Por que Crianças Matam

Gitta Sereny · Capítulo 1 de 27

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Por que Crianças Matam

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"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais

lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir

a um novo nível."

 

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Copyright © 1998 Gitta Sereny

Copyright da introdução à edição brochura © 1999 Gitta Sereny Copyright da tradução © 2019 Editora Vestígio

Publicado originalmente em 1998 em língua inglesa pela Macmillan, um selo da Macmillan Published Ltd. 25 Eccleston Place, Londres SW1W 9NF e Basingstoke.

Título original: Cries Unheard: Why Children Kill – The Story of Mary Bell Todos os direitos reservados pela Editora Vestígio. Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida, seja por meios mecânicos, eletrônicos, seja via cópia xerográfica, sem a autorização prévia da Editora. GERENTE EDITORIAL

Arnaud Vin

EDITOR ASSISTENTE

Eduardo Soares

ASSISTENTE EDITORIAL

Pedro Pinheiro

REVISÃO

Mariana Faria

CAPA

Diogo Droschi

DIAGRAMAÇÃO Larissa Carvalho Mazzoni

Guilherme Fagundes

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Câmara Brasileira do Livro, SP,

Brasil

 

Sereny, Gitta

Por que crianças matam : a história de Mary Bell / Gitta Sereny ; tradução de Erick Ramalho. -- 1. ed. --

São Paulo : Vestígio, 2019.

Título original: Cries Unheard: Why Children Kill – The Story of Mary Bell ISBN 978-85-54126-22-3

1. Bell, Mary Flora, 1957- 2. Delinquentes juvenis - Inglaterra 3. Homicidas - Inglaterra - Biografia 4.

Homicídio juvenil - Inglaterra I. Título.

18-22857 CDD-364.15230942

Índices para catálogo sistemático:

1. Inglaterra : Assassinatos : Criminologia 364.15230942

Maria Paula C. Riyuzo - Bibliotecária - CRB-8/7639

 

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Para Lee Hindley Chadwick, o professor que toda criança deveria ter.

“Ao teres meu livro, rogo-te o zelo de lê-lo bem, isto é, d’entendê-lo.” 1

Ben Jonson, Epígrafe a um leitor

 

1 “Pray thee take care, that tak’st my book is hand, to reade it well: that is, to understand.”

Agradecimentos

 

T enho apenas algumas pessoas a agradecer pela ajuda, pois somente alguns poucos sabiam deste projeto. Antes de tudo, minha gratidão e admiração vão para minha editora, Macmillan, por sua coragem em aceitar fazer este livro controverso do jeito que ele tinha que ser feito. Para Ian Chapman e Peter Straus, pelo constante entusiasmo, e para Clare Alexander, desde o momento em que passou a ser editora-chefe, com sua inteligência brilhante e seu calor humano que tornaram mais leve meu conturbado caminho até o final.

Talvez eu deva agradecê-los, sobretudo, por terem me dado Liz Jobey

para a edição de Por que crianças matam. Não sei o que elogiar mais: sua compreensão de meus propósitos e princípios; sua infinita boa vontade em me deixar compartilhar meus problemas com ela ou, simplesmente, seu extraordinário talento – obrigada, Liz.

Rachel Calder é minha agente e não sei como expressar minha gratidão a ela, bem como a Marina Cianfanelli, pelo inabalável apoio a qualquer hora do dia ou da noite. Sinto que tenho muita sorte por tê-las ao meu lado.

Tive ainda, ao longo desse difícil período, o aconselhamento e a

consultoria de Allan Levy, que sabe mais sobre crianças e leis do que quase todo mundo que conheço; ele também se tornou um amigo.

Acho que posso dizer o mesmo das pessoas cujos nomes não tenho permissão de mencionar: as duas agentes de condicional que falam no livro, que, muito além de supervisionar Mary, deram-lhe calor humano e coragem em alguns de seus momentos mais difíceis; o casal que trabalhava em Red Bank quando Mary esteve lá e que compartilhou comigo tanto do seu conhecimento; a diretora da prisão de segurança máxima, cujo senso de

humor e paixão por seres humanos fizeram as horas que estivemos juntas passarem como se fossem minutos; e, finalmente, “Chammy”, de quem Mary se lembra com amor e a quem agradeço com afeição.

Agradeço a Dan Bar-On e Virginia Wilking por me emprestarem seu conhecimento; ao professor Guy Benoit por generosamente me doar seu

tempo; a Angela e Mel Marvin, em Nova York, e a Hannerl e Fritz Molden, em Alpbach, no Tirol, por serem meus queridos amigos. E obrigada, Melani Lewis, que cuidou de nossa casa – não sei se teria conseguido sem você.

Um agradecimento especial, é claro, para o meu filho Chris e sua esposa Elaine por me encorajarem incansavelmente e por seu amor.

Parece-me que, em vez de novamente, em mais um livro, agradecer meu marido, Don, ele e eu podemos nos agradecer mutuamente por ser este o livro que está saindo em nosso 51º ano juntos.

Minha última palavra de agradecimento é para a minha filha Mandy, que, embora vários anos mais nova que Mary, esteve completamente ciente dela desde que escrevi The Case of Mary Bell [O caso de Mary Bell]. Agora, com este livro, ela tem me ajudado incomensuravelmente, com sua energia, sua inteligência, sua compreensão pelo que estou tentando fazer e, por último, mas não menos importante, com sua compaixão por Mary.