: Cebes, 2010b. p. 115-128.
BAHIA, L. O sistema de saúde brasileiro entre normas e fatos:
universalização mitigada e estratificação subsidiada. Ciência &
Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, p. 753-762, maio 2009.
BAHIA, L. H. N. O poder do clientelismo: raízes e fundamentos da
troca política. Rio de Janeiro: Renovar. 2003. Resenha de: D’AVILA
FILHO, P. M. O clientelismo como gramática política universal.
Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 13, n. 2. p.
149-154, jul./dez. 2003.
BARBOSA, M. C. L. et al. Efeitos da descentralização das ações de
vigilância epidemiológica para as equipes de Saúde da Família.
Epidemiologia e Serviços de Saúde, Brasília, v. 19, n. 4, p. 347-354,
out./dez. 2010.
BARBOUR, R. Grupos focais. Tradução de Marcelo Figueiredo Duarte. Porto Alegre: Artmed, 2009. (Coleção Pesquisa Qualitativa).
BAREMBLITT, G. F. Compêndio de análise institucional e outras
correntes: teoria e prática. 2. ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos,
1994.
BEDRIKOW, R.; CAMPOS, G. W. S. Clínica: a arte de equilibrar a
doença e o sujeito. Revista da Associação Médica Brasileira, São
Paulo, v. 57, n. 6, p. 610-613, nov./dez. 2011.
BISCAIA, A. R. et al. Cuidados de saúde primários em Portugal:
reformar para novos sucessos. 2. ed. Lisboa: Padrões culturais, 2008.
BISPO JÚNIOR, J. P.; MARTINS, P. C. Envolvimento comunitário na
Estratégia de Saúde da Família: dilemas entre institucionalização e efetiva participação. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 22, n. 4, p. 1313-1332, 2012.
BOERMA, W. G. W. Coordenação e integração em atenção primária
européia. In: SALTMAN, R. B.; RICO, A.; BOERMA, W. G. W.
Atenção Primária conduzindo as redes de atenção à saúde: reforma
organizacional na atenção primária europeia. Berkshire: Open
University Press, 2006. p. 25-47.
BOUSQUAT, A.; ALVES, M. C. G. P.; ELIAS, P. E. Utilização do
Programa Saúde da Família em regiões metropolitanas: abordagem
metodológica. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 42, p. 903-
906, 2008.
BRASIL. Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011. Regulamenta a Lei n.º 8080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a
organização do Sistema Único de Saúde - SUS, o planejamento da
saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá
outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 29 jun. 2011a. Seção 1, p. 1.
BRASIL. Departamento de Informática do Sus. Indicadores e Dados
Básicos: Brasil: 2009. Brasília, DF, [2010]. Disponível em:
<http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2009/matriz.htm>. Acesso em:
20 fev. 2013.
BRASIL. Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as
condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá
outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do
Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF, 20 set. 1990a, Seção 1, p.
18055.
BRASIL. Lei nº 8142, de 28 de dezembro de 1990. Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde
(SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de recursos
financeiros na área da saúde e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Poder Legislativo, Brasília, DF,
31 dez. 1990b, Seção 1, p. 25694.
BRASIL. Ministério da Saúde. CNES-DADASUS. Brasília, [20--].
Disponível em: <http://cnes.datasus.gov.br/>. Acesso em: 7 dez.
2017.
BRASIL. Ministério da Saúde. Colegiado de Gestão Regional na
região de saúde intraestadual: orientações para organização e funcionamento. Brasília, DF, 2009. (Sério B, Textos Básicos de
Saúde - Série Pactos pela Saúde 2006, v. 10).
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde.
Resolução nº 196, de 10 de outubro de 1996. Aprova diretrizes e
normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília,
DF, 1996.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes operacionais: Pactos pela
vida, em defesa do SUS e de gestão. 2. ed. Brasília, DF, 2006a.
(Série Pactos pela Saúde 2006, v. 1).
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes para a Programação
Pactuada e Integrada da Assistência à Saúde. Brasília, DF, 2006b.
(Série Pactos pela Saúde 2006, v. 5).
BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Saúde da
Família: avaliação da implementação em dez grandes centros
urbanos: síntese dos principais resultados. 2. ed. Brasília, DF, 2005.
(Série C. Projetos, Programas e Relatórios).
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica.
Brasília, DF, 2012a. (Série E. Legislação em Saúde).
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 1.170, de 5 de junho de
2012. Habilita Municípios a receber recursos referentes ao
Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde (UBS),
componente Ampliação. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2012b. Seção 1, p. 77. Disponível em:
<http://189.28.128.100/dab/docs/sistemas/sismob/portaria1170.pdf>.
Acesso em: 11 dez. 2017.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.206, de 14 de setembro
de 2011. Institui, no âmbito da Política Nacional de Atenção Básica,
o Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde e o
respectivo Componente Reforma. Diário Oficial [da] República
Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2011b.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.394, de 11 de outubro de
2011. Institui o Componente Ampliação no âmbito do Programa de
Requalificação de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Diário Oficial
[da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2011c.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro
de 2010. Estabelece diretrizes para a organização da Rede de
Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 31
dez. 2010. Seção 1, p. 88.
BRASIL. Ministério da Saúde. Regionalização solidária e
cooperativa: orientações para sua implementação no SUS. Brasília,
DF, 2007. (Série Pactos pela Saúde 2006, v. 3).
BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema de Regulação – SISREG:
manual do administrador SISREG III. Brasília, DF, 2008.
BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. Estatísticas e resultados da
eleição. Brasília, DF, 2012c. Disponível em:
<http://www.tse.jus.br/eleicoes/estatisticas/estatisticas-eleicoes-
2012>. Acesso em: 12 dez. 2012.
CALNAN, M.; HUTTEN, J.; TILJAK, H. O desafio da coordenação: o
papel dos profissionais da atenção primária na promoção da
integração entre interface. In: SALTMAN, R. B.; RICO, A.; BOERMA,
W. G. W. Atenção Primária conduzindo as redes de atenção à saúde: reforma organizacional na atenção primária europeia.
Berkshire: Open University Press, 2006. p. 135-160.
CAMARGO JR, K. R. et al. Avaliação da atenção básica pela ótica
político-institucional e da organização da atenção com ênfase na
integralidade. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, p.
S58-S68, 2008. Suplemento 1.
CAMPOS, C. V. A.; MALIK, A. M. Satisfação no trabalho e rotatividade dos médicos do Programa de Saúde da Família. Revista
de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 42, n. 2, p. 347-368,
mar./abr. 2008.
CAMPOS, G. W. S. Cogestão e neoartesanato: elementos
conceituais para repensar o trabalho em saúde combinando responsabilidade e autonomia. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 15, n. 5, p. 2337-2344, ago. 2010a.
CAMPOS, G. W. S. Debate sobre o artigo de Conill. Cadernos de
Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, p. S17-S19, 2008. Suplemento
1.
CAMPOS, G. W. S. Efeitos paradoxais da descentralização no
Sistema Único de Saúde do Brasil. In: FLEURY, S. (Org.).
Democracia, descentralização e desenvolvimento: Brasil e Espanha.
Rio de Janeiro: FGV, 2006. p. 417-442.
CAMPOS, G. W. S. El filo de la navaja de la función filtro:reflexiones
sobre la función clínica em el Sistema Único de Salud en Brasil.
Revista Brasileria de Epidemiologia, São Paulo, v. 8, n. 4, p. 477-
483, dez. 2005.
CAMPOS, G. W. S. Modo de coprodução singular do Sistema Único de Saúde: impasses e perspectivas. In: SANTOS, N. R.;
AMARANTE, P. D. C. (Org.). Gestão pública e relação público
privado na saúde. Rio de Janeiro: Cebes, 2010b. p. 294-302.
(Coleção Pensar em Saúde).
CAMPOS, G. W. S. Reforma política e sanitária: a sustentabilidade
do SUS em questão? Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v.
12, n. 2, p. 301-306, mar./abr. 2007.
CAMPOS, G. W. S. Saúde Paidéia. São Paulo: Hucitec, 2003.
CAMPOS, G. W. S. Saúde, Sociedade e o SUS: o imperativo do
sujeito. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 18, p. 24-34, 2009.
Suplemento 2.
CAMPOS, G. W. S. Um método para análise e co-gestão de
coletivos. São Paulo: Hucitec, 2000.
