A instrução pública nas vozes dos portadores de futuros (Brasil – séculos XIX e XX)
Índice onomástico
A
Abreu e Lima, José Inácio de 50
Aguiar, Antonio Pinheiro 94
Aires de Casal 214
Alberto, João 257, 285
Albuquerque, Pedro Autran da Matta e 103
Albuquerque, Salvador Henrique de 49 Alcântara, Pedro de 33, 35
Alencar, José 69, 111
Alencar, Renato de 237
Almeida Júnior, Antonio de 232, 270
Almeida, Cândido Mendes de 98, 214
Almeida, Júlia Lopes de 213, 219
Almeida, Lourival de 254 Almeida, Manuel Ribeiro de 94
Almeida, Miguel Calmon du Pin e 29
Almeida, Miguel Calmon du Pin e 178, 206, 302
Almeida, Rui Guimarães de 326
Alonso, Ângela 317
Alves, Isaías 316
Alves, Constâncio 273
Alves, Raul 206, 218
Amado, Gilberto 229, 303
Amaral, Amadeu 222, 232, 273, 311
Amaral, Tancredo do 166
Americus 26-30, 104, 303
Amicis 165, 398
Anderson, Benedict 318
Andrada, Antonio Carlos de 22, 23, 84
Andrada, Martim Francisco Ribeiro de 21-23, 26, 29, 47, 307
Andrada e Silva [O moço] 70, 71, 110, 303
Andrade, Elyseo Castanho de 303
Andrade, A. F. M. 98
Andrade, Aguiar de 22
Andrade, Maria Guilhermina Loureiro de 96, 156
Andrade, Thales Castanho de 250
Andrade, Teófilo 283
Antipoff, Helena 291
Aragão, Egas Moniz Barreto de 231
Araripe Júnior 238
Araújo, Antonio Bahia da Silva 119, 120
Araújo, José Carlos 318
Arendt, Hannah 131, 318
Araújo, José Paulo de Figueroa Nabuco de 52
Araújo, Oscar de 149, 303
Armitage, John 24, 303
Assis Brasil, Joaquim Francisco de 245
Assunção, Manuel Paulino de 94
Athayde, Tristão de 229
Auras, Gladys Mary Teive 326
Azambuja, Joaquim Maria Nascentes de 103
Azevedo, Fernando de 203, 232, 246, 254, 257, 259, 264, 265, 272, 275, 291
Azevedo, Francisco L. 293, 303
Azevedo e Sá, João Hyppolito de 202
Azzi, Francisco 232
B
Backheuser, Everardo 254, 255
Baden-Powell 222
Baena, Antonio Ladislau Monteiro 52
Bain, Alexander 89, 303
Balmat, Alexandre 49
Bandecchi, Brasil 220, 318
Bandeira Júnior, Antonio Francisco 97
Bandeira, Antonio Herculano de Souza 107
Bandeira, Esmeraldino 180
Barbosa de Oliveira, C.A. 255
Barbosa, Januário da Cunha 27, 29, 76
Barbosa, Rui 69, 76, 79, 80, 87, 89, 118, 126, 133, 134, 135, 170
Barbosa Lima Sobrinho 179, 254, 318
Barreto, Arnaldo de Oliveira 166
Barreto, Plínio 248
Barreto, Tobias 64
Barros, José Augusto de 188
Barros, Roque Spencer Maciel de 304, 309
Basedow: 90, 177
Basile, Marcello Otávio Neri de Campos 318
Bastos, Maria Helena Camara 304, 326
Beaumont, Jeanne Marie Leprince de 53, 315
Beaurepaire, Jacques Antonio Marcos de 52
Bell, Andrew 40
Bellegarde, Henrique Luiz de Niemeyer 52
Bello, José Maria 176, 275, 311, 318
Bentham, Jeremy 27
Berlinck, Eudoro Brasileiro 52
Bernardes, Arthur 237
Bilac, Olavo 151, 166, 207, 211, 213-216, 252, 304, 315
Bittencourt, Raul J. 237, 292
Bittencourt, Agnello 207
Blanchard, Pedro 53
Bocaiuva, Quintino 64, 97, 132, 133
Bomfim, Manoel 304, 315, 321
Bordeaux Rego, Oziel 186-188, 214, 264, 304
Borges, Abílio César 85, 304 Borges, Pedro Manoel 98
Bosi, Alfredo 236, 318
Botelho, André 318
Bowen, James 100, 318
Braga, Odilon 291
Braga, Theodoro 232
Bragança, Aníbal 318, 324
Brandão, Alberto 76
Brás, Wenceslau 224
Braziliense, Américo 64, 68, 96, 134, 155, 304
Brescianni, Stella 217, 318
Briquet, Raul 78, 232, 328
Breves, Arthur 143
Brito Aranha 96
Brotero, João Dabney de Avelar 56, 114, 300
Browne, Márcia 156
Bruno, G. 214
Buarque de Holanda, Sergio 61, 304, 319
Büchler, José Augusto 195, 238, 304
Buckle 86
Buisson, Ferdinand 89, 106, 326
Bulcão, Mario: 248, 249, 315
Bulhões Carvalho, José Luiz Sayão de 153, 181-184, 188, 192, 197, 198, 264, 302, 304, 305
C
Cabanis 28
Caetano de Campos, Antonio 142, 143, 154-156, 161, 305, 312, 316
Calkins, Norman Allison 89
Calógeras, João Pandiá 181, 302, 305
Camargo, Cristovam 305
Camargo, Vicente Tomás Pires de Figueiredo 40
Campos Sales 169, 192, 305, 322
