O Poder dos Quietos

Susan Cain · Apêndice

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O Poder dos Quietos

Notas

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

militar. “Hurra, garotos, nós os pegamos”, foi o famoso grito do general Custer na batalha de

Little Bighorn em 1876 — logo antes de toda a sua unidade de duzentos homens ser varrida

por três mil índios Sioux e Cheyenne. O general MacArthur avançou diante de repetidas

ameaças de ataques chineses durante a Guerra da Coreia, e isso custou quase dois milhões de

vidas, com pouco ganho estratégico. Stálin recusou-se a acreditar que os alemães invadiriam

a Rússia em 1941, mesmo depois de noventa alertas de que um ataque era iminente. Ver

Dominic D.P. Johnson, Overconfidence and War: The Havoc and Glory of Positive Illusions

(Cambridge, MA: Harvard University Press, 2004). • A fusão da AOL com a Time Warner: Nina Monk, Fools Rush In: Steve Case, Jerry Levin,

and the Unmaking of AOL Time-Warner (Nova York: HarperCollins, 2005). • Eles se protegem melhor dos aspectos negativos: O professor de psicologia Richard

Howard, em uma entrevista com a autora, em 17 de novembro de 2008, observa que os

introvertidos tendem a regular para baixo as emoções positivas e os extrovertidos tendem a

regulá-las para cima.

• nosso sistema límbico: Note que hoje em dia muitos cientistas não gostam da expressão

“sistema límbico”. Isso porque ninguém sabe realmente a que partes do cérebro ela se refere.

As áreas incluídas nesse sistema mudaram com os anos e hoje muitos usam a expressão para

falar de regiões ligadas às emoções. Mesmo assim, é um atalho útil. • “Não, não, não! Não faça isso”: Ver, por exemplo, Ahmad R. Hariri, Susan Y.

Bookheimer e John C. Mazziotta, “Modulating Emotional Responses: Effects of a

Neocortical Network on the Limbic Systems”, NeuroReport 11 (1999): 43-48. • o que faz um extrovertido ser extrovertido: Richard E. Lucas e Ed Diener, “Cross-Cultural

Evidence for the Fundamental Features of Extraversion”, Journal of Personality and Social

Psychology o 79, n 3 (2000): 452-468. Ver também Michael D. Robinson et al., “Extraversion

and Reward-Related Processing: Probing Incentive Motivation in Affective Priming Tasks”,

Emotion o 10, n 5 (2010): 615-626.

• maiores ambições econômicas, políticas e hedonistas: Joshua Wilt e William Revelle,

“Extraversion”, in Handbook of Individual Differences in Social Behavior, organizado por Mark

R. Leary e Rich H. Hoyle (Nova York: Guilford Press, 2009), 39. • A chave parece ser a emoção positiva: Ver Lucas e Diener, “Cross-Cultural Evidence for

the Fundamental Features of Extraversion”. Ver também Daniel Nettle, Personality: What

Makes You the Way You Are (Nova York: Oxford University Press, 2007). • A base dessa euforia: Richard Depue e Paul Collins, “Neurobiology of the Structure of

Personality: Dopamine, Facilitation of Incentive Motivation, and Extraversion”, Behavioral

and Brain Sciences o 22, n 3 (1999): 491-569. Ver também Nettle, Personality: What Makes

You the Way You Are .

• Dopamina é a “substância química da recompensa”: Depue e Collins, “Neurobiology of

the Structure of Personality: Dopamine, Facilitation of Incentive Motivation, and

Extraversion”. Ver também Nettle, Personality: What Makes You the Way You Are. Ver

também Susan Lang, “Psychologist Finds Dopamine Linked to a Personality Trait and

Happiness”, o Cornell Chronicle 28, n 10 (1996). • primeiras descobertas têm sido intrigantes: Algumas das descobertas nessa linha de

pesquisa foram contraditórias ou não foram replicadas, mas juntas elas proporcionam uma

importante via de questionamentos.

• Em uma experiência, Richard Depue: Depue e Collins, “Neurobiology of the Structure of

Personality: Dopamine, Facilitation of Incentive Motivation, and Extraversion”. • extrovertidos que vencem jogos de azar: Michael X. Cohen et al., “Individual Differences

in Extraversion and Dopamine Genetics Predict Neural Reward Responses”, Cognitive Brain

Research 25 (2005): 851-861.

• Outra pesquisa mostrou ainda que o córtex medial orbitofrontal: Colin G. DeYoung et

al., “Testing Predictions from Personality Neuroscience: Brain Structure and the Big Five”,

Psychological Science o 21, n 6 (2010): 820-828. • introvertidos possuem uma “menor resposta” (...) “se sacrificar para chegar lá”: Nettle,

Personality: What Makes You the Way You Are . • “Isso é ótimo!”: Michael J. Beatty et al., “Communication Apprehension as

Temperamental Expression: A Communibiological Paradigm”, Communication Monographs

65 (1988): relatando que pessoas com alto receio de se comunicar “valorizavam moderado

(...) sucesso menos que aqueles com esse traço em baixa”. • “Todos presumem que seja bom acentuar emoções positivas”: Entrevista de Richard

Howard com a autora em 17 de novembro de 2008. Howard também apontou essa

abordagem interessante de Roy F. Baumeister et al., “How Emotions Facilitate and Impair

Self-Regulation”, in Handbook of Emotion Regulation, organizado por James J. Gross (Nova

York: Guilford Press, 2009), 422: “Emoções positivas podem varrer para longe as restrições

normais que promovem o comportamento civilizado.” • Outra desvantagem dessa onda: Note que esse tipo de comportamento com tomada de

riscos está no que Daniel Nettle (Personality: What Makes You the Way You Are, 83) chama

de “território compartilhado” da extroversão e, em outro traço da personalidade,

consciência. Em alguns casos, a consciência é o melhor indicador. • extrovertidos têm mais tendência do que introvertidos a morrer em acidentes de trânsito

(...) casar-se novamente: Nettle, Personality: What Makes You the Way You Are. Ver

também Timo Lajunen, “Personality and Accident Liability: Are Extroversion, Neuroticism

and Psychoticism Related to Traffic and Occupational Fatalities?” Personality and Individual

Differences o 31, n 8 (2001): 1.365-1.373.