CAMPOS, G. W. S. et al. Reflexões sobre a Atenção Básica e a
Estratégia de Saúde da Família. In: CAMPOS, G. W. S.;
GUERRERO, A. V. P. (Org.). Manual de práticas de atenção básica:
saúde ampliada e compartilhada. São Paulo: Hucitec, 2008. p. 132-
153.
CAMPOS, G. W. S.; CHAKOUR, M.; SANTOS, R. C. Análise crítica sobre especialidades médicas e estratégias para integrá-las ao
Sistema Único de Saúde (SUS). Cadernos de Saúde Pública, Rio de
Janeiro, v. 13, n. 1, p. 141-144, jan./mar. 1997.
CAMPOS, G. W. S; DOMITTI, A. C. Apoio matricial e equipe de
referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 32, n. 2,
p. 399-407, fev. 2007.
CAMPOS, G. W. S.; ONOCKO-CAMPOS, R. T. Gestão em saúde.
In: PEREIRA, I. B.; LIMA, J. C. F. Dicionário da Educação
Profissional em Saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de
Saúde Joaquim Venâncio: Fiocruz, 2009. p. 231-235.
CARDOSO, M. O.; VIEIRA-DA-SILVA, L. M. Avaliação da cobertura
da atenção básica à saúde em Salvador, Bahia, Brasil (2000 a
2007). Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, n. 7, p.
1273-1284, jul. 2012.
CASTRO, R. C. L. et al. Avaliação da qualidade da atenção primária
pelos profissionais de saúde: comparação entre diferentes tipos de
serviço. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, n. 9, p.
1772-1784, set. 2012.
CAVALCANTE NETO, P.G.; LIRA, G.V.; MIRANDA, A. S. Interesse
dos estudantes pela Medicina de Família: estado da questão e
agenda de pesquisa. Revista Brasileira de Educação Médica, Rio de
Janeiro, v. 33, n. 2, p. 198-204, abr./jun. 2009.
CECÍLIO, L. C. O. A morte de Ivan Ilitch, de Leon Tolstói: elementos
para se pensar as múltiplas dimensões da gestão do cuidado.
Interface: Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 13, p. 545-
555, 2009. Suplemento 1.
CECÍLIO, L. C. O. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da
pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cadernos de
Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p. 469-478, jul./set. 1997.
CECÍLIO, L. C. O. et al. A Atenção Básica à Saúde e a construção
das redes temáticas de saúde: qual pode ser o seu papel? Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 11, p. 2893-2902, nov.
2012.
CECÍLIO, L. C. O. et al. O gestor municipal na atual etapa de
implantação do SUS: características e desafios. Revista Eletrônica
de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde, Rio de Janeiro,
v. 1, n. 2, p. 200-207, jul./dez. 2007.
COELHO, A. P. S. O público e o privado na regionalização da
saúde: processo decisório e condução da política no estado do
Espírito Santo. 2011. 143 f. Dissertação (Mestrado em Saúde
Pública) – Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca, Rio de
Janeiro, 2011.
COELHO, T. C. B.; PAIM, J. S. Processo decisório e práticas de
gestão: dirigindo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 21, n. 5, p. 1373-
1382, set./out. 2005.
COHN, A. Apresentação. In: COHN, A. (Org.). Saúde da família e
SUS: convergências e dissonâncias. Rio de Janeiro: Beco do
Azougue; São Paulo: CEDEC, 2009. p. 7-11.
COHN, A. Os princípios do Sistema Único de Saúde e a Atenção
Básica (Programa Saúde da Família): o perigo mora ao lado. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, p. S23-S24,
2008. Suplemento 1.
CONILL, E. M. Ensaio histórico-conceitual sobre a Atenção Primária
à Saúde: desafios para a organização de serviços básicos e da
Estratégia Saúde da Família em centros urbanos no Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, p. S7-S16, 2008.
Suplemento 1.
CONILL, E. M.; FAUSTO, M. C. R. Análisis de la problemática de la
integración de la APS em El contxto actual: causas que inciden em
la fragmentación de servicios y SUS efectos em la cohesión social. Rio de Janeiro: EuroSocial Salud, 2007.
CONILL, E. M.; FAUSTO, M. C. R.; GIOVANELLA, L. Contribuições
da análise comparada para um marco abrangente na avaliação de
sistemas orientados pela atenção primária na América Latina.
Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, Recife, v. 10, p. S15-
S27, nov. 2010. Suplemento 1.
CONILL, E. M.; GIOVANELLA, L.; ALMEIDA, P. F. Listas de espera
em sistemas públicos: da expansão da oferta para um acesso
oportuno? Considerações a partir do Sistema Nacional de Saúde
espanhol. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 6, p.
2783-2794, jun. 2011.
CRUZ, L. P. Serviços diagnósticos e terapêuticos. In: VECINA
NETO, G.; MALIK, A. M. Gestão em Saúde. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2011. p. 253-258.
CUETO, M. The origins of primary health care and selective primary
health care. American Journal of Public Health, Washington, v. 94, n.
11, p. 1864-1874, Nov. 2004.
CUNHA, A. B. O.; VIEIRA-DA-SILVA, L. M. Acessibilidade aos
serviços de saúde em um município do Estado da Bahia, Brasil, em
gestão plena do sistema. Cadernos de Saúde Pública, Rio de
Janeiro, v. 26, n. 4, p. 725-737, abr. 2010.
DANTAS NETO, P. F. “Surf” nas ondas do tempo: do carlismo
histórico ao carlismo pós-carlista. Caderno CRH, Salvador, n. 39, p.
213-255. jul./dez. 2003.
DECLARACIÓN de Alma-Ata (1978). Revista Salud Pública y
Educación para la Salud, Santiago de Compostela, v. 2, n. 1, p. 22-24, 2002.
DEMO, P. Avaliação qualitativa. 7. ed. Campinas: Autores
associados, 2002.
DEMOGRAFIA médica no Brasil, volume 2: cenários e indicadores
de distribuição. Brasília: Conselho Federal de Medicina; São Paulo:
Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2011.
DEMOGRAFIA médica no Brasil, volume 2: cenários e indicadores
de distribuição. Brasília: Conselho Federal de Medicina; São Paulo: Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, 2013.
DIAS, M. P. Estratégias de coordenação entre a atenção primária e
secundária à saúde no município de Belo Horizonte. 2012. 205 f.
Dissertação (Mestrado em Ciências na área de Saúde Pública) –
Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Rio de Janeiro,
2012.
DRAIBE, S. M. Há tendências e tendências: com que estado de bem
estar social haveremos de conviver neste fim de século? São Paulo:
Unicamp, 1989.
DUQUE, N. R. et al. El paciente pluripatológico: manejo coordinado
entre atención primaria y especializada. Jano: Medicina y
Humanidades, Barcelona, n. 1751, nov. 2009.
ELIAS, P. E. et al. Atenção Básica em Saúde: comparação entre
PSF e UBS por extrato de exclusão social no município de São
Paulo. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 11, n. 3, p. 633-
641, jul./set. 2006.
ESCOREL, S. et al. O Programa de Saúde da Família e a
construção de um novo modelo para a atenção básica no Brasil.
Revista Panamericana de Salud Pública, Washington, v. 21, n. 2-3,
p. 164-176, Feb./Mar. 2007.
ESCOREL, S.; MOREIRA, M. R. Participação social. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no
Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz: Cebes, 2014. p. 853-883.
EUROSOCIAL. La formación de profesionales de salud para la APS
y Salud Familiar y Comunitaria en América Latina y Europa. Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.
FACCHINI, L. A. et al. Desempenho do PSF no Sul e no Nordeste
do Brasil: avaliação institucional e epidemiológica da Atenção
Básica à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 11, n.
3, p. 669-681, jul./set. 2006.
FARIAS, S. F. et al. A regulação no setor público de saúde no Brasil:
os (des) caminhos da assistência médico-hospitalar. Ciência &
Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, p. 1043-1053, 2011.
Suplemento 1.
FEO, J. J. O; CAMPO, J. M. F.; CAMACHO, J. G. La Coordinatión entre Atención Primaria y Especializada: ¿reforma del sistema del
sistema sanitario o reforma del ejercicio profesional? Revista de
Administración Sanitaria Siglo XXI, Barcelona, v. 4, n. 2, p. 357-382,
abr. 2006.