Campos, Américo de 155
Campos, Bernardino de 157, 162
Campos, Francisco 263
Campos, Ovídio Pires de 232
Cardoso, Vicente Licínio 80, 149, 229, 230, 231, 312,
Carneiro Leão, Antonio 218, 223, 229, 231, 234, 246, 305
Carneiro Leão, Honório Hermeto 36
Carone, Edgard 170, 193, 257, 319
Cartolano, Maria Teresa Penteado 152, 325
Caruso, Marcelo: 42, 320
Carvalho, Bernardino de 46
Carvalho, Carlos Leôncio de 20, 76, 77, 89, 112, 123, 305, 314
Carvalho, Felisberto 103 (??), 151
Carvalho, José Luiz Sayão de Bulhões 181
Carvalho, José Murilo de 319
Carvalho, Ronald de 229
Casalecchi, José Ênio 26 (??), 319
Casassanta, Mario 254
Castelo, Plácido Aderaldo 319
Castilho, Antonio Feliciano 50
Castilho, Francisco Alves da Silva 50
Castilhos, Júlio de 165
Castro, Felipe Ferreira de Araújo 55
Castro, José Antônio Pedreira de Magalhães 134
Castro, Aloísio de 258
Castro, Tito Lívio de 86, 305
Cavalcante, João Barbalho Uchoa 103, 108
Cavalcanti, Amaro 78, 300
Chauí, Marilena 212, 319
Chermont, Justo Leite 162
Chizzotti, Antonio 37, 309, 325
Coaracy, Vivaldo: 167, 305
Choppin, Alain 93, 326
Coelho Neto 166, 214-216, 273, 315
Coelho, Augusto 103
Collichio, Terezinha Alves Ferreira 119, 326
Comenius 158
Comte 63, 65, 95, 133, 144, 149, 150, 156, 163, 164, 275, 320, 325
Condillac 27, 90
Condorcet 22
Conduru, Felipe Benício de Oliveira 40
Constant, Benjamin 64, 78, 133, 141, 149, 150-154, 156, 161, 229, 303, 305, 308, 317, 321, 325
Conte, Alberto 272, 275, 276, 312
Cony, Augusto Cândido Xavier 108
Coqueiro, João Antonio 102
Corrêa, Gustavo 305
Correia, Manoel Francisco 109, 301, 335, 336
Correia, Viriato 214
Coruja, Antonio Álvares Pereira 52
Costa, Amélia Fernandes da 107
Costa Pereira 214
Costa Pereira, José Saturnino 52
Costa, Firmino 218
Costa, João Bittencourt 150
Costa, José Afonso de Paula e 83, 84, 305
Costa, Lisymaco Ferreira da 237
Costa, Manoel Olímpio Rodrigues 93, 314
Costa, Miguel 228, 257, 282
Cousin, Vitor 90
Couto Ferraz, Luiz Pedreira do 36, 37, 38, 111, 112
Couto, Miguel 177, 218, 258, 272, 273, 306, 316, 317
Cruls, Luiz 124, 287
Cruz, Alfredo Lopes da 231
Cruz Costa, João 64, 319
Cruz, Guilherme Francisco 76
Cruz, Noêmia Saraiva de Matos 256, 291
Cruz, Oswaldo 174, 176, 282, 308, 316, 327,
Cruz, Policarpio José Dias da 50
Cunha, Euclides da 65, 130, 175, 219, 230, 252, 306
Cury, Carlos Roberto Jamil 319, 320
D
D’Ávila, Antonio 166, 312
Daligault 103
Daltro Filho 256
Dantas, Rodolfo Epifânio de Souza 97
Darwin 28, 65, 86
Delermando, Cirilo 50
Denis, Ferdinand 214 Deus, João de 84
Dewey, John 275
Diacon, Todd A. 175, 320
Dolhnikoff, Miriam 35, 320
Domingues, Alfeu 249
Dordal, Ramon Rocca 166
Dória, Franklin Menezes 38, 78, 154, 306
Duarte, Marcelino Pinto Ribeiro 49
Duby, Georges 11, 320
Dunshee de Abranches 149
Duque-Estrada, Luiz Carlos 90, 103
Duque-Estrada, Joaquim Osório 191
Durkheim, Émile 275
Dussel, Inés 42, 320
E
Emelen, Amaro van 291
Escobar, Ildefonso 24, 214, 283, 320
Escobar, José Ribeiro 232, 328
Espínola, Tomás do Bomfim 79
Espínola, Túlio 250
Esterci, Neide 284, 325
F
Falcon, Francisco 11, 320
Falloux 37
Faria Filho, Luciano Mendes de 304
Fausto, Boris 110, 170, 254, 320
Feijó, Diogo Antonio 33, 34
Fernandes, Henrique Costa 163, 306
Fernandes, Henrique Costa 163, 306
Fernandes, Oliveira 120
Ferraro, Alceu 195, 320
Ferrarotti, Franco 144, 320
Ferreira Júnior, Alexandre Dias 132, 306
Fialho, Branca 291
Figueiredo, Afonso Celso de Assis 76, 117, 312, 315
Figueiredo, José Bento da Cunha 301, 335, 336
Firmo, Xavier Inácio 56
Fleiuss, Max 43, 231, 306
Fonseca, Deodoro da 133, 135, 138
Fonseca, Hermes da 170, 180, 192, 202
Fontes, Lourival 291
França, Antonio Ferreira 29
França Leite 156
Franklin, Benjamin 53, 231, 309
Frazão, Manoel José Pereira 76, 97, 105, 107, 306
Freeze, João Henrique 53
Freitas, Anamaria Gonçalves Bueno de 318
Freitas, Joaquim Pedro Corrêa de 96