• extrovertidos tendem mais que os introvertidos a ter confiança em excesso: Peter

Schaefer, “Overconfidence and the Big Five”, o Journal of Research in Personality 38, n 5

(2004): 473-80.

• melhor com mais mulheres: Ver, por exemplo, Sheelah Kolhatkar, “What if Women Ran

Wall Street?” New York Magazine, 21 de março de 2010. • um grande indicador da tomada de riscos financeiros: Camelia M. Kuhnen e Joan Y.

Chiao, “Genetic Determinants of Financial Risk Taking”, PLoS ONE 4 (2): e4362.

doi:10.1371/journal.pone.0004362 (2009). Ver também Anna Dreber et al., “The 7R

Polymorphism in the Dopamine Receptor D4 Gene (DRD4) Is Associated with Financial

Risk Taking in Men”. o Evolution and Human Behavior 30, n 2 (2009): 85-92. • Quando diante de uma baixa probabilidade de vencer: J.P. Roiser et al., “The Effect of

Polymorphism at the Serotonin Transporter Gene on Decision-making, Memory and

Executive Function in Ecstasy Users and Controls”, Psychopharmacology 188 (2006): 213-

227.

• Outro estudo com 64 investidores: Mark Fenton O’Creevy et al., Traders: Risks, Decisions,

and Management in Financial Markets (Oxford, Reino Unido: Oxford University Press, 2005),

142-143.

• adiar gratificações, uma capacidade crucial: Jonah Lehrer, “Don’t”, The New Yorker, 18 de

maio de 2009. Ver também Jacob B. Hirsh et al., “Positive Mood Effects on Delay

Discounting”, o Emotion 10, n 5 (2010): 717-721. Ver também David Brooks, The Social

Animal (Nova York: Random House, 2011), 124. • cientistas deram aos participantes a escolha: Samuel McClure et al., “Separate Neural

Systems Value Immediate and Delayed Monetary Rewards”, Science 306 (2004): 503-507. • Um estudo similar sugere: Hirsch, “Positive Mood Effects on Delay Discounting”. • Mas aquele era exatamente o tipo de cálculo errado de riscos (e recompensas): O

julgamento de Wall Street foi embaçado por uma estranha mistura de (1) comportamento

corrosivo, (2) oportunidade de ganhar altas taxas de transação (3) medo de perder a fatia do

mercado para a concorrência e (4) incapacidade de equilibrar apropriadamente

oportunidade versus risco.

• Poder em excesso concentrado nas mãos de “tomadores de riscos” agressivos: Entrevista

com a autora, 5 de março de 2009.

• “Por vinte anos, o DNA”: Fareed Zakaria, “There Is a Silver Lining”, Newsweek, 11 de

outubro de 2008.

• Vincent Kaminski: Steven Pearlstein, “The Art of Managing Risk”, The Washington Post, 8

de novembro de 2007. Ver também Alexei Barrionuevo, “Vincent Kaminski: Sounding the

Alarm But Unable to Prevail”, in “10 Enron Players: Where They Landed After the Fall”,

The New York Times , 29 de janeiro de 2006. E ver Kurt Eichenwald, Conspiracy of Fools: A

True Story (Nova York: Broadway, 2005), 250. • Imagine que você foi convidado para o laboratório de Newman: C.M. Patterson e Joseph

Newman, “Reflectivity and Learning from Aversive Events: Toward a Psychological

Mechanism for the Syndromes of Disinhibition”, Psychological Review 100 (1993): 716-736.

Os que carregam a variante S do polimorfismo 5-HTTLPR (que é associado à introversão e à

sensibilidade) também mostraram ser mais rápidos em aprender a evitar estímulos

penalizadores em tarefas de evitação passiva. Ver E.C. Finger et al., “The Impact of

Tryptophan Depletion and 5-HTTLPR Genotype on Passive Avoidance and Response

Reversal Instrumental Learning Tasks”, Neuropsychopharmacology 32 (2007): 206-215. • os introvertidos são “impulsionados a inspecionar”: John Brebner e Chris Cooper,

“Stimulus or Response-Induced Excitation: A Comparison of the Behavior of Introverts and

Extroverts”, o Journal of Research in Personality 12, n 3 (1978): 306-311. • mais você tenderá a aprender: Na verdade, mostrou-se que uma das maneiras cruciais pelas

quais aprendemos é analisando nossos erros. Ver Jonah Lehrer, How We Decide (Nova York:

Houghton Mifflin Harcourt, 2009), 51.

• Se você forçar extrovertidos a parar (...) como reagir a sinais de alerta no futuro:

Entrevista com a autora, 13 de novembro de 2008. Outra maneira de entender por que

algumas pessoas se preocupam com os riscos e outras os ignoram é voltar à ideia de redes

cerebrais. Nesse capítulo foquei no sistema de recompensas regido pela dopamina e seu

papel em entregar as coisas boas da vida. Mas há uma rede cerebral espelho, geralmente

chamada de sistema de evitação de perdas, cujo trabalho é chamar nossa atenção para o

risco. Se a rede de recompensas está atrás de frutas brilhantes, o sistema de evitação de

perdas preocupa-se com as maçãs ruins.

O sistema de evitação de perdas, como a rede de recompensas, é uma faca de dois gumes.

