O Poder dos Quietos
Notas
Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.
“Enhancing the Effectiveness of Work Groups and Teams”, Psychological Science in the Public
Interest o 7, n 3 (2006): 77-124.
• Em 2000, estima-se que metade: Dennis J. Devine, “Teams in Organizations: Prevalence,
Characteristics, and Effectiveness”, Small Group Research 20 (1999): 678-711. • hoje praticamente todas fazem: Frederick Morgeson et al., “Leadership in Teams: A
Functional Approach to Understanding Leadership Structures and Processes”, Journal of
Management o 36, n 1 (2010): 5-39.
• 91% dos gerentes de alto nível: Ibid.
• O consultor Stephen Harvill me disse: Entrevista da autora, 26 de outubro de 2010. • mais de 70% dos funcionários de hoje: Davis, “The Physical Environment of the Office”.
Ver também James C. McElroy e Paula C. Morrow, “Employee Reactions to Office
Redesign: A Naturally Occurring Quasi-Field Experiment in a Multi-Generational Setting”,
Human Relations o 63, n 5 (2010): 609-636. Ver também Davis, “The Physical Environment
of the Office”: escritórios abertos são “a organização mais popular de escritórios” hoje. Ver
também Joyce Gannon, “Firms Betting Open-Office Design, Amenities Lead to Happier,
More Productive Workers”, Post-Gazette (Pittsburgh), 9 de fevereiro de 2003. Ver também
Stephen Beacham, Real Estate Weekly, 6 de julho de 2005. A primeira companhia a usar
escritórios abertos em um arranha-céu foi a Owens Corning, em 1969. Hoje muitas
companhias utilizam, incluindo Proctor & Gamble, Ernst & Young, GlaxoSmithKline,
Alcoa, e H.J. Heinz. http://www.owenscorning.com/acquainted/about/history/1960.asp. Ver
também Matthew Davis et al., “The Physical Environment of the Office: Contemporary and
Emerging Issues”, in G.P. Hodgkinson e J.K. Ford, orgs., International Review of Industrial and
Organizational Psychology, vol. 26 (Chichester, UK: Wiley, 2011), 193-235: “(...) houve uma
ampla introdução de escritórios abertos na América do Norte entre os anos 1960 e 1970”.
Mas veja Jennifer Ann McCusker, “Individuals and Open Space Office Design: The
Relationship Between Personality and Satisfaction in an Open Space Work Environment”,
dissertação, Estudos empresariais, Universidade Alliant International, 12 de abril de 2002
(“o conceito de espaço aberto começou em meados dos anos 1960 com um grupo de
consultores administrativos alemães” citando Karen A. Edelman, “Take Down the Walls”,
Across the Board o 34, n 3 [1997]: 32-38).
• A quantidade de espaço por funcionário caiu: Roger Vincent, “Office Walls Are Closing
in on Corporate Workers”, Los Angeles Times, 15 de dezembro de 2010. • “Houve uma mudança do ‘eu trabalho’ para ‘nós trabalhamos’”: Paul B. Brown, “The
Case for Design”, Fast Company, junho de 2005. • A companhia rival na área de móveis de escritório Herman Miller, Inc.: “New Executive
Officescapes: Moving from Private Offices to Open Environments”, Herman Miller Inc.,
2003.
• Em 2006, a Ross School of Business: Dave Gershman, “Building Is ‘Heart and Soul’ of the
Ross School of Business”, mlive.com, 24 de janeiro de 2009. Ver também Kyle Swanson,
“Business School Offers Preview of New Home, Slated to Open Next Semester”, Michigan
Daily, 15 de setembro de 2008.
• De acordo com uma pesquisa nacional de 2002: Christopher Barnes, “What Do Teachers
Teach? A Survey of America’s Fourth and Eighth Grade Teachers”, conduzida pelo Center
for Survey Research and Analysis, Universidade de Connecticut, Civic Report no 28,
setembro de 2002. Ver também Robert E. Slavin, “Research on Cooperative Learning and
Achievement: What We Know, What We Need to Know”, Contemporary Educational
Psychology o 21, n 1 (1996): 43-69 (citando descobertas de uma pesquisa nacional de 79% dos
professores de escola primária e 62% dos professores de 5a a a 8 série usavam constantemente
o ensino cooperativo). Note que na “vida real” muitos professores estão apenas jogando os
alunos em grupos, mas não usando o “aprendizado cooperativo” em si, que envolve um
conjunto de procedimentos mais específico, de acordo com e-mail da autora para Roger
Johnson do Cooperative Learning Center na Universidade de Minnesota. • aprendizado cooperativo: Bruce Williams, Cooperative Learning: A Standard for High
Achievement (Thousand Oaks, CA: Corwin, 2004), 3-4. • Janet Farrall e Leonie Kronborg: Janet Farrall e Leonie Kronborg, “Leadership
Development for the Gifted and Talented”, in Fusing Talent — Giftedness in Australian
Schools , organizado por M. McCann e F. Southern (Adelaide: The Australian Association of
Mathematics Teachers, 1996).
• “Funcionários estão colocando suas vidas inteiras”: entrevista de rádio com Kai Ryssdal,
“Are Cubicles Going Extinct?”, Marketplace, da American Public Media, 15 de dezembro de
2010.
• A significativa maioria dos primeiros entusiastas dos computadores: Sarah Holmes e
Philip L. Kerr, “The IT Crowd: The Type Distribution in a Group of Information
Technology Graduates”, o Australian Psychological Type Review 9, n 1 (2007): 31-38. Ver
também Yair Amichai-Hamburger et al., “‘On the Internet No One Knows I’m an
Introvert’: Extraversion, Neuroticism, and Internet Interaction”, CyberPsychology and
Behavior o 5, n 2 (2002): 125-128.
• “É um clichê na tecnologia”: Dave W. Smith, e-mail para a autora, 20 de outubro de 2010. • “Como poderia aquele garoto, que eu vencera tão facilmente”: Ver Daniel Coyle, The
Talent Code (Nova York: Bantam Dell, 2009), 48. [Edição brasileira: O código do talento. Rio
de Janeiro: Agir, 2010]
• três grupos de habilidosos violinistas: K. Anders Ericsson et al., “The Role of Deliberate
Practice in the Acquisition of Expert Performance”, o Psychological Review 100, n 3 (1993):
363-406.