FERNANDES, L. C.; BERTOLDI, A. D.; BARROS, A. J. D. Utilização
dos serviços de saúde pela população coberta pela Estratégia de
Saúde da Família. Revista de Saúde Pública, São Paulo, v. 43, n. 4,
p. 595-603, ago. 2009.
FERREIRA, M. P.; DINI, N. P. Tipologia nacional dos colegiados de
gestão regional. In: VIANA, A. L. A.; LIMA, L. D. Regionalização e
relações federativas na política de saúde do Brasil. Rio de Janeiro:
Contra Capa, 2011. p. 49-69.
FLEURY, S.; OUVERNEY, A. M. Gestão de redes: a estratégia de
regionalização da política de saúde. Rio de Janeiro: FGV, 2007.
FRANCO, T. B. Transição tecnológica e inclusão social na saúde. In:
FRANCO, T. B.; ANDRADE, C. S.; FERREIRA, V. S. C. (Org.). A produção subjetiva do cuidado: cartografias da estratégia saúde da
família. São Paulo: Hucitec, 2009. p. 147-162.
FRANCO, T. B.; BUENO, W. S.; MERHY, E. E. O acolhimento e os
processos de trabalho em saúde: o caso de Betim, Minas Gerais,
Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 15, n. 2, p. 345-353, abr./jun. 1999.
FRANCO, T. B.; MAGALHÃES JÚNIOR, H. M. Integralidade na
assistência à saúde: a organização das linhas de cuidado. In:
MERHY, E. E. et al. O trabalho em saúde: olhando e experienciando
o SUS no cotidiano. Hucitec: São Paulo, 2003. p. 125-133. (Série
Saúde em debate, 155).
FRANCO, T. B.; MERHY, E. E. O uso de ferramentas analisadoras
para apoio ao planejamento dos serviços de saúde: o caso do
Serviço Social do Hospital das Clínicas da Unicamp. In: MERHY, E.
E. et al. (Org.). O trabalho em saúde: olhando e experienciando o
SUS no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 2003a. p. 135-160. (Série Saúde em debate, 155).
FRANCO, T. B.; MERHY, E. E. Programa de Saúde da Família
(PSF): contradições de um programa destinado à mudança do modelo tecnoassistencial. In: MERHY, E. E. et al. (Org.). O trabalho
em saúde: olhando e experienciando o SUS no cotidiano. São
Paulo: Hucitec, 2003b. p. 55-124. (Série Saúde em debate, 155).
FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ. Análisis de la problemática de la
integración de la APS en el contexto actual: causas que inciden em
la fragmentación de servicios y sus efectos en la cohesión social.
Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz: Escola Nacional de Saúde
Pública Sérgio Arouca, 2007.
GARIGLIO, M. T.; RADICCHI, A. L. A. O modo de inserção do
médico no processo produtivo em saúde: o caso das unidades
básicas de Belo Horizonte. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 13, n. 1, p. 153-163, jan./fev. 2008.
GARRIDO, M. V.; ZENTNER, A.; BUSSE, R. The effects of
gatekeeping: a systematic review of the literature. Scandinavian
Journal of Primary Health Care, United Kingdom, v. 29, n. 1, p. 28-
38, 2011.
GENEAU, R. et al. Primary care practice à la carte among GPs: using organizational diversity to increase job satisfaction. Family
Practice, United Kingdom, v. 24, n. 2, p. 138-144, Apr. 2007.
Disponível em:
<https://academic.oup.com/fampra/article/24/2/138/470279/Primary-
care-practice-a-la-carte-among-GPs-using?searchresult=1>. Acesso
em: 30 nov. 2012.
GÉRVAS, J. et al. Algunas causas (y soluciones) de la pérdida de
prestigio de la medicina general/de familia: contra el descrédito del
héroe. Atención Primaria, Barcelona, v. 39, n. 11, p. 615-618, nov.
2007.
GÉRVAS, J.; BONIS, J. El debate profesional acerca de la escasez de médicos. Revista Española de Salud Pública, Madrid, v. 82, n. 6,
p. 627-635, nov./dic. 2008.
GÉRVAS, J.; FERNÁNDEZ, M. P. El fundamento científico de la
función de filtro del médico general. Revista Brasileira de
Epidemiologia, São Paulo, v. 9, n. 1, p. 147-149, mar. 2006.
GÉRVAS, J.; RICO, A. La coordinación en el sistema sanitario y su
mejora a través de las reformas europeas de la Atención Primarial.
SEMERGEN: Medicina de Familia, Barcelona, v. 31, n. 9, p. 418-
423, oct. 2005.
GIL, C. R. R. Formação de recursos humanos em saúde da família:
paradoxos e perspectivas. Cadernos de Saúde Pública, Rio de
Janeiro, v. 21, n. 2, p. 490-498, mar./abr. 2005.
GIOVANELLA, L. A Atenção Primária à Saúde nos países da União
Européia: configurações e reformas organizacionais na década de 1990. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 22, n. 5, p.
951-963, maio 2006.
GIOVANELLA, L. Atenção Primária à Saúde seletiva ou
abrangente? Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, p.
S21-23, 2008. Suplemento 1.
GIOVANELLA, L. Redes integradas, programas de gestão clínica e
generalista coordenador: análise das reformas recentes do setor
ambulatorial na Alemanha. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 16, p. 1081-1096, 2011. Suplemento 1.
GIOVANELLA, L. et al. Saúde da família: limites e possibilidades
para uma abordagem integral de atenção primária à saúde no Brasil.
Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 14, n. 3, p. 783-794,
maio/jun. 2009.
GIOVANELLA, L. et al. Sistemas municipais de saúde e a diretriz da integralidade da atenção: critérios para avaliação. Saúde em
Debate, Rio de Janeiro, v. 26, n. 60, p. 37-61, jan./abr. 2002.
GIOVANELLA, L.; ESCOREL, S.; MENDONÇA, M. H. M. Estudos de
caso sobre implementação da Estratégia Saúde da Família em quatro grandes centros urbanos: relatório final: Aracaju. Rio de
Janeiro: Fiocruz, 2009.
GIOVANELLA, L.; MENDONÇA, M. H. M. Atenção Primária à
Saúde. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e sistema de
saúde no Brasil. 2. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz: Cebes, 2012. p. 493-
546.
GONÇALVES, R. J. et al. Ser médico no PSF: formação acadêmica, perspectivas e trabalho cotidiano. Revista Brasileira de Educação
Médica, Rio de Janeiro, v. 33, n. 3, p. 382-392, jul./set. 2009.
GOULART, F. A. A. Experiências em Saúde da Família: cada caso é
um caso? 2002. 387 f. Tese (Doutorado em Saúde Pública) – Escola
Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2002.
GREß, S. et al. Co-ordination and management of chronic conditions
in Europe: the role of primary care – position paper of the European
Forum for Primary Care. Quality in Primary Care, Wilmington, v. 17,
p. 75-86, 2009.
GRÖNE, O.; GARCIA-BARBERO, M. Integrated care: a position
paper of the WHO European office for integrated health care
services. International Journal of Integrated Care, London, v. 1,
Apr./June 2001. Disponível em:
<https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC1525335/>. Acesso
em: 7 fev. 2011.
GUIMARÃES, L.; GIOVANELLA, L. Entre a cooperação e a
competição: percursos da descentralização do setor saúde no
Brasil. Revista Panamericana de Salud Pública, Washington, v. 16,
n. 4, p. 283-288. Out. 2004.
GUIMARÃES, M. C. L. Processo decisório e conflitos de interesse
na implantação da descentralização da saúde: um estudo das
instâncias colegiadas na Bahia. Caderno CRH, Salvador, n. 39, p.
105-132, jul./dez. 2003.
HAGGERTY, J. L. et al. Continuity of care: a multidisciplinary review.
British Medical Journal, London, v. 327, p. 1219-1221, Nov. 2003.
HARTZ, Z. M. A. Avaliação dos programas de saúde: perspectivas
teórico metodológicas e políticas institucionais. Ciência & Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 4, n. 2, p. 341-353, 1999.
HARTZ, Z. M. A.; CONTANDRIOPOULOS, A.-P. Integralidade da
atenção e integração de serviços de saúde: desafios para avaliar a implantação de um “sistema sem muros”. Cadernos de Saúde
Pública, Rio de Janeiro, v. 20, p. S331-336, 2004. Suplemento 2.