Ele pode tornar as pessoas ansiosas, desagradavelmente ansiosas, tão ansiosas que ficarão de

fora de mercados em alta, enquanto todo mundo fica rico. Mas isso também faz com que

tomem menos riscos estúpidos. Esse sistema é mediado em parte por um neurotransmissor

chamado serotonina — quando as pessoas recebem drogas como o Prozac (conhecido como

inibidor seletivo da retomada de serotonina), que afetam o sistema de evitação de perdas,

elas se tornam mais indiferentes ao perigo. Elas também se tornam mais sociáveis. Essas

características coincidem estranhamente, aponta o especialista em neurofinança dr. Richard

Peterson, com o comportamento irracional e exuberante dos investidores. “Essas

características de diminuição da percepção da ameaça e aumento da afiliação social

[resultante de drogas como o Prozac] espelham a menor percepção de risco e a reunião de

investidores excessivamente ousados”, escreve ele. “É como se investidores das bolhas

experimentassem uma desativação parcial do sistema de evitação de perdas de seus

cérebros.”

• performance relativa de introvertidos e extrovertidos: Dalip Kumar e Asha Kapila,

“Problem Solving as a Function of Extraversion and Masculinity”, Personality and Individual

Differences o 8, n 1 (1987): 129-132.

• Extrovertidos tiram melhores notas: Adrian Furnham et al., “Personality, Cognitive

Ability, and Beliefs About Intelligence as Predictors of Academic Performance”, Learning

and Individual Differences 14 (2003): 49-66. Ver também Isabel Briggs Myers e Mary H.

McCaulley, MBTI Manual: A Guide to the Development and Use of the Myers-Briggs Type

Indicator (Palo Alto, CA: Consulting Psychologists Press, 1985), 116; ver também o estudo

de Myers de 1980 que é citado em Allan B. Hill, “Developmental Student Achievement:

The Personality Factor”, o Journal of Psychological Type 9, n 6 (2006): 79-87. • o conhecimento de 141 universitários: Eric Rolfhus e Philip Ackerman, “Assessing

Individual Differences in Knowledge: Knowledge, Intelligence, and Related Traits”, Journal • todos os introvertidos permanecem constantemente (...) vigilantes em relação a perigos:

of Educational Psychology o 91, n 3 (1999): 511-526. • quantidade desproporcional de diplomas: G.P. Macdaid, M.H. Mc-Caulley, e R.I. Kainz,

Atlas of Type Tables (Gainesville, FL: Center for Applications of Psychological Type, 1986),

p. 483-485. Ver também Hill, “Developmental Student Achievement”. • têm melhor performance que os extrovertidos no teste Watson-Glaser: Joanna Moutafi,

Adrian Furnham, e John Crump, “Demographic and Personality Predictors of Intelligence:

A Study Using the NEO Personality Inventory and the Myers-Briggs Type Indicator”,

European Journal of Personality o 17, n 1 (2003): 79-84. • Introvertidos não são mais inteligentes do que extrovertidos: Entrevista da autora com

Gerald Matthews, 24 de novembro de 2008. Ver também D.H. Saklofske e D.D. Kostura,

“Extraversion-Introversion and Intelligence”, o Personality and Individual Differences 11, n 6

(1990): 547-551.

• particularmente aquelas desempenhadas sob pressão temporal e social: Gerald Matthews

e Lisa Dorn, “Cognitive and Attentional Processes in Personality and Intelligence”, in

International Handbook of Personality and Intelligence, organizado por Donald H. Saklofske e

Moshe Zeidner (Nova York: Plenum Press, 1995), 367-396. Ver também Gerald Matthews

et al., Personality Traits (Cambridge, Reino Unido: Cambridge University Press, 2003), cap.

12.

• também dirigem sua atenção de formas diferentes (...) perguntam-se “e se”: Debra L.

Johnson et al., “Cerebral Blood Flow and Personality: A Positron Emission Tomography

Study”, The American Journal of Psychiatry 156 (1999): 252-2. Ver também Lee Tilford Davis

e Peder E. Johnson, “An Assessment of Conscious Content as Related to Introversion-

Extroversion”, o Imagination, Cognition and Personality 3, n 2 (1983). • um quebra-cabeça para cinquenta pessoas: Colin Cooper e Richard Taylor, “Personality

and Performance on a Frustrating Cognitive Task”, o Perceptual and Motor Skills 88, n 3

(1999): 1.384.

• uma série de complicados labirintos impressos: Rick Howard e Maeve McKillen,

“Extraversion and Performance in the Perceptual Maze Test”, Personality and Individual

Differences o 11, n 4 (1990): 391-396. Ver também John Weinman, “Noncognitive

Determinants of Perceptual Problem-Solving Strategies”, Personality and Individual

Differences o 8, n 1 (1987): 53-58.

• matrizes progressivas de Raven: Vidhu Mohan e Dalip Kumar, “Qualitative Analysis of

the Performance of Introverts and Extroverts on Standard Progressive Matrices”, British

Journal of Psychology o 67, n 3 (1976): 391-397. • traços de personalidade de funcionários efetivos de call-center: Entrevista com a autora,

13 de fevereiro de 2007.

• se você estivesse contratando funcionários para um banco de investimentos: Entrevista

com a autora, 7 de julho de 2010.

• se mostrarmos imagens eróticas a homens: Camelia Kuhnen et al., “Nucleus Accumbens

Activation Mediates the Influence of Reward Cues on Financial Risk Taking”, NeuroReport

19, no 5 (2008): 509-513.

Na verdade, muitos psicólogos da personalidade contemporâneos diriam que a vigilância ao

perigo é mais característica de um traço conhecido como “neurose” do que da introversão

em si.

• a vigilância à ameaça é mais característica de um traço: Mas a evitação do perigo é

correlacionada à introversão e à neurose (os dois traços são associados com a “alta

reatividade” de Jeremy Kagan e com a “alta sensibilidade” de Elaine Aron). Ver Mary E.