• “Estudo sério e solitário”: Neil Charness et al., “The Role of Deliberate Practice in Chess
Expertise”, Applied Cognitive Psychology 19 (2005): 151-165. • Universitários que tendem a estudar sozinhos: David Glenn, “New Book Lays Failure to
Learn on Colleges’ Doorsteps”, The Chronicle of Higher Education, 18 de janeiro de 2001. • Até atletas de elite em esportes de equipe: Starkes e Ericsson, “Expert Performance in
Sports: Advances in Research on Sports Expertise”, Human Kinetics (2003): 67-71. • Ericsson disse-me que em vários campos: Entrevista com a autora, 13 de abril de 2010. • dez mil horas de Prática Deliberada: Aos dezoito anos, os melhores violinistas da
Academia de Música de Berlim haviam gasto uma média de mais de sete mil horas
praticando sozinhos, cerca de duas mil horas a mais que os bons violinistas e quatro mil
horas a mais que os professores de música.
• “intensa curiosidade ou o interesse focado parecem estranhos a seus colegas”:
Csikszentmihalyi, Creativity, 177.
• “porque praticar música ou estudar”: Ibid., 65. • Madeleine L’Engle: Ibid., 253-254.
• “Caro sr. Babbage”: Charles Darwin, The Correspondence of Charles Darwin Volume 2: 1837-
1843 (Cambridge, Inglaterra: Cambridge University Press, 1987), 67. • Jogos de Guerra de Programação: Eles são descritos em Tom DeMarco e Timothy Lister,
Peopleware: Productive Projects and Teams (Nova York: Dorset House, 1987). [Edição
brasileira: Peopleware: Como gerenciar equipes e projetos tornando-os mais produtivos. São
Paulo: McGraw Hill, 1990]
• Uma montanha de dados recentes sobre escritórios abertos: Ver, por exemplo, o seguinte:
(1) Vinesh Oommen et al., “Should Health Service Managers Embrace Open Plan Work
Environments? A Review”, o Asia Pacific Journal of Health Management 3, n 2 (2008). (2)
Aoife Brennan et al., “Traditional Versus Open Office Design: A Longitudinal Field Study”,
Environment and Behavior 34 (2002): 279. (3) James C. McElroy e Paula Morrow, “Employee
Reactions to Office Redesign: A Naturally Occurring Quasi-Field Experiment in a Multi-
Generational Setting”, Human Relations 63 (2010): 609. (4) Einar De Croon et al., “The
Effect of Office Concepts on Worker Health and Performance: A Systematic Review of the
Literature”, o Ergonomics, 48, n 2 (2005): 119-134. (5) J. Pejtersen et al., “Indoor Climate,
Psychosocial Work Environment and Symptoms in Open-Plan Offices”, o Indoor Air 16, n 5
(2006): 392-401. (6) Herman Miller Research Summary, 2007, “It’s All About Me: The
Benefits of Personal Control at Work”. (7) Paul Bell et al., Environmental Psychology
(Lawrence Erlbaum, 2005), 162. (8) Davis, “The Physical Environment of the Office”. • pessoas aprendem melhor depois de um calmo passeio: Marc G. Berman et al., “The
Cognitive Benefits of Interacting with Nature”, o Psychological Science 19, n 12 (2008): 1.207-
1.212. Ver também Stephen Kaplan e Marc Berman, “Directed Attention as a Common
Resource for Executive Functioning and Self-Regulation”, Perspectives on Psychological
Science o 5, n 1 (2010): 43-57.
• Outro estudo, com 38 mil pessoas que trabalham com conhecimento: Davis et al., “The
Physical Environment of the Office”.
• Até desempenhar múltiplas tarefas (...) um mito: John Medina, Brain Rules (Seattle, WA:
Pear Press, 2008), 87. [Edição brasileira: Aumente o poder do seu cérebro. Rio de Janeiro:
Sextante, 2010]
• Backbone Entertainment: Mike Mika, entrevista com a autora, 12 de julho de 2006. • Reebok: Kimberly Blanton, “Design It Yourself: Pleasing Offices Laid Out by the Workers
Who Use Them Can Be a Big Advantage When Companies Compete for Talent”, Boston
Globe o , 1 de março de 2005.
• Durante dez anos, começando em 2000: TEDx Midwest Talk, 15 de outubro de 2010.
Também, e-mail para a autora em 5 de novembro de 2010. • Kafka, por exemplo: Anthony Storr, Solitude: A Return to the Self (Nova York: Free Press,
2005), 103. [Edição brasileira: Solidão. São Paulo: Benvirá, 2011] • o consideravelmente mais alegre Theodor Geisel: Judith Morgan e Neil Morgan, Dr. Seuss
and Mr. Geisel: A Biography (Nova York: DaCapo, 1996). • lendário publicitário Alex Osborn: Alex Osborn, Your Creative Power (W. Lafayette, IN:
Purdue University Press, 1948).
• brainstorming não funciona de verdade: Marvin D. Dunnette et al., “The Effect of Group
Participation on Brainstorming Effectiveness for Two Industrial Samples”, Journal of Applied
Psychology o 47, n 1 (1963): 30-37.
• cerca de quarenta anos após a pesquisa: Ver por exemplo, Paul A. Mongeau e Mary Claire
Morr, “Reconsidering Brainstorming”, o Group Facilitation 1, n 1 (1999): 14. Ver também
Karan Girotra et al., “Idea Generation and the Quality of the Best Idea”, Management
Science o 56, n 4 (abril de 2010): 591-605. (O nível mais alto de inovação vem de um
processo híbrido no qual as pessoas pensam em suas ideias sozinhas antes de compartilhá-las
com os colegas.)
• “homens de negócios devem estar loucos”: Adrian Furnham, “The Brainstorming Myth”,
Business Strategy Review o 11, n 4 (2000): 21-28. • Grupos que fazem isso pela internet: Paul Mongeau e Mary Claire Morr, “Reconsidering
Brainstorming”.
