A instrução pública nas vozes dos portadores de futuros (Brasil – séculos XIX e XX)

Índice onomástico

 

A

 

Abreu e Lima, José Inácio de 50

Aguiar, Antonio Pinheiro 94

Aires de Casal 214

Alberto, João 257, 285

Albuquerque, Pedro Autran da Matta e 103

Albuquerque, Salvador Henrique de 49 Alcântara, Pedro de 33, 35

Alencar, José 69, 111

Alencar, Renato de 237

Almeida Júnior, Antonio de 232, 270

Almeida, Cândido Mendes de 98, 214

Almeida, Júlia Lopes de 213, 219

Almeida, Lourival de 254 Almeida, Manuel Ribeiro de 94

Almeida, Miguel Calmon du Pin e 29

Almeida, Miguel Calmon du Pin e 178, 206, 302

Almeida, Rui Guimarães de 326

Alonso, Ângela 317

Alves, Isaías 316

Alves, Constâncio 273

Alves, Raul 206, 218

Amado, Gilberto 229, 303

Amaral, Amadeu 222, 232, 273, 311

Amaral, Tancredo do 166

Americus 26-30, 104, 303

Amicis 165, 398

Anderson, Benedict 318

Andrada, Antonio Carlos de 22, 23, 84

Andrada, Martim Francisco Ribeiro de 21-23, 26, 29, 47, 307

Andrada e Silva [O moço] 70, 71, 110, 303

Andrade, Elyseo Castanho de 303

Andrade, A. F. M. 98

Andrade, Aguiar de 22

Andrade, Maria Guilhermina Loureiro de 96, 156

Andrade, Thales Castanho de 250

Andrade, Teófilo 283

Antipoff, Helena 291

Aragão, Egas Moniz Barreto de 231

Araripe Júnior 238

Araújo, Antonio Bahia da Silva 119, 120

Araújo, José Carlos 318

Arendt, Hannah 131, 318

Araújo, José Paulo de Figueroa Nabuco de 52

Araújo, Oscar de 149, 303

Armitage, John 24, 303

Assis Brasil, Joaquim Francisco de 245

Assunção, Manuel Paulino de 94

Athayde, Tristão de 229

Auras, Gladys Mary Teive 326

Azambuja, Joaquim Maria Nascentes de 103

Azevedo, Fernando de 203, 232, 246, 254, 257, 259, 264, 265, 272, 275, 291

Azevedo, Francisco L. 293, 303

Azevedo e Sá, João Hyppolito de 202

Azzi, Francisco 232

 

B

 

Backheuser, Everardo 254, 255

Baden-Powell 222

Baena, Antonio Ladislau Monteiro 52

Bain, Alexander 89, 303

Balmat, Alexandre 49

Bandecchi, Brasil 220, 318

Bandeira Júnior, Antonio Francisco 97

Bandeira, Antonio Herculano de Souza 107

Bandeira, Esmeraldino 180

Barbosa de Oliveira, C.A. 255

Barbosa, Januário da Cunha 27, 29, 76

Barbosa, Rui 69, 76, 79, 80, 87, 89, 118, 126, 133, 134, 135, 170

Barbosa Lima Sobrinho 179, 254, 318

Barreto, Arnaldo de Oliveira 166

Barreto, Plínio 248

Barreto, Tobias 64

Barros, José Augusto de 188

Barros, Roque Spencer Maciel de 304, 309

Basedow: 90, 177

Basile, Marcello Otávio Neri de Campos 318

Bastos, Maria Helena Camara 304, 326

Beaumont, Jeanne Marie Leprince de 53, 315

Beaurepaire, Jacques Antonio Marcos de 52

Bell, Andrew 40

Bellegarde, Henrique Luiz de Niemeyer 52

Bello, José Maria 176, 275, 311, 318

Bentham, Jeremy 27

Berlinck, Eudoro Brasileiro 52

Bernardes, Arthur 237

Bilac, Olavo 151, 166, 207, 211, 213-216, 252, 304, 315

Bittencourt, Raul J. 237, 292

Bittencourt, Agnello 207

Blanchard, Pedro 53

Bocaiuva, Quintino 64, 97, 132, 133

Bomfim, Manoel 304, 315, 321

Bordeaux Rego, Oziel 186-188, 214, 264, 304

Borges, Abílio César 85, 304 Borges, Pedro Manoel 98

Bosi, Alfredo 236, 318

Botelho, André 318

Bowen, James 100, 318

Braga, Odilon 291

Braga, Theodoro 232

Bragança, Aníbal 318, 324

Brandão, Alberto 76

Brás, Wenceslau 224

Braziliense, Américo 64, 68, 96, 134, 155, 304

Brescianni, Stella 217, 318

Briquet, Raul 78, 232, 328

Breves, Arthur 143

Brito Aranha 96

Brotero, João Dabney de Avelar 56, 114, 300

Browne, Márcia 156

Bruno, G. 214

Buarque de Holanda, Sergio 61, 304, 319

Büchler, José Augusto 195, 238, 304

Buckle 86

Buisson, Ferdinand 89, 106, 326

Bulcão, Mario: 248, 249, 315

Bulhões Carvalho, José Luiz Sayão de 153, 181-184, 188, 192, 197, 198, 264, 302, 304, 305

 

C

 

