Orações Perigosas
Perguntas para discussão
Introdução
1. Em uma escala de 1-10 (com 1 representando as orações patéticas, que nos matam de tédio, e 10 as apaixonantes, alimentadas pela fé), como você classificaria sua vida de oração da última semana e por quê?
2. Orar tem sido fácil para você? Quando você descobriu que orar está mais para um desafio? Por quê?
3. Na infância e adolescência, a oração fazia parte da sua vida? Se sim, descreva que papel ela desempenhava nessa época.
4. Há uma oração perigosa que você sabe que deveria fazer porém o medo o impede? Fale abertamente sobre o assunto.
5. Se Deus o ajudasse a se desenvolver em uma área da sua vida de oração, qual você acha que seria e por quê? Elabore.
Parte 1: Sonda-me
1. Muita gente diz ou acredita ter um “bom coração”. Neste capítulo, no entanto, aprendemos que o coração é enganoso (v. Jeremias 17.9). Você consegue pensar em alguma época em que seu coração o conduziu a fazer algo que não deveria? Sua reação foi racionalizar o ocorrido? Como seu coração o desencaminhou?
2. Ao enfrentar a escuridão, Davi fez a oração perigosa “Sonda-me, ó Deus” (v. Salmos 139.23). Já lhe aconteceu de pedir para Deus o sondar? Se não, por quê? Se sim, o que ele lhe mostrou?
3. Davi pediu a Deus que lhe revelasse suas “inquietações” (v. Salmos 139.23). Que preocupações ou fardos inquietam você hoje? Alguma coisa o oprime ou mantém acordado à noite?
4. Vimos também a coragem de Davi ao pedir que Deus lhe revelasse se havia algo ofensivo em sua conduta (v. Salmos 139.24). Alguma vez você pediu a Deus que lhe mostrasse sua propensão para o pecado? Já aconteceu de ele revelar algo em você que quisesse limpar ou mudar? Se sim, descreva como foi.
5. Davi fez a oração perigosa de convidar Deus para “a sondagem” — conduzindo-o e direcionando seus passos. Deus já sugeriu, falou ou estimulou você a fazer alguma coisa depois que você acabou de orar? Ou talvez ele tenha mostrado algo a você por meio de um sermão, um cântico ou um amigo. Fale sobre uma ocasião em que você sabe que Deus o estava conduzindo.
Parte 2: Quebrantame
1. As Escrituras mostram vezes e mais vezes como os tempos difíceis podem nos deixar mais fortes e nos levar mais perto de Deus. Descreva uma época em que você vivenciou algo difícil, mas reconheceu que a bondade do Senhor o acompanhava em meio à provação.
2. No capítulo 2, estudamos 1Coríntios 11.24, que diz: “E tendo [Jesus] dado graças, partiu [o pão] e disse: ‘Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim’”. Se você frequenta a igreja há algum tempo, deve ter vivenciado a comunhão ou ceia do Senhor. Qual o significado desse sacramento para você? Elabore.
3. Alguns podem dizer que convidar Deus para “quebrantá-los” é a mais aterradora das três orações perigosas. Se você tivesse coragem para pedir a Deus que o quebrantasse, o que mais temeria que ele fizesse? Se seus temores viessem a se concretizar, como acha que Deus se revelaria para você?
4. Quem você conhece que experimentou profunda dor e está mais forte espiritualmente depois de passar pelo quebrantamento? Como Deus está usando essa pessoa ou pessoas agora?
5. Se você parasse um instante para convidar Deus para quebrantá-lo, qual a primeira coisa que, na sua opinião, ele desejaria remover da sua vida? Ele extirparia seu egocentrismo? O orgulho? A autossuficiência? Ou alguma outra coisa? Discorra sobre o assunto e explique por quê.
Parte 3: Envia-me
1. Neste capítulo, debruçamo-nos sobre a oração de Isaías em que ele diz: “Aqui estou; envia-me” (v. Isaías 6.8, Nova Versão Transformadora). Às vezes, fico nervoso de fazer essa oração por temer para onde Deus poderia me enviar, ou o que ele me pedirá para fazer. Você se identifica comigo?
2. Você está entregue — absolutamente disponível — a Deus neste exato momento? Tem feito tudo que ele o conduz para fazer? Ou vive protegido? Resistindo? Por favor, discuta a questão abertamente. Encorajem-se uns aos outros no sentido de uma conexão mais profunda com Deus.
3. No capítulo 6 de Isaías, o profeta experimentou a presença de Deus como nunca lhe acontecera antes. Quando você pensa em experimentar a presença de Deus, o que vem à sua mente? Já sentiu que o Senhor estava do seu lado? Essa é uma experiência rara? Ou frequente? Como ou quando você experimenta Deus melhor?
4. Nesta seção, estudamos o princípio “O que alimentamos cresce; o que deixamos passar fome morre”. Você consegue descrever uma ocasião em que alimentar seu espírito com a verdade o ajudou a crescer? Como Deus deu a você a capacidade de vencer a prática de algo errado e de se aproximar dele? Elabore.
5. Qualquer ato de fé pode ajudá-lo a chegar mais perto de Deus. Discorra sobre a última coisa que você fez que exigiu fé em Deus da sua parte. O que aconteceu? O que você aprendeu? Sente-se pronto para deixar Deus “enviá-lo” não importa para onde?
Conclusão
1. Se Deus dissesse “sim” a todas as orações que você fez na última semana, o que seria diferente no mundo hoje? Seja específico.
2. Na conclusão, vimos uma oração atribuída a sir Francis Drake. Ele pediu para Deus “importuná-lo”. Como Deus vem importunando você em consequência da leitura deste livro? O que ele está mostrando acerca da sua vida de oração? E acerca da sua fé?
3. Das três orações — sonda-me, quebrantame e envia-me — qual você considera mais difícil de fazer e por quê?
4. Das três orações — sonda-me, quebrantame e envia-me — qual você se sente mais preparado para fazer e por quê?
5. Examinamos três orações perigosas. Se parar para pensar, tenho certeza de que dezenas de outras virão à sua mente. Se você acrescentasse a quarta oração perigosa, qual seria e por quê?