• O mesmo vale para a pesquisa acadêmica: Charlan Nemeth e Jack Goncalo, “Creative
Collaborations from Afar: The Benefits of Independent Authors”, Creativity Research Journal
17, no 1 (2005): 1-8.
• acreditam que seu grupo teve uma performance muito melhor: Keith Sawyer, Group
Genius: The Creative Power of Collaboration (Nova York: Basic Books, 2007), 66.
• medo da humilhação pública: Susan K. Opt e Donald A. Loffredo, “Rethinking
Communication Apprehension: A Myers-Briggs Perspective”, o Journal of Psychology 134, n 5
(2000): 556-70.
• dois times universitários jogaram: James C. Moore e Jody A. Brylinsky, “Spectator Effect
on Team Performance in College Basketball”, o Journal of Sport Behavior 16, n 2 (1993): 77. • O economista comportamental Dan Ariely: Dan Ariely, “What’s the Value of a Big
Bonus?” New York Times, 19 de novembro de 2008. • Gregory Berns: As experiências de Solomon Asch e Gregory Berns são descritas em
Gregory Berns, Iconoclast: A Neuroscientist Reveals How to Think Differently (Boston, MA:
Harvard Business Press, 2008), 59-81. [Edição brasileira: O iconoclasta: Um neurocientista
revela como pensar diferente e realizar o impossível. Rio de Janeiro: BestBusiness, 2009] Ver
também Sandra Blakeslee, “What Other People Say May Change What You See”, New York
Times, 28 de junho de 2005. E ver Gregory S. Berns et al., “Neurobiological Correlates of
Social Conformity and Independence During Mental Rotation”, Biological Psychiatry 58
(2005): 245-253.
• uma maior ativação da amígdala: Na verdade, em algumas iterações do experimento, onde
voluntários jogavam com um grupo de computadores em vez de com um grupo de pessoas,
suas amígdalas ficaram quietas mesmo quando discordavam dos computadores. Isso sugere
que as pessoas que não se conformam sofrem menos com o medo de estarem erradas do que
com a ansiedade de ser excluídas do grupo.
• interações frente a frente criam confiança: Belinda Luscombe, “Why E-Mail May Be
Hurting Off-Line Relationships”, Time, 22 de junho de 2010. • a densidade populacional está ligada à inovação: Jonah Lehrer, “How the City Hurts Your
Brain”, Boston Globe, 2 de janeiro de 2009. • criando escritórios abertos “flexíveis”: Davis et al., “The Physical Environment of the
Office”.
• Na Pixar: Bill Capodagli, “Magic in the Workplace: How Pixar and Disney Unleash the
Creative Talent of Their Workforce”, Effectif, setembro/ outubro de 2010: 43-45. • De forma semelhante, na Microsoft: Michelle Conlin, “Microsoft’s Meet-My-Mood
Offices”, Bloomberg Businessweek, 10 de setembro de 2007.
Capítulo 4: Seria o temperamento determinado pelo destino? Uma nota geral sobre esse capítulo: O capítulo 4 discute o trabalho do psicólogo Jerome
Kagan sobre a alta reatividade, o que alguns psicólogos contemporâneos considerariam estar
na interseção entre a introversão e outro traço chamado “neurose”. Para facilitar a leitura,
não elucidei essa distinção no texto.
• Para um desses estudos, lançado em 1989: Esse estudo é extensamente discutido em
Jerome Kagan e Nancy Snidman, The Long Shadow of Temperament (Cambridge, MA:
Harvard University Press, 2004).
• “as descrições de Carl Jung de introversão e extroversão”: Ibid., 218. • o reservado Tom e o extrovertido Ralph: Jerome Kagan, Galen’s Prophecy (Nova York:
Basic Books, 1998), 158-161.
• Alguns dizem que temperamento é a fundação: Ver
http://www.selfgrowth.com/articles/Warfield3.html. • importante órgão: Kagan e Snidman, The Long Shadow of Temperament, 10. • Quando o disco de frisbee parece direcionado para o seu nariz: Essa imagem vem de um
vídeo on-line com Joseph Ledoux, um cientista da NYU que estuda a base neural das
emoções, especialmente do medo e da ansiedade. Ver “Fearful Brain in an Anxious World”,
Science & the City, http://www.nyas.org/Podcasts/Atom.axd (acessado em 20 de novembro de
2008).
• “atenção alerta”: Elaine N. Aron, Psychotherapy and the Highly Sensitive Person (NovaYork:
Routledge, 2010), 14.
• Elas usam mais movimentos dos olhos: Vários estudos documentaram essas tendências em
crianças altamente reativas. Ver Jerome Kagan, “Reflection-Impulsivity and Reading
Ability in Primary Grade Children”, o Child Development 363, n 3 (1965): 609-628. Ver
também Ellen Siegelman, “Reflective and Impulsive Observing Behavior”, Child
Development o 40, n 4 (1969): 1.213-1.222. Esses estudos usam o termo “reflexivo” em vez de
“altamente reativo”, mas é certo que eles estão falando sobre o mesmo grupo de crianças.
Siegelman descreve-as como “geralmente preferindo situações de baixo risco, mas
escolhendo tarefas intelectuais mais difíceis e solitárias (...) menos ativas motoramente e
mais cautelosas” (p.1.214). (Estudos similares foram feitos com adultos; ver capítulos 6 e 7.) • Crianças altamente reativas também tendem a pensar sobre e sentir profundamente:
Elaine Aron, The Highly Sensitive Child: Helping Our Children Thrive When the World
Overwhelms Them (Nova York: Broadway Books, 2002). • se uma criancinha altamente reativa quebrar o brinquedo de outra: Veja os estudos de
Grazyna Kochanska mencionados no capítulo 6. • como um grupo de crianças deve compartilhar determinado brinquedo: Winifred
Gallagher (citando Kagan), “How We Become What We Are”. The Atlantic Monthly,
setembro de 1994.
• olhos azuis, alergias e rinite alérgica (...) corpo magro e o rosto fino: Kagan, Galen’s
Prophecy, 160-161.
