Letras UFFS Cerro Largo 10 anos de ensino, pesquisa e extensão

Demétrio Alves Paz e Jeize de Fátima Batista · Capítulo 17 de 17

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Letras UFFS Cerro Largo 10 anos de ensino, pesquisa e extensão

Sobre os autores

 

Alan Ricardo Rosta

 

Doutor em Letras (UNISC), Mestre em Letras (UCPel) e Licenciado em Letras Espanhol (UFSM) e Português/Inglês (Unicesumar). É Professor Substituto no Instituto Federal do Paraná (IFPR), Campus Assis Chateaubriand-PR, onde atua como docente de português, literatura e espanhol. Foi professor contratado na Universidade Franciscana (UFN, antes Centro Universitário Franciscano), Professor Substituto na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, e Professor Tutor no Curso de Letras Espanhol EaD da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em convênio com a Universidade Aberta do Brasil (UAB). Atualmente integra o Grupo de Pesquisas em Políticas Linguísticas, Formação Docente e Novas Tecnologias para o Ensino

de Línguas (POLIFONIA). Contato: alan.dan.ricardo@gmail.com

 

Ana Cecilia Teixeira Gonçalves

 

Doutora em Letras (UFSM), Mestre em Letras (UFSM) e Licenciada em Letras Português/Literaturas (UFSM). É Professora Adjunta de Língua Portuguesa, Linguística e Estágios Supervisionados na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) -Campus Cerro Largo-RS, onde vem desempenhando várias funções, dentre elas a Coordenação do Curso de Letras, de 2015 a 2017, a Coordenação do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), de 2018 a 2020, além da coordenação de projetos de pesquisa. Também é membro do grupo de Pesquisa

GEPETEC. Contato: acgteixeira@uffs.edu.br

 

Angelise Fagundes

Doutora em Educação (UFSM), Mestre em Letras (UFSM), Licenciada em Letras / Português e em Letras / Espanhol (UFSM). É Professora Adjunta da área de Ensino de Espanhol do Curso de Graduação em Letras Português e Espanhol Licenciatura da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, onde coordena o Centro de Línguas (CELUFFS/CL). Na pesquisa, é vice-líder do Grupo de Pesquisas em Políticas Linguísticas, Formação Docente e Novas Tecnologias para o Ensino de Línguas (POLIFONIA), coordenadora do Projeto Formação de professores de línguas na contemporaneidade e do subprojeto Formação de professores de línguas desde las fronteras: inventário e reflexões sobre a pluralidade linguística na/da região de abrangência da UFFS, Campus Cerro Largo. Representa a UFFS no Grupo de Trabalho do Espanhol RS (GTERS) desde a sua constituição e que, mais tarde, passou a chamar-se

#FicaespanholRS. Contato: angelisef@gmail.com

 

Camila Stasiak

 

Licencianda em Letras Português/Espanhol (UFFS), foi voluntária de pesquisa no projeto “Estruturas poéticas emergentes da modernidade”, bolsista no projeto “Imprensa e Estado: efeitos da história e da memória na língua do/no Brasil” e participou do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) durante o primeiro semestre de 2019. Contato:

camila.stasiak1@hotmail.com

 

Caroline Mitidieri Selvero

 

Doutora em Educação (UFSM), Mestre em Letras Estudos Linguísticos (UFSM), Especialista em TICs (UFSM), Graduada em Letras Licenciatura Plena Língua Espanhola e Respectivas Literaturas (UFSM), em Psicologia pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA) e em Língua Portuguesa (Anhanguera). É professora formadora no Curso de Licenciatura Letras Espanhol – Literaturas pela UAB/UFSM e professora do Ensino Fundamental – Anos Finais na Escola Medianeira, em Santa Maria. Contato:

caroline.mitidieri@gmail.com

 

Claridiane de Camargo Stefanello

 

Mestre em Letras (UFSM), Licenciada em Letras Português e Espanhol (UFFS) e Licenciada em Pedagogia (UNINTER). Tem experiência na área de Língua Portuguesa, Língua Espanhola e suas respectivas Literaturas no Ensino Fundamental e Médio (2015-2020) e em Língua Espanhola no Ensino Superior na UFFS -Campus-Cerro Largo-RS (2018-2019). É Diretora na Escola Municipal de Ensino Fundamental Dom Pedro II em Cerro Largo-RS e Professora nas Séries Iniciais na mesma escola. Trabalha com revisões e assessorias em trabalhos escolares e acadêmicos.

Contato: claridiane_camargo@hotmail.com

 

Cleusa Inês Ziesmann

 

Doutora em Educação (PUCRS), Mestre em Educação na Ciências (Unijuí) e Licenciada em Pedagogia (Unijuí). É Professora Adjunta de Libras e Educação Inclusiva na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo- RS. Coordena projetos de pesquisa na UFFS (2020-2022), tendo bolsas de Iniciação Científica da CNPq e projetos de extensão voltados à Educação Especial/Inclusiva/Libras. É líder do grupo de Estudo e Pesquisa GEPEI e membro do grupo de Estudo e Pesquisa GEPETEC.

Contato: cleusa.ziesmann@uffs.edu.br

 

Cleuza Pelá

 

Doutora e Mestra em Língua Portuguesa (PUC/SP), Licenciada e Bacharelada em Letras – Vernáculas (Universidade Presbiteriana Mackenzie). Na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, foi Professora Adjunta de Língua Portuguesa (e disciplinas correlatas) e de Estágios Supervisionados em Língua Portuguesa (2013-2017). Coordenadora do Curso de Letras (2014-2015) e Colaboradora do Subprojeto PIBID – Letras (2014-2017). Foi fundadora e, depois, membro do grupo de Pesquisa GEPETEC (2013-2019). Atualmente, no Instituto Vera Cruz – São Paulo-SP, na Pós-Graduação, é Professora de Didática do Ensino Superior, onde também orienta pesquisas monográficas. Em escolas públicas e privadas, desenvolve assessoria de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental. Contato:

pecleu@gmail.com

 

Demétrio Alves Paz

 

Doutor em Letras (PUCRS), Mestre em Letras (UFRGS) e Licenciado em Letras Português/Inglês (UFRGS). Em 2015, realizou estágio pós-doutoral no Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). É Professor Associado de Teoria Literária e Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, onde desempenha várias funções, dentre elas: Coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), de 2014 a 2017; Coordenador do Curso de Letras, de 2017 a 2019; Coordenador do subprojeto Língua Portuguesa no Programa Residência Pedagógica (PRP), 2020-2022; coordena projetos de pesquisa na UFFS desde 2011, tendo bolsas de Iniciação Científica da FAPERGS e do CNPq. Coordenador do Programa de Extensão Relações Étnico-Raciais na Educação Básica, de 2018 a 2020.