Cabanis 28

Caetano de Campos, Antonio 142, 143, 154-156, 161, 305, 312, 316

Calkins, Norman Allison 89

Calógeras, João Pandiá 181, 302, 305

Camargo, Cristovam 305

Camargo, Vicente Tomás Pires de Figueiredo 40

Campos Sales 169, 192, 305, 322

Campos, Américo de 155

Campos, Bernardino de 157, 162

Campos, Francisco 263

Campos, Ovídio Pires de 232

Cardoso, Vicente Licínio 80, 149, 229, 230, 231, 312,

Carneiro Leão, Antonio 218, 223, 229, 231, 234, 246, 305

Carneiro Leão, Honório Hermeto 36

Carone, Edgard 170, 193, 257, 319

Cartolano, Maria Teresa Penteado 152, 325

Caruso, Marcelo: 42, 320

Carvalho, Bernardino de 46

Carvalho, Carlos Leôncio de 20, 76, 77, 89, 112, 123, 305, 314

Carvalho, Felisberto 103 (??), 151

Carvalho, José Luiz Sayão de Bulhões 181

Carvalho, José Murilo de 319

Carvalho, Ronald de 229

Casalecchi, José Ênio 26 (??), 319

Casassanta, Mario 254

Castelo, Plácido Aderaldo 319

Castilho, Antonio Feliciano 50

Castilho, Francisco Alves da Silva 50

Castilhos, Júlio de 165

Castro, Felipe Ferreira de Araújo 55

Castro, José Antônio Pedreira de Magalhães 134

Castro, Aloísio de 258

Castro, Tito Lívio de 86, 305

Cavalcante, João Barbalho Uchoa 103, 108

Cavalcanti, Amaro 78, 300

Chauí, Marilena 212, 319

Chermont, Justo Leite 162

Chizzotti, Antonio 37, 309, 325

Coaracy, Vivaldo: 167, 305

Choppin, Alain 93, 326

Coelho Neto 166, 214-216, 273, 315

Coelho, Augusto 103

Collichio, Terezinha Alves Ferreira 119, 326

Comenius 158

Comte 63, 65, 95, 133, 144, 149, 150, 156, 163, 164, 275, 320, 325

Condillac 27, 90

Condorcet 22

Conduru, Felipe Benício de Oliveira 40

Constant, Benjamin 64, 78, 133, 141, 149, 150-154, 156, 161, 229, 303, 305, 308, 317, 321, 325

Conte, Alberto 272, 275, 276, 312

Cony, Augusto Cândido Xavier 108

Coqueiro, João Antonio 102

Corrêa, Gustavo 305

Correia, Manoel Francisco 109, 301, 335, 336

Correia, Viriato 214

Coruja, Antonio Álvares Pereira 52

Costa, Amélia Fernandes da 107

Costa Pereira 214

Costa Pereira, José Saturnino 52

Costa, Firmino 218

Costa, João Bittencourt 150

Costa, José Afonso de Paula e 83, 84, 305

Costa, Lisymaco Ferreira da 237

Costa, Manoel Olímpio Rodrigues 93, 314

Costa, Miguel 228, 257, 282

Cousin, Vitor 90

Couto Ferraz, Luiz Pedreira do 36, 37, 38, 111, 112

Couto, Miguel 177, 218, 258, 272, 273, 306, 316, 317

Cruls, Luiz 124, 287

Cruz, Alfredo Lopes da 231

Cruz Costa, João 64, 319

Cruz, Guilherme Francisco 76

Cruz, Noêmia Saraiva de Matos 256, 291

Cruz, Oswaldo 174, 176, 282, 308, 316, 327,

Cruz, Policarpio José Dias da 50

Cunha, Euclides da 65, 130, 175, 219, 230, 252, 306

Cury, Carlos Roberto Jamil 319, 320

 

D

 

D’Ávila, Antonio 166, 312

Daligault 103

Daltro Filho 256

Dantas, Rodolfo Epifânio de Souza 97

Darwin 28, 65, 86

Delermando, Cirilo 50

Denis, Ferdinand 214 Deus, João de 84

Dewey, John 275

Diacon, Todd A. 175, 320

Dolhnikoff, Miriam 35, 320

Domingues, Alfeu 249

Dordal, Ramon Rocca 166

Dória, Franklin Menezes 38, 78, 154, 306

Duarte, Marcelino Pinto Ribeiro 49

Duby, Georges 11, 320

Dunshee de Abranches 149

Duque-Estrada, Luiz Carlos 90, 103

Duque-Estrada, Joaquim Osório 191

Durkheim, Émile 275

Dussel, Inés 42, 320

 

E

 

Emelen, Amaro van 291

Escobar, Ildefonso 24, 214, 283, 320

Escobar, José Ribeiro 232, 328

Espínola, Tomás do Bomfim 79

Espínola, Túlio 250

Esterci, Neide 284, 325

 

F

 

Falcon, Francisco 11, 320

Falloux 37

Faria Filho, Luciano Mendes de 304

Fausto, Boris 110, 170, 254, 320

Feijó, Diogo Antonio 33, 34

Fernandes, Henrique Costa 163, 306

Fernandes, Henrique Costa 163, 306

Fernandes, Oliveira 120

Ferraro, Alceu 195, 320

Ferrarotti, Franco 144, 320

Ferreira Júnior, Alexandre Dias 132, 306

Fialho, Branca 291

Figueiredo, Afonso Celso de Assis 76, 117, 312, 315

Figueiredo, José Bento da Cunha 301, 335, 336

Firmo, Xavier Inácio 56

Fleiuss, Max 43, 231, 306

Fonseca, Deodoro da 133, 135, 138

Fonseca, Hermes da 170, 180, 192, 202

Fontes, Lourival 291

França, Antonio Ferreira 29

França Leite 156

Franklin, Benjamin 53, 231, 309

Frazão, Manoel José Pereira 76, 97, 105, 107, 306

Freeze, João Henrique 53

Freitas, Anamaria Gonçalves Bueno de 318

Freitas, Joaquim Pedro Corrêa de 96

Freyre, Gilberto 135, 248, 320

Frias, Joaquim Inácio de 53

Fritsch, Lilian 174, 327

Fröebel 90, 92, 108, 158

Frontin, Paulo de 174

Frota-Pessoa, José Getúlio 222, 291, 306

 

G

 

Galhardo, Tomás Paulo do Bom Sucesso 94, 166

Galton, Francis 86 Galvão, J. R. 94

Galvão, Franklin Ramiz 141, 231, 309

Gama, Fernandes 214

Garcia, José Manoel 38, 39, 93, 314

Gardien 55

Gellner, Ernst 217, 218, 281, 320

Gentil, Alberto 253

Giesbrecht, Ralph 316

Girardet, Raoul 217, 281, 320

Godofredo Furtado 64

Gomes, Carlos 191

Gomes Cardim, Carlos Alberto 166, 216

Gonçalves Dias, Antonio 35, 48, 306

Gontard, Maurice 37, 321

Gonzaga, Aprígio 254

Gorceix, Henri 124

Goulart de Andrade 273

Grande, Humberto 253

Gréard, Octave 42, 306

Guanabara, Manoel José da Silva 90, 103

Guerra, Amanda Estela 321, 327

Guimarães, Aprígio Justiniano da Silva 76

Guimarães, Orestes 218, 223, 224, 234, 235, 237, 272, 274, 306, 326

Guizot 37, 38

 

H

 