Freyre, Gilberto 135, 248, 320
Frias, Joaquim Inácio de 53
Fritsch, Lilian 174, 327
Fröebel 90, 92, 108, 158
Frontin, Paulo de 174
Frota-Pessoa, José Getúlio 222, 291, 306
G
Galhardo, Tomás Paulo do Bom Sucesso 94, 166
Galton, Francis 86 Galvão, J. R. 94
Galvão, Franklin Ramiz 141, 231, 309
Gama, Fernandes 214
Garcia, José Manoel 38, 39, 93, 314
Gardien 55
Gellner, Ernst 217, 218, 281, 320
Gentil, Alberto 253
Giesbrecht, Ralph 316
Girardet, Raoul 217, 281, 320
Godofredo Furtado 64
Gomes, Carlos 191
Gomes Cardim, Carlos Alberto 166, 216
Gonçalves Dias, Antonio 35, 48, 306
Gontard, Maurice 37, 321
Gonzaga, Aprígio 254
Gorceix, Henri 124
Goulart de Andrade 273
Grande, Humberto 253
Gréard, Octave 42, 306
Guanabara, Manoel José da Silva 90, 103
Guerra, Amanda Estela 321, 327
Guimarães, Aprígio Justiniano da Silva 76
Guimarães, Orestes 218, 223, 224, 234, 235, 237, 272, 274, 306, 326
Guizot 37, 38
H
Hacilman, W. 108
Haeckel 65, 86
Haidar, Maria de Lourdes Mariotto 77, 321
Hamel, Joseph 40, 41, 307
Hansen, Patrícia Santos 215, 216, 325
Hartly 27
Haussmann 174
Hawthorne, Daniel 52
Hébrard, Jean 48, 321
Helvécio 27
Hippeau, Celéstin 90, 107
Hobbes 27
Hudson, Otaviano 94
Hume 27
I
Ibirapitanga, Antonio Gentil 50
Iglésias, Francisco 33, 134, 253, 321
Ihering, Rodolfo 250
Inglês de Souza, Herculano Marcos 118
J
Jaboatam 214
Jacobina, Antonio de Araújo Ferreira 94, 138
Jardim, Antonio da Silva 64, 155, 252
Jardim, Renato 232, 237
Jordão, João Rodrigues da Fonseca 96
Jussieu, Laurent Pierre de 55
K
Kassef, Leoni 237, 254
Kelly, Celso 254, 259, 291
Koeffer, Carlos 50, 51
Köpke, João 94, 155, 166
Kreutz, Lúcio 224, 321
Kubo, Elvira Mari 46, 116, 321
Kuhlmann, Guilherme 201
L
Lacerda, Nelson Nogueira de 307
Lacerda, Joaquim Maria de 96
Lajolo, Marisa 215, 321
Lamarck 65
Lancaster 28, 29, 40, 41
Lane, Horace 156
Le Bon, Gustave 86
Leal, Victor Nunes 169, 251,321
Leão, José 155
Leão Machado 283
Leitão, Antonio Candido 76
Leitão, Antonio da Cunha 119, 120
Leite, Gervásio 291, 292, 321
Leme, Sebastião 280
Lemos, Miguel 64, 163
Lemos, Renato 321
Lenharo, Alcir 282, 284, 321
Lesage, Pierre 42, 322
Lessa, Gustavo 291
Lessa, Renato 169, 322
Leuenroth, Edgar 209, 308
Levi Carneiro 291
Lima, Araújo 22, 35
Lima, Nestor dos Santos 20, 32, 50, 207, 208, 232, 307
Lima, A. Sabóia 253, 322
Lima, Afonso Herculano 76
Lima, Atílio Correia de 285
Lima, César Augusto Viana de 76, 107
Lima, José Dias da Cruz 97
Lima, Mario de Souza 232
Lima, Pedro de Araújo 35
Lins, Ivan 64, 236, 322
Liberato Barroso 73, 74, 116, 307
Lisboa, Achilles 195
Lisboa, José da Silva 54, 55, 316
Lobo, Aristides da Silveira 133, 139
Locke 27, 90, 158
Lombroso 86
Lopes, Adelina 166
Lopes, Antonio de Pádua Carvalho 318
Lopes Trovão 64
Lourenço Filho, Manoel Bergström 202, 307, 312, 323, 328, 348
Luchese, Terciane Ângela 224, 321
Lustosa, Isabel 21, 322
M
Macedo, de Antonio Victor 85
Macedo, Joaquim Teixeira de 76, 107
Machado de Assis 97
Machado, Martim Francisco Ribeiro de Andrada 21, 26, 29, 47
Magalhães, Benjamin Constant Botelho 78, 133, 149
Magalhães, Fernando 265
Magalhães, Valentim 159
Maia, Jacir 291
Maia, Silvio de Andrade 249
Man, Horace 75
Marcílio, Humberto 34, 322
Marcílio, Maria Luiza 114, 322
Marques Pinheiro 195, 231, 307
Pombal, marquês de 20
Macedo Soares, José Carlos 286
Marques, Abílio A. S. 155, 156
Marson, Adalberto 254, 322
Martins, Alfredo da Cunha 163
Martins, Francisco Dias 249
Mascarenhas, Francisco de Paula 94
Matos, Ach. 232
Mattos Pereira, Antonio Jansen 90, 91
Maudsley, Henry 86 Medeiros, Borges de 165
Medeiros e Albuquerque 129, 153, 317
Medeiros, José Augusto Bezerra de 218, 234, 289, 307
Medrado, Alcides Catão da Rocha 76
Méline, Félix-Jules 246, 307
Melo, Ester Pedreira de 234
Melo, João Crisóstomo do Couto 40
Melo, Joaquim Pedro de 56
Melo, Luís Correia de 328
Mello, José Baptista 307
