Schistosoma mansoni e esquistossomose

Omar dos Santos Carvalho · Capítulo 29 de 40 · parte 3/3

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Schistosoma mansoni e esquistossomose

25 – Fases e Formas Clínicas da Esquistossomose Mansoni Aluízio R. Prata e José Rodrigues Coura

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

As perspectivas de redução da prevalência da infecção esquistossomótica e o bloqueio de sua expansão para áreas ainda não endêmicas no Brasil, particularmente para o Sul, Centro-Oeste e região amazônica, dependem de uma especial atenção do nosso sistema de saúde em nível federal, estadual e municipal, reorganizando o programa de controle da doença nos seus três níveis de atenção. O saneamento básico, o suprimento de água tratada, a educação individual e comunitária e o tratamento periódico, mediante a busca ativa de casos, constituem os quatro pilares de um programa de controle da esquistossomose, de sua expansão e naturalmente das formas graves da doença.

Ao ministério da Saúde caberia a formulação, a normatização, o acompanhamento e a fiscalização da execução do mencionado programa, inclusive do financiamento, com repasse às secretarias estaduais e municipais de Saúde, para garantir o bom desenvolvimento e para que o programa tenha uniformidade de ações e continuidade em sua execução. Às secretarias estaduais de Saúde caberia o treinamento do pessoal técnico, a execução das obras de saneamento e o suprimento de água tratada, a reciclagem dos agentes de saúde e o acompanhamento do programa, a ser executado pelas secretarias municipais de Saúde no que tange à busca ativa de casos, tratamentos periódicos, pequenas obras de saneamento e educação individual e comunitária.

 

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