Hacilman, W. 108

Haeckel 65, 86

Haidar, Maria de Lourdes Mariotto 77, 321

Hamel, Joseph 40, 41, 307

Hansen, Patrícia Santos 215, 216, 325

Hartly 27

Haussmann 174

Hawthorne, Daniel 52

Hébrard, Jean 48, 321

Helvécio 27

Hippeau, Celéstin 90, 107

Hobbes 27

Hudson, Otaviano 94

Hume 27

 

I

 

Ibirapitanga, Antonio Gentil 50

Iglésias, Francisco 33, 134, 253, 321

Ihering, Rodolfo 250

Inglês de Souza, Herculano Marcos 118

 

J

 

Jaboatam 214

Jacobina, Antonio de Araújo Ferreira 94, 138

Jardim, Antonio da Silva 64, 155, 252

Jardim, Renato 232, 237

Jordão, João Rodrigues da Fonseca 96

Jussieu, Laurent Pierre de 55

 

K

 

Kassef, Leoni 237, 254

Kelly, Celso 254, 259, 291

Koeffer, Carlos 50, 51

Köpke, João 94, 155, 166

Kreutz, Lúcio 224, 321

Kubo, Elvira Mari 46, 116, 321

Kuhlmann, Guilherme 201

 

L

 

Lacerda, Nelson Nogueira de 307

Lacerda, Joaquim Maria de 96

Lajolo, Marisa 215, 321

Lamarck 65

Lancaster 28, 29, 40, 41

Lane, Horace 156

Le Bon, Gustave 86

Leal, Victor Nunes 169, 251,321

Leão, José 155

Leão Machado 283

Leitão, Antonio Candido 76

Leitão, Antonio da Cunha 119, 120

Leite, Gervásio 291, 292, 321

Leme, Sebastião 280

Lemos, Miguel 64, 163

Lemos, Renato 321

Lenharo, Alcir 282, 284, 321

Lesage, Pierre 42, 322

Lessa, Gustavo 291

Lessa, Renato 169, 322

Leuenroth, Edgar 209, 308

Levi Carneiro 291

Lima, Araújo 22, 35

Lima, Nestor dos Santos 20, 32, 50, 207, 208, 232, 307

Lima, A. Sabóia 253, 322

Lima, Afonso Herculano 76

Lima, Atílio Correia de 285

Lima, César Augusto Viana de 76, 107

Lima, José Dias da Cruz 97

Lima, Mario de Souza 232

Lima, Pedro de Araújo 35

Lins, Ivan 64, 236, 322

Liberato Barroso 73, 74, 116, 307

Lisboa, Achilles 195

Lisboa, José da Silva 54, 55, 316

Lobo, Aristides da Silveira 133, 139

Locke 27, 90, 158

Lombroso 86

Lopes, Adelina 166

Lopes, Antonio de Pádua Carvalho 318

Lopes Trovão 64

Lourenço Filho, Manoel Bergström 202, 307, 312, 323, 328, 348

Luchese, Terciane Ângela 224, 321

Lustosa, Isabel 21, 322

 

M

Macedo, de Antonio Victor 85

Macedo, Joaquim Teixeira de 76, 107

Machado de Assis 97

Machado, Martim Francisco Ribeiro de Andrada 21, 26, 29, 47

Magalhães, Benjamin Constant Botelho 78, 133, 149

Magalhães, Fernando 265

Magalhães, Valentim 159

Maia, Jacir 291

Maia, Silvio de Andrade 249

Man, Horace 75

Marcílio, Humberto 34, 322

Marcílio, Maria Luiza 114, 322

Marques Pinheiro 195, 231, 307

Pombal, marquês de 20

Macedo Soares, José Carlos 286

Marques, Abílio A. S. 155, 156

Marson, Adalberto 254, 322

Martins, Alfredo da Cunha 163

Martins, Francisco Dias 249

Mascarenhas, Francisco de Paula 94

Matos, Ach. 232

Mattos Pereira, Antonio Jansen 90, 91

Maudsley, Henry 86 Medeiros, Borges de 165

Medeiros e Albuquerque 129, 153, 317

Medeiros, José Augusto Bezerra de 218, 234, 289, 307

Medrado, Alcides Catão da Rocha 76

Méline, Félix-Jules 246, 307

Melo, Ester Pedreira de 234

Melo, João Crisóstomo do Couto 40

Melo, Joaquim Pedro de 56

Melo, Luís Correia de 328

Mello, José Baptista 307

Mello, Maria de Jesus 313

Mello e Sousa, João Batista de 234

Mendonça, Joaquim Ribeiro de 155

Mendonça, Sonia Regina 322

Menezes Vieira, Joaquim José de 151, 252

Menezes, Djacir 322,

Mennucci, Sud 150, 195, 201, 231, 232, 235, 246, 254, 256-260, 291, 294, 295, 307, 308, 313, 314, 316, 323

Mesquita, Julio de 64

Michelet, Jules 146, 322

Miguez, Leopoldo 129, 322

Miranda Azevedo 64, 155

Moacyr, Primitivo 30, 73, 308

Monarcha, Carlos 116, 131, 155, 195, 202, 217, 260, 322, 323, 327

Moniz, Antonio Alves Branco 53

Monteiro, Joaquim dos Remédios 120

Monteiro Lobato 248, 250

Monteiro de Souza 218

Monteverde, Emilio Achilles 50, 55

Moraes Filho, Evaristo 30, 311, 323

Moraes, Deodato de 195, 206, 237, 313

Moraes, Theodoro de 196, 316

Morais, Alexandre J. Melo 53

Moreira de Azevedo, Manuel Duarte 19, 26, 313

Moreira, João 323

Mota, Candido 99

Mota, Carlos Guilherme 323

Mota, Joaquim Inácio Silveira da 75

Motta Júnior, Cesário 162, 308

Motta, Cássio 317

Motta, Marly Silva da 323

Moura, Caetano Lopes de 55

Muller, Lauro 64, 174

Muniz, Antonio Ferrão 76

Muniz Tavares 22

 

N

 

Nabuco, Joaquim 64

Nagle, Jorge 220, 326

Nascimento, Jorge Carvalho do 323

Negro, Hélio 209

Neiva, Arthur 176

Neves, Fátima Maria 326

Neves, Lúcia Bastos Pereira das 324

Newland Neto, Otávio Tomaz 291

Nicolau, Jairo 25, 70, 136, 222, 324

Nofuentes, Vanessa Carvalho 220, 326

Nogueira, José Antônio 229

 