• Considere os filmes da Disney: Ibid., 161. • a introversão e a extroversão são fisiologicamente: David G. Winter, Personality: Analysis
and Interpretation of Lives (Nova York: McGraw-Hill, 1996), 511-516. • 40% e 50% herdadas geneticamente: Thomas J. Bouchard Jr. e Matt McGue, “Genetic
and Environmental Influences on Human Psychological Differences”, Journal of Neurobiology
54 (2003): 4-5.
• da eugenia nazista e da supremacia branca: Escreveu-se sobre isso em vários lugares,
inclusive em Peter D. Kramer, Listening to Prozac (Nova York: Penguin, 1993), 150. [Edição
brasileira: Ouvindo o Prozac. Rio de Janeiro: Record, 1995] • “Fui forçado, chutando e gritando”: Gallagher (citando Kagan), “How We Become What
We Are”.
• A publicação de suas primeiras descobertas: Kramer, Listening to Prozac, 154. [Edição
brasileira: Ouvindo o Prozac. Rio de Janeiro: Record, 1995]
• Kagan me conduz: Fiz uma série de entrevistas com Jerome Kagan entre 2006 e 2010. • se descreve como tendo sido um menino ansioso: Jerome Kagan, An Argument for Mind
(New Haven, CT: Yale University Press, 2006), 4, 7. • o medo de falar em público é o número um: Victoria Cunningham, Morty Lefkoe, e Lee
Sechrest, “Eliminating Fears: An Intervention that Permanently Eliminates the Fear of
Public Speaking”, Clinical Psychology and Psychotherapy 13 (2006): 183-193. • A fobia de falar em público pode ter muitas causas: Gregory Berns, Iconoclast: A
Neuroscientist Reveals How to Think Differently (Boston, MA: Harvard Business Press, 2008),
59-81. [Edição brasileira: O iconoclasta: Um neurocientista revela como pensar diferente e
realizar o impossível. Rio de Janeiro: BestBusiness, 2009] • introvertidos possuem significativamente maior tendência: Susan K. Opt e Donald A.
Loffredo, “Rethinking Communication Apprehension: A Myers-Briggs Perspective”, Journal
of Psychology o 134, n 5 (2000): 556-570. Ver também Michael J. Beatty, James C.
McCroskey, e Alan D. Heisel, “Communication Apprehension as Temperamental
Expression: A Communibiological Paradigm”, Communication Monographs 65 (1998): 197-
219. Ver também Peter D. Macintyre e Kimly A. Thivierge, “The Effects of Speaker
Personality on Anticipated Reactions to Public Speaking”, Communication Research Reports
12, no 2 (1995): 125-133.
• em um grupo de pessoas, em média metade da variabilidade: David G. Winter, Personality,
512.
• pela temperatura ou pela umidade: Natasha Mitchell, “Jerome Kagan: The Father of
Temperament”, entrevista no rádio com Mitchell no ABC Radio International, 26 de agosto
de 2006 (acessado em http://www.abc.net.au/rn/allinthemind/stories/2006/1722388.htm). • “pulam algumas cercas (...) perigo e excitação”: Gallagher (citando Lykken), “How We
Become What We Are”.
• “A universidade está recheada de introvertidos”: Entrevista com a autora em 15 de junho
de 2006.
• se criadas em famílias atenciosas e em ambientes (...) “ramos do mesmo galho
genético”: Winifred Gallagher, I.D.: How Heredity and Experience Make You Who You Are
(Nova York: Random House, 1996), 29, 46-50. [Edição brasileira: Identidade: A genética e a
cultura na formação da personalidade. São Paulo: Ática, 1998] Ver também Kagan e Snidman,
The Long Shadow of Temperament , 5.
• crianças adquirem a noção de certo e errado: Grazyna Kochanska e R.A. Thompson, “The
Emergence and Development of Conscience in Toddlerhood and Early Childhood”, in
Parenting and Children’s Internalization of Values, organizado por J.E. Grusec e L. Kucynski
(Nova York: John Wiley and Sons), 61. Ver também Grazyna Kochanska, “Toward a
Synthesis of Parental Socialization and Child Temperament in Early Development of
Conscience”, o Child Development 64 n 2 (1993): 325-347; Grazyna Kochanska e Nazan
Aksan, “Children’s Conscience and Self-Regulation”, o Journal of Personality 74, n 6 (2006):
1587-1617; Grazyna Kochanska et al., “Guilt and Effortful Control: Two Mechanisms That
Prevent Disruptive Developmental Trajectories”, Journal of Personality and Social Psychology
97, no 2 (2009): 322-333.
• tragédia de um temperamento ousado e exuberante: Gallagher, I.D., 46-50. [Edição
brasileira: Identidade: A genética e a cultura na formação da personalidade. São Paulo: Ática,
1998]
• de acordo com a inovadora teoria chamada “hipótese da orquídea”: David Dobbs, “The
Science of Success”, revista The Atlantic, 2009. Ver também Jay Belsky et al., “Vulnerability
Genes or Plasticity Genes?” Molecular Psychiatry, 2009: 1-9; Michael Pluess e Jay Belsky,
“Differential Susceptibility to Rearing Experience: The Case of Childcare”, The Journal of
Child Psychology and Psychiatry o 50, n 4 (2009): 396-404; Pluess e Belsky, “Differential
Susceptibility to Rearing Experience: Parenting and Quality Child Care”, Developmental
Psychology o 46, n 2 (2010): 379-390; Jay Belsky e Michael Pluess, “Beyond Diathesis Stress:
Differential Susceptibility to Environmental Influences”, o Psychological Bulletin 135, n 6
(2009): 885-908; Bruce J. Ellis e W. Thomas Boyce, “Biological Sensitivity to Context”,
Current Directions in Psychological Science o 17, n 3 (2008): 183-187. • com depressão, ansiedade ou timidez: Aron, Psychotherapy and the Highly Sensitive Person, 3.