Contato: demetrio.paz@uffs.edu.br

 

Jeize de Fátima Batista

 

Doutora em Letras (UNIRitter), Mestre em Letras (UCPEL) e Licenciada em Letras Português/Espanhol (URI). É Professora Adjunta de Língua Portuguesa, Linguística e Estágios Supervisionados na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, onde desempenha várias funções, dentre elas: Coordenadora Adjunta do Curso de Letras, de 2017 a 2019; Coordenadora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), 2020 a 2022; Coordenadora de projetos de pesquisa na UFFS, 2020-2022, tendo bolsas de Iniciação Científica da FAPERGS e do CNPq; Coordenadora de projetos de extensão voltados à Dislexia; líder do grupo de Pesquisa GEPETEC e membro do grupo de Pesquisa GEPEI. Contato:

jeize.batista@uffs.edu.br

 

Hilary de Lima Maciel

 

Acadêmica do Curso de Graduação em Letras Português e Espanhol – Licenciatura da UFFS. Bolsista do PIBID (2018-2020). Voluntária no Projeto de Extensão Dificuldades de aprendizagem em Língua Portuguesa: o trabalho com língua materna na Educação

Básica. Contato: hilary-maciel@hotmail.com

 

Leila Bom Camillo

 

Doutora em Letras (UFSM), Mestre em Letras (UCPEL), Licenciada em Letras Português/Espanhol (URCAMP). É professora Adjunta de Língua Portuguesa e Estudos Linguísticos na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA), Campus Jaguarão. Membro de Pesquisa GELTE (UFSM). Atualmente pesquisa sobre práticas dialógicas e constituição identitária do educador linguístico.

Contato: leilacamillo@unipampa.edu.br.

 

Livio Osvaldo Arenhart

 

Doutor e Mestre em Filosofia (PUCRS), graduado em Filosofia pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul e graduado em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Realizou estágio pós-doutoral no PPGEC da Universidade Regional do Noroeste do Rio Grande do Sul. É professor Associado de Filosofia na Universidade da Fronteira Sul – Campus Cerro Largo. É pesquisador de questões relativas às abordagens epistemológicas. Contato: livio.

arenhart@uffs.edu.br

 

Luciane Mumbach

 

Acadêmica do Curso de Graduação em Letras Português e Espanhol – Licenciatura da UFFS. Bolsista do PIBID (2018-2020). Voluntária no Projeto de Extensão Dificuldades de aprendizagem em Língua Portuguesa: o trabalho com língua materna na Educação

Básica. Contato: lucianemumbach@gmail.com

 

Luiz Carlos Felipe

 

Mestrando em Estudos Literários (UEM), Especialista em Literatura Brasileira (UFPR), Licenciado em Letras Português (UFPR). É Professor de Literatura Brasileira no Colégio Universitário Mafrense em Mafra, Santa Catarina. Coordena o Clube de Leitura Gato Preto e desenvolve oficinas de leitura e criação literária com alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio. Contato:

luiz.felipe@professor.unc.br

 

Marcus Vinícius Liessem Fontana

 

Doutor em Educação (UFSM), Mestre em Linguística Aplicada (UCPel), com bolsa fornecida pela CAPES, licenciado em Língua Espanhola e Literaturas (UFPel). Realizou estágio pós-doutoral em Linguística Aplicada pelo PPGL da UCPel com pesquisa sobre LMOOC, sob supervisão do professor Vilson Leffa. É Professor Adjunto da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) desde 2020 no Curso de Licenciatura em Português e Espanhol. De 2009 a 2020 foi professor da Universidade Federal de Santa Maria, onde atuou nos cursos de Licenciatura em Espanhol presencial e EaD. Orienta projetos de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede da UFSM. É líder do Grupo de Pesquisas em Políticas Linguísticas, Formação de Professores e Novas Tecnologias para o Ensino de Línguas (POLIFONIA), registrado no diretório de grupos do CNPq. Coordena o Inova-Letras: Tecnologias Digitais e Ensino de Línguas e participa do projeto Formação de Professores de Línguas na

Contemporaneidade. Contato: marcus.fontana@uffs.edu.br

 

Mônica Seidel Vorpagel

 

Graduada em Letras Português e Espanhol – Licenciatura (UFFS). Voluntária e bolsista no Projeto de Extensão “O uso dos jogos computacionais (software) como tratamento remediativo para o tratamento da leitura em crianças com dislexia” (2018/2019). Voluntária no Projeto de Extensão “Dificuldades de aprendizagem em Língua Portuguesa: o trabalho com língua materna na Educação

Básica”. Contato: monicavorpagel@hotmail.com

 

Morais Alejandro Francisco

 

Profesor en Letras (Universidad Nacional de Misiones-Argentina), Especialista Superior en Literatura y Escritura (Instituto Nacional De Formación Docente-Ministerio de Educación de la Nación), Diplomado Superior en Ciencias Sociales con mención en Currículum y Prácticas Escolares (Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales -FLACSO). Coordinador del Club de Lectura Disidente (espacio autogestivo de educación no formal). Integrante del equipo Jornadas de inclusión a la vida universitaria (JIVU) de la Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales de la Universidad Nacional de Misiones. Contacto:

ale.elnoexistentecaballero@gmail.com Neiva Maria Mallmann Graziadei

 

Doutora em Letras (UFRGS), Mestre em Letras (UFSM), Pós-Graduada em Ensino de Língua Espanhola e Literaturas (PUCRS). Licenciada em Língua Espanhola e Literaturas (UFSM). Foi Professora Adjunta de Língua Espanhola e de Literaturas na Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Cerro Largo – RS e campus Chapecó, SC desde 2010. Coordenadora do Curso de Letras (2011-2012). Idealizadora do projeto CELUFFS para ser implantado em todos os campi da UFFS, coordenadora de projetos de Pesquisa e Extensão, além de Iniciação Científica FAPERGS. Produtora e coordenadora do Projeto de Extensão do Programa Radiofônico na Rádio Caibaté AM “Sin Fronteras- culturas en la radio”na UFFS, campus Cerro Largo. Desde 2020 é professora Adjunta na UFSM – Santa Maria, RS no Curso de Letras Língua Espanhola e Literatura, integrante do Projeto de Extensão – Curso

de Tradução. Contato: neiva.graziadei@ufsm.br

 

Neusete Machado Rigo

 

Doutora em Educação (UFSM), Mestre em Educação (UNIJUÍ) e Licenciada em Pedagogia (FAFI/Dom Bosco). É Professora Adjunta na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, onde atua nos cursos de Graduação em licenciatura e no curso de Pós-Graduação Mestrado em Ensino de Ciências, na área dos Fundamentos de Educação e Educação contemporânea. Foi coordenadora do curso de Especialização em Orientação Educacional (2018-2019). Atualmente coordena o Projeto de extensão Formação Continuada de Professores da Região Macromissioneira (2019-2021). Integrante dos grupos de pesquisa GEPPEPP/UFFS, GEPE/UFSM e GPPPin/UFFS. Coordenadora de projetos de pesquisa relacionados à formação de professores, políticas educacionais, inclusão e diferenças. Contato:

neusete.rigo@uffs.edu.br Pablo Lemos Berned

 