O

 

Oliveira, Antonio de Almeida 88, 98, 308

Oliveira, Cândido Batista de 51

Oliveira, João José Barbosa de 108

Oliveira, José Feliciano de 64, 159, 308

Oliveira, Maria Aparecida 267, 268, 315

Oliveira, Mariano 163, 166

Oliveira, Tiago Siqueira 326

Oliveira Vianna 32, 134, 220, 229, 251, 252, 253, 308

Olympio, Mathias 308

Orico, Oswaldo 231, 242

Otávio, Rodrigo 166

 

P

 

Pacheco, Praxedes 103

Padilha, Celina 291

Paiva, Athaulfo de 273

Paiva, Vanilda Pereira 324

Paranhos, José Maria da Silva 35, 124, 214

Parley 52

Passalácqua, Camilo 103

Passos de Miranda Filho 179

Patrocínio, José do 126

Paz, José Ramos 96

Pechman, Sérgio 174, 327

Peixoto, Afrânio 80, 214, 215, 217, 224, 231, 240, 273, 309, 316, 317

Peixoto, Floriano 135, 138, 287

Penna, Belizário 176, 237, 246, 254, 255, 308

Perdigão Malheiro 214

Pereira Barreto, Luiz 64, 67, 156, 245, 255, 309

Pereira Júnior 102, 309

Pereira Passos, Francisco 174

Pereira, José Saturnino da Costa 52

Pernambucano, Ulysses 291

Pesavento, Sandra Jatahy 89, 327

Pessoa, Epitácio 191, 233, 301

Pestalozzi 90, 96, 158, 177

Pinheiro, Joaquim Caetano Fernandes 55

Pinheiro Machado 170, 202

Pinheiro, Nuno 229

Pinna, Armando 255

Pinto, Diogo de Mendonça 56, 114, 115, 300

Pires de Almeida, José Ricardo 31, 43, 91, 92, 95, 112, 113, 309

Pontes, Antonio Marciano da Silva 103

Pontes de Miranda 229

Porchat, Reynaldo 232

Portella, Joaquim Pires Machado 103

Porto-Carrero, Luisa Leopoldina Tavares 107

Portugal, Tristão da Cunha 53

Prado Júnior, Caio 36, 324

Prado, Eduardo 124, 149

Prado, Guilherme 166

Prestes, Gabriel 146, 156-159, 161, 317

Prost, Antoine 324

Prudente de Moraes 138, 142, 154, 155

Puiggari, Romão 166

Pujol, Alfredo 160, 309

Q

 

Queiroz, Maurício Vinhas de 291

Quesnay, François 138

 

R

 

Rabello, Marcos Franco 202

Ramalhete, Ubaldo 237

Ramos, Theodoro 232

Rangel, José 236

Rangel Pestana 64, 134, 154-156, 161

Razzini, Márcia de Paula Gregório 216, 324

Rebouças, André 124, 126

Rego, António 51

Reis, Aarão 64

Reis Filho, Casemiro dos 324

Reis, Luis Augusto Reis 107

Rémond, René 11, 324,

Ribas, Antonio Joaquim 56, 114, 300

Ribeiro, Demétrio 134, 165

Ribeiro, Hilário 94-97

Ribeiro, João 165, 166, 316

Ribeiro, Júlio 156

Ribeiro, Lourenço José 52

Ribot 86

Ricardo, Cassiano 283, 284

Rocha, Marlos Bessa Mendes da 327

Rocha, Mateus José da 53

Rodrigues Alves, 169

Rodrigues, Antonio Marques 51

Rodrigues, João Lourenço 309, 317

Rodrigues, José Honório 324

Romero, Silvio 64, 86, 119, 120, 147, 155, 217, 246, 305, 317

Rondon, Candido Mariano 291

Roquette-Pinto, Edgar 191, 253, 254, 258, 310

Rousseau 90, 158, 177

 

S

 

Sá e Benevides, José Maria Correia de 118, 310

Saboia Lima 253

Sacramento Blake 29, 37, 78, 79, 114, 328, 329

Saffray 316

Saint-Hilaire 214

Saldanha Marinho 134

Salgado, Plínio 257

Salles Júnior, Antonio 231

Salles, Alberto 64

Sampaio Dória, Antonio de 198-201, 220, 221, 248, 257, 272, 273,302, 310

Santa-Anna Nery, Frederico José de 70, 124, 125, 309, 310

Santos, Márcia Maria Duarte dos 327

Santos, Silvino 191

Saraiva, José Antônio 47, 69, 301

Sarmento, Casimiro José de Morais 56

Seidl, Raimundo Pinto 234

Senra, Nelson 139, 192, 324

Serpa, Joaquim Jerônimo 55

Serrano, Jonathas 229

Serva, Mario Pinto 218, 231, 291, 310

Seyferth, Giralda 224, 324

Silva Jardim, Antonio da 64, 155, 252

Silva Júnior, Dias da 107

Silva, Alfredo do Nascimento 121, 313

Silva, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e 84, 305

Silva, Augusto Freire da 97

Silva, João Cândido de Deus 53

Silva, José Bonifácio de Andrada e 70, 110

Silva, José Jorge Paranhos da 94

Silva, Josino do Nascimento 108

Silveira, Carlos da 313

Silveira, Joaquim José da 55

Silveira, Juraci 291

Silveira, Tasso da 229

Simon, Jules 154

Simões Lopes 254

Soares, Carlos Augusto 103

Soares, Francisco de Paula 50, 51

Sodré, Lauro 64, 150

Sodré, Nelson Werneck 283, 310

Sousa, Clotildes Farias de 326

Sousa, João Batista de Mello e 234, 235

Sousa, Joaquim Moreira de 260, 291, 315

Sousa, Raul Alves de 218

Southey, Robert 214

Souza, José Boaventura de 324

Souza, José Paulino Soares de 40

Souza, Justiniano José de 53

Souza, Rui de Paula 232

Souza, Washington Luís Pereira de 199

Spencer, Herbert 144, 158

Stockler, Francisco de Borja Garção 26, 30

Stuart Mill 27

 

T

 