Ver também A. Engfer, “Antecedents and Consequences of Shyness in Boys and Girls: A 6-
year Longitudinal Study”, in Social Withdrawal, Inhibition, and Shyness in Childhood,
organizado por K.H. Rubin e J.B. Asendorpf (Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum, 1993), 49-
79; W.T. Boyce et al., “Psychobiologic Reactivity to Stress and Childhood Respiratory
Illnesses: Results of Two Prospective Studies”, Psychosomatic Medicine 57 (1995): 411-422; L.
Gannon et al., “The Mediating Effects of Psychophysiological Reactivity and Recovery on
the Relationship Between Environmental Stress and Illness”, Journal of Psychosomatic
Research 33 (1989): 165-175.
• Na verdade, cerca de um quarto das crianças altamente reativas de Kagan: E-mail de
Kagan para a autora, 22 de junho de 2010.
• bons pais, recebem cuidados e têm um ambiente estável em casa: Ver, por exemplo,
Belsky et al., “Vulnerability Genes or Plasticity Genes?”, 5. Ver também Pluess e Belsky,
“Differential Susceptibility to Rearing Experience: The Case of Childcare”, 397. • gentis, honestas: Aron, The Highly Sensitive Child. [Edição brasileira: Crianças sensíveis:
Como preparar seu filho para enfrentar o mundo de hoje. Rio de Janeiro: Campus, 2003] • Não se tornam necessariamente representantes de turma: Entrevista da autora com Jay
Belsky, 28 de abril de 2010.
• mundo dos macacos Rhesus: Stephen J. Suomi, “Early Determinants of Behaviour:
Evidence from Primate Studies”, o British Medical Bulletin 53, n 1 (1997): 170-184 (“bebês
altamente reativos criados por fêmeas cuidadosas na verdade pareceram precoces, de acordo
com seus temperamentos... Esses indivíduos tornaram-se, em especial, aptos a recrutar e
manter outros membros do grupo como aliados em resposta a encontros agonísticos e, talvez
como consequência, eles em seguida chegaram a e mantiveram altas posições na hierarquia
de dominância do grupo. Claramente, a alta reatividade não precisa estar sempre associada a
consequências adversas de curto e longo prazo”, p.180). Ver também este vídeo no site da
Atlantic Monthly: http://www.theatlantic.com/magazine/archive/2009/12/the-science-of-
success/7761, no qual Suomi nos conta que “os macacos que tinham o mesmo alelo curto e
cresceram com boas mães não tiveram qualquer problema. Eles acabaram tão bem ou melhor
que os macacos que tinham a outra versão do gene”. (Note também que a ligação entre o
alelo curto do gene SERT e a depressão em humanos é bem discutida, mas um pouco
controversa.)
• é associado com a alta reatividade e a introversão: Seth J. Gillihan et al., “Association
Between Serotonin Transporter Genotype and Extraversion”, o Psychiatric Genetics 17, n 6
(2007): 351-354. Ver também M.R. Munafo et al., “Genetic Polymorphisms and Personality
in Healthy Adults: A Systematic Review and Meta-Analysis”, Molecular Psychiatry 8 (2003):
471-484. E ver Cecilie L. Licht et al., “Association Between Sensory Processing Sensitivity
and the 5-HTTLPR Short/Short Genotype”.
• especulou que os macacos altamente reativos: Dobbs, “The Science of Success”. • meninas adolescentes com o alelo curto do gene SERT (...) menos ansiedade em dias
calmos: Belsky et al., “Vulnerability Genes or Plasticity Genes?” • essa diferença mantém-se aos cinco anos: Elaine Aron, Psychotherapy and the Highly
Sensitive Person, 240-241.
• são mais resistentes do que outras: Boyce, “Psychobiologic Reactivity to Stress and
Childhood Respiratory Illnesses: Results of Two Prospective Studies”. Ver também W.
Thomas Boyce e Bruce J. Ellis, “Biological Sensitivity to Context: I. Evolutionary-
Developmental Theory of the Origins and Functions of Stress Reactivity”, Development and
Psychopathology 27 (2005): 283.
• O alelo curto do gene SERT: Ver Judith R. Homberg e Klaus-Peter Lesch, “Looking on the
Bright Side of Serotonin Transporter Gene Variation”, Biological Psychiatry, 2010. • “marinheiros estejam tão ocupados — sabiamente — procurando sob a linha da água”:
Belsky et al., “Vulnerability Genes or Plasticity Genes?”. • “O tempo e o esforço que investem”: Entrevista da autora com Jay Belsky, 28 de abril de
2010.
Capítulo 5: Além do temperamento
• O prazer surge na fronteira: Mihaly Csikszentmihalyi, Flow: The Psychology of Optimal
Experience (Nova York: Harper Perennial, 1990), 52. [Edição brasileira: A descoberta do
fluxo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999]
• sala sem janelas com o dr. Carl Schwartz: Conduzi uma série de entrevistas com o dr.
Schwartz entre 2006 e 2010.
• os traços de um temperamento de alta ou baixa reatividade: Carl Schwartz et al.,
“Inhibited and Uninhibited Infants ‘Grown Up’: Adult Amygdalar Response to Novelty”,
Science o 300, n 5.627 (2003): 1.952-1.953. • Se você foi um bebê altamente reativo: Para uma boa visão da relação entre a amígdala e o
córtex pré-frontal, ver Joseph Ledoux, The Emotional Brain: The Mysterious Underpinnings of
Emotional Life (Nova York: Simon & Schuster, 1996), capítulos 6 e 8. [Edição brasileira: O
cérebro emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998] Ver também Gregory Berns, Iconoclast: A
Neuroscientist Reveals How to Think Differently (Boston, MA: Harvard Business Press, 2008),
59-81. [Edição brasileira: O iconoclasta: Um neurocientista revela como pensar diferente e
realizar o impossível. Rio de Janeiro: BestBusiness, 2009]
• falam consigo mesmas para repensar situações tensas: Kevin N. Ochsner et al.,
“Rethinking Feelings: An fMRI Study of the Cognitive Regulation of Emotion”, Journal of
Cognitive Neuroscience o 14, n 8 (2002): 1.215-1.229. • cientistas condicionaram ratos: Ledoux, The Emotional Brain, 248-249. [Edição brasileira: O
cérebro emocional. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998] • Hans Eysenck: David C. Funder, The Personality Puzzle (Nova York: W.W. Norton, 2010),
280-283.