Doutor em Estudos de Literatura (UFF), Mestre em Letras (UFSM) e Licenciado em Letras: Português e respectivas literaturas (UFSM). É Professor Adjunto de Teoria Literária e Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS, onde já desempenhou várias funções, como Coordenador do Curso de Letras, 2012 a 2014, Coordenador do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), 2015 a 2016, Coordenador do Programa de Extensão “Linguagem, Interação e Comunidade”, 2016 a 2020, Coordenador de Estágios do Curso de Letras, 2017-2020 e, desde 2013, coordena o projeto integrado de pesquisa “Estruturas poéticas

emergentes da modernidade”. Contato: pablo.berned@uffs.edu.br

 

Rosiane Moreira da Silva Swiderski

 

Mestre em Letras (Unioeste), Licenciada em Letras, Português e Espanhol (Unioeste). Atualmente pertence ao quadro docente efetivo, como professora assistente de magistério superior, na área de Língua Portuguesa, na Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Realeza, onde exerce atividades de ensino, pesquisa, extensão e cultura na linha de formação; atua também como Coordenadora/Orientadora do Subprojeto de Língua Portuguesa, no Programa Residência Pedagógica (Edital CAPES nº 01/2020), dos Núcleos de Língua Portuguesa, em Realeza-PR. Contato:

rosiane.swiderski@uffs.edu.br

 

Sabrina Ferraz Fraccari

 

Licenciada em Letras Português/Espanhol (UFFS), Mestranda em Letras (UFSM). Pesquisadora com bolsa concedida pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Foi bolsista de iniciação científica nos projetos “Estruturas poéticas emergentes da modernidade” (2014-2016), “A modernidade na estrutura narrativa da ficção de João do Rio” (2016-2017) e “A contística de Ondjaki” (2017-2018), projeto este apoiado pelo CNPq. Foi também voluntária no projeto de extensão “Clube de Línguas Practicar ELE” (2016-2017) e no projeto de Monitorias da UFFS (Monitoria de Literatura 2016/2 e 2018/2). Contato: sabrina.

fraccari@acad.ufsm.br

 

Sandra Vidal Nogueira

 

Doutora e Mestra em Educação (PUC/SP) e Pedagoga (Campos Salles/SP). Realizou estágio pós-doutoral em Direito pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e Missões, Campus de Santo Ângelo/RS. É Professora Associada de Didática Geral na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS. Professora do quadro permanente do Programa em Desenvolvimento e Políticas Públicas. Bolsista nos Programas da UFFS “Gestão para Cooperação” e “Formação Continuada dos Professores da Região Macromissioneira”. Líder do Grupo de Pesquisa em Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Instituições (DIR-SOCIAIS). Coordenadora do Projeto de Pesquisa “Direito ao desenvolvimento e seus territórios: História, forma e possibilidades para o Noroeste Rio-Grandense”, UFFS-PES/2021-0523 (2021-

2023). Contato: sandra.nogueira@uffs.edu.br

 

Santo Gabriel Vaccaro

 

Doutor em Literatura (UFSC), Mestre em Literatura (UFSC), Graduado em Procuração (UNLP) e Direito (UNLP), Licenciado em Letras Espanhol (UFSC) e Bacharel em Letras Espanhol (UFSC). É Professor Associado de Literatura Espanhola e Hispano-americana na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Chapecó-SC, onde desempenhou várias funções, dentre elas: coordenador do Curso de Letras (2014 a 2016) e participante do Curso de Especialização em Literaturas do Cone Sul da UFFS. É membro do Grupo de Pesquisa Trânsitos Literários da UFFS e coordena o projeto de pesquisa “Jorge Luis Borges: entre as armas e as bibliotecas” e os projetos de extensão “Letras sin fronteras”, “PerCursos literarios” e “Grandes personajes de la literatura”.

Contato: santo.vaccaro@uffs.edu.br

 

Tiago Miguel Chiapinotto

 

Licenciado em Letras Português/Espanhol, pela UFFS, onde participou como estudante voluntário do projeto de iniciação científica “Estruturas poéticas emergentes na modernidade”. É professor de Língua Espanhola na rede pública estadual do Rio Grande do Sul, desde 2018, e professor de Língua Portuguesa e Literatura no Centro Tecnológico Frederico Jorge Logemann desde

2019. Contato: chiapinottotiagom@cfjl.com.br

Reitor Marcelo Recktenvald

 

Vice-Reitor Gismael Francisco Perin

 

Chefe do Gabinete do Reitor Rafael Santin Scheffer

 

Pró-Reitora de Administração e Rosangela Frassão Bonfanti

Infraestrutura

 

Pró-Reitor de Assuntos Estudantis Rubens Fey

 

Pró-Reitor de Gestão de Pessoas Claunir Pavan

 

Pró-Reitora de Extensão e Cultura Patricia Romagnolli

 

Pró-Reitor de Graduação Jeferson Saccol Ferreira

 

Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Clevison Luiz Giacobbo

Graduação

 

Pró-Reitor de Planejamento Everton Miguel da Silva

Loreto

 

Secretário Especial de Laboratórios Edson da silva

 

Secretário Especial de Obras Fábio Correa Gasparetto

 

Secretário Especial de Tecnologia e Ronaldo Antonio Breda

Informação

 

Procurador-Chefe Rosano Augusto Kammers

 

Diretor do Campus Cerro Largo Bruno Munchen Wenzel

 

Diretor do Campus Chapecó Roberto Mauro Dall’Agnol

 

Diretor do Campus Erechim Luís Fernando Santos

Corrêa da Silva

Diretor do Campus Laranjeiras do Martinho Machado Júnior

Sul

 

Diretor do Campus Passo Fundo Julio César Stobbe

 

Diretor do Campus Realeza Marcos Antônio Beal

 

Chefe do Departamento de Demétrio Alves Paz

Publicações Editoriais

 

Revisora de textos Marlei Maria Diedrich

Conselho Editorial

 

Adelita Maria Linzmeier

 

Ademir Roberto Freddo

 

Andréia Machado Cardoso

 

Demétrio Alvez Paz (Presidente)

 

Edemar Rotta

 

Eduardo Pithan

 

Iara Denise Endruweit Battisti

 

Izabel Gioveli

 

Jane Kelly Oliveira Friestino

 

Janete Stoffel

 

Jeane Barros de Souza

 

Leandro Henrique Manfredi

 

Liziara da Costa Cabrera

 

Marlon Brandt (Vice-presidente)

Roque Ismael da Costa Güllich

 

Rosangela Inês Matos Uhmann

 

Samira Peruchi Moretto

 

Siomara Aparecida Marques

 

Tiago Vecchi Ricci

 

Vanderléia Laodete Pulga

 

Revisão dos textos Autores

 

Preparação e revisão final Marlei Maria Diedrich

 

Projeto gráfico e capa Paolo Malorgio Studio

 

Diagramação Paolo Malorgio Studio

 

Divulgação Diretoria de Comunicação Social

 

Formatos e-Pub, Mobi, PDF e Impresso

 

Livro produzido com apoio da Fundação Araucária, através do Programa de apoio a publicações científicas – fortalecimento de editoras (Chamada pública 23/2018).