Mello, Maria de Jesus 313
Mello e Sousa, João Batista de 234
Mendonça, Joaquim Ribeiro de 155
Mendonça, Sonia Regina 322
Menezes Vieira, Joaquim José de 151, 252
Menezes, Djacir 322,
Mennucci, Sud 150, 195, 201, 231, 232, 235, 246, 254, 256-260, 291, 294, 295, 307, 308, 313, 314, 316, 323
Mesquita, Julio de 64
Michelet, Jules 146, 322
Miguez, Leopoldo 129, 322
Miranda Azevedo 64, 155
Moacyr, Primitivo 30, 73, 308
Monarcha, Carlos 116, 131, 155, 195, 202, 217, 260, 322, 323, 327
Moniz, Antonio Alves Branco 53
Monteiro, Joaquim dos Remédios 120
Monteiro Lobato 248, 250
Monteiro de Souza 218
Monteverde, Emilio Achilles 50, 55
Moraes Filho, Evaristo 30, 311, 323
Moraes, Deodato de 195, 206, 237, 313
Moraes, Theodoro de 196, 316
Morais, Alexandre J. Melo 53
Moreira de Azevedo, Manuel Duarte 19, 26, 313
Moreira, João 323
Mota, Candido 99
Mota, Carlos Guilherme 323
Mota, Joaquim Inácio Silveira da 75
Motta Júnior, Cesário 162, 308
Motta, Cássio 317
Motta, Marly Silva da 323
Moura, Caetano Lopes de 55
Muller, Lauro 64, 174
Muniz, Antonio Ferrão 76
Muniz Tavares 22
N
Nabuco, Joaquim 64
Nagle, Jorge 220, 326
Nascimento, Jorge Carvalho do 323
Negro, Hélio 209
Neiva, Arthur 176
Neves, Fátima Maria 326
Neves, Lúcia Bastos Pereira das 324
Newland Neto, Otávio Tomaz 291
Nicolau, Jairo 25, 70, 136, 222, 324
Nofuentes, Vanessa Carvalho 220, 326
Nogueira, José Antônio 229
O
Oliveira, Antonio de Almeida 88, 98, 308
Oliveira, Cândido Batista de 51
Oliveira, João José Barbosa de 108
Oliveira, José Feliciano de 64, 159, 308
Oliveira, Maria Aparecida 267, 268, 315
Oliveira, Mariano 163, 166
Oliveira, Tiago Siqueira 326
Oliveira Vianna 32, 134, 220, 229, 251, 252, 253, 308
Olympio, Mathias 308
Orico, Oswaldo 231, 242
Otávio, Rodrigo 166
P
Pacheco, Praxedes 103
Padilha, Celina 291
Paiva, Athaulfo de 273
Paiva, Vanilda Pereira 324
Paranhos, José Maria da Silva 35, 124, 214
Parley 52
Passalácqua, Camilo 103
Passos de Miranda Filho 179
Patrocínio, José do 126
Paz, José Ramos 96
Pechman, Sérgio 174, 327
Peixoto, Afrânio 80, 214, 215, 217, 224, 231, 240, 273, 309, 316, 317
Peixoto, Floriano 135, 138, 287
Penna, Belizário 176, 237, 246, 254, 255, 308
Perdigão Malheiro 214
Pereira Barreto, Luiz 64, 67, 156, 245, 255, 309
Pereira Júnior 102, 309
Pereira Passos, Francisco 174
Pereira, José Saturnino da Costa 52
Pernambucano, Ulysses 291
Pesavento, Sandra Jatahy 89, 327
Pessoa, Epitácio 191, 233, 301
Pestalozzi 90, 96, 158, 177
Pinheiro, Joaquim Caetano Fernandes 55
Pinheiro Machado 170, 202
Pinheiro, Nuno 229
Pinna, Armando 255
Pinto, Diogo de Mendonça 56, 114, 115, 300
Pires de Almeida, José Ricardo 31, 43, 91, 92, 95, 112, 113, 309
Pontes, Antonio Marciano da Silva 103
Pontes de Miranda 229
Porchat, Reynaldo 232
Portella, Joaquim Pires Machado 103
Porto-Carrero, Luisa Leopoldina Tavares 107
Portugal, Tristão da Cunha 53
Prado Júnior, Caio 36, 324
Prado, Eduardo 124, 149
Prado, Guilherme 166
Prestes, Gabriel 146, 156-159, 161, 317
Prost, Antoine 324
Prudente de Moraes 138, 142, 154, 155
Puiggari, Romão 166
Pujol, Alfredo 160, 309
Q
Queiroz, Maurício Vinhas de 291
Quesnay, François 138
R
Rabello, Marcos Franco 202
Ramalhete, Ubaldo 237
Ramos, Theodoro 232
Rangel, José 236
Rangel Pestana 64, 134, 154-156, 161
Razzini, Márcia de Paula Gregório 216, 324
Rebouças, André 124, 126
Rego, António 51
Reis, Aarão 64
Reis Filho, Casemiro dos 324
Reis, Luis Augusto Reis 107
Rémond, René 11, 324,
Ribas, Antonio Joaquim 56, 114, 300
Ribeiro, Demétrio 134, 165
Ribeiro, Hilário 94-97
Ribeiro, João 165, 166, 316
Ribeiro, Júlio 156
Ribeiro, Lourenço José 52
Ribot 86
Ricardo, Cassiano 283, 284
Rocha, Marlos Bessa Mendes da 327
Rocha, Mateus José da 53
Rodrigues Alves, 169
Rodrigues, Antonio Marques 51
Rodrigues, João Lourenço 309, 317
Rodrigues, José Honório 324
Romero, Silvio 64, 86, 119, 120, 147, 155, 217, 246, 305, 317