• altos níveis de estímulo no cérebro: E-mail de Jerome Kagan para a autora, 23 de junho de
2010.
• muitos tipos diferentes de estímulos: E-mail de Carl Schwartz para a autora, 16 de agosto
de 2010. Note também que introvertidos parecem não estar em um estado básico de alta
excitação tanto quanto são suscetíveis a recair nesse estado. • torcedores agitados em um jogo de futebol: E-mail de Jerome Kagan para a autora, 23 de
junho de 2010.
• muitas evidências de que introvertidos são mais sensíveis: Escreveu-se sobre isso em
vários lugares. Ver, por exemplo, Robert Stelmack, “On Personality and Arousal: A
Historical Perspective on Eysenck and Zuckerman”, in On the Psychobiology of Personality:
Essays in Honor of Marvin Zuckerman, organizado por Marvin Zuckerman e Robert Stelmack
(Pergamon, 2005), 17-28. Ver também Gerald Matthews et al., Personality Traits
(Cambridge, UK: Cambridge University Press, 2003), 169-170, 186-189, 329-142. Ver
também Randy J. Larsen e David M. Buss, Personality Psychology: Domains of Knowledge About
Human Nature (Nova York: McGraw Hill, 2005), 202-206. • suco de limão: Funder, The Personality Puzzle, 281. • nível de som dos extrovertidos: Russell G. Geen, “Preferred Stimulation Levels in
Introverts and Extroverts: Effects on Arousal and Performance”, Journal of Personality and
Social Psychology o 46, n 6 (1984): 1.303-1.312. • Elas podem procurar um lar: Essa ideia vem de Winifred Gallagher, House Thinking: A
Room-by-Room Look at How We Live (Nova York: Harper Collins, 2006). • introvertidos funcionam melhor do que extrovertidos quando privados do sono: William
Kilgore et al., “The Trait of Introversion-Extraversion Predicts Vulnerability to Sleep
Deprivation”, o Journal of Sleep Research 16, n 4 (2007): 354-363. • Extrovertidos sonolentos atrás do volante: Matthews, Personality Traits, 337. • O excesso de estímulo interfere na atenção: Gerald Matthews e Lisa Dorn, “Cognitive and
Attentional Processes in Personality and Intelligence”, in International Handbook of
Personality and Intelligence, organizado por Donald H. Saklofske e Moshe Zeidner (Nova
York: Plenum Press, 1995): 367-396. Ou, como coloca o psicólogo Brian Little,
“extrovertidos muitas vezes descobrem que conseguem lidar com muitos discursos ou
reuniões de uma maneira que seria desastrosa para os introvertidos”. • um ciclo de terror, medo e vergonha: Berns, Iconoclast, 59-81. [Edição brasileira: O
iconoclasta: Um neurocientista revela como pensar diferente e realizar o impossível. Rio de
Janeiro: BestBusiness, 2009]
Capítulo 6: “Franklin Roosevelt era um político, mas sua mulher, Eleanor, agia de
acordo com sua consciência”
• Um homem tímido sem dúvida teme a atenção de estranhos: Charles Darwin, The
Expressions of the Emotions in Man and Animals (Charleston, SC: BiblioBazaar, 2007), 259.
[Edição brasileira: A expressão das emoções no homem e nos animais. São Paulo: Companhia
das Letras, 2000]
• Domingo de Páscoa, 1939. Lincoln Memorial: Minha descrição do concerto é baseada em
filmagens do evento.
• E não chegaria sem Eleanor Roosevelt (...) cantasse no Lincoln Memorial: Allida M.
Black, Casting Her Own Shadow: Eleanor Roosevelt and the Shaping of Postwar Liberalism (Nova
York: Columbia University Press, 1996), 41-44. • “Aquilo foi algo único”: The American Experience: Eleanor Roosevelt (Public Broadcasting
System, Ambrica Productions, 2000). Ver transcrição:
http://www.pbs.org/wgbh/amex/eleanor/filmmore/transcript/transcript1.html. • Eles se conheceram quando ele tinha vinte anos: Blanche Wiesen Cook, Eleanor Roosevelt,
Volume One: 1884-1933 (Nova York: Viking Penguin, 1992), esp. 125-236. Ver também The
American Experience: Eleanor Roosevelt .
• cuja primeira publicação, em 1997: Elaine N. Aron e Arthur Aron, “Sensory-Processing
Sensitivity and Its Relation to Introversion and Emotionality”, Journal of Personality and
Social Psychology o 3, n 2 (1997): 345-368. • Quando era mais jovem (...) Ela decidiu descobrir: A informação biográfica sobre Aron
vem de (1) entrevista com a autora, 21 de agosto de 2008; (2) Elaine N. Aron, The Highly
Sensitive Person: How to Thrive When the World Overwhelms You (Nova York: Broadway
Books, 1996) [Edição brasileira: Use a sensibilidade a seu favor: Pessoas altamente sensíveis. São
Paulo: Gente, 2002]; (3) Elaine N. Aron, The Highly Sensitive Person in Love: Understanding
and Managing Relationships When the World Overwhelms You (Nova York: Broadway Books,
2000).
• Primeiro Aron entrevistou 39 pessoas (...) uma lâmpada brilhando um pouco mais:
Aron e Aron, “Sensory-Processing Sensitivity”. Ver também E.N. Aron, “Revisiting Jung’s
Concept of Innate Sensitiveness”, Journal of Analytical Psychology 49 (2004): 337-367. Ver
também Aron, The Highly Sensitive Person. [Edição brasileira: Use a sensibilidade a seu favor:
Pessoas altamente sensíveis. São Paulo: Gente, 2002] • cientistas da Universidade de Stony Brook: Jadzia Jagiellowicz et al., “Sensory Processing
Sensitivity and Neural Responses to Changes in Visual Scenes”, Social Cognitive and Affective
Neuroscience, 2010, doi.10.1093/scan/nsq001. • ecoa as descobertas de Jerome Kagan: Jerome Kagan, “Reflection-Impulsivity and Reading
Ability in Primary Grade Children”, o Child Development 363, n 3 (1965): 609-628. Ver
também Ellen Siegelman, “Reflective and Impulsive Observing Behavior”, Child
Development o 40, n 4 (1969): 1.213-1.222. • “Se você está pensando de forma mais complexa”: Entrevista com a autora, 8 de maio de
2010.