HEIMANN, L. S. et al. A relação público-privado e o pacto pela
saúde: novos desafios para a gestão em saúde. In: SANTOS, N. R.;
AMARANTE, P. D. C. (Org.). Gestão pública e relação público privado na saúde. Rio de Janeiro: Cebes, 2010. p. 208-219.
(Coleção Pensar em Saúde).
HENAO-MARTÍNEZ, D. et al. Integración Asistencial de dos
Organizaciones en Cataluña, España. Revista de Salud Pública,
Bogotá, v. 10, n. 1, p. 33-48, enero/feb. 2008.
HERNÁNDEZ, T.; GÓMEZ, Y. O. La migración de médicos en
Venezuela. Revista Panamericana de Salud Pública, Washington, v.
30, n. 2, p. 177-181, agosto 2011.
IANNI, A. M. Z. et al. Metrópole e região: dilemas da pactuação da
saúde: o caso da região metropolitana da Baixada Santista, São
Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 28, n.
5, p. 925-934, maio 2012.
IBAÑEZ, N. et al. Avaliação do desempenho da atenção básica no
Estado de São Paulo. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 11, n. 3, p. 683-703, jul./set. 2006.
IMMERGUT, E. M. Health Politics: Interest and institutions in
Western Europe. Cambridge: Cambridge University Press, 1992.
(Série Cambridge studies in comparative politics).
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE.
Estados@: Bahia. Rio de Janeiro, 2010. Disponível em:
<http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=ba>. Acesso em:
2 jun. 2011.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE.
Síntese de Indicadores 2009. Rio de Janeiro, 2009. Disponível em:
<https://ww2.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendi
mento/pnad2009/>. Acesso em: 11 dez. 2017.
INSTITUTO DE COMUNICAÇÃO E INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E
TECNOLÓGICA EM SAÚDE – ICICT. Fundação Oswaldo Cruz.
Matriz de dimensões da avaliação de desempenho do sistema de
saúde. Rio de Janeiro, 2011. Disponível em:
<http://www.proadess.icict.fiocruz.br/index.php?pag=matp>. Acesso
em: 7 dez. 2017.
JESUS, W. L. A.; TEIXEIRA, C. F. Planejamento estadual no SUS: o
caso da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia. Ciência & Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n. 5, p. 2383-2393, ago. 2010.
JUNQUEIRA, T. S. et al. As relações laborais no âmbito da
municipalização da gestão em saúde e os dilemas da relação
expansão/precarização do trabalho no contexto do SUS. Cadernos
de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 26, n. 5, p. 918-928, maio
2010.
KOVACS, M. H. Acessibilidade às ações básicas entre crianças atendidas em serviços de pronto-socorro. Jornal de Pediatria, Porto
Alegre, v. 81, n. 3, p. 251-258, maio/jun. 2005.
KRINGOS, D. S. et al. The breadth of primary care: a systematic
literature review of its core dimensions. BMC Health Services
Research, London, v. 10, n. 65, p. 1-13, 2010.
KRINGOS, D. S. et al. The contribution of primary care to health
care system performance in Europe. Utrecht: [s. n.], 2012a. Cap. 8,
p. 217-238.
KRINGOS, D. S. et al. The stregth of primary care in Europe: na
international comparative study. Utrecht: [s. n.], 2012b. Cap. 5, p.
145-164.
KUSCHNIR, R.; CHORNY, A. H. Redes de atenção à saúde:
contextualizando o debate. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 15, n. 5, p. 2307-2316, ago. 2010.
LABRA, M. E. Conselhos de saúde: dilemas, avanços e desafios. In: LIMA, N. T. et al. (Org.). Saúde e democracia: histórias e
perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2005. p. 353-383.
LAPÃO, L. V.; DUSSAULT, G. From policy to reality: clinical
managers’ views of the organizational challenges of primary care
reform in Portugal. International Journal of Health Planning and Management, Medford, p. 1-13, 2012.
LEÃO, C. D. A.; CALDEIRA, A. P. Avaliação da associação entre
qualificação de médicos e enfermeiros em atenção primária em
saúde e qualidade da atenção. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 16, n. 11, p. 4415-4423, nov. 2011.
LEATT, P.; PINK G. H.; GUERRIERE, M. Towards a canadian model
of integrated healthcare. HealthcarePapers, Toronto, v. 1, n. 2, p. 13-
35, Mar. 2000.
LEVCOVITZ, E.; LIMA, L. D.; MACHADO, C. V. Política de saúde
nos anos 90: relações intergovernamentais e o papel das Normas
Operacionais Básica. Ciência & Saúde Coletiva, São Paulo, v. 6, n.
2, p. 269-291, 2001.
LIMA, E. C.; BISPO JÚNIOR, J. P. Pró-Saúde e Pet-Saúde em
Vitória da Conquista: avanços e desafios do modelo de formação. In: PRADO, N. B. L.; MANFROI, E. C.; LIMA, E. C. (Org.). O PET-
Saúde no Semiárido baiano: uma experiência transformadora no
ensinar “fazendo saúde”. Salvador: EDUFBA, 2017. p. 21-33.
LIMA, L. D. et al. O pacto federativo brasileiro e o papel do gestor
estadual no SUS. In: UGÁ, M. A. D. et al. (Org.). A gestão do SUS
no âmbito estadual: o caso do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:
Fiocruz, 2010. p. 27-58.
LIMA, L. D. et al. Regionalização e acesso à saúde nos estados
brasileiros: condicionantes históricos e político-institucionais. Ciência
& Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 11, p. 2881-2892, nov.
2012.
LIMA, L. D.; VIANA, A. L. D. Descentralização, regionalização e
instâncias intergovernamentais no Sistema Único de Saúde. In:
VIANA, A. L. D.; LIMA, L. D (Org.). Regionalização e relações
federativas na política de saúde do Brasil. Rio de Janeiro: Contra
Capa, 2011. p. 30-48.
LIMA, L. L. Gestão da política de saúde no município: a questão da
autonomia. 2005. 101 f. Dissertação (Mestrado em Sociologia) –
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal do
Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2005.
LOBATO, L. V. C.; GIOVANELLA, L. Sistemas de saúde: origens,
componentes e dinâmica. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas
e sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2012.
LONGEST JR, B. B.; YOUNG, G. T. Coordination and
communication. In: SHORTELL, S. M.; KALUZNY, A. D. (Org.).
Health care management th : organization design and behavior. 5.
New York: Thomson Delmar Learning, 2006. p. 237-275.
LOPES, C. M. N. Regionalização em saúde: o caso de uma
microrregião no Ceará (1998-2002 e 2007-2009). 2010. 239 f. Tese
(Doutorado em Saúde Pública) – Instituto de Saúde Coletiva,
Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2010.
LOPES, E. Z.; BOUSQUAT, A. E. M. Fixação de enfermeiras e médicos na Estratégia Saúde da Família, município de Praia Grande, São Paulo, Brasil. Revista Brasileira de Medicina de Família
e Comunidade, Florianópolis, v. 6, n. 19, p. 118-124, abr./jun. 2011.
LOTUFO, M.; MIRANDA, A. S. Sistemas de direção e práticas de
gestão governamental em secretarias estaduais de Saúde. Revista
de Administração Pública, Rio de Janeiro, v. 41, n. 6, p. 1143-1163,
nov./dez. 2007.
MACEDO, R. S. A etnopesquisa crítica e multirreferencial nas Ciências Humanas e na educação. 2. ed. Salvador: EDUFBA, 2004.
MACINKO, J. et al. La renovación de la atención primaria de salud
en las Américas. Revista Panamericana de Salud Pública,
Washington, v. 21, n. 2-3, p. 73-84, feb./marzo 2007.
MACINKO, J.; ALMEIDA, C.; OLIVEIRA, E. Avaliação das
características organizacionais dos serviços de atenção básica em
Petrópolis: teste de uma metodologia. Saúde em Debate, v. 27, n.
65, p. 243-556, set./dez. 2003.
MACINKO, J.; STARFIELD, B.; SHI, L. The contribution of primary
care systems to health outcomes within Organization for Economic
Cooperation and Development (OECD) countries, 1970-1998. Health
Services Research, Chicago, v. 38, n. 3, p. 831-865, June 2003.