 

Coordenador do projeto Valdir Prigol

 

L649

Letras Cerro Largo 10 anos de ensino, pesquisa e extensão [livro eletrôncio]/ Demétrio Aves Paz, Jeize de Fátima Batista (Org.). - Chapecó:

 

Ed. UFFS, 2021.

 

ISBN: 978-65-86545-61 -6 (e-pub)

 

1. UFFS 2. Curso de Letras 3. Formação de professores 4. Ensino e pesquisa 5. Extensão I. Paz, Demétrio Alves (Org.) II. Batista, Jeize de Fátima (Org.)

 

CDD: 407

 

Ficha catalográfica elaborada pela Divisão de Bibliotecas - UFFS

Arilthon Romu lo Cavalcante Casimiro

CRB - 1/3376

 

Versão digital: setembro de 2022.

Notes

 

(Per)cursos da docência inicial

 

práticas em movimento

 

1. Relato de práticas docentes (eixo do ensino) no Curso de

Letras (Português e Espanhol), na UFFS – Campus Cerro Largo-RS.

↩

2. Doutora em Língua Portuguesa (PUC-SP). Foi professora e

Coordenadora do Curso de Letras (Português e Espanhol), na UFFS – Campus Cerro Largo-RS e colaboradora do subprojeto PIBID – Letras na mesma Instituição. Atualmente é assessora na área de Língua Portuguesa e Linguística na rede privada, discutindo formação continuada de professores.

↩

3. O subprojeto PIBID – Letras foi desenvolvido em colaboração

com os professores Demétrio Alves Paz e Pablo Lemos Berned.

↩

4. O resumo do projeto pode ser visto em:

https://portaleventos.uffs.edu.br/index.php/SEPE-

UFFS/article/view/3369.

↩

5. QR Code é um código de barras bidimensional que, por meio

de aparelhos eletrônicos, permite o acesso a textos, imagens e documentos diversos, em momento oportuno. Alguns aparelhos eletrônicos trazem essa ferramenta para uso a partir da câmera fotográfica. Em outros, é preciso baixar o aplicativo para a leitura do código.

↩

6. O trecho da avaliação da participante C. L. S. faz parte de

avaliação individual produzida em 2016, na UFFS – Campus Cerro Largo-RS (Arquivo pessoal).

↩

7. A fotobiografia em destaque foi produzida por V. K. durante o

curso, em 2016, na UFFS – Campus Cerro Largo-RS.

↩

 

A formação de professor na

 

contemporaneidade: compreendendo

 

a reificação no processo

 

1. O presente texto faz parte de um recorte do referencial teórico

do projeto de tese do Curso de Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Educação, Linha de Pesquisa Formação, Saberes e Desenvolvimento Profissional da UFSM.

↩

2. Doutora em Educação (UFSM), foi professora de Língua

Espanhola e Linguística de magistério superior substituto da Universidade Federal da Fronteira Sul campus Cerro Largo/RS (2015 - 2016).

↩

3. A Teoria Crítica de Honneth (2003) é entendida como uma

corrente única no campo filosófico. O termo Crítica se refere, de acordo com Marx, a uma crítica ao mundo atual que desvela contradições ao que existe e é apresentado. O referido estudioso busca elaborar uma nova teoria crítica que busque recuperar o seu déficit sociológico e pretende apresentar uma orientação normativa que cubra tal déficit. E que seja capaz de atender às exigências normativas frente a uma esfera pré-científica que contribua para uma orientação moral (HERZOG; HERNÁNDEZ, 2010).

↩

4. George Lukács nasceu em Budapeste, Hungria, em 13 de abril

de 1885 e morreu na mesma localização em 4 de junho de 1971. Desde a sua juventude, conviveu com um meio intelectual consistente. O estudioso húngaro apresentava o

desejo de superar os limites de uma realidade difícil e, com isso, a literatura lhe permitiu fugir da árdua existência. Fez parte do partido comunista, distanciando-se de sua origem refinada (FREDERICO, 1997).

↩

5. Se a formação cultural eleva o espírito humano para

transcender as suas limitações, a coisificação seria o movimento que o diminui, absorvendo-lhe a moeda de troca da mercadoria, que acaba degradando as suas qualidades. A coisificação impõe-se de fora para dentro e molda o indivíduo, inclusive as suas faculdades psíquicas e sensoriais, limitando a sua compreensão do existente (TREVISAN, 2011, p. 1190).

↩

6. O conceito de ontologia originou-se na Grécia Antiga, tendo

ocupado as mentes de Platão, Aristóteles e Parmênides. É a parte da metafísica que trata da natureza, da realidade e da existência dos entes. A ontologia trata da ciência do ser enquanto ser como gênero universal, do ser concebido como tendo uma natureza comum que é inerente a todos e a cada um dos seres objeto de seu estudo (SCHÖPKE, 2010).

↩

7. Max Weber admitiu que o processo de racionalização conduz a

uma disseminação de atitudes instrumentalmente racionais nos âmbitos sociais. O estudioso descreveu o processo de racionalização social na Idade Moderna Europeia como uma causa de uma totalização social da reificação (HONNETH, 2007).

↩

8. A qualidade de coisa representa avaliar tanto um objeto tratado

quantitativamente como uma pessoa sendo tratada como um instrumento ou somente considerada pelo seu aproveitamento econômico (HONNETH, 2007).

↩

9. Tanto as teorias da psicologia evolutiva, às quais me referi,

quanto as análises de Cavell sustentam a tese de que, na conduta social do homem, há uma primazia ao mesmo tempo da genética e da categorização do reconhecimento versus

conhecimento, da implicação diante da apreensão neutra de outras pessoas: sem essa forma de reconhecimento prévio, os bebês não seriam capazes de adotar as perspectivas de suas pessoas de referência, e os adultos não conseguiriam entender as manifestações linguísticas de seus interlocutores (Tradução realizada pela autora do trabalho).

↩

10. […] uma espécie de hábito de pensamento, de perspectiva

petrificada habitual, em virtude de cuja adoção os homens perdem a capacidade de se envolverem com interesse em pessoas e em eventos; e com essa perda – acreditava ele – os sujeitos tornaram-se observadores puramente passivos, a quem, não apenas seu ambiente social e físico, mas também sua vida interior, deveriam aparecer para eles como um conjunto de entidades coisificadas (Tradução realizada pela autora do trabalho).