Stewart et al., “Personality Correlates of Happiness and Sadness: EPQ-R and TPQ

Compared”, o Personality and Individual Differences 38, n 5 (2005): 1.085-1.096. • Se você quiser determinar: Pode ser encontrado em

http://www.psy.miami.edu/faculty/ccarver/sclBISBAS.html. Eu me deparei pela primeira vez

com essa escala no excelente livro de Jonathan Haidt, The Happiness Hypothesis: Finding

Modern Truth in Ancient Wisdom (Nova York: Basic Books, 2005), 34. • “se tornam independentes do âmbito social”: Mihaly Csikszentmihalyi, Flow: The

Psychology of Optimal Experience (Nova York: Harper Perennial, 1990), 16. [Edição brasileira:

A descoberta do fluxo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999] • “Teorias psicológicas geralmente presumem”: Mihaly Csikszentmihalyi, The Evolving Self:

A Psychology for the Third Millennium (Nova York: Harper Perennial, 1994), xii. • provavelmente vai achar que sua energia é ilimitada: O mesmo vale para a felicidade.

Pesquisas sugerem que a euforia e outras emoções positivas parecem vir um pouco mais

facilmente para os extrovertidos, que, como grupo, são mais felizes. Mas quando psicólogos

compararam extrovertidos felizes com introvertidos felizes, descobriram que os dois grupos

compartilham muitas das mesmas características — com grande autoestima, livres da

ansiedade, satisfeitos com sua vida no trabalho — e que esses aspectos predizem a felicidade

com mais força do que a extroversão em si. Ver Peter Hills e Michael Argyle, “Happiness,

Introversion-Extraversion and Happy Introverts”, Personality and Individual Differences 30

(2001): 595-608.

• “Liberte seu extrovertido interior”: Coluna da BusinessWeek on-line, 26 de novembro de

2008.

• Chuck Prince: Para um relato da persona de Chuck Prince, ver, por exemplo, Mara Der

Hovanesian, “Rewiring Chuck Prince”, Bloomberg BusinessWeek, 20 de fevereiro de 2006. • Seth Klarman: Para informações sobre Klarman, ver, por exemplo, Charles Klein, “Klarman

Tops Griffin as Investors Hunt for ‘Margin of Safety’”, Bloomberg BusinessWeek, 11 de junho

de 2010. Ver também Geraldine Fabrikant, “Manager Frets Over Market but Still Outdoes

It”, New York Times, 13 de maio de 2007. • Michael Lewis: Michael Lewis, The Big Short: Inside the Doomsday Machine (Nova York:

W.W. Norton, 2010). [Edição brasileira: A jogada do século. Rio de Janeiro: BestBusiness,

2011]

• Warren Buffett: A história de Warren Buffett relatada nesse capítulo vem de uma

excelente biografia: Alice Schroeder, The Snowball: Warren Buffett and the Business of Life

(Nova York: Bantam Books, 2008). [Edição brasileira: A bola de neve. Warren Buffett e o

negócio da vida. Rio de Janeiro: Sextante, 2008]

• “sistema de pontos interior”: Alguns psicólogos relacionariam o autodirecionamento de

Buffett não necessariamente à introversão, mas a um fenômeno diferente chamado “lócus

interno de controle”.

Capítulo 8: O soft power

• Mike Wei: As entrevistas com Mike Wei e outros de Cupertino relatadas nesse capítulo

foram conduzidas pela autora em vários estágios entre 2006 e 2010. • artigo chamado “A nova fuga branca”: Suein Hwang, “The New White Flight”, Wall Street

Journal, 19 de novembro de 2005.

• 53 foram finalistas da bolsa de mérito nacional (...) 27% mais alta que a média

nacional: Site da Monta Vista High School em 31 de maio de 2010. • Falar simplesmente não é o foco: Richard C. Levin, “Top of the Class: The Rise of Asia’s

Universities”, Foreign Affairs, maio/junho de 2010. • o jornal San Jose Mercury News publicou um artigo: Sarah Lubman, “East West Teaching

Traditions Collide”, San Jose Mercury News, 23 de fevereiro de 1998. • “universidades possam aprender a ouvir o som do silêncio”: Heejung Kim, “We Talk,

Therefore We Think? A Cultural Analysis of the Effect of Talking on Thinking”, Journal of

Personality and Social Psychology o 83, n 4 (2002): 828-842. • O Journal of Research in Personality: Robert R. McCrae, “Human Nature and Culture: A

Trait Perspective”, Journal of Research in Personality 38 (2004): 3-14. • O povo norte-americano é um dos mais extrovertidos: Ver, por exemplo, David G.

Winter, Personality: Analysis and Interpretation of Lives (Nova York: McGraw-Hill, 1996),

459.

• um estudo comparando crianças entre oito e dez anos: Xinyin Chen et al., “Social

Reputation and Peer Relationships in Chinese and Canadian Children: A Cross-Cultural

Study”, o Child Development 63, n 6 (1992): 1.336-1.343. Ver também W. Ray Crozier,

Shyness: Development, Consolidation and Change (Routledge, 2001), 147. • estudantes chineses de ensino médio disseram aos pesquisadores: Michael Harris Bond,

Beyond the Chinese Face: Insights from Psychology (Nova York: Oxford University Press,

1991), 62.

• Outro estudo pediu a alunos ásio-americanos: Kim, “We Talk, Therefore We Think?”. • atitudes tradicionais na Ásia em relação à palavra falada: Ver, por exemplo, Heejung Kim

e Hazel Markus, “Freedom of Speech and Freedom of Silence: An Analysis of Talking as a

Cultural Practice”, in Engaging Cultural Differences in Liberal Democracies, organizado por

Richard K. Shweder et al. (NovaYork: Russell Sage Foundation, 2002), 432-452. • provérbios do Oriente: Alguns deles vêm da epígrafe do artigo de Heejung Kim e Hazel

Markus, citado acima.

• o penoso exame jinshi da era da dinastia Ming: Nicholas Kristof, “The Model Students”,

New York Times, 14 de maio de 2006.