MAGALHÃES JÚNIOR, H. M.; OLIVEIRA, R. C. Concretizando a integralidade nos serviços de saúde: a aposta do SUS em Belo
Horizonte. In: PINHEIRO, R.; FERLA, A. A.; MATTOS, R. A. (Org.).
Gestão em redes: tecendo os fios da integralidade em saúde. Rio de
Janeiro: EDUCS, 2006. p. 51-64. (Série Saúde Participativa).
MAGALHÃES, M. C. B. Os Colegiados de Gestão Regional como
dispositivos da Regionalização do SUS “Cenários e Perspectivas”: Análise da situação do CGMR na Bahia. [Salvador]: SESAB, 2010.
37 slides, color. Disponível em:
<http://www1.saude.ba.gov.br/dipro/cdgr/download/mostra_01/Apres
enta%C3%A7%C3%A3o_Concei%C3%A7%C3%A3o_18-11-
10.pdf>. Acesso em: 5 nov. 2012.
MATTOS, R. A. Os sentidos da integralidade: algumas reflexões
acerca de valores que merecem ser defendidos. In: PINHEIRO, R.;
MATTOS, R. A. (Org.). Os sentidos da integralidade na atenção e no
cuidado à saúde. 8. ed. Rio de Janeiro: CEPESC, 2009a. p. 43-68.
MATTOS, R. A. Repensando a organização da rede de serviços a
partir do princípio da integralidade. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R.
A. (Org.). Razões públicas para a integralidade em saúde: o cuidado
como valor. 2. ed. Rio de Janeiro: CEPESC, 2009b. p. 370-383.
MEDEIROS, C. R. G. et al. A rotatividade de enfermeiros e médicos:
um impasse na implementação da Estratégia de Saúde da Família.
Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, p. 1521-1531, jun.
2010. Suplemento 1.
MENDES, Á.; MARQUES, R. M. O financiamento do SUS sob os
“ventos” da financeirização. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 14, n. 3, p. 841-850, maio/jun. 2009.
MENDES, E. V. A Atenção Primária à Saúde no SUS. Fortaleza:
Escola de Saúde Pública do Ceará, 2002.
MENDES, E. V. As Redes de Atenção à Saúde. 2. ed. Brasília:
Organização Pan-Americana de Saúde, 2011.
MENDES, E. V. As Redes de Atenção à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n. 5, p. 2297-2305, ago. 2010.
MENDES, E. V. As Redes de Atenção à Saúde. Revista Médica de
Minas Gerais, Belo Horizonte, v. 18, p. S3-S11, dez. 2008.
Suplemento 4, n. 4.
MENDES, E. V. Os grandes dilemas do SUS: tomo II. Salvador:
Casa da Qualidade, 2001. (Saúde Coletiva, n. 4).
MENDES, E. V. Revisão bibliográfica sobre redes de atenção à
saúde. Belo Horizonte: Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, 2007.
MENDES, E. V. Uma agenda para a saúde. São Paulo: Hucitec,
1999. (Saúde em debate).
MENDONÇA, M. H. M. et al. Desafios para gestão do trabalho a
partir de experiências exitosas de expansão da Estratégia de Saúde
da Família. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n. 5, p.
2355-2365, ago. 2010.
MERHY, E. E. Em busca do tempo perdido: a micropolítica do trabalho vivo em saúde. In: MERHY, E. E.; ONOCKO-CAMPOS, R.
T. (Org.). Agir em saúde: um desafio para o público. 3. ed. São
Paulo: Hucitec, 2007. p. 71-112.
MERHY, E. E. Saúde: a cartografia do trabalho vivo. São Paulo:
Hucitec, 2002. (Saúde em debate).
MERHY, E. E. Um dos grandes desafios para os gestores do SUS:
apostar em novos modos de fabricar os modelos de atenção. In:
MERHY, E. E. et al. (Org.). O trabalho em saúde: olhando e
experienciando o SUS no cotidiano. São Paulo: Hucitec, 2003. p.
15-35.
MERHY, E. E. et al. Em busca de ferramentas analisadoras das
tecnologias em saúde: a informação e o dia a dia de um serviço,
interrogando e gerindo trabalho em saúde. In: MERHY, E. E.;
ONOCKO-CAMPOS, R. T. (Org.). Agir em saúde: um desafio para o
público. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 2007. p. 113-150.
MERHY, E. E.; FRANCO, T. B. Reestruturação produtiva em saúde.
In: PEREIRA, I. B.; LIMA, J. C. F. (Org.). Dicionário da educação
profissional em saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: Escola Politécnica de
Saúde Joaquim Venâncio: Fiocruz, 2009. p. 348-56.
MERHY, E. E.; IRIART C. B.; WAITZKIN, H. Atenção gerenciada: da
microdecisão corporativa à microdecisão administrativa, um
caminho igualmente privatizante? 1996. Texto apresentado na
Oficina de Trabalho “Perspectivas para a Gestão Hospitalar
Pública…” ENSP/FIOCRUZ, novembro de 1996. Disponível em:
<http://www.uff.br/saudecoletiva/professores/merhy/indexados-
20.pdf>. Acesso em: 9 fev. 2011.
MILANI, C. R. S. Políticas públicas locais e participação na Bahia: o
dilema gestão versus política. Sociologias, Porto Alegre, ano 8, n.
16, p. 180-214, jul./dez. 2006.
MISHIMA, S. M. et al. (In)Satisfação dos usuários: duplicação e uso
simultâneo na utilização de serviços na Saúde da Família. Revista da Escola de Enfermagem USP, São Paulo, v. 44, n. 3, p. 766-773,
set. 2010.
MLADOVSKY, P. et al. Health policy in the financial crisis.
Eurohealth, Brussels, v. 18, n. 1, p. 3-6, 2012.
MOLESINI, J. A. et al. Programação Pactuada Integrada e gestão
compartilhada do SUS. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador,
v. 34, n. 3, p. 623-638, jul./set. 2010.
MUR-VEEMAN, I.; VAN RAAK, A.; PAULUS, A. Comparing integrated care policy in Europe: does policy matter? Health Policy,
Berlin, v. 85, n. 2, p. 172-183, Feb. 2008.
NASCIMENTO, V. B. SUS: pacto federativo e gestão pública. São
Paulo: Hucitec, 2007.
NEY, M. S.; RODRIGUES, P. H. A. Fatores críticos para a fixação do
médico na Estratégia Saúde da Família. Physis: Revista de Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 22, n. 4, p. 1293-1311, 2012.
NORONHA, J. C.; LIMA, L. D.; MACHADO, C. V. O Sistema Único de Saúde – SUS. In: GIOVANELLA, L. et al. (Org.). Políticas e
sistema de saúde no Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. p. 435-
472.
NUNES, C. A. A integralidade da atenção e o Programa de Saúde
da Família: estudo de caso em um município do interior da Bahia. 2011. 192 f. Tese (Doutorado em Saúde Pública) – Instituto de
Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2011.
NÚÑEZ, R. T.; LORENZO, I. V.; NAVARRETE, M. L. V. La
coordinación entre niveles asistenciales: una sistematización de sus
instrumentos y medidas. Gaceta Sanitaria, Barcelona, v. 20, n. 6, p.
485-495, nov./dic. 2006.
OLIVEIRA, E. X. G.; CARVALHO, M. S.; TRAVASSOS, C. Territórios do Sistema Único de Saúde – mapeamento das redes de atenção
hospitalar. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 20, n. 2,
p. 386-402, mar./abr. 2004.
OLIVEIRA, L. S. et al. Acessibilidade a atenção básica em um
distrito sanitário de Salvador. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 11, p. 3047-3056, nov. 2012.
ONOCKO-CAMPOS, R. A gestão: espaço de intervenção, análise e
especificidades técnicas. In: CAMPOS, G. W. S. Saúde Paidéia. São
Paulo: Hucitec, 2003. p. 122-49. (Saúde em debate, 150).
ORGANISATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND
DEVELOPMENT – OECD. OECD Health Statistics 2017. Paris,
2017. Disponível em: <http://www.oecd.org/els/health-
systems/healthdata.htm>. Acesso em: 7 dez. 2017.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE - OPAS. A atenção
à saúde coordenada pela APS: construindo as redes de atenção no
SUS. Brasília, DF, 2011. (Série técnica para os gestores do SUS
sobre redes integradas de atenção à saúde baseadas na APS, n. 2).
