A gente mira no amor e acerta na solidão
Agradecimentos
Espero, querido leitor, querida leitora, que, aí de sua solidão tagarela, você tenha pensado em coisas novas, ou pensado as mesmas coisas de um jeito novo.
Obrigada por dividir um pouquinho da sua solidão comigo!
AGRADECIMENTOS
Aos que foram meus alunos ou leitores e que, longe de entenderem o que eu dizia, me perguntavam, não entendiam e me convocavam a falar mais sobre essas notícias do nosso estrangeirismo que são a psicanálise e o amor.
Aos que dedicam ou dedicaram a escuta de suas análises a mim, porque é com eles e elas que aprendi ou aprendo muito do que sei e ainda mais do que não sei.
À minha analista, que não cansa (ou cansa, mas segue mesmo assim) de me reconduzir aos jardins secretos de mim mesma – trabalho esse que me possibilita trabalhar no amor e amar meu trabalho.
Ao Felipe Brandão e à Editora Planeta, pela aposta em minha escrita, algo tão imenso para mim e que sinto que fica cada vez mais.
Ao Eduardo Lacerda, pela aposta que faz na literatura, inclusive na minha.
À minha mãe, ao meu pai, por terem apostado em mim e seguirem apostando amorosamente.
Aos meus tantos amigos e amigas, por apenas serem. À
Priscila Mattos, por existir. À Rita Maria Manso de Barros, por apostar em minha escrita poética mesmo na academia. À