Rondon, Candido Mariano 291
Roquette-Pinto, Edgar 191, 253, 254, 258, 310
Rousseau 90, 158, 177
S
Sá e Benevides, José Maria Correia de 118, 310
Saboia Lima 253
Sacramento Blake 29, 37, 78, 79, 114, 328, 329
Saffray 316
Saint-Hilaire 214
Saldanha Marinho 134
Salgado, Plínio 257
Salles Júnior, Antonio 231
Salles, Alberto 64
Sampaio Dória, Antonio de 198-201, 220, 221, 248, 257, 272, 273,302, 310
Santa-Anna Nery, Frederico José de 70, 124, 125, 309, 310
Santos, Márcia Maria Duarte dos 327
Santos, Silvino 191
Saraiva, José Antônio 47, 69, 301
Sarmento, Casimiro José de Morais 56
Seidl, Raimundo Pinto 234
Senra, Nelson 139, 192, 324
Serpa, Joaquim Jerônimo 55
Serrano, Jonathas 229
Serva, Mario Pinto 218, 231, 291, 310
Seyferth, Giralda 224, 324
Silva Jardim, Antonio da 64, 155, 252
Silva Júnior, Dias da 107
Silva, Alfredo do Nascimento 121, 313
Silva, Antonio Carlos Ribeiro de Andrada Machado e 84, 305
Silva, Augusto Freire da 97
Silva, João Cândido de Deus 53
Silva, José Bonifácio de Andrada e 70, 110
Silva, José Jorge Paranhos da 94
Silva, Josino do Nascimento 108
Silveira, Carlos da 313
Silveira, Joaquim José da 55
Silveira, Juraci 291
Silveira, Tasso da 229
Simon, Jules 154
Simões Lopes 254
Soares, Carlos Augusto 103
Soares, Francisco de Paula 50, 51
Sodré, Lauro 64, 150
Sodré, Nelson Werneck 283, 310
Sousa, Clotildes Farias de 326
Sousa, João Batista de Mello e 234, 235
Sousa, Joaquim Moreira de 260, 291, 315
Sousa, Raul Alves de 218
Southey, Robert 214
Souza, José Boaventura de 324
Souza, José Paulino Soares de 40
Souza, Justiniano José de 53
Souza, Rui de Paula 232
Souza, Washington Luís Pereira de 199
Spencer, Herbert 144, 158
Stockler, Francisco de Borja Garção 26, 30
Stuart Mill 27
T
Taine 65
Tambara, Elomar 236, 324, 328, 329
Tanuri, Leonor 155, 325
Tautphoeus 105, 155
Tavares Bastos 35, 62, 75, 106, 116, 310
Tavares Cavalcanti 206, 234
Tavares de Lira 180 Teixeira, Anísio 259
Teixeira Brandão 238, 239, 310
Teixeira de Freitas, Mario Augusto 254, 263, 264, 265, 267, 286, 289, 311, 313
Teixeira Mendes, Raimundo 64, 149, 163, 164, 165, 314, 317
Teixeira, José Bruno 290, 313
Teixeira, Múcio 67, 317
Teixeira, Pedro Ludovico 285, 286
Thompson, Oscar 199, 300
Torres Filho, Artur 291
Torres, Alberto 239, 246, 252, 253, 254, 255, 256, 259, 260, 294, 306, 318, 322, 326
Torres, Artur 291
Trindade, Iole Maria Faviero 327
U
Ubatuba, Ezequiel 249
Uchoa Cavalcanti 90, 103, 108
V
Vanerio, Eusébio 97
Varela, Alfredo 213
Vargas, Getúlio 282, 283, 295, 315
Vasconcellos, Aleixo de 177
Vasconcelos, Bernardo Pereira de 33
Vechia, Ariclê 46, 327
Veiga, Evaristo da 33
Venancio Filho, Francisco 34, 218, 291, 313, 329
Verdenal, René 144, 325
Veríssimo, José 59, 63, 64, 83, 126, 127, 149, 151, 153, 162, 219, 311, 317
Veyne, Paul 10, 325
Viana, Ulisses Machado Pereira 79
Vianna, Vítor 234
Vianna, Hélio 311, 325
Vidal e Souza, Candice 325
Vieira, Celso 229
Vieira de Mello, Alfredo Pinto 233
Vieira, Manuel Inácio Belfort 162
Vieira, Paim 232
Vilar, Pierre 329
Villa-Lobos, Heitor 283
Villela, Heloísa 326
Vivacqua, Atílio 254
Viveiros, Jerônimo José de 40, 51, 327
Viveiros, José Francisco de 101
Vovelle, Michel 11, 325
X
Xavier, João Theodoro 116
W
Walsh, Robert 45, 317
Werneck, Antônio Luiz dos Santos 134
Z
Zaluar, Emílio 97
Notes
1. Por conseguinte, não se trata aqui de traçar uma historiografia
das ideias nos moldes dos estudos das ideologias e/ou difusão de ideias,ou a relação imaginária dos indivíduos com as condições reais de existência. Na ampla literatura acadêmica respeitante, as controvérsias sobre o estatuto historiográfico dos modelos e métodos concernente à história das ideias, história intelectual, história das mentalidades, ver Duby (1976), Falcon (1997) e Vovelle (1991). Sobre a renovação e revalorização da história política, ver Rémond (2003).