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE - OPAS. Renovação
da Atenção Primária em Saúde nas Américas: documento de posicionamento da Organização Pan-Americana da
Saúde/Organização Mundial de Saúde (OPAS/OMS). Brasília:
Ministério da Saúde, 2008.
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD - OPS. Apéndice
D. In: ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Redes
Integradas de Servicios de Salud: conceptos, opciones de política y
hoja de ruta para su implementación en las Américas. Washington, D.C., 2010. p. 89-91. (Serie La Renovación de la Atención Primaria
de Salud en las Américas, n. 4).
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD - OPS. Las
políticas públicas y los sistemas y servicios de salud. In:
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD. Salud en las Américas: 2007: volumen I-Regional. Washington, D.C, 2007a. p.
314-405.
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD - OPS. Metas
regionales en materia de recursos humanos para la salud 2007-
2015. Washington, D.C, 2007b. (27ª Conferencia sanitaria
panamericana).
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD - OPS. Redes
Integradas de Servicios de Salud Basadas en la Atención Primaria
de Salud. Washington, D.C., 2009.
ORGANIZACIÓN PANAMERICANA DE LA SALUD - OPS. Redes
Integradas de Servicios de Salud: conceptos, opciones de política y
hoja de ruta para su implementación en las América. Washington,
D.C., 2008. (Série La Renovación de la Atención Primaria de Salud
en las Américas).
PAIM, J. S. A gestão do SUDS no Estado da Bahia. Cadernos de
Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 5, n. 4, p. 365-375, out./dez. 1989.
PAIM, J. S. Modelos de Atenção à Saúde no Brasil. In:
GIOVANELLA. L. et al. (Org.). Políticas e sistema de saúde no
Brasil. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2008. p. 547-573.
PAIM, J. S. Reforma Sanitária Brasileira: contribuição para a
compreensão e crítica. 2007. 300 f. Tese (Doutorado em Saúde Pública) – Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da
Bahia, Salvador, 2007.
PASE, H. L.; MÜLLER, M.; MORAIS, J. A. O clientelismo nos
pequenos municípios brasileiros. Pensamento plural, Pelotas, ano 5,
n. 10, p. 181-199, jan./jun. 2012.
PEREIRA, A. M. M. Dilemas federativos e regionalização na saúde:
o papel do gestor estadual do SUS em Minas Gerais. 2009. 133 f. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Escola Nacional de
Saúde Pública, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2009.
PINHEIRO, M. E. C.; JESUS, L. M. M. Apoio institucional como
diretriz de gestão da 7ª Diretoria Regional de Saúde, Bahia, Brasil.
Interface: Comunicação, Saúde e Educação, Botucatu, v. 18, p. 1135-1143, 2014. Suplemento 1.
PINHEIRO, R. Cuidado como um valor: um ensaio sobre o
(re)pensar a ação na construção de práticas eficazes de
integralidade em saúde. In: PINHEIRO, R.; MATTOS R. A. Razões
públicas para a integralidade em saúde: o cuidado como valor. 2. ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ: CEPESC: ABRASCO, 2009. p. 15-28.
PINTO, I. C. M.; TEIXEIRA, C. F. Formulação da política de gestão
do trabalho e educação na saúde: o caso da Secretaria Estadual de
Saúde da Bahia, Brasil, 2007-2008. Cadernos de Saúde Pública,
Rio de Janeiro, v. 27, n. 9, p. 1777-1788, set. 2011.
PIRES, M. R. G. M. et al. Oferta e demanda por média
complexidade/SUS: relação com atenção básica. Ciência & Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, p. 1009-1019, jun. 2010. Suplemento
1.
PISCO, L. Reforma da Atenção Primária em Portugal em duplo
movimento: unidades assistenciais autônomas de saúde familiar e
gestão em agrupamentos de Centros de Saúde. Ciência & Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 6, p. 2841-2852. jun. 2011. REVISTA BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA. Salvador: Secretaria da
Saúde do Estado da Bahia, 2008. Trimestral. Diagnóstico da
situação da Saúde estado da Bahia – 2008. ISSN 0100-0233.
REVISTA BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA. Salvador: Secretaria da
Saúde do Estado da Bahia, 2009. Trimestral. Plano Estadual de
Saúde [2008-2011]. ISSN 0100-0233.
REVISTA BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA. Salvador: Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, 2012. Trimestral. Plano Estadual de
Saúde 2012-2015. ISSN 0100-0233.
ROCHA, P. M.; SÁ, A. B. Reforma da Saúde Familiar em Portugal:
avaliação da implantação. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,
v. 16, n. 6, p. 2841-2852, jun. 2011.
ROSEN, R. et al. Integration in action: four international case
studies. London: Nuffield Trust, 2011.
SALTMAN, R. B. Unindo as vertentes: atenção primária em perspectiva. In: SALTMAN, R. B.; RICO A.; BOERMA, W. G. W.
Atenção Primária conduzindo as redes de Atenção à Saúde: reforma
organizacional na atenção primária européia. Berkshire: Open
University Press, 2006. p. 113-131.
SALTMAN, R. B.; RICO, A.; BOERMA, W. G. W. Atenção Primária conduzindo as redes de Atenção à saúde: reforma organizacional na
atenção primária europeia. Berkshire: Open University Press, 2006.
SANTOS, A. M. et al. Desafios Organizacionais para Fortalecimento
da Atenção Primária à Saúde em Portugal. Revista Brasileira de
Educação Médica, Rio de Janeiro, v. 39, n. 3, p. 359-369, jul./set.
2015.
SANTOS, A. M.; ASSIS, M. M. A. Processo de regionalização da
saúde na Bahia: aspectos políticos-institucionais e modelagem dos
territórios sanitários. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, Taubaté, SP, v. 13, n. 2, p. 400-422,
maio/ago. 2017.
SANTOS, I. S.; UGÁ, M. A. D.; PORTO, S. M. O mix público-privado
no Sistema de Saúde Brasileiro: financiamento, oferta e utilização
de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 13, n. 5, p. 1431-
1440, set./out. 2008.
SANTOS, L.; ANDRADE, L. O. M. SUS: o espaço da gestão inovada e dos consensos interfederativos: aspectos jurídicos, administrativos
e financeiros. Brasília, DF: Conselho Nacional de Secretarias
Municipais de Saúde; Campinas: Instituto de Direito Sanitário
Aplicado, 2007.
SCHRAIBER, L. B.; MOTA, A.; NOVAES, H. M. D. Tecnologias em saúde. In: PEREIRA, I. B.; Lima, J. C. F. (Org.). Dicionário da
Educação Profissional em Saúde. 2. ed. Rio de Janeiro: Escola
Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio: Fiocruz, 2009. 382-392.
SERRA, C. G.; RODRIGUES, P. H. A. Avaliação da referência e
contrarreferência no Programa Saúde da Família na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RJ, Brasil). Ciência & Saúde
Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, p. 3579-3586, nov. 2010. Suplemento
3.
SILVA, I. F.; LABRA, M. E. As instâncias colegiadas do SUS no
Estado do Rio de Janeiro e o processo decisório. Cadernos de
Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 17, n. 1, p. 161-170, jan./fev. 2001.
SILVA JÚNIOR, A. G. et al. Avaliação de redes de atenção à saúde:
contribuições da integralidade. In: PINHEIRO, R.; MATTOS, R. A.
(Org.). Gestão em redes: práticas de avaliação, formação e
participação na saúde. Rio de Janeiro: IMS/UERJ, 2006. p. 61-89.
SILVA, S. F. Redes de atenção à saúde: modelos e diretrizes
operacionais. In: SILVA, S. F. (Org.). Redes de atenção à saúde no
SUS: o pacto pela saúde e redes regionalizadas de ações e serviços
de saúde. Brasília: Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde; Campinas: Instituto de Direito Sanitário Aplicado, 2008. p.
87-99.
SISSON, M. C. et al. Estratégia de Saúde da Família em
Florianópolis: integração, coordenação e posição na rede
assistencial. Saúde e Sociedade, São Paulo, v. 20, n. 4, p. 991-
1004, out./dez. 2011.
SOARES, L. T. R. Os custos sociais do ajuste neoliberal na América Latina. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2002. (Questões da nossa época,
v. 78).