• figuras de homens em posição de dominância: Jonathan Freeman et al., “Culture Shapes a

Mesolimbic Response to Signals of Dominance and Subordination that Associates with

Behavior”, NeuroImage 47 (2009): 353-359.

• “apenas aqueles que vêm de uma tradição explícita”: Harris Bond, Beyond the Chinese

Face, 53.

• taijin kyofusho: Carl Elliott, Better Than Well: American Medicine Meets the American Dream

(Nova York: W.W. Norton, 2003), 71.

• monges budistas tibetanos encontram paz interior: Marc Kaufman, “Meditation Gives

Brain a Charge, Study Finds”, Washington Post, 3 de janeiro de 2005. • “Sua civilidade foi bem noticiada”: Lydia Millet, “The Humblest of Victims”, New York

Times , 7 de agosto de 2005.

• ocidentalização de várias décadas: Ver, por exemplo, Xinyin Chen et al., “Social

Functioning and Adjustment in Chinese Children: The Imprint of Historical Time”, Child

Development o 76, n 1 (2005): 182-195.

• Um estudo comparando euro-americanos: C.S. Huntsinger e P.E. Jose, “A Longitudinal

Investigation of Personality and Social Adjustment Among Chinese American and

European American Adolescents”, o Child Development 77, n 5 (2006): 1.309-1.324. Na

verdade, a mesma coisa parece estar acontecendo com crianças chinesas na China enquanto

o país ocidentaliza-se, de acordo com uma série de estudos longitudinais medindo as

mudanças em atitudes sociais. Enquanto a timidez era associada a conquistas sociais e

acadêmicas entre crianças no ensino fundamental até 1990, em 2002 ela indicava rejeição

dos colegas e mesmo depressão. Ver Chen, “Social Functioning and Adjustment in Chinese

Children”.

• O jornalista Nicholas Lemann: “Jews in Second Place”, Slate, 25 de junho de 1996. • “A...E...U...O...I”: Essas vogais foram apresentadas fora da sequência usual no seminário

de Preston Ni.

• De acordo com sua autobiografia, Gandhi era: A história de Gandhi relatada nesse

capítulo vem principalmente de Gandhi: An Autobiography: The Story of My Experiments with

Truth (Boston: Beacon Press, 1957), principalmente 6, 20, 40-41, 59, 60-62, 90-91. [Edição

brasileira: Gandhi — Autobiografia: Minha vida e minhas experiências com a verdade. São Paulo:

Palas Athena, 2010]

• O exame TIMSS: Eu originalmente aprendi sobre isso em Malcolm Gladwell, Outliers: The

Story of Success (Nova York: Little Brown and Company, 2008). [Edição brasileira: Fora de

série: Outliers. Rio de Janeiro: Sextante, 2008] • Por exemplo, em 1995, o primeiro ano em que o teste foi aplicado: “Pursuing Excellence:

A Study of U.S. Eighth-Grade Mathematics and Science Teaching, Learning Curriculum,

and Achievement in International Context, Initial Findings from the Third International

Mathematics and Science Study”, U.S. Department of Education, National Center for

Education Statistics, Pursuing Excellence, NCES 97-198 (Washington, DC: U.S.

Government Printing Office, 1996).

• Em 2007, quando pesquisadores mediram: “TIMSS Executive Summary”. As nações cujos

estudantes preenchem mais o questionário também tendem a ter estudantes que vão bem no

teste TIMSS: Erling E. Boe et al., “Student Task Persistence in the Third International

Mathematics and Science Study: A Major Source of Achievement Differences at the

National, Classroom and Student Levels” (Research Rep. no 2002-TIMSS1) (Filadélfia:

University of Pennsylvania, Graduate School of Education, Center for Research and

Evaluation in Social Policy). Note que esse estudo baseia-se nos dados de 1995. • psicóloga especializada em cruzamentos culturais Priscilla Blinco: Priscilla Blinco, “Task

Persistence in Japanese Elementary Schools”, in Windows on Japanese Education, organizado

por Edward R. Beauchamp (Westport, CT: Greenwood Press, 1991). Malcolm Gladwell

escreveu sobre esse estudo em seu livro Outliers. [Edição brasileira: Fora de série: Outliers.

Rio de Janeiro: Sextante, 2008]

Capítulo 9: Quando você deve agir com mais extroversão do que realmente tem? • Conheça Brian Little: As histórias sobre Brian Little nesse capítulo vêm de numerosas

entrevistas por telefone e e-mail com a autora entre 2006 e 2010. • Hipócrates, Milton, Schopenhauer, Jung: Por favor, veja “Uma nota sobre as palavras

‘introvertido’ e ‘extrovertido’” para mais sobre esse ponto. • Walter Mischel: Para uma visão geral do debate pessoa-situação, ver, por exemplo, David

C. Funder, The Personality Puzzle (Nova York: W.W. Norton, 2010), 118-1. Ver também

Walter Mischel e Yuichi Shoda, “Reconciling Processing Dynamics and Personality

Dispositions”, Annual Review of Psychology 49 (1998): 229-258. Em maior apoio à premissa

de que realmente existe uma personalidade fixa: sabemos hoje que pessoas que pontuam

como introvertidos em testes de personalidade tendem a ter fisiologias diferentes e

provavelmente herdam alguns genes diferentes daqueles que pontuam como extrovertidos.