• altamente empáticas: Aron e Aron, “Sensory-Processing Sensitivity”. Ver também Aron,
“Revisiting Jung’s Concept of Innate Sensitiveness”. Ver também Aron, The Highly Sensitive
Person. [Edição brasileira: Use a sensibilidade a seu favor: Pessoas altamente sensíveis. São
Paulo: Gente, 2002] E ver os seguintes estudos de ressonância magnética: Acevedo, “Sensory
Processing Sensitivity and Neural Responses to Strangers’ Emotional States”. E ver Jadzia
Jagiellowicz, “Faster and More Intense: Emotion Processing and Attentional Mechanisms in
Individuals with Sensory Processing Sensitivity”. Note que muitos psicólogos da
personalidade que aderem à teoria da personalidade dos “Cinco Grandes” associam empatia
não com sensibilidade (um constructo que está ganhando atenção, mas que é relativamente
menos conhecido que os Cinco Grandes), mas com um traço chamado “disposição a ser
agradável”, e até com a extroversão. O trabalho de Aron não desafia essas associações, mas
as expande. Um dos aspectos mais valiosos do trabalho de Aron é a forma radical e fecunda
com que reinterpreta a psicologia da personalidade. • Elas tendem a ter a consciência surpreendentemente forte: Em estudos de laboratório,
olhando para figuras feitas para criar emoções fortes, positivas ou negativas, eles relataram
sentir-se mais excitados emocionalmente que pessoas não sensíveis. Ver B. Acevedo, A.
Aron, e E. Aron, “Sensory Processing Sensitivity and Neural Responses to Strangers’
Emotional States”, in A. Aron (palestrante), High Sensitivity, a Personality/Temperament
Trait: Lifting the Shadow of Psychopathology, simpósio apresentado no encontro anual da
American Psychological Association, em San Diego, Califórnia, 2010. Ver também Jadzia
Jagiellowicz, Arthur Aron, Elaine Aron, e Turhan Canli, “Faster and More Intense:
Emotion Processing and Attentional Mechanisms in Individuals with Sensory Processing
Sensitivity”, in Aron, High Sensitivity.
• foram associados à sensibilidade: Seth J. Gillihan et al., “Association Between Serotonin
Transporter Genotype and Extraversion”, o Psychiatric Genetics 17, n 6 (2007): 351-354. See
also M.R. Munafo et al., “Genetic Polymorphisms and Personality in Healthy Adults: A
Systematic Review and Meta-Analysis”, Molecular Psychiatry 8 (2003): 471-484. • mostra-se a elas fotos de rostos assustados: David C. Funder, The Personality Puzzle (Nova
York: W.W. Norton, 2010), citando A.R. Hariri et al., “Serotonin Transporter Genetic
Variation and the Response of the Human Amygdala”, Science 297 (2002): 400-403. • rostos de pessoas passando por sentimentos fortes: Acevedo, “Sensory Processing
Sensitivity and Neural Responses to Strangers’ Emotional States”. Ver também Jadzia
Jagiellowicz, “Faster and More Intense: Emotion Processing and Attentional Mechanisms in
Individuals with Sensory Processing Sensitivity”. • Em 1921, Franklin Roosevelt contraiu pólio (...) como se sentiam os norte-americanos
sofredores: Cook, Eleanor Roosevelt, Volume One, 125-236. Ver também The American
Experience: Eleanor Roosevelt .
• criança (...) “relacionamentos harmoniosos, competentes e pró-sociais com pais,
professores e amigos”: Grazyna Kochanska et al., “Guilt in Young Children: Development,
Determinants, and Relations with a Broader System of Standards”, o Child Development 73, n
2 (março/abril de 2002): 461-482. Ver também Grazyna Kochanska e Nazan Aksan,
“Children’s Conscience and Self-Regulation”, o Journal of Personality 74, n 6 (2006): 1.587-
1.617. Ver também Grazyna Kochanska et al., “Guilt and Effortful Control: Two
Mechanisms That Prevent Disruptive Developmental Trajectories”, Journal of Personality
and Social Psychology o 97, n 2 (2009): 322-333. • um estudo da Universidade de Michigan, feito em 2010: S.H. Konrath et al., “Changes in
Dispositional Empathy in American College Students Over Time: Meta-Analysis”,
Personality and Social Psychology Review, agosto de 2010, publicação eletrônica antes da
impressa (acessado em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20688954). • relacionado ao predomínio das mídias sociais: Pamela Paul, “From Students, Less Kindness
for Strangers?”, New York Times, 25 de junho de 2010. • quando seus colegas eram provocados: Elaine Aron, The Highly Sensitive Child (Nova York:
Random House, 2002), 18, 282-283.
• Eric Malpass: Eric Malpass, The Long Long Dances (Londres: Corgi, 1978). • Introvertidos altamente reativos suam mais: V. De Pascalis, “On the Psychophysiology of
Extraversion”, in On the Psychobiology of Personality: Essays in Honor of Marvin Zuckerman,
organizado por Marvin Zuckerman e Robert M. Stelmack (San Diego: Elsevier, 2004), 22.
Ver também Randy J. Larsen e David M. Buss, Personality Psychology: Domains of Knowledge
About Human Nature (NovaYork: McGraw-Hill, 2005), 199. • sociopatas estão no extremo: Van K. Tharp et al., “Autonomic Activity During
Anticipation of an Averse Tone in Noninstitutionalized Sociopaths”, Psychophysiology 17,
no 2 (1980): 123-128. Ver também Joseph Newman et al., “Validating a Distinction
Between Primary and Secondary Psychopathy with Measures of Gray’s BIS and BAS
Constructs”, Journal of Abnormal Psychology 114 (2005): 319-323. • eles têm amígdalas danificadas: Yaling Yang et al., “Localization of Deformations Within
the Amygdala in Individuals with Psychopathy”, o Archives of General Psychiatry 66, n 9
(2009), 986-994.