Taine 65

Tambara, Elomar 236, 324, 328, 329

Tanuri, Leonor 155, 325

Tautphoeus 105, 155

Tavares Bastos 35, 62, 75, 106, 116, 310

Tavares Cavalcanti 206, 234

Tavares de Lira 180 Teixeira, Anísio 259

Teixeira Brandão 238, 239, 310

Teixeira de Freitas, Mario Augusto 254, 263, 264, 265, 267, 286, 289, 311, 313

Teixeira Mendes, Raimundo 64, 149, 163, 164, 165, 314, 317

Teixeira, José Bruno 290, 313

Teixeira, Múcio 67, 317

Teixeira, Pedro Ludovico 285, 286

Thompson, Oscar 199, 300

Torres Filho, Artur 291

Torres, Alberto 239, 246, 252, 253, 254, 255, 256, 259, 260, 294, 306, 318, 322, 326

Torres, Artur 291

Trindade, Iole Maria Faviero 327

 

U

 

Ubatuba, Ezequiel 249

Uchoa Cavalcanti 90, 103, 108

 

V

 

Vanerio, Eusébio 97

Varela, Alfredo 213

Vargas, Getúlio 282, 283, 295, 315

Vasconcellos, Aleixo de 177

Vasconcelos, Bernardo Pereira de 33

Vechia, Ariclê 46, 327

Veiga, Evaristo da 33

Venancio Filho, Francisco 34, 218, 291, 313, 329

Verdenal, René 144, 325

Veríssimo, José 59, 63, 64, 83, 126, 127, 149, 151, 153, 162, 219, 311, 317

Veyne, Paul 10, 325

Viana, Ulisses Machado Pereira 79

Vianna, Vítor 234

Vianna, Hélio 311, 325

Vidal e Souza, Candice 325

Vieira, Celso 229

Vieira de Mello, Alfredo Pinto 233

Vieira, Manuel Inácio Belfort 162

Vieira, Paim 232

Vilar, Pierre 329

Villa-Lobos, Heitor 283

Villela, Heloísa 326

Vivacqua, Atílio 254

Viveiros, Jerônimo José de 40, 51, 327

Viveiros, José Francisco de 101

Vovelle, Michel 11, 325

 

X

 

Xavier, João Theodoro 116

 

W

 

Walsh, Robert 45, 317

Werneck, Antônio Luiz dos Santos 134

 

Z

 

Zaluar, Emílio 97

Notes

 

1. Por conseguinte, não se trata aqui de traçar uma historiografia

das ideias nos moldes dos estudos das ideologias e/ou difusão de ideias,ou a relação imaginária dos indivíduos com as condições reais de existência. Na ampla literatura acadêmica respeitante, as controvérsias sobre o estatuto historiográfico dos modelos e métodos concernente à história das ideias, história intelectual, história das mentalidades, ver Duby (1976), Falcon (1997) e Vovelle (1991). Sobre a renovação e revalorização da história política, ver Rémond (2003).

↲

2. Ao todo estavam reunidos 90 constituintes eleitos por catorze

províncias, entre eles, 23 bacharéis em direito, sete doutores em direito canônico, três médicos, dezenove padres, entre os quais um bispo, três marechais de campo e dois brigadeiros, além de proprietários rurais e funcionários públicos. “Eleitos de forma indireta e através do voto censitário, não representavam certamente a massa de excluídos por aquele sistema. Representavam, na verdade, em grande parte, os interesses da aristocracia rural. Em um país cuja unidade territorial ainda seria objeto de disputa por muitos anos, contudo representavam suas diversas partes pela primeira vez reunidas” (Lustosa, 2006, p.160).

↲

3. Como se sabe, o texto manuscrito é decalcado de Cinco

memórias sobre a instrução pública, de Condorcet. Lourenço Filho (1944, p.11) avaliava diferentemente. “As ideias de educação, que expõe, Martim Francisco as bebeu nos ‘filantropistas’ para os quais o fim principal da educação era o ‘de fazer do homem o instrumento de sua própria felicidade’”. Obviamente um engano.

↲

4. Cf. Basile (2000) e Mota (1999).

↲

5. Comenta Rodrigues (1974, p.22): “A inspiração de uma

Assembleia Constituinte vinha da França Revolucionária e nunca foi bem aceita pelos conservadores”.

↲

6. Cf. Escobar (1995 [1940]).

↲

7. Cf. Carvalho (2012) e Nicolau (2012).

↲

8. Casalecchi (1987, p.247): “A partir da independência, o ideário

liberal se impõe como referência necessária à constituição do Estado Nacional. A partir daí, e pelo menos até o final da Primeira República, ele contribuiu para as mudanças, desde que não se enquadrassem no rol das transformações mais ousadas”.

↲

9. Cf. também Moraes Filho (1959).

↲

10. “Menos de vinte anos depois da outorga da lei básica do

Império, já se alastrava tão bem a opinião típica do século de que o progresso no saber era a fonte milagrosa de todas as virtudes cívicas e privadas, que não se julgava sequer lícito pôr em discussão essa crença” (Buarque de Holanda, 1960, p.184).

↲

11. Cf. Rodrigues (1974).

↲

12. “Entre escravos e senhores, existia uma população legalmente

livre, mas a que faltava quase todas as condições para o exercício dos direitos civis, sobretudo a educação” (Carvalho, 2001, p.21).

↲

13. Cf. Iglésias (1993).

↲

14. Ver a respeito as cronologias de Bittencourt (1946, 1953), Mello

(1996) e Venancio Filho (1945). A diversidade de legislações provinciais consta em Bello (1978), Bittencourt (1981), Leite (1970), Marcílio (1963) e Olympio (1922).

↲

15. Cf. Dolhnikoff (2005). Para Alonso (2002, p.52): “O status quo

imperial esteve mais representado em modos de pensar e agir do que em doutrinas explicitamente formuladas. O Império não contou com um texto de fundação. Seus princípios básicos estão na Lei de Interpretação do Ato Adicional de 1841 (sic), que não toma mais que duas páginas. Os valores estavam encarnados nas próprias práticas políticas.”

↲

16. Cf. Prado Júnior (2011).

↲

17. Ecos da legislação decretada por Guizot e Falloux, nos planos

de reforma, são constatados por Chizzotti (1975) e Moreira (1955). Quanto ao cenário francês, ver Gontard (1981).