Também sabemos que traços de personalidade indicam uma impressionante variedade de

resultados importantes da vida. Se você for extrovertido, tende mais a possuir um grande

círculo de amizades, a ter um comportamento sexual de risco, a sofrer acidentes e a ser bom

em trabalhos dirigidos às pessoas como vendas, recursos humanos ou ensino. (Isso não

significa que você fará essas coisas — apenas que você tem mais tendência que o típico

introvertido.) Se você for um introvertido, tem maior tendência a ser bom no ensino médio,

na universidade e na terra dos diplomas avançados, a ter menores círculos sociais, a ficar

casado com seu parceiro original e a seguir trabalhos autônomos como arte, pesquisa,

matemática e engenharia. Extroversão e introversão até predizem os desafios psicológicos

que você pode enfrentar: depressão e ansiedade para os introvertidos (pense em Woody

Allen); hostilidade, narcisismo e excesso de confiança para os extrovertidos (pense no

capitão Ahab de Moby Dick, cheio de raiva contra uma baleia branca).

Além disso, há estudos mostrando que a personalidade de alguém de setenta anos pode ser

prevista com notável exatidão a partir do início da idade adulta. Em outras palavras, apesar

da notável variedade de situações que experimentamos na vida, nossos traços essenciais

mantêm-se constantes. Não é que nossas personalidades não evoluam; a pesquisa de Kagan

sobre a maleabilidade de pessoas altamente reativas por si só prova que é errada essa noção.

Mas tendemos a manter padrões previsíveis. Se você for a décima pessoa mais introvertida

de sua turma no ensino médio, seu comportamento pode flutuar com o tempo, mas você

ainda vai provavelmente se encontrar em décimo lugar em sua 50a reunião de turma. Nessa

reunião, você também notará que muitos dos seus colegas estarão mais introvertidos do que

você se lembra dos tempos de escola: mais quietos, mais contidos e com menor necessidade • “Trabalho emocional”: Howard S. Friedman, “The Role of Emotional Expression in

de excitação. Também estarão emocionalmente mais estáveis, agradáveis e conscientes. Os

psicólogos chamam esse processo de “maturação intrínseca” e encontraram esses mesmos

padrões de desenvolvimento da personalidade em países tão diferentes quanto Alemanha,

Reino Unido, Espanha, República Tcheca e Turquia. Eles também os encontraram em

chimpanzés.

Isso faz sentido evolutivamente. Altos níveis de extroversão talvez ajudem a achar pares e

é por isso que somos mais sociáveis enquanto adolescentes e jovens adultos. Mas quando a

questão é manter casamentos e criar filhos, ter um desejo incansável de ir a todas as festas da

cidade pode ser menos útil do que a vontade de ficar em casa e amar aquele com quem você

está. Além disso, um certo grau de introspecção pode nos ajudar a envelhecer com

tranquilidade. Se a tarefa da primeira metade da vida é sair o máximo que puder, a da

segunda metade é dar sentido a onde você esteve. • a vida social é performance: Ver, por exemplo, Carl Elliott, Better Than Well: American

Medicine Meets the American Dream (Nova York: W.W. Norton, 2003), 47. • Jack Welch em sua coluna na BusinessWeek: Jack Welch, “Release Your Inner Extrovert”,

BusinessWeek on-line, 26 de novembro de 2008. • teoria do traço livre: Para uma visão geral da teoria do traço livre, ver, por exemplo, Brian

R. Little, “Free Traits, Personal Projects, and Ideo-Tapes: Three Tiers for Personality

Psychology”, o Psychological Inquiry 7, n 4 (1996): 340-344. • “Seja verdadeiro para si mesmo”: Na verdade, esse conselho vem menos de Shakespeare

do que de seu personagem Polônio, em Hamlet. • psicólogo e pesquisador chamado Richard Lippa: Richard Lippa, “Expressive Control,

Expressive Consistency, and the Correspondence Between Expressive Behavior and

Personality”, o Journal of Behavior and Personality 36, n 3 (1976): 438-461. Na verdade,

psicólogos descobriram que algumas pessoas que dizem não ser tímidas em um questionário

escrito eram bastante aptas a esconder os aspectos da timidez que conseguem controlar

conscientemente, como conversar com membros do sexo oposto e falar por longos períodos

de tempo. Mas muitas vezes deixam “vazar” sua timidez inadvertidamente, por meio da

postura corporal e de expressões faciais tensas.

• psicólogos chamam de “automonitoramento”: Mark Snyder, “Self-Monitoring of

Expressive Behavior”, o Journal of Personality and Social Psychology 30, n 4 (1974): 526-537. • se sentem menos estressados ao fazer isso: Joyce E. Bono e Meredith A. Vey, “Personality

and Emotional Performance: Extraversion, Neuroticism, and Self-Monitoring”, Journal of

Occupational Health Psychology o ” 12, n 2 (2007): 177-192. • “Nicho restaurador” é o termo de Little: Ver, por exemplo, Brian Little, “Free Traits and

Personal Contexts: Expanding a Social Ecological Model of Well-Being”, in Person-

Environment Psychology: New Directions and Perspectives , organizado por W. Bruce Walsh et

al. (Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates, 2000). • “acordo do traço livre”: Ver, por exemplo, Brian Little e Maryann F. Joseph, “Personal

Projects and Free Traits: Mutable Selves and Well Beings”, in Personal Project Pursuit: Goals,

Action, and Human Flourishing , organizado por Brian R. Little et al. (Mahwah, NJ: Lawrence

Erlbaum Associates, 2007), 395.

Coronary Heart Disease”, in In Search of the Coronary-Prone: Beyond Type A, organizado por

A.W. Siegman et al. (Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates, 1989), 149-168. • aqueles que reprimem emoções negativas: Melinda Wenner, “Smile! It Could Make You

Happier: Making an Emotional Face — or Suppressing One — Influences Your Feelings”,

Scientific American Mind, 14 de outubro de 2009,

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=smile-it-could-make-you-happier.

Capítulo 10: O abismo da comunicação

• pessoas que dão um grande valor à intimidade: Randy J. Larsen e David M. Buss,

Personality Psychology: Domains of Knowledge About Human Nature (Nova York: McGraw-

Hill, 2005), 353.

• “Extrovertidos parecem precisar de pessoas como um fórum”: E-mail de William

Graziano para a autora, 31 de julho de 2010.