• Detectores de mentira (...) em parte testes de condutibilidade da pele: Eles também
medem a respiração, o pulso e a pressão sanguínea. • pulso supercalmo durante o lançamento: Winifred Gallagher, I.D.: How Heredity and
Experience Make You Who You Are (Nova York: Random House, 1996), 24. [Edição
brasileira: Identidade: A genética e a cultura na formação da personalidade. São Paulo: Ática,
1998]
• Corine Dijk: Corine Dijk e Peter J. De Jong, “The Remedial Value of Blushing in the
Context of Transgressions and Mishaps”, o Emotion 9, n 2 (2009): 287-291. • “O rubor chega em dois ou três segundos”: Benedict Carey, “Hold Your Head Up: A
Blush Just Shows You Care”, New York Times, 2 de junho de 2009: D5. • “Como é impossível controlar o rubor”: Ibid. • Keltner traçou as raízes da vergonha humana (...) do que importar-se de menos: Dacher
Keltner, Born to Be Good: The Science of a Meaningfu Life (Nova York: W.W. Norton, 2009),
74-96.
• “O tipo que é ‘sensível’ ou ‘reativo’ (...) ‘a oportunidade só bate na porta uma vez’”:
Elaine Aron, “Revisiting Jung’s Concept of Innate Sensitiveness”, 337-367. • 27 atributos associados: Entrevista da autora com Elaine Aron, 21 de agosto de 2008. • outros 30% são extrovertidos: Aron, Psychotherapy and the Highly Sensitive Person, 5.
• Mais de uma centena de espécies (...) o que estava acontecendo ao seu redor: Max Wolf
et al., “Evolutionary Emergence of Responsive and Unresponsive Personalities”, Proceedings
of the National Academy of Sciences o 105, n 41 (2008): 15.825-15.830. Ver também Aron,
Psychotherapy and the Highly Sensitive Person , 2. • animais “rápidos” e “lentos” dessem festas: David Sloan Wilson, Evolution for Everyone:
How Darwin’s Theory Can Change the Way We Think About Our Lives (Nova York: Bantam
Dell, 2007), 110.
• trade-off da teoria da evolução: Daniel Nettle, “The Evolution of Personality Variation in
Humans and Other Animals”, o American Psychologist 61, n 6 (2006): 622-631. • Quando Wilson jogou armadilhas de metal: Wilson, Evolution for Everyone, 100-114. • guppy: Nettle, “The Evolution of Personality Variation in Humans and Other Animals”,
624. Ver também Shyril O’Steen et al., “Rapid Evolution of Escape Ability in Trinidadian
Guppies”, o Evolution 56, n 4 (2002): 776-784. Note que outro estudo descobriu que peixes
ousados se dão melhor com predadores (mas esses eram ciclídeos em tanques de peixes, não
lúcios em rios): Brian R. Smith e Daniel T. Blumstein, “Behavioral Types as Predictors of
Survival in Trinidadian Guppies”, o Behavioral Ecology 21, n 5 (2010): 65-73. • nômades que herdaram: Dan Eisenberg et al., “Dopamine Receptor Genetic
Polymorphisms and Body Composition in Undernourished Pastoralists: An Exploration of
Nutrition Indices Among Nomadic and Recently Settled Ariaal Men of Northern Kenya”,
BMC Evolutionary Biology o 8, n 173 (2008), doi:10.1186/1471-2148-8-173. Ver também:
http://machineslikeus.com/news/adhd-advantage-nomadic-tribesmen. • extrovertidos têm mais parceiros sexuais (...) cometem mais crimes: Nettle, “The
Evolution of Personality Variation in Humans and Other Animals”, 625. Ver também
Daniel Nettle, Personality: What Makes You the Way You Are (Nova York: Oxford University
Press, 2007).
• Como Jung especulou quase um século atrás: Carl Jung, Psychological Types, vol. 6 de The
Collected Works of C.G. Jung (Princeton, NJ: Princeton University Press, 1971), 559.
[Edição brasileira: Tipos psicológicos. Petrópolis: Vozes, 2011] • cujos traços promovem a sobrevivência do grupo: Ver, por exemplo, Nicholas Wade, “The
Evolution of the God Gene”, New York Times, 15 de novembro de 2009. • “Imagine uma manada de antílopes”: Elaine Aron, “Book Review: Unto Others: The
Evolution and Psychology of Unselfish Behavior”, janeiro de 2007, Comfort Zone Online:
http://www.hsperson.com/pages/3Feb07.htm.
• membros “gaviões” e “pombos”: Elaine Aron, “A Future Headline: ‘HSPs, the Key to
Human Survival?’” agosto de 2007, Comfort Zone Online:
http://www.hsperson.com/pages/1Aug07.htm.
• chapim-real: Nettle, “The Evolution of Personality Variation in Humans and Other
Animals”, 624-625. Ver também Sloan Wilson, Evolution for Everyone, 110. • “Se você mandar um introvertido a uma recepção”: David Remnick, “The Wilderness
Campaign”, The New Yorker, 13 de setembro de 2004. • “A maioria das pessoas na política tira energia”: John Heilemann, “The Comeback Kid”,
revista New York, 21 de maio de 2006.
• “É sobre a sobrevivência do planeta”: Benjamin Svetkey, “Changing the Climate”,
Entertainment Weekly, 14 de julho de 2006. • “reis guerreiros” e “conselheiros sacerdotais”: Aron, “Revisiting Jung’s Concept of Innate
Sensitiveness”.
Capítulo 7: Por que Wall Street quebrou e Warren Buffett prosperou? • Logo após as 7h30: A história de Alan e a descrição de Dorn e sua casa são baseadas em
uma série de entrevistas por e-mail e telefone com a autora, conduzidas entre 2008 e 2010. • A história das finanças está cheia de exemplos: Também há muitos exemplos na história