↲

18. “Pode-se dizer que o também Decreto-Lei Couto Ferraz, de

1854, é um ponto de inflexão nas políticas públicas de educação ao longo do Império. Foi ele quem estabeleceu pela primeira vez uma estruturação funcional da educação, que vinha sendo requisitada desde a primeira lei de educação, de 1827” (Rocha, 2010, p.126).

↲

19. Cf. Lacerda (1938) e Villela (1990).

↲

20. Cf. Dussel e Caruso (1999) e Lesage (1981). Sobre a adoção e

usos do método monitorial/mútuo nas províncias do Império, ver Bastos e Faria Filho (1999).

↲

21. Cf. Kubo (1986) e Vechia (2004).

↲

22. Para apreciação das formas escolares no período, ver Marcílio

(2005).

↲

23. Quanto à escolarização dos saberes com vista a propiciar

“aprendizagens elementares” e a “trilogia ler-escrever-contar”, escreve Hébrard (1999, p.66): “Em suma, trata-se de ver como

essa trilogia, a nossos olhos tão natural, é produzida na e pela escolarização”.

↲

24. A formulação “plano inclinado” é de Sérgio Buarque de Holanda

(1960), no estudo das disfunções da política parlamentar monárquica, entre 1870 e 1880.

↲

25. Na tradição historiográfica, ver Cruz Costa (1950) e Lins (1967).

Revisão do tema “geração de 1870” consta em Alonso (2002, p.32), segundo a autora: “Categorias como ‘darwinismo’, ‘positivismo’, ‘spencerismo’, ‘liberalismo’ sofreram apropriações,redefinições,usos políticos.Isso é evidente nas polêmicas entre facções: termos como ‘positivistas laffitistas’ e ‘littreístas’, ‘darwinistas’ e ‘spencerianos’, ‘liberais’ e ‘conservadores’ foram criados nas controvérsias. As categorias são contrastivas, exprimem relações entre grupos: a própria nomeação é uma arma em meio a conflitos de definição de identidades.”

↲

26. Cf. Alencar (1997 [1868], p.83 et seq.).

↲

27. Cf. Carvalho (2011, 2012).

↲

28. Cf. Nicolau (2012).

↲

29. “A multiplicação de projetos de reforma do ensino coincide com

as duas últimas décadas do regime imperial e, através deles, podemos observar a intensificação das preocupações com o problema educativo em fase das transformações que vinha sofrendo a sociedade brasileira, bem como, a influência das ideias liberais em geral e suas consequências com respeito às ideias educativas” (Paiva, 1973, p.71).

↲

30. Em 1868, Felício dos Santos encaminha à Assembleia Geral

projeto favorável à liberdade de ensino: “A partir de então, o movimento favorável à liberdade de ensino iniciado nas províncias e até então quase que exclusivamente baseado em

considerações de natureza prática encontra decisivo apoio nas ideias liberais que se radicalizam e nos princípios positivistas que difundem celeremente, conquistando definitivamente os espíritos” (Haidar, 1972, p.72).

↲

31. Cf. Buarque de Holanda (1960).

↲

32. Cf. Briquet (1946, 1949).

↲

33. Sobre esse importante proprietário de estabelecimentos de

instrução e teórico do ensino, ver Alves (1924) e “Notas sobre o finado Barão de Macaúbas” (1892).

↲

34. Cf. Lourenço Filho (2001 [1954]).

↲

35. Cf. Pesavento (1994).

↲

36. “A partir do século XIX, com a constituição dos estados

nacionais e com o desenvolvimento, nesse contexto, dos principais sistemas educativos, o livro didático se afirmou como um dos vetores essenciais da língua, da cultura e dos valores das classes dirigentes. Instrumento privilegiado de construção de identidade, geralmente ele é reconhecido, assim como a moeda e a bandeira, como um símbolo da soberania nacional e, nesse sentido, assume um importante papel político” (Choppin, 2004, p.553).

↲

37. Quanto às campanhas do sectário do positivismo de Comte,

Zeferino Candido, visando ao uso da Cartilha maternal, ver Monarcha (1999); quanto à experiência de aculturação da cartilha, ver Trindade (2004).

↲

38. Cf. Guerra e Santos (2011).

↲

39. Cf. Bowen (1986).

↲

40. Sobre o tema a produção memorialística e acadêmica é

extensa e profícua, entre outros, ver Araújo, Freitas e Lopes (2008) e Neves (2002).

↲

41. Cf. Pereira Júnior (1889).

↲

42. Cf. Apêndice A – Tabela A.

↲

43. Cf. Bastos (2013).

↲

44. “Mesmo descontando-se o fato de que os percentuais se

referem à população total, sem excluir crianças nos primeiros anos de vida, eles são bastante elevados. Apurou-se que somente 16,85% da população entre seis e quinze anos frequentavam escolas. Havia apenas 12 mil alunos matriculados em colégios secundários. Entretanto, calcula-se que chegava a 8 mil o número de pessoas com educação superior no país. Um abismo separava, pois, a elite letrada da grande massa de analfabetos e gente com educação rudimentar” (Fausto, 2000, p.237).

↲

45. Cf. Apêndice A – Tabela B.

↲

46. Inexistindo a separação entre Estado e Igreja, o catolicismo é a

religião oficial, a Igreja atua onde o braço do Estado não logra interiorizar-se, e exercia parte das funções administrativas e políticas. No dizer do visconde de Bom Retiro, Luís Pedreira do Couto Ferraz, o catolicismo “[...] esclarecendo a população de nossos sertões e do interior do Brasil que, em geral, pouco ilustrada, tanto carece de autoridades e a chame ao caminho legal.” Atas do Conselho de Estado, 1875, citado por Alonso (2002, p.64).

↲

47. Cf. Marcílio (2014).

↲

48. Cf. Sacramento Blake (1883-1902).

↲

49. Cf. Kubo (1986) e Monarcha (1999).

↲

50. Cf. Collichio (1987).

↲

51. Cf. Atas... (1884).

↲

52. Cf. Monarcha (1989).

↲

53. O tema da revolução representado como ato de fundação (e

construção) de um novo corpo político expressivo de novos valores sociais, como liberdade e felicidade públicas, próprios de sociedades populares e analisado por Arendt (1988). Para a autora: “O conceito moderno de revolução, inextricavelmente ligado à noção de que o curso da História começa subitamente de um novo rumo, de que, uma História inteira nova, uma História nunca antes conhecida ou narrada está para se desenrolar, era desconhecido antes das duas grandes revoluções no final do século XVIII” (p.23).

↲

54. “Se a política foi marcada, ainda na Colônia, pela dicotomia

centralização-descentralização, o processo é mantido no Império apesar do caráter unitário da Carta de 1824. A questão ganha vivacidade na República, em 1889, com adoção do federalismo. Há uma dialética na alternância do predomínio do centro sobre o todo ou em concessões por vezes bem determinadas às várias partes” (Iglésias, 1993, p.243).

↲

55. Para análise detalhada dos embates relativamente aos

trabalhos constituintes, ver Cury (2001). Na analítica de Carvalho (1987, p.45): “A República ou os vitoriosos da República fizeram muito pouco em termos de expansão de direitos civis e políticos. O que foi feito já era demanda do liberalismo imperial. Pode-se dizer que houve até retrocesso no que se refere a direitos sociais. Algumas mudanças, como a eliminação do Poder Moderador, do Senado vitalício e do Conselho de Estado e a introdução do federalismo, tinham sem dúvida inspiração democratizante na medida em que buscavam

desconcentrar o exercícios do poder. Mas, não vindo acompanhadas por expansão significativa da cidadania política, resultaram em entregar o governo mais diretamente nas mãos dos setores dominantes tanto rurais quanto urbanos. O Estado republicano passou a não impedir a atuação das forças sociais, ou, antes, a favorecer as mais fortes, no melhor estilo spenceriano.”

↲

56. Na fase do governo provisório, o Decreto nº 200A, de 8 de

fevereiro de 1890, no artigo 24, assim estipulava: “Em todos os casos em que a comissão ignorar ou tiver dúvidas se o cidadão sabe ler ou escrever, convidá-lo a lançar em uma folha de papel, perante ela, a data, o dia, seguido de sua assinatura ou procederá a qualquer outro exame, sempre rápido, que julgar conveniente”.

↲

57. “Os novos eleitores deveriam requerer individualmente a sua

inscrição. Para tal, era preciso apresentar algum documento que comprovasse a idade e ainda demonstrar que se sabia ler e escrever, servindo de prova a assinatura no requerimento (com firma reconhecida) ou a assinatura feita no momento da solicitação. Depois de cadastrados, os eleitores recebiam um novo título eleitoral” (Nicolau, 2012, p.55).

↲

58. Cf. Senra (2006).

↲

59. Cf. Verdenal (1981).

↲

60. Cf. Ferrarotti (1975).

↲

61. Calorosa, essa profissão de fé de Gabriel Prestes nalguma

medida retraduz a fé do grande Michelet em O povo (1988, p.178): “Se duas crianças, a pobre e a rica, se assentassem aos bancos de uma mesma escola, e, ligadas por amizade, divididas pela carreira, se vissem frequentemente, fariam mais entre elas que todas as políticas, todas as morais do mundo. Conservariam em sua amizade desinteressada, inocente, o nó

sagrado da Cidade... O rico conheceria a vida, a desigualdade, e as lamentaria; todo seu esforço visaria a partilha. O pobre se tocaria e consolaria o rico de ser rico.”

↲

62. “Três dias depois (do encontro de Benjamin com Deodoro em

05/11/1890), consumava-se a reforma da instrução pública. Como queria, antes das comemorações do primeiro aniversário da República. O novo regulamento da Instrução Primária e Secundária do Distrito Federal equacionou algumas das questões gerais que haviam polarizado as discussões sobre o ensino na última década. Por exemplo, o caráter livre, gratuito e leigo da instrução primária oferecida pelo governo na capital federal. Fez-se, também, uma opção clara em relação à diretriz filosófica do plano de ensino secundário, com a adoção do modelo positivista [...] Essas eram as reformas que Benjamin Constant reputava essenciais à fase de ‘regeneração’ da sociedade brasileira” (Lemos, 1999, p.517).

↲

63. Para um estudo amplo das reformas aventadas por Benjamin

Constant, ver Cartolano 1994.

↲

64. Pensamento científico, estrutura curricular, formação de

professores, dimensões da Escola Normal constam em Monarcha (1999), Reis Filho (1981) e Tanuri (1979).

↲

65. Cf. Motta (1947) e Rodrigues (1945).

↲

66. Cf. Prestes (1894).

↲

67. Cf. D’Ávila (1946).

↲

68. Cf. Leal (1975) e Lessa (1988).

↲

69. Cf. Carone (1976, 1977) e Fausto (1970).

↲

70. “Esvaziado o ideário republicano pelo progressivo afastamento

dos ideólogos, a República, que não tivera tempo de se

popularizar, nem razões para a conquista de prestígio junto ao povo foi tragada pelos que dela fizeram apenas um expediente continuísta para os interesses econômicos e políticos estabelecidos. Dessa maneira, quando a historiografia republicana refere-se à República oligárquica, tal denominação encerra um dado de realidade, ou seja, uma verdade objetiva, mas também uma avaliação implícita da derrota do ideário republicano” (Penna, 1999, p.88).

↲

71. Cf. Anderson (1991, 2007).

↲

72. Cf. Pechman e Fritsch (1985).

↲

73. “Em outras palavras, para construir um tipo específico de

nação, os líderes precisariam estender o alcance do governo brasileiro àqueles que, a exemplo do perplexo fazendeiro de Santa Catarina, não reconheciam nenhum dos símbolos da nação nem seu governo”(Diacon, 2006, p.22). Para o autor, a rigor existiam duas instituições nacionais, o Exército e a Igreja católica.

↲

74. Cf. A ciência a caminho da roça... (1991).

↲

75. Cf. Moacyr (1916).

↲

76. Cf. Apêndice A – Tabela C.

↲

77. Cf. Apêndice A – Tabela D.

↲

78. Cf. Motta (1991, 1992).

↲

79. Cf. Senra (2006).

↲

80. Cf. Senra (2006).

↲

81. Apanhado da evolução populacional de 1872 a 1950 consta em

Carone (1976). Nas cogitações comparativas dos sujeitos de

época, no século XX, Portugal, Rússia, Romênia e Sérvia apresentavam índices de analfabetismo mais elevados quando comparados aos índices brasileiros.

↲

82. “Por mais que as coisas tenham mudado dos censos de 1872 e

1890 para o de 1920, nenhum outro estado chega a juntar-se à dupla constituída por Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul na liderança das taxas mais baixas de analfabetismo. Em resumo, os estados da Região Nordeste são os únicos a constituir-se em formação regional perfeitamente identificável, em termos de analfabetismo, ao término do período de 1872/1890 a 1920” (Ferraro, 2009, p.173).

↲

83. Cf. Apêndice A – Tabela E.

↲

84. Cf. Monarcha (2014).

↲

85. Cf. Castelo (1970) e Monarcha (2010a) e (2015).

↲

86. A nação como semióforo, ou seja, objeto do qual brotam

incessantes efeitos de significação, é analisada por Chauí (2000).

↲

87. Cf. Escobar (1995, [1940]) e Vianna (1935).

↲

88. Cf. Lajolo (1982, 2000).

↲

89. Cf. Botelho (2002), Hansen (2007).

↲

90. A literatura cívico-patriótica endereçada à infância escolarizada

é analisada por Correa (2006) e Hansen (2007); a edição e comercialização do livro didático, por Bragança (2000) e Razzini (2010).

↲

91. Cf. Monarcha (1997) e Bragança (2000).

↲

92. A ideia de nação é abordada por Gellner (2008); quanto à

interpretação imaginária da vida coletiva, ver Brescianni (1998) e Girardet (1987).

↲

93. Cf. Gellner (2008).

↲

94. As trajetórias das ligas e seus programas são exaustivamente

analisados por Nagle (1966).

↲

95. Cf. Nofuentes (2008) e Sousa (2004).

↲

96. Cf. Oliveira (2012).

↲

97. Cf. Bandecchi (1980) e Estatutos da Liga Nacionalista de São

Paulo (1917).

↲

98. Cf. Buarque de Holanda (1948 [1936], 1960) e Nicolau (2012).

↲

99. Cf. Nascimento (2008).

↲

100. Cf. Conferência Interestadual de Ensino Primário (1922).

↲

101. Na sua diversidade, o tema “escolas estrangeiras” é analisado

por Kreutz e Luchese (2011). Ver Seyferth (1999). Sobre a obra de Orestes Guimarães, ver Auras (2007).

↲

102. Comenta Carvalho (2002, p.70): “Não se pode dizer que as

críticas desses autores estivessem equivocadas. Todos comparavam um regime republicano idealizado com a dura realidade e tiravam a conclusão inescapável da distância entre o Brasil real e o Brasil legal. No entanto, havia em todos eles uma incapacidade de ver o povo sob uma luz favorável, de perceber o lado positivo das ações do que chamei de povo da rua. Esse povo ativo ou era considerado fanático ou obscurantista ou desordeiro. O povo civil era simplesmente ignorante, analfabeto, doente, um Jeca-Tatu. O povo das eleições era massa passiva de manobra”.

↲

103. Esses artigos saíram com destaque na revista Educação, órgão

da diretoria-geral da Instrução Pública e da Sociedade de Educação de São Paulo, nos anos de 1927 e 1928; alguns anteriormente publicados em jornais prestigiosos: O País, Correio da Manhã, Diário da Noite.

↲

104. Os usos do positivismo no Rio Grande do Sul são analisados

por Bosi (1992), Lins (1967) e Tambara (1995).

↲

105. Essas discussões prosseguem nas conferências posteriores da

Associação Brasileira de Educação. Cf. Carvalho (1998).

↲

106. Interpretação acurada da revisão constitucional de 1925-1926

consta em Cury (2003).

↲

107. Cf. Mendonça (1997).

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108. “Abolição acomodou-se à República e durante anos viveram

ainda patriarcado semiescravocrata e República federativa quase tão simbioticamente como outrora patriarcado escravocrata e Império unitário.Várias sobrevivências patriarcais ainda hoje convivem com o brasileiro das áreas mais marcadas pelo longo domínio do patriarcado escravocrata – agrário ou mesmo pastoril – e menos afetadas pela imigração neoeuropeia (italiana, alemã, polonesa, etc.) ou japonesa; ou pela industrialização e urbanização da economia, da vida social e da cultura” (Freyre, 1949, p.670).

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109. Cf. Leal (1975).

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110. “Ruralismo – O Brasil é essencialmente agrícola e assim deve

ser. A terra é a base da riqueza, tudo mais é diversionismo perigoso. O autor crê em uma espécie de divisão internacional do trabalho, em visão ingênua que não percebe as vantagens de uns e as desvantagens dos outros (dos ligados à terra, como pretende ser o seu país). Tem atitude de desconfiança ante a

indústria, insiste na ideia de indústrias naturais, como em seu tempo, às vezes encobrindo interesses escusos de forças por ela tão combatidas” (Iglésias, 1993, p.35-36).

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111. Cf. Lima (1935).

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112. Cf. Barbosa Lima Sobrinho (1968). Contemporaneamente, a

obra de Alberto Torres é analisada por Marson (1979), ver também Fausto (2001). Quanto à perspectiva torreana dos fins públicos da educação, ver Almeida (1963).

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113. Cf. A escola regional... (1931).

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114. Cf. Andrade (1933).

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115. Cf. Melo (1954).

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116. Cf. Mennucci (1931).

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117. Cf. Carone (1975).

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118. Cf. Sousa (1944) e Souza (1994).

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119. Cf. Monarcha (2007).

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120. Cf. Apêndice A – Tabela F.

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121. Cf. Apêndice A – Tabela G.

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122. Cf. Apêndice A – Tabela H.

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123. Cf. Teixeira de Freitas (1937).

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124. Cf. Apêndice A – Tabela I.

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125. Cf. Girardet (1986). Em Gellner (2008, p.17, grifo do autor). “O

nacionalismo não é o despertar de uma velha força, latente e adormecida, embora seja assim que de fato se apresenta”.

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126. Cf. Anderson (1991, 2007).

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127. Cf. Lenharo (1985, 1986).

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128. “O espaço físico unificado constitui o lastro empírico sobre o

qual os outros elementos constitutivos da Nação se apoiam: a unidade étnico-cultural, a unidade econômica, política, o sentimento comum de ser brasileiro” (Lenharo, 1986, p.56).

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129. Cf. Esterci (1972).

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130. Cf. Guerra (2011).

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131. Cf. Azevedo (1941).

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132. Cf. Vidal e Souza (2002).

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Você terminou A instrução pública nas vozes dos portadores de futuros (Brasil – séculos XIX e XX)

Carlos Monarcha

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