• Em um estudo com 132 alunos: Jens B. Aspendorf e Susanne Wilpers, “Personality Effects

on Social Relationships”, o Journal of Personality and Social Psychology 74, n 6 (1998): 1.531-

1.544.

• nos chamados Cinco Grandes Traços: A disposição a ser agradável é definida mais tarde

nesse capítulo. A abertura à experiência mede a curiosidade, a abertura a novas ideias e a

apreciação da arte, da invenção e de experiências incomuns; pessoas “conscientes” são

disciplinadas, zelosas, eficientes e organizadas; “estabilidade emocional” mede o quanto se é

livre de emoções negativas.

• se elas forem colocadas na frente da tela de um computador: Benjamin M. Wilkowski et

al., “Agreeableness and the Prolonged Spatial Processing of Antisocial and Prosocial

Information”, o Journal of Research in Personality 40, n 6 (2006): 1.152-1.168. Ver também

Daniel Nettle, Personality: What Makes You the Way You Are (Nova York: Oxford University

Press, 2007), capítulo sobre disposição a ser agradável. • mesma tendência a serem agradáveis: Sob a definição dos Cinco Grandes Traços da

personalidade, a extroversão e a disposição a ser agradável são por definição ortogonais.

Veja, por exemplo, Colin G. DeYoung et al., “Testing Predictions from Personality

Neuroscience: Brain Structure and the Big Five”, o Psychological Science 21, n 6 (2010): 820-

828: “A disposição a ser agradável parece identificar uma coleção de dados relacionados ao

altruísmo: preocupação com as necessidades, desejos e direitos dos outros (oposta ao

aproveitamento dos outros, que parece estar relacionada primariamente à extroversão)”. • e que os últimos são “confrontadores”: Ver, por exemplo: (1) Donald A. Loffredo e Susan

K. Opt, “Argumentation and Myers-Briggs Personality Type Preferences”, artigo

apresentado na National Communication Association Convention, Atlanta, GA; (2) Rick

Howard e Maeve McKillen, “Extraversion and Performance in the Perceptual Maze Test”,

Personality o and Individual Differences 11, n 4 (1990): 391-396; (3) Robert L. Geist e David G.

Gilbert, “Correlates of Expressed and Felt Emotion During Marital Conflict: Satisfaction,

Personality, Process and Outcome”, o Personality and Individual Differences 21, n 1 (1996): 49-

60; (4) E. Michael Nussbaum, “How Introverts Versus Extroverts Approach Small-Group Bernardo J. Carducci, Shyness: A Bold New Approach (Nova York: Harper Paperbacks, 2000).

Argumentative Discussions”, o The Elementary School Journal 102, n 3 (2002): 183-197. • Um estudo esclarecedor feito pelo psicólogo William Graziano: William Graziano et al.,

“Extraversion, Social Cognition, and the Salience of Aversiveness in Social Encounters”,

Journal of Personality and Social Psychology o 49, n 4 (1985): 971-980. • robôs interagiam com vítimas de derrame: Ver Jerome Groopman, “Robots That Care”,

The New Yorker, 2 de novembro de 2009. Ver também Adriana Tapus e Maja Mataric, “User

Personality Matching with Hands-Off Robot for Post-Stroke Rehabilitation Therapy”, in

Experimental Robotics , vol. 39 de Springer Tracts in Advance Robotics (Berlim: Springer, 2008),

165-175.

• estudo da escola de negócios da Universidade de Michigan: Shirli Kopelman e Ashleigh

Shelby Rosette, “Cultural Variation in Response to Strategic Emotions in Negotiations”,

Group Decision and Negotiation o 17, n 1 (2008): 65-77. • Em seu livro Anger: Carol Tavris, Anger: The Misunderstood Emotion (Nova York:

Touchstone, 1982).

• a hipótese da catarse é um mito: Russell Geen et al., “The Facilitation of Aggression by

Aggression: Evidence against the Catharsis Hypothesis”, Journal of Personality and Social

Psychology o 31, n 4 (1975): 721-726. Ver também Tavris, Anger. • pessoas que usam botox: Carl Zimmer, “Why Darwin Would Have Loved Botox”, Discover,

15 de outubro de 2009. Ver também Joshua Ian Davis et al., “The Effects of BOTOX

Injections on Emotional Experience”, o Emotion 10, n 3 (2010): 433-440. • 32 pares de introvertidos e extrovertidos: Matthew D. Lieberman e Robert Rosenthal,

“Why Introverts Can’t Always Tell Who Likes Them: Multitasking and Nonverbal

Decoding”, o Journal of Personality and Social Psychology 80, n 2 (2006): 294-310. • requer a realização de uma impressionante quantidade de tarefas: Gerald Matthews e Lisa

Dorn, “Cognitive and Attentional Processes in Personality and Intelligence”, in

International Handbook of Personality and Intelligence, organizado por Donald H. Saklofske e

Moshe Zeidner (Nova York: Plenum, 1995), 367-396. • interpretar o que a outra pessoa está dizendo: Lieberman e Rosenthal, “Why Introverts

Can’t Always Tell Who Likes Them”.

• experiência feita pela psicóloga do desenvolvimento Avril Thorne: Avril Thorne, “The

Press of Personality: A Study of Conversations Between Introverts and Extraverts”, Journal

of Personality and Social Psychology o 53, n 4 (1987): 718-726.

Capítulo 11: Sobre sapateiros e generais

Alguns dos conselhos desse capítulo são baseados em entrevistas que conduzi com muitos professores, administradores de escolas e psicólogos infantis carinhosos, e nos seguintes livros maravilhosos:

Barbara G. Markway e Gregory P. Markway, Nurturing the Shy Child (Nova York: St. Martin’s

Press, 2005).