↲
2. Ao todo estavam reunidos 90 constituintes eleitos por catorze
províncias, entre eles, 23 bacharéis em direito, sete doutores em direito canônico, três médicos, dezenove padres, entre os quais um bispo, três marechais de campo e dois brigadeiros, além de proprietários rurais e funcionários públicos. “Eleitos de forma indireta e através do voto censitário, não representavam certamente a massa de excluídos por aquele sistema. Representavam, na verdade, em grande parte, os interesses da aristocracia rural. Em um país cuja unidade territorial ainda seria objeto de disputa por muitos anos, contudo representavam suas diversas partes pela primeira vez reunidas” (Lustosa, 2006, p.160).
↲
3. Como se sabe, o texto manuscrito é decalcado de Cinco
memórias sobre a instrução pública, de Condorcet. Lourenço Filho (1944, p.11) avaliava diferentemente. “As ideias de educação, que expõe, Martim Francisco as bebeu nos ‘filantropistas’ para os quais o fim principal da educação era o ‘de fazer do homem o instrumento de sua própria felicidade’”. Obviamente um engano.
↲
4. Cf. Basile (2000) e Mota (1999).
↲
5. Comenta Rodrigues (1974, p.22): “A inspiração de uma
Assembleia Constituinte vinha da França Revolucionária e nunca foi bem aceita pelos conservadores”.
↲
6. Cf. Escobar (1995 [1940]).
↲
7. Cf. Carvalho (2012) e Nicolau (2012).
↲
8. Casalecchi (1987, p.247): “A partir da independência, o ideário
liberal se impõe como referência necessária à constituição do Estado Nacional. A partir daí, e pelo menos até o final da Primeira República, ele contribuiu para as mudanças, desde que não se enquadrassem no rol das transformações mais ousadas”.
↲
9. Cf. também Moraes Filho (1959).
↲
10. “Menos de vinte anos depois da outorga da lei básica do
Império, já se alastrava tão bem a opinião típica do século de que o progresso no saber era a fonte milagrosa de todas as virtudes cívicas e privadas, que não se julgava sequer lícito pôr em discussão essa crença” (Buarque de Holanda, 1960, p.184).
↲
11. Cf. Rodrigues (1974).
↲
12. “Entre escravos e senhores, existia uma população legalmente
livre, mas a que faltava quase todas as condições para o exercício dos direitos civis, sobretudo a educação” (Carvalho, 2001, p.21).
↲
13. Cf. Iglésias (1993).
↲
14. Ver a respeito as cronologias de Bittencourt (1946, 1953), Mello
(1996) e Venancio Filho (1945). A diversidade de legislações provinciais consta em Bello (1978), Bittencourt (1981), Leite (1970), Marcílio (1963) e Olympio (1922).
↲
15. Cf. Dolhnikoff (2005). Para Alonso (2002, p.52): “O status quo
imperial esteve mais representado em modos de pensar e agir do que em doutrinas explicitamente formuladas. O Império não contou com um texto de fundação. Seus princípios básicos estão na Lei de Interpretação do Ato Adicional de 1841 (sic), que não toma mais que duas páginas. Os valores estavam encarnados nas próprias práticas políticas.”
↲
16. Cf. Prado Júnior (2011).
↲
17. Ecos da legislação decretada por Guizot e Falloux, nos planos
de reforma, são constatados por Chizzotti (1975) e Moreira (1955). Quanto ao cenário francês, ver Gontard (1981).
↲
18. “Pode-se dizer que o também Decreto-Lei Couto Ferraz, de
1854, é um ponto de inflexão nas políticas públicas de educação ao longo do Império. Foi ele quem estabeleceu pela primeira vez uma estruturação funcional da educação, que vinha sendo requisitada desde a primeira lei de educação, de 1827” (Rocha, 2010, p.126).
↲
19. Cf. Lacerda (1938) e Villela (1990).
↲
20. Cf. Dussel e Caruso (1999) e Lesage (1981). Sobre a adoção e
usos do método monitorial/mútuo nas províncias do Império, ver Bastos e Faria Filho (1999).
↲
21. Cf. Kubo (1986) e Vechia (2004).
↲
22. Para apreciação das formas escolares no período, ver Marcílio
(2005).
↲
23. Quanto à escolarização dos saberes com vista a propiciar
“aprendizagens elementares” e a “trilogia ler-escrever-contar”, escreve Hébrard (1999, p.66): “Em suma, trata-se de ver como
essa trilogia, a nossos olhos tão natural, é produzida na e pela escolarização”.
↲
24. A formulação “plano inclinado” é de Sérgio Buarque de Holanda
(1960), no estudo das disfunções da política parlamentar monárquica, entre 1870 e 1880.
↲
25. Na tradição historiográfica, ver Cruz Costa (1950) e Lins (1967).
Revisão do tema “geração de 1870” consta em Alonso (2002, p.32), segundo a autora: “Categorias como ‘darwinismo’, ‘positivismo’, ‘spencerismo’, ‘liberalismo’ sofreram apropriações,redefinições,usos políticos.Isso é evidente nas polêmicas entre facções: termos como ‘positivistas laffitistas’ e ‘littreístas’, ‘darwinistas’ e ‘spencerianos’, ‘liberais’ e ‘conservadores’ foram criados nas controvérsias. As categorias são contrastivas, exprimem relações entre grupos: a própria nomeação é uma arma em meio a conflitos de definição de identidades.”