SOLLA, J. J. S. P. Avanços e limites da descentralização no SUS e o
“Pacto de Gestão”. Revista Baiana de Saúde Pública, Salvador, v.
30, n. 2, p. 332-348, jul./dez. 2006.
SOLLA, J. P. Dilemas e desafios da gestão municipal do SUS:
avaliação da implantação do sistema municipal de saúde em Vitória
da Conquista (Bahia), 1997-2008. São Paulo: Hucitec, 2010. (Saúde
em debate, 208).
SOUSA, M. F.; HAMANN, E. M. Programa Saúde da Família no
Brasil: uma agenda incompleta? Ciência & Saúde Coletiva, Rio de
Janeiro, v. 14, p. 1325-1335, set./out. 2009. Suplemento 1.
SOUZA, M. K. B. A gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito municipal. 2011. 268 f. Tese (Doutorado em Saúde Pública) –
Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal da Bahia,
Salvador, 2011.
SPEDO, S. M.; PINTO, N. R. S.; TANAKA, O. Y. O difícil acesso a
serviços de média complexidade do SUS: o caso da cidade de São
Paulo, Brasil. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n. 3, p. 953-972, 2010.
STARFIELD, B. Atenção primária: equilíbrio entre necessidades de
saúde, serviços e tecnologia. Brasília: Unesco, 2002.
STARFIELD, B. Continuous Confusion? American Journal of Public
Health, Washington, v. 70, n. 2, p. 117-119, Feb. 1980.
STARFIELD, B. Primary care: an increasingly important contributor
to effectiveness, equity, and efficiency of health services. SESPAS
report 2012. Gaceta Sanitaria, Barcelona, v. 26, p. 20-26, 2012.
Suplemento.
STARFIELD, B.; SHI, L.; MACINKO, J. Contribution of primary care to health systems and health. The Milbank Quarterly, Nova Jersey, v.
83, n. 3, p. 457-502, 2005.
SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS ECONÔMICOS E SOCIAIS
DA BAHIA - SEI. Censo demográfico 2010. Salvador: IBGE, 2010.
Disponível em: <http://www.sei.ba.gov.br/index.php?
option=com_content&view=article&id=297:apresentacao&catid=148
0&Itemid=471>. Acesso em: 11 dez. 2017.
SUTER, E. et al. Ten key principles for successful health systems
integration. Healthcare Quarterly, Toronto, v. 13, p. 16-23, Oct. 2009.
TEIXEIRA, C. F. A mudança do modelo de atenção de saúde no
SUS: desatando nós, criando laços. Saúde em Debate, Rio de
Janeiro, v. 27, n. 65, p. 257-277, set./dez. 2003.
TEIXEIRA, C. F. et al. O contexto político-administrativo da implantação de Distritos Sanitários no estado da Bahia, Brasil.
Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 9, n. 1, p. 79-84,
jan./mar. 1993.
TEJADA-DE-RIVERO, D. A. Alma-Ata Revisited. Perspectives in
Health, Washington, v. 8, n. 2, p. 2-7, 2003.
TESTA, M. Pensar em Saúde. Porto Alegre: Artes Médicas, 1992.
TRAD, L. A. B. Grupos focais: conceitos, procedimentos e reflexões
baseadas em experiências com o uso da técnica em pesquisas de saúde. Physis: Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 19, n.
3, p. 777-796, 2009.
VÁZQUEZ, M. L. et al. Integrated health care network in Latin
America: toward a conceptual framework for analysis. Revista
Panamericana de Salud Pública, Washington, v. 26, n. 4, p. 360-367,
Oct. 2009.
VÁZQUEZ, M. L. et al. Organizaciones sanitarias integradas y otros ejemplos de colaboración entre proveedores. Informe SESPAS
2012. Gaceta Sanitaria, Barcelona, v. 26, p. 94-101, marzo 2012.
Suplemento 1.
VENANCIO, S. I. et al. Referenciamento regional em saúde: estudo
comparado de cinco casos no Estado de São Paulo, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 16, n. 9, p. 3951-3964, set.
2011.
VIANA, A. L. D. et al. Novas perspectivas para a regionalização da
saúde. São Paulo em Perspectiva, São Paulo, v. 22, n. 1, p. 92-106,
jan./jun. 2008.
VIANA, A. L. D.; DAL POZ, M. R. A Reforma do Sistema de Saúde
no Brasil e o Programa de Saúde da Família. Physis: Revista de
Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, p. 225-264, 2005.
Suplemento.
VIANA, A. L. D.; FAUSTO MCR. Atenção Básica e Proteção Social:
universalismo x focalismo e espaço não mercantil da assistência. In:
VIANA, A. L. D.; ELIAS, P. E. M.; IBAÑEZ, N. (Org.). Proteção
social: dilemas e desafios. São Paulo: Hucitec, 2005. p. 150-167.
VIANA, A. L. D.; LIMA, L. D. Avaliação nacional das Comissões Intergestores Bipartite (CIBs): as CIBs e os modelos de indução da
regionalização no SUS: Relatório síntese estadual Bahia. [S.l.]:
USP: Fiocruz, 2010a.
VIANA, A. L. D.; LIMA, L. D (Coord.). Avaliação nacional das
Comissões Intergestores Bipartite (CIBs): as CIBs e os modelos de
indução da regionalização no SUS: Relatório teórico-metodológico.
[S.l.]: USP: Fiocruz, 2010b.
VIANA, A. L. D.; LIMA, L. D. (Org.). Regionalização e relações
federativas na política de saúde do Brasil. Rio de Janeiro: Contra
Capa, 2011.
VIANA, A. L. D.; LIMA, L. D.; FERREIRA, M. P. Condicionantes
estruturais da regionalização na saúde: tipologia dos Colegiados de
Gestão Regional. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, n.
5, p. 2317-2326, ago. 2010.
VIEIRA-DA-SILVA, L. M. et al. Análise da implantação da gestão descentralizada em saúde: estudo comparado de cinco casos na
Bahia, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 23, n.
2, p. 355-370, fev. 2007.
VILASBÔAS, A. L. Q.; PAIM, J. S. Práticas de planejamento e
implementação de políticas no âmbito municipal. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 24, n. 6, p. 1239-1250, jun. 2008.
VUORI, H. Primary health care in Europe: problems and solutions.
Community Medicine, v. 6, n. 3, p. 221-230, Aug. 1984. Disponível
em:
<https://academic.oup.com/jpubhealth/articleabstract/6/3/221/15700
63/Primary-health-care-in-Europeproblems-and?
redirectedFrom=PDF>. Acesso em: 24 jan. 2011.
WADMANN. S.; STRANDBERG-LARSEN, M.; VRANGBEK, K.
Coordination between primary and secondary healthcare in Denmark
and Sweden. International Journal of Integrated Care, v. 9, p. 1-14,
Mar. 2009.
WORLD HEALTH ORGANIZATION - WHO. Health in times of global
economic crisis: implications for the WHO European Region.
Copenhagen, 2009.
WORLD HEALTH ORGANIZATION - WHO. Integrated health
services – what and why? Technical Brief Series. n.1, p. 1-10, May
2008a.
WORLD HEALTH ORGANIZATION - WHO. The World Health
Report 2008: Primary Health Care: Now more than ever. Geneva,
2008b.
WORLD HEALTH ORGANIZATION - WHO. What are the advantages and disadvantages of restructuring a health care system
to be more focused on primary care services? Copenhagen: Health
Evidence Network, 2004.
Notes
Introdução
1. Pesquisadores do Laboratório de Pesquisas de Práticas de
Integralidade em Saúde (Lappis), do Instituto de Medicina
Social (IMS) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
(UERJ), com a colaboração de inúmeros pesquisadores de
outras instituições, têm produzido uma vasta coletânea com
estudos que auxiliam na identificação e construção de práticas de atenção integral à saúde, cuidado e gestão em redes,
repensando a noção de integralidade a partir da análise,
divulgação e apoio a experiências inovadoras.