[Edição brasileira: Vencendo a timidez. São Paulo: M. Books, 2012]

Elaine Aron, The Highly Sensitive Child: Helping Our Children Thrive When the World

Overwhelms Them (Nova York: Broadway Books), 2002.

Jerome Kagan e Nancy Snidman, The Long Shadow of Temperament (Cambridge, MA: Harvard

University Press, 2004).

Kenneth H. Rubin, The Friendship Factor (Nova York: Penguin, 2002).

Natalie Madorsky Elman e Eileen Kennedy-Moore, The Unwritten Rules of Friendship (Boston:

Little Brown, 2003). [Edição brasileira: As regras da amizade. São Paulo: M. Books, 2004]

Ward K. Swallow, The Shy Child: Helping Children Triumph Over Shyness (Nova York: Time

Warner, 2000).

• Mark Twain certa vez contou a história: Isso vem de Donald Mackinnon, que acreditava

(embora não estivesse 100% certo) de que Mark Twain contou essa história. Ver Donald W.

MacKinnon, “The Nature and Nurture of Creative Talent” (Palestra Walter Van Dyke

Bingham dada na Universidade de Yale, New Haven, CT, em 11 de abril de 1962). • essa história como um alerta (...) pelo dr. Jerry Miller: Conduzi diversas entrevistas em

pessoa e por e-mail com o dr. Miller entre 2006 e 2010. • Emily Miller: Conduzi diversas entrevistas com Emily Miller entre 2006 e 2010. • Elaine Aron: Elaine N. Aron, Psychotherapy and the Highly Sensitive Person (Nova York:

Routledge, 2010), 18-19.

• dr. Kenneth Rubin: Rubin, The Friendship Factor. • “muito pouco é disponibilizado para esse estudante”: Jill D. Burruss e Lisa Kaenzig,

“Introversion: The Often Forgotten Factor Impacting the Gifted”, Virginia Association for the

Gifted Newsletter o 21, n 1 (1999).

• Especialistas acreditam que experiências negativas relacionadas a falar em público:

Gregory Berns, Iconoclast: A Neuroscientist Reveals How to Think Differently (Boston, MA:

Harvard Business Press, 2008), 77. [Edição brasileira: O iconoclasta: Um neurocientista revela

como pensar diferente e realizar o impossível. Rio de Janeiro: BestBusiness, 2009] • Extrovertidos tendem a gostar de movimento: Isabel Myers et al., MBTI Manual: A Guide

to the Development and Use of the Myers-Briggs Type Indicator a a , 3 ed., 2 impressão (Palo Alto,

CA: Consulting Psychologists Press, 1998), 261-262. Ver também Allen L. Hammer, ed.,

MBTI Applications: A Decade of Research on the Myers-Briggs Type Indicator (Palo Alto, CA:

Consulting Psychologists Press, 1996).

• pré-requisito para o desenvolvimento de talentos: Ver capítulo 3, especialmente o

trabalho de Anders Ericsson.

• “geralmente ficam muito confortáveis com um ou dois colegas”: E-mail de Roger Johnson

para a autora, 14 de junho de 2010.

• Não coloque crianças quietas em lugares próximos às áreas de “alta interação”: James

McCroskey, “Quiet Children in the Classroom: On Helping Not Hurting”, Communication

Education 29 (1980).

• ser popular não é necessário: Rubin, The Friendship Factor: “Descobertas de pesquisas não

sugerem que a popularidade é o caminho de ouro para todo tipo de coisas boas.

Simplesmente não há muita evidência de que isso garanta sucesso acadêmico ou social na

adolescência, no início da vida adulta ou mais tarde na vida. Se seu filho fizer amizade com

uma outra criança e os dois claramente se divertirem juntos ou gostarem da companhia um

do outro e forem companheiros que se dão apoio, bom para ele. Pare de se preocupar. Nem

toda criança precisa ser parte de um grupo grande e feliz. Nem toda criança precisa de

muitos amigos; para algumas, um ou dois bastam.” • o engajamento e o compromisso intensos em uma atividade: I. McGregor e Brian Little,

“Personal Projects, Happiness, and Meaning: On Doing Well and Being Yourself”, Journal of

Personality and Social Psychology o 74, n 2 (1998): 494-512. • o psicólogo Dan McAdams: Jack J. Bauer, Dan P. McAdams, e Jennifer L. Pals, “Narrative

Identity and Eudaimonic Well-Being”, Journal of Happiness Studies 9 (2008): 81-104.

Uma nota sobre as palavras “introvertido” e “extrovertido” • o antropólogo C.A. Valentine: C.A. Valentine, “Men of Anger and Men of Shame:

Lakalai Ethnopsychology and Its Implications for Sociological Theory”, o Ethnology n 2

(1963): 441-477. Eu primeiro ouvi falar sobre esse artigo no excelente livro de David

Winter, Personality: Analysis and Interpretation of Lives (Nova York: McGraw-Hill, 1996). • Aristóteles: Aristoteles, Problematica Physica XXX, 1 (Bekker 953A 10 ff.), traduzido por

Jonathan Barnes, The Complete Works of Aristotle, the Revised Oxford Translation II

(Princeton, N.J.: Bollingen, 1984).

• John Milton: citado em David G. Winter, Personality: Analysis and Interpretation of Lives

(Nova York: McGraw-Hill, 1996), 380-384.

• Schopenhauer: Arthur Schopenhauer, “Personality, or What a Man Is”, in The Wisdom of

Life and Other Essays (Nova York e Londres: Dunne, 1901), 12-35 (trabalho original

publicado em 1851); citado em Winter, Personality, 384-386.

Créditos

Editora responsável

Sandra Espilotro

Produção

Adriana Torres

Ana Carla Sousa

Produção editorial

Gabriel Machado

Revisão de tradução

Rayana Faria

Revisão

Taís Monteiro

Diagramação

Leandro B. Liporage

Conversão para ebook

Singular Digital | Mariana Mello e Souza