↲
26. Cf. Alencar (1997 [1868], p.83 et seq.).
↲
27. Cf. Carvalho (2011, 2012).
↲
28. Cf. Nicolau (2012).
↲
29. “A multiplicação de projetos de reforma do ensino coincide com
as duas últimas décadas do regime imperial e, através deles, podemos observar a intensificação das preocupações com o problema educativo em fase das transformações que vinha sofrendo a sociedade brasileira, bem como, a influência das ideias liberais em geral e suas consequências com respeito às ideias educativas” (Paiva, 1973, p.71).
↲
30. Em 1868, Felício dos Santos encaminha à Assembleia Geral
projeto favorável à liberdade de ensino: “A partir de então, o movimento favorável à liberdade de ensino iniciado nas províncias e até então quase que exclusivamente baseado em
considerações de natureza prática encontra decisivo apoio nas ideias liberais que se radicalizam e nos princípios positivistas que difundem celeremente, conquistando definitivamente os espíritos” (Haidar, 1972, p.72).
↲
31. Cf. Buarque de Holanda (1960).
↲
32. Cf. Briquet (1946, 1949).
↲
33. Sobre esse importante proprietário de estabelecimentos de
instrução e teórico do ensino, ver Alves (1924) e “Notas sobre o finado Barão de Macaúbas” (1892).
↲
34. Cf. Lourenço Filho (2001 [1954]).
↲
35. Cf. Pesavento (1994).
↲
36. “A partir do século XIX, com a constituição dos estados
nacionais e com o desenvolvimento, nesse contexto, dos principais sistemas educativos, o livro didático se afirmou como um dos vetores essenciais da língua, da cultura e dos valores das classes dirigentes. Instrumento privilegiado de construção de identidade, geralmente ele é reconhecido, assim como a moeda e a bandeira, como um símbolo da soberania nacional e, nesse sentido, assume um importante papel político” (Choppin, 2004, p.553).
↲
37. Quanto às campanhas do sectário do positivismo de Comte,
Zeferino Candido, visando ao uso da Cartilha maternal, ver Monarcha (1999); quanto à experiência de aculturação da cartilha, ver Trindade (2004).
↲
38. Cf. Guerra e Santos (2011).
↲
39. Cf. Bowen (1986).
↲
40. Sobre o tema a produção memorialística e acadêmica é
extensa e profícua, entre outros, ver Araújo, Freitas e Lopes (2008) e Neves (2002).
↲
41. Cf. Pereira Júnior (1889).
↲
42. Cf. Apêndice A – Tabela A.
↲
43. Cf. Bastos (2013).
↲
44. “Mesmo descontando-se o fato de que os percentuais se
referem à população total, sem excluir crianças nos primeiros anos de vida, eles são bastante elevados. Apurou-se que somente 16,85% da população entre seis e quinze anos frequentavam escolas. Havia apenas 12 mil alunos matriculados em colégios secundários. Entretanto, calcula-se que chegava a 8 mil o número de pessoas com educação superior no país. Um abismo separava, pois, a elite letrada da grande massa de analfabetos e gente com educação rudimentar” (Fausto, 2000, p.237).
↲
45. Cf. Apêndice A – Tabela B.
↲
46. Inexistindo a separação entre Estado e Igreja, o catolicismo é a
religião oficial, a Igreja atua onde o braço do Estado não logra interiorizar-se, e exercia parte das funções administrativas e políticas. No dizer do visconde de Bom Retiro, Luís Pedreira do Couto Ferraz, o catolicismo “[...] esclarecendo a população de nossos sertões e do interior do Brasil que, em geral, pouco ilustrada, tanto carece de autoridades e a chame ao caminho legal.” Atas do Conselho de Estado, 1875, citado por Alonso (2002, p.64).
↲
47. Cf. Marcílio (2014).
↲
48. Cf. Sacramento Blake (1883-1902).
↲
49. Cf. Kubo (1986) e Monarcha (1999).
↲
50. Cf. Collichio (1987).
↲
51. Cf. Atas... (1884).
↲
52. Cf. Monarcha (1989).
↲
53. O tema da revolução representado como ato de fundação (e
construção) de um novo corpo político expressivo de novos valores sociais, como liberdade e felicidade públicas, próprios de sociedades populares e analisado por Arendt (1988). Para a autora: “O conceito moderno de revolução, inextricavelmente ligado à noção de que o curso da História começa subitamente de um novo rumo, de que, uma História inteira nova, uma História nunca antes conhecida ou narrada está para se desenrolar, era desconhecido antes das duas grandes revoluções no final do século XVIII” (p.23).
↲
54. “Se a política foi marcada, ainda na Colônia, pela dicotomia
centralização-descentralização, o processo é mantido no Império apesar do caráter unitário da Carta de 1824. A questão ganha vivacidade na República, em 1889, com adoção do federalismo. Há uma dialética na alternância do predomínio do centro sobre o todo ou em concessões por vezes bem determinadas às várias partes” (Iglésias, 1993, p.243).