↩

 

Aproximaciones y relaciones

 

glotopolíticas subversión y

 

normalización en el aula de lengua

 

1. Este escrito tiene sus justificaciones en las investigaciones que

resultan de mis experiencias docentes en contextos diversos de la educación formal y no formal en la provincia de Misiones-Argentina, y que emergen como registro de las dificultades y dilemas que se plantean en los procesos de enseñanza-aprendizaje de la lengua y literatura en estos entornos particulares.

↩

2. Profesor en Letras (UNaM-2011). Especialista en Escritura y

Literatura (M.E.-2018). Diplomado en Ciencias Sociales, con mención en Currículum y Prácticas Escolares (FLACSO – 2019).

↩

3. Cf. AA.VV. Legislación sobre lenguas en la Argentina. Manual

para docentes. Buenos Aires: UBACyT, 2017.

↩

4. No mencionamos aquí al portugués como lengua de

inmigración por considerarla una lengua próxima, vecinal, en términos glotopolíticos, por lo cual, tampoco se la incluiría en la denominación de “lengua extranjera”.

↩

5. Glotopolítica del Gr. glossa “lengua” y Gr. politikos “relativo a la

ciudadanía y el estado”

↩

6. Desde las políticas de reconocimiento de lenguas indígenas

hasta los debates en torno al lenguaje inclusivo son, entre muchos otros, temas posibles de ser tratados desde un enfoque glotopolítico.

↩

7. Para Bourdieu la noción de hexis explicita en el cuerpo las

conminaciones del orden social. (BOURDIEU, 1999, 55-56)

↩

8. Cfr. ALARCÓN, RAQUEL, 2013, 89.

↩

9. Cfr. CAMBLONG, ANA, 2017, 1991.

↩

10. El concepto de configuraciones nos permite pensar en una red

distribuida de conocimientos situados en ciertas instituciones a las que le docente acude, ligados a ciertos grupos y comunidades de conversación a los que pertenece, instrumentos pedagógicos o tendencias teóricas a las suscribe.

↩

11. Cfr. ARNOUX Y DEL VALLE, 2010, p.3

↩

12. “El lenguaje poético, lo connotativo, reenvía el lenguaje a la

singularidad de la experiencia individual, y escapa a la acción denotativa estable y común” (BOURDIEU, 1999, 13).

↩

Trabalho docente e ensino de gêneros

 

textuais: a interferência dos

 

parâmetros curriculares nacionais na

 

atividade do professor de língua

 

portuguesa

 

1. Capítulo originado a partir de uma pesquisa para o Trabalho de

Conclusão de Curso em Letras Português e Espanhol-Licenciatura, ano 2015.

↩

2. Mestre em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria

(UFSM). Professora da Educação Básica, Língua Portuguesa e Língua Espanhola.

↩

3. Doutora em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria

(UFSM). Professora na Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Campus Cerro Largo-RS.

↩

4. Mestre em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do

Paraná (UNIOESTE). Professora na Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Realeza-PR.

↩

5. No decorrer do capítulo, usa-se a denominação gênero textual,

conforme o ISD, mesmo que os PCNs, fundamentados na concepção de linguagem como forma de interação social, adotem a concepção bakhtiniana e a denominação gêneros discursivos.

↩

6. “Se a competência inclui o saber, ela inclui também uma

capacidade de utilizar esse saber, de mobilizar e colocar em prática esse saber” (BALTAZAR, 2006, p. 34).

↩

7. O órgão foi criado pelo Instituto Nacional de Estudos e

Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2007, e tem uma escala de zero a dez com relação a dois conceitos importantes para a qualidade da educação, os quais são: a aprovação e a média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar obtidos no Censo Escolar e das médias de desempenho nas avaliações do Inep, do Sistema de Avaliação da Educação Básica – Saeb e da Prova Brasil.

↩

8. Segundo Clot e Faita (2000) e Amigues (2004) apud Buttler

(2008, p. 63), “A Ergonomia da atividade é um tipo de estudo (inscrito na tradição ergonômica francesa) do comportamento do homem no trabalho, que intervém nesses meios com o propósito de compreender a enorme variabilidade de maneiras de se realizar uma dada tarefa, o trabalho de organização coletiva e esse meio a que está sujeito o trabalho humano, considerando sucessos, fracassos, adaptações, etc.; ou seja, o que está entre o trabalho prescrito e o trabalho realizado”.

↩

 

Fala, favela: memória e trauma em

 

Becos da memória (2006), de

 

Conceição Evaristo

 

1. Professor dos Cursos de Letras e Pedagogia na Universidade

do Contestado (UnC) e de Literatura Brasileira no Colégio Universitário Mafrense (Mafra-SC). Mestrando em Letras na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

↩

2. Carlos Vogt dedica o ensaio “Trabalho, pobreza e trabalho

intelectual” a essa escritora, incluído no livro “Os pobres na Literatura Brasileira” (SCHWARZ, 1983, p. 204-213).

↩

A ética na/da violência latino-

 

americana: entre “Plata quemada” e

 

“Feliz ano novo”

 

1. Estudo desenvolvido na disciplina La Narrativa Hispano-

Americana Contemporánea, ministrada pela professora Rosane Maria Cardoso. Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL) da Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC).

↩

2. Doutor em Letras (UNISC). É professor no Instituto Federal do

Paraná (Campus Assis Chateaubriand). Foi professor substituto no Curso de Letras da UFFS (2017-2018).

↩

3. Milreu (2008, p. 17) observa que “a narrativa pode ser lida como

um romance policial, mas permite outras interpretações, tais como relato jornalístico, novo romance histórico e metaficção historiográfica”.

↩

4. Garlet (2015), em sua pesquisa, debate os motivos da censura

de Feliz Ano Novo. Segundo ele, o meio ideológico no qual Rubem Fonseca está imerso ao criar a obra é a Ditadura Civil-Militar brasileira (1964-1985), “caracterizada pelo autoritarismo, pela violência e pela censura, orientadas pela Doutrina de Segurança Nacional, a qual prevê o combate aos supostos subversivos como uma meta imprescindível” (GARLET, 2015, p. 64). Sendo a obra considerada subversiva e interpretada como “apologia à violência”, acaba por ser censurada.

↩

5. Umbach (2017) faz pertinentes observações sobre a violência

de Estado em contos de Caio Fernando Abreu. Embora no referido estudo a violência se dê de forma mais acentuada pela conduta individual de representantes do Estado, enquanto o caso de Plata Quemada aparenta ser mais sistêmico, de um grupo significativo de representantes corruptos, vale sugerir a

leitura, para maior aprofundamento das múltiplas formas de violência legitimada: coerção, intimidação, ameaças, agressões físicas, tortura etc.

↩

6. Milreu interpreta essa “distribuição” de vozes como uma

característica da narrativa pós-moderna. Segundo ele: “Apesar do predomínio da narração em terceira pessoa, há diversas vozes na narrativa. Os assaltantes dialogam entre si, a polícia e os assaltantes lutam verbalmente, as testemunhas fazem declarações, há monólogos interiores, trechos de jornais, depoimentos de um psiquiatra e de um filósofo, entre outras vozes presentes no romance. Devido a essa multiplicidade de vozes, o foco narrativo muda freqüentemente” (MILREU, 2008, p. 29).

↩

7. No caso do Brasil, por exemplo, Chauí ilustra esse mito da não-

violência pela deturpação de nossa autoimagem. Segundo a autora: “Nossa autoimagem é a de um povo ordeiro e pacífico, alegre e cordial, mestiço e incapaz de discriminações étnicas, religiosas ou sociais, acolhedor para os estrangeiros, generoso para com os carentes, orgulhoso das diferenças regionais e destinado a um grande futuro” (CHAUÍ, 2011, p. 382).

↩

 

Práticas de iniciação científica:

 

contribuições para a formação do

 

estudante de letras

 

1. Projeto de Pesquisa: Estruturas poéticas emergentes da

modernidade, aprovado no Edital 315/UFFS/2016-PROBIC-FAPERGS.

↩

2. Doutor em Estudos Literários (UFF). Professor Adjunto de

Teoria Literária e Literaturas de Língua Portuguesa da UFFS.

↩

3. Graduanda em Letras na UFFS – Cerro Largo e voluntária no

projeto de pesquisa.

↩

4. Mestranda em Letras (UFSM). Atuou como estudante bolsista e

voluntária no projeto de pesquisa.

↩

5. Graduado em Letras (UFFS). Atuou como estudante bolsista no

projeto de pesquisa.

↩

 

O garimpo do texto: o protonarrador

 

em uma vela para Dario, de Dalton

 

Trevisan

 

1. Projeto de pesquisa: O conto em Língua Portuguesa em sala de

aula, aprovado no Edital ARD/2012/FAPERGS e Edital 262/UFFS/2012.

↩

2. Doutor em Letras (PUCRS). Professor Associado de Teoria

Literária e Literaturas de Língua Portuguesa na UFFS – Campus Cerro Largo.

↩

 

Itinerários da língua de imigração

 

Hunsrückisch e suas contribuições ao

 

plurilinguismo na região sul do Brasil

 

1. Texto revisto e ampliado do artigo originalmente intitulado: “O

Hunsruckisch e um marco de integração linguística e identitária” e publicado no Jornal Gazeta Integração, na Região das Missões, no Rio Grande do Sul (NOGUEIRA, 2017)

↩

2. Doutora em Educação (PUC/SP). Professora Associada de

Didática da UFFS – Campus Cerro Largo-RS.

↩

3. Vale lembrar que a Alemanha, enquanto Estado-nacional,

apenas se unificou em 1871; portanto, o alemão-padrão hoje existente era, até o século XIX, uma língua literária, criada por Martinho Lutero na tradução da Bíblia. O povo alemão, no seu dia a dia, não usava o alemão-padrão para se comunicar, mas diversos dialetos regionais.

↩

4. Considerada língua cooficial nos municípios gaúchos de Barão

e Santa Maria do Erval.

↩

5. Considerada língua cooficial nos municípios catarinenses de

Antônio Carlos, Ipumirim e São João do Oeste e reconhecida no Município de São Pedro de Alcântara.

↩

6. Com referência ao estado do Rio Grande do Sul Hunsriqueano

Rio-Grandense, em português.

↩

7. De acordo Altenhofen e Morello e t al. (2018, p. 23) “Ao lado da

denominação Hunsrückisch, os falantes também mencionam as formas Deitsch, Plattdeitsch, Deutsch, Hunsbucklisch, Hunsrick, entre outras designações […]”

↩

8. “O Hunsrückisch praticamente inexiste na forma escrita, sendo

mais conhecido, portanto, como uma língua oral.” (ALTENHOFEN; HABEL; NEUMANN; PREDIGER, 2018, p. 13). Enquanto tal, se deve entender que a oralidade está ligada à função interpessoal da linguagem, às identidades e às relações que as pessoas constroem na interação.

↩

9. Segundo Oliveira e Altenhofen (2011), no Brasil, contabiliza-se

um total de 56 línguas de imigração.

↩

10. Esta mesorregião se localiza em área de fronteira com a

Argentina e compreende 396 municípios, com área total de 120,8 mil quilômetros quadrados e população de 3,8 milhões de habitantes (TREVISOL; CORDEIRO; HASS, 2011).

↩

11. Termo usado aqui para designar o membro da comunidade de

falantes de Hunsrückisch e não o descendente de imigrantes do Hunsrück, embora estes estejam naturalmente incluídos na definição.

↩

12. Para mais informações consultar:

https://www.ufrgs.br/projalma/transcricao/.

↩

13. Atlas Linguístico-contatual das Minorias Alemãs na Bacia do

Prata: Hunsrückisch. Ver mais em:

http://www.ufrgs.br/projalma/. Acesso em: 09 nov. 2019.

↩

14. A elaboração de um sistema de escrita para o hunsrückisch

ocorreu devido a demandas do ALMA-H (ALTENHOFEN et al., 2007).

↩

15. As professoras Mabel Dewes e Úrsula Wiesemann, em

conjunto com o Linguista Martin Dillig, desenvolveram normas para a língua escrita, desde 2004. Adriano Steffler, por sua vez, elaborou uma Gramática e um Dicionário de Hunsrückisch.

↩

16. Utilizando-se do procedimento descrito, foram elaborados e

concluídos os seguintes instrumentos de pesquisa: i) Questionário para Mapeamento Sociolinguístico, ii) Questionário Linguístico (seleção de variáveis, para complementações), iii) Questionário Individual, iv) Questionário relativo ao Locus da pesquisa (Altenhofen et al., 2018, p. 103).

↩

17. No ano de 2012, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, “I

Encontro de Falantes do Hunsrückisch”, organizado pelo projeto ALMA-H no âmbito das atividades do dia das Portas Abertas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. No ano de 2018,

dois eventos: um deles em Florianópolis, Santa Catarina, “II Encontro de Falantes do Hunsrückisch e I Encontro do IHLBrI”, organizado pelo IHLBrI, através do IPOL; outro, em Nova Petrópolis, Rio Grande do Sul, “III Encontro de Falantes do Hunsrückisch e II Encontro do IHLBrI”, organizado pelo IHLBrI, através do ALMA-H. No ano de 2019, em Ipira, Santa Catarina, ocorreu o “IV Encontro de Falantes do Hunsrückisch”, organizado pela Prefeitura de Ipira-SC (ALTENHOFEN et al., 2018).

↩

18. Em 12 de dezembro de 2007 foi aprovado o Projeto de Lei nº

2.199/2007, que instituiu a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). No dia 15 de setembro, por meio da Lei nº 12.029/2009, foi oficializada a sua criação sendo, pois, as atividades iniciadas em 29 de março de 2010 (BENINCÁ, 2011).

↩

19. Para mais informações consultar:

http://lattes.cnpq.br/1266567939497031

↩

20. Para mais informações consultar:

http://lattes.cnpq.br/5588199122528764

↩

21. “Esta Dissertação apresenta um estudo cujo objetivo é

descrever o uso da variante uma vez no português em Itapiranga e São João do Oeste, localidades situadas no oeste de Santa Catarina, Brasil, com forte presença de falantes do alemão Hunsrückisch como língua de imigração […] Os resultados apontam maior disparidade dos dados de uso da variante na dimensão diassexual sendo que as mulheres usam mais a variante uma vez e não apresentam comentários estigmatizados acerca da mesma […] Importante destacar que a profissão do informante parece exercer um forte papel quanto ao uso da variante, sendo que se a profissão requer a fala constante de frases imperativas, o uso da variante tende ser maior” (RUSCHEINSKY, 2014, p. 7).

↩

22. “Este estudo objetiva investigar o grau de manutenção de

variedades alemãs em contextos plurilíngues variedades alemães variedades portuguesas–, nas cidades de Tunápolis (SC) e Cunha Porã (SC). […] Os dois pontos são contextos plurilíngues nos quais se constata um constante contato linguístico entre as variedades alemãs e variedades portuguesas […] Na revisão bibliográfica, constata-se uma intrínseca relação entre imigração alemã, igreja e língua alemã. Para os católicos, o alemão é um instrumento de comunicação, uma vez que a base dessa confessionalidade é o latim. Para os luteranos, de outra forma, além de ser um meio de comunicação, o alemão também é um símbolo religioso, pois com a primeira tradução feita da Bíblia para a língua alemã pelo alemão Martin Lutero e, através da pregação por este da alfabetização para todos, nasceu a confessionalidade luterana […]”. (WEHRMANN, 2016, p. 6).

↩

23. “Este estudo procura descrever os aspectos do bilinguismo

alemão-português de Mondaí e São João do Oeste – SC. Ambas as cidades foram colonizadas por descendentes de alemães vindos do RS e por imigrantes de língua alemã vindos da Europa […]Também foi possível constatar que as mulheres estão mais propensas à substituição linguística em favor da língua majoritária, o que parece ser verdadeiro também para a classe alta […]”. (WOLSCHICK, 2016, p. 6)

↩

24. “Esta pesquisa tem como objetivo geral mapear a variação no

uso de Gurke/Kummer e Pfirsich/Pesch por falantes de Hunsrückisch (variedade alemã) a partir dos dados do projeto Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch, doravante, ALMA-H, que envolve 41 localidades de pesquisa, sendo elas distribuídas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Argentina, Paraguai e Mato Grosso […] Em nossa análise, constatou-se que a dimensão mais significativa na escolha do uso das variantes foi a dimensão diarreligiosa, que trata da religião dos informantes, mostrando que os luteranos utilizam as formas [+standard]

Gurke e Pfirsich, enquanto que os católicos realizam as formas [+dialetais] Kummer e Pesch […]” (SCHNEIDERS, 2017, p. 07).

↩

25. A referida Instituição possui o perfil de natureza socioeducativa:

uma universidade multicampi, interestadual, pública, democrática, popular e interiorana, preocupada com a superação das desigualdades na Educação Superior. Representa, portanto, um marco na História da Educação.

↩

26. Dados coletados da proposta do Curso disponíveis na

Plataforma Sucupira, da Capes.

↩

27. Vide a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos,

promulgada em julho de 1996, e publicada no Brasil pela Editora Mercado das Letras e pelo Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística.

↩

28. De acordo com Oliveira (2008), para atender às demandas do

“crime idiomático”, foram organizadas “áreas de confinamento” na primeira metade dos anos 40. Em Santa Catarina, por exemplo, a Prefeitura do Campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) abrigou esses presos.

↩

 

Fenomenologia hermenêutica como

 

analítica da linguagem: o caso da

 

análise lógico-semântica do pronome

 

“eu” nos escritos fenomenológicos

 

de Martin Heidegger

 

1. Doutor em Filosofia (PUCRS). Professor Associado de Filosofia

da Universidade Federal da Fronteira Sul.

↩

2. O conceito ontológico de “’contrário’ de ‘eu’” refere-se a um

“modo de ser do ‘eu’”, qual seja, a condição de ser eu mesmo de modo impróprio: “no ‘eu’ expressa-se o si-mesmo que de início e na maioria das vezes eu propriamente não sou” (1977a, p. 116. 322). A ideia heideggeriana de tornar-se si-mesmo em sentido próprio (eingentlich) tem o sentido de singularização.

↩

3. A teoria kaplaniana da referência direta de “eu” é exposta e

analisada em Frank (1991), que reconheceu a proximidade da posição de Husserl à de Kaplan, mas não fez o mesmo com a posição, mais claramente elaborada, de Heidegger .

↩

4. A mesma expressão fora usada por Husserl, na página 274 do

texto supracitado. Heidegger reconheceu que a distinção entre “função significante” e “conteúdo significado”, depois de Duns Scotus, tornou a ser prestigiada pelo mestre Edmund Husserl (HEIDEGGER, 1978).

↩

 

Desde el margen: Borges y Moffatt

 

1. Trabajo, con modificaciones, presentado en el I Seminário

Internacional de Língua e Literatura na Fronteira Sul, en 2011, en Chapecó, SC, Brasil, con el título “Borges, Moffat y el (re)conocimiento de lo marginal”.

↩

2. Doutor em Literatura (UFSC). Professor de literatura hispânica

no Curso de Letras Português-Espanhol da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

↩

3. Para Moffatt (1974, p. 129), el compadre, con su idioma

especial, el “lunfardo”, y con su vestimenta típica, es un arquetipo del barrio que subsiste en el tiempo porque puede ser visto como el continuador del gaucho. Los compadres, aunque muy vinculados a la inmigración, representan la continuidad del gaucho “matrero” en la ciudad y de este último heredan el

cuchillo, el coraje, la guitarra y el mate, sólo faltando el caballo, elemento central de la vida del gaucho que en la vida de los compadres ocupará la mujer.

↩

4. Sobre este criollismo borgeano, Edwin Williamson (2006, p.

167) afirma que debe dilatarse su significación: “Borges llamaba a su nueva empresa ‘criollismo’, pero el término tenía que ser entendido en un sentido amplio, señaló, porque no se trataba de un culto nostálgico del gaucho y la pampa como el de Lugones, este criollismo sería ‘conversador del mundo y del yo, de Dios y de la muerte. Su ‘esperanza’ se extendía mucho más allá de una preocupación insular con definir la identidad criolla; tenía además un alcance universal, porque significaba desarrollar una cultura para la joven nación que pudiera compararse con las culturas de otros países. […] y así ese criollismo nuevo, basado en las realidades urbanas de Buenos Aires, suponía una forma de construir la nación”.

↩

5. Idea que Borges, en entrevista con Esther Vázquez, ejemplifica

con la siguiente declaración: “Y luego, en una saga escandinava encontré una frase que corresponde exactamente a esa idea. Se trata de unos vikings que se encuentran con otros y les preguntan si creen en Odín o en el Cristo blanco y uno responde: ‘Creemos en nuestro coraje’. Corresponde a la ética de los cuchilleros” (BORGES apud VÁZQUEZ, 2007, p. 54-55).

↩

6. Sarlo (1995, p.54) explica sobre este espacio que cuando

“Borges está comenzando a escribir, compadritos y orilleros perdían sus rasgos más agresivos para incorporarse como tipos a la nueva síntesis del barrio popular”. Así vemos que la creación borgeana, además de una inclinación por lo marginal, está también vinculada con la recuperación de otro prototipo de argentino que, quizá, no es como Borges lo escribe, pero que, postulándose como un cultor del coraje, sirve perfectamente de personaje mítico para una ciudad de iguales características. Un

hombre mito para un espacio mito que se posiciona junto al arquetipo nacionalista gaucho.

↩

7. Los compadres, como los gauchos, serían personajes que,

como refiere Moffatt (1974, p. 109), no sólo no niegan la muerte, sino que la aceptan desde la vida. En este sentido, escribe Borges (2004, p. 167) en “El desafío”, en Evaristo Carriego que estos hombres se vinculaban a “la dura y ciega religión del coraje, de estar listo a matar y a morir”.

↩

8. El sufrimiento del inmigrante que alude Moffatt estaría ligado a

los tangos más melancólicos y no a las letras que componen el tango reo, aquel de los relatos suburbanos de cuchillo que lejos está, según Campo (2009, p. 13) de la madre que todo perdona, de la novia santa y del barrio como ámbito de felicidad.

↩

9. Los primeros tangos a los que Borges refiere coinciden con los

que Campo (2009, p. 14) designa como reos, aquellos que versan sobre “malevos que hacían relucir sus cuchillos ante cualquier afrenta, ladrones que ‘trabajan’ o cumplen una pena, pero nunca se arrepienten, compadritos o caferatas que dan la biaba a la mina o -ante su traición amorosa- la matan sin misericordia”. Ya ese estilo con el cual Borges no concuerda se aproxima a las letras del tango moral, aquel que “comenzó a dar consejos amparándose en una tabla de valores morales copiada con puntos y comas de los manuales higienistas y de buena conducta forjados en los escritorios de los funcionarios y letrados de esta nueva ciudad cosmopolita” (CAMPOS, 2009, p. 13).

↩

 

Eu pesquiso, tu pesquisas e nós nos

 

ajudamos: possibilidades metodológicas para a pesquisa em

 

letras

 

1. Pesquisas de Doutorado dos autores com aplicação e

aperfeiçoamento em grupos de pesquisa; “Grupo de Pesquisas em Políticas Linguísticas, Formação Docente e Novas Tecnologias para o Ensino de Línguas” (POLIFONIA) – UFFS.

↩

2. Doutora em Educação (UFSM), professora adjunta da área de

ensino de espanhol da UFFS, Cerro Largo.

↩

3. Doutor em Educação (UFSM). É professor adjunto do Curso de

Letras da UFFS e do Programa de Pós-Graduação em Tecnologias Educacionais em Rede da UFSM.

↩

4. “interpretation of religious texts and canonical scriptures”

↩

5. “interpretation is never simple and straight”

↩

6. “the boundaries of human understanding in a manner more

consonant with the contradictory nature of the world around us”

↩

 

“Sin fronteras” – culturas en la radio:

 

una experiencia peculiar

 

1. Projeto de Extensão Demanda Espontânea. Página do projeto:

https://www.facebook.com/Sin-Fronteras-Culturas-en-la-Radio-

1042360769205398

↩

2. Doutora em Letras (UFRGS). Professora de Língua e

Literaturas de Língua Espanhola na UFSM.

↩

3. De aquí en adelante se usará la sigla: UFFS.

↩

4. No hay en lengua española un término específico para la

palabra “sertanejo” sin que con eso demuestre un tono despectivo (rudo, aborigen, pueblerino), conforme

https://www.wordreference.com/ptes/ sertanejo no es este el sentido de la palabra en pauta en el artículo y por ello se mantiene su término en la lengua original.

↩

5. https://www.abert.org.br/web/

↩

6. Foca, en la jerga periodística de la lengua portuguesa, significa

aquel que está siempre atento a una probable noticia o reportaje. El “olhômetro” (otro sinónimo en portugués).

↩

7. https://www.facebook.com/Sin-Fronteras-Culturas-en-la-Radio-

1042360769205398

↩

 

Leitura, escrita e aprendizagem: a

 

abordagem sociointeracionista como

 

base para trabalhar dificuldades de

 

linguagem

 

1. Doutora em Letras. Professora do Curso de Graduação em

Letras Português e Espanhol – Licenciatura (UFFS).

↩

2. Doutora em Educação. Professora do Curso de Graduação em

Letras Português e Espanhol – Licenciatura (UFFS).

↩

3. Doutora em Letras. Professora do Curso de Graduação em

Letras Português e Espanhol – Licenciatura (UFFS).

↩

4. Graduanda em Letras Português e Espanhol – Licenciatura

(UFFS).

↩

5. Graduanda em Letras Português e Espanhol – Licenciatura

(UFFS).

↩

6. Graduada em Letras Português e Espanhol – Licenciatura

(UFFS).

↩

7. […] definida como a distância entre o nível de desenvolvimento

real, que se costuma determinar através da solução independente de problemas, e o nível de desenvolvimento potencial, determinado através da solução de problemas sob a orientação de um adulto ou em colaboração com companheiros mais capazes (VYGOTSKY, 2002, p. 112).

↩

8. A sequência didática utilizada para trabalhar o gênero Contos

de detetive era baseada em Guimarães (2001).

↩

9. Cumpre destacar que as atividades ocorriam no período de

aula, desse modo, os participantes saiam do contexto de sala de aula para participar das oficinas de reforço.

↩

 

O curso de letras e a formação

 

continuada de professores no

 

programa de extensão

 

macromissioneiro

 

1. A pesquisa que deu origem a este capítulo decorre da

participação das autoras no Programa de Extensão de Formação Continuada de Professores da Região Macromissioneira/UFFS/Cerro Largo. Edital 1098/UFFS/2017.

↩

2. Doutora em Letras (UFSM). Professora na Universidade

Federal do Pampa (UNIPAMPA).

↩

3. Doutora em Educação (UFSM). Professora na Universidade

Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Cerro Largo-RS.

↩

Você terminou Letras UFFS Cerro Largo 10 anos de ensino, pesquisa e extensão

Demétrio Alves Paz e Jeize de Fátima Batista

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