↵
2. O PDR deverá expressar o desenho final do processo de
identificação e reconhecimento das regiões de saúde em suas
diferentes formas, em cada estado e no Distrito Federal,
objetivando a garantia do acesso, a promoção da equidade, a
garantia da integralidade da atenção, a qualificação do processo de descentralização, a racionalização de gastos e
otimização de recursos. (BRASIL, 2006a, p. 18)
↵
3. O PDI deve expressar os recursos de investimentos para
atender às necessidades pactuadas no processo de
planejamento regional e estadual. No âmbito regional, este
deve refletir as necessidades para se alcançar a suficiência na
Atenção Básica e parte da média complexidade da assistência,
conforme desenho regional e na macrorregião no que se refere à alta complexidade. (BRASIL, 2006a, p. 18)
↵
4. PPI é um processo instituído no âmbito do SUS, em que, em
consonância com o processo de planejamento, são definidas e
quantificadas as ações de saúde para a população residente
em cada território, bem como efetuados os pactos intergestores
para garantia de acesso da população aos serviços de saúde.
Tem por objetivo organizar a rede de serviços, dando
transparência aos fluxos estabelecidos, e definir, a partir de
critérios e parâmetros pactuados, os limites financeiros destinados à assistência da população própria e das referências
recebidas de outros municípios. (BRASIL, 2006b, p. 13)
↵
5. Estabelecidos pela Portaria/GM-MS 399, de 22 de fevereiro de
2006, que trata da regionalização e seus pressupostos.
Elaboração do regimento interno da Bahia, em 2007, e
instituídos por Resolução CIB 143, de 9 de outubro de 2007.
Início do processo de implantação dos CGMR em maio 2008.
(MAGALHÃES, 2010)
↵
6. Em 2011, o PDR passou por uma atualização oficializada pela
Resolução da CIB nº 181, de 24 de agosto de 2011. (REVISTA
BAIANA DE SAÚDE PÚBLICA, 2012)
↵
7. Começaram a ser implantados no final de 2007, substituindo as
antigas CIB macrorregionais (CIB Macro). (VIANA; LIMA,
2010a)
↵
8. Na época, chamava-se “Colegiado de Gestão Microrregional”
(CGMR), mas, neste livro, optou-se pela denominação atual de “Comissão Intergestores Regional” (CIR).
↵
9. Atualmente, estão disponíveis no site do Observatório Baiano
de Regionalização: <http://www.saude.ba.gov.br/obr/>.
↵
10. As CIB macro, regulamentadas pela Resolução CIB 145/2007,
eram instâncias colegiadas com delegação da CIB-BA para
discussão, negociação e pactuação das questões do SUS
dentro do conjunto dos municípios correspondentes às nove
macrorregiões de saúde estabelecidas pelo PDR. (BAHIA, 2007b) Contudo, diferente da CIR, que tem representação de
todos os municípios, as CIB macro eram compostas
paritariamente por representantes, titulares e suplentes do
estado e dos municípios, tendo a seguinte constituição: I) Do
estado: um representante do nível central da Sesab e
representantes das Dires ou Unidades de Saúde Estaduais na
mesma quantidade das regiões de saúde que compunham a macrorregião para a qual a CIB macro estava sendo
constituída. II) Dos municípios: um representante do Coner e
um representante de cada região de saúde que compunha a
macrorregião. Os coordenadores das CIB macro eram
indicados pelo coordenador da CIB.
↵
11. O Coner é uma instituição regional representativa do Cosems.
Seus membros, eleitos nas regionais, são os indicados pelo
Cosems a compor a CIB.
↵
12. Apoio institucional: prática de gestão que reformula o modo
tradicional de se fazer coordenação, planejamento, supervisão
e avaliação em saúde. Tem como diretriz operante a
democracia institucional e a autonomia dos sujeitos, ou seja, se
conforma como um modo de agir que busca enfrentar os
modelos de gestão verticalizados e autoritários, não produtores
de autonomia dos sujeitos e coletivos. Baseia-se na relação
horizontal e no princípio da afetação e educação permanente promovidos nos encontros entre pessoas e coletivos. Objetiva
transformar as relações de supervisão em relações que
produzam a democratização e publicização dos processos de
gestão e de decisão, fazendo com que essas últimas sejam
tomadas a partir da análise e discussão coletiva, promovendo a
autonomia de sujeitos e coletivos. (BAHIA, 2013a, p. 19)
↵
13. Na pesquisa de campo, deparou-se com a terminologia
“marcador” para designar diferentes sujeitos. Na prática, esse termo era utilizado por gestores para indicar a pessoa que
trabalhava no agendamento informal entre a secretaria de
saúde de um determinado município e um prestador privado,
por meio de “taxas”, “bonificações” ou, simplesmente,
negociando descontos no valor do serviço a ser prestado ao
usuário. Além disso, esse termo também correspondia a
pessoas que trabalhavam formalmente em centrais de
regulação de consulta e leitos. Para distingui-las, considera-se
as primeiras como “agenciadores” e as segundas como
“técnicos-marcadores”.
↵
14. Apenas o município de Anagé, na região de saúde de Vitória da
Conquista, ficou ausente da 8ª Conferência Estadual de Saúde,
por questões políticas (prefeito afastado pelo Tribunal Eleitoral).
↵
15. Nas USF, em Portugal, por exemplo, os médicos e enfermeiros
fazem atendimento no horário normal dos usuários que não
conseguem agendar consultas (não programadas) para seu
médico/enfermeiro de família no mecanismo de
“intersubstituição” para atendimento do usuário – caso necessário (intercorrência), por outro médico/enfermeiro da
USF. (ROCHA; SÁ, 2011; SANTOS et al., 2015) Por conta de
ser uma “equipe ampliada” – vários profissionais da mesma
categoria numa mesma equipe –, é possível a intersubstituição
nos momentos de folga, férias e outras razões que cominem a
ausência do profissional na USF – faz parte do planejamento da
equipe – e haja necessidade de atendimento dos usuários do
respectivo profissional. Nesse sentido, a USF nunca fica descoberta.
↵
16. Até 2011, a Bahia contava com sete cursos de Medicina
distribuídos em duas instituições privadas (em Salvador), uma
federal (em Salvador) e quatro estaduais (Feira de Santana,
Ilhéus, Jequié/Vitória da Conquista). (DEMOGRAFIA…, 2011)
Em 2012, o Ministério da Educação autorizou cinco novos
cursos, sendo um em instituição privada (em Salvador) e quatro
em instituições federais (Barreiras, Paulo Afonso, Santo Antônio de Jesus, Teixeira de Freitas). (BAHIA…, 2012a)
Recentemente, em julho de 2016, um novo curso de Medicina
foi iniciado na UFBA de Vitória da Conquista.
↵
17. O Pró-Saúde e o PET-Saúde têm como pressupostos a
consolidação da integração ensinoserviço-comunidade e a
educação pelo trabalho. A articulação dessas iniciativas visa:
(1) à reorientação da formação profissional, assegurando uma
abordagem integral do processo saúde-doença, promovendo
transformações nos processos de geração de conhecimentos, ensino-aprendizagem e de prestação de serviços de saúde à
população; e (2) a fomentar grupos de aprendizagem tutorial
em áreas estratégicas para o serviço público de saúde
caracterizando-se como instrumento para qualificação em
serviço dos profissionais da saúde, bem como de iniciação ao
trabalho e formação de estudantes de cursos de graduação da
área da saúde, tendo em perspectiva a qualificação da atenção
e a inserção das necessidades dos serviços como fonte de produção de conhecimento e pesquisa nas Instituições de
Ensino Superior. (LIMA; BISPO JÚNIOR, 2017)
↵
18. Município e número de Nasf na região de saúde: Anagé (1),
Maetinga (1), Piripá (1), Planalto (1), Poções (1), Tremedal (1) e
Vitória da Conquista (4).
↵
19. Sisreg – Sistema Nacional de Regulação. Sistema on-line
criado pelo Ministério da Saúde para o gerenciamento de todo
Complexo Regulatório indo da rede básica à internação hospitalar, visando a humanização dos serviços, maior controle
do fluxo e otimização na utilização dos recursos. (BRASIL,
2008)
↵
Você terminou Redes regionalizadas de atenção à saúde
Adriano Maia dos Santos
Livros como este
-
Participação e saúde no Brasil
-
Sistemas de saúde: continuidades e mudanças
-
A democracia inconclusa: um estudo da reforma sanitária brasileira
-
Políticas e sistemas de saúde em tempos de pandemia
-
Rumo ao interior: médicos, saúde da família e mercado de trabalho
-
Vigilância alimentar e nutricional e a rede de saúde
Depois do livro
Páginas que vieram com esta edição, guardadas aqui para consulta.