↲
55. Para análise detalhada dos embates relativamente aos
trabalhos constituintes, ver Cury (2001). Na analítica de Carvalho (1987, p.45): “A República ou os vitoriosos da República fizeram muito pouco em termos de expansão de direitos civis e políticos. O que foi feito já era demanda do liberalismo imperial. Pode-se dizer que houve até retrocesso no que se refere a direitos sociais. Algumas mudanças, como a eliminação do Poder Moderador, do Senado vitalício e do Conselho de Estado e a introdução do federalismo, tinham sem dúvida inspiração democratizante na medida em que buscavam
desconcentrar o exercícios do poder. Mas, não vindo acompanhadas por expansão significativa da cidadania política, resultaram em entregar o governo mais diretamente nas mãos dos setores dominantes tanto rurais quanto urbanos. O Estado republicano passou a não impedir a atuação das forças sociais, ou, antes, a favorecer as mais fortes, no melhor estilo spenceriano.”
↲
56. Na fase do governo provisório, o Decreto nº 200A, de 8 de
fevereiro de 1890, no artigo 24, assim estipulava: “Em todos os casos em que a comissão ignorar ou tiver dúvidas se o cidadão sabe ler ou escrever, convidá-lo a lançar em uma folha de papel, perante ela, a data, o dia, seguido de sua assinatura ou procederá a qualquer outro exame, sempre rápido, que julgar conveniente”.
↲
57. “Os novos eleitores deveriam requerer individualmente a sua
inscrição. Para tal, era preciso apresentar algum documento que comprovasse a idade e ainda demonstrar que se sabia ler e escrever, servindo de prova a assinatura no requerimento (com firma reconhecida) ou a assinatura feita no momento da solicitação. Depois de cadastrados, os eleitores recebiam um novo título eleitoral” (Nicolau, 2012, p.55).
↲
58. Cf. Senra (2006).
↲
59. Cf. Verdenal (1981).
↲
60. Cf. Ferrarotti (1975).
↲
61. Calorosa, essa profissão de fé de Gabriel Prestes nalguma
medida retraduz a fé do grande Michelet em O povo (1988, p.178): “Se duas crianças, a pobre e a rica, se assentassem aos bancos de uma mesma escola, e, ligadas por amizade, divididas pela carreira, se vissem frequentemente, fariam mais entre elas que todas as políticas, todas as morais do mundo. Conservariam em sua amizade desinteressada, inocente, o nó
sagrado da Cidade... O rico conheceria a vida, a desigualdade, e as lamentaria; todo seu esforço visaria a partilha. O pobre se tocaria e consolaria o rico de ser rico.”
↲
62. “Três dias depois (do encontro de Benjamin com Deodoro em
05/11/1890), consumava-se a reforma da instrução pública. Como queria, antes das comemorações do primeiro aniversário da República. O novo regulamento da Instrução Primária e Secundária do Distrito Federal equacionou algumas das questões gerais que haviam polarizado as discussões sobre o ensino na última década. Por exemplo, o caráter livre, gratuito e leigo da instrução primária oferecida pelo governo na capital federal. Fez-se, também, uma opção clara em relação à diretriz filosófica do plano de ensino secundário, com a adoção do modelo positivista [...] Essas eram as reformas que Benjamin Constant reputava essenciais à fase de ‘regeneração’ da sociedade brasileira” (Lemos, 1999, p.517).
↲
63. Para um estudo amplo das reformas aventadas por Benjamin
Constant, ver Cartolano 1994.
↲
64. Pensamento científico, estrutura curricular, formação de
professores, dimensões da Escola Normal constam em Monarcha (1999), Reis Filho (1981) e Tanuri (1979).
↲
65. Cf. Motta (1947) e Rodrigues (1945).
↲
66. Cf. Prestes (1894).
↲
67. Cf. D’Ávila (1946).
↲
68. Cf. Leal (1975) e Lessa (1988).
↲
69. Cf. Carone (1976, 1977) e Fausto (1970).
↲
70. “Esvaziado o ideário republicano pelo progressivo afastamento
dos ideólogos, a República, que não tivera tempo de se
popularizar, nem razões para a conquista de prestígio junto ao povo foi tragada pelos que dela fizeram apenas um expediente continuísta para os interesses econômicos e políticos estabelecidos. Dessa maneira, quando a historiografia republicana refere-se à República oligárquica, tal denominação encerra um dado de realidade, ou seja, uma verdade objetiva, mas também uma avaliação implícita da derrota do ideário republicano” (Penna, 1999, p.88).
↲
71. Cf. Anderson (1991, 2007).
↲
72. Cf. Pechman e Fritsch (1985).
↲
73. “Em outras palavras, para construir um tipo específico de
nação, os líderes precisariam estender o alcance do governo brasileiro àqueles que, a exemplo do perplexo fazendeiro de Santa Catarina, não reconheciam nenhum dos símbolos da nação nem seu governo”(Diacon, 2006, p.22). Para o autor, a rigor existiam duas instituições nacionais, o Exército e a Igreja católica.
↲
74. Cf. A ciência a caminho da roça... (1991).
↲
75. Cf. Moacyr (1916).
↲
76. Cf. Apêndice A – Tabela C.
↲
77. Cf. Apêndice A – Tabela D.
↲
78. Cf. Motta (1991, 1992).
↲
79. Cf. Senra (2006).
↲
80. Cf. Senra (2006).
↲
81. Apanhado da evolução populacional de 1872 a 1950 consta em
Carone (1976). Nas cogitações comparativas dos sujeitos de
época, no século XX, Portugal, Rússia, Romênia e Sérvia apresentavam índices de analfabetismo mais elevados quando comparados aos índices brasileiros.
↲
82. “Por mais que as coisas tenham mudado dos censos de 1872 e
1890 para o de 1920, nenhum outro estado chega a juntar-se à dupla constituída por Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul na liderança das taxas mais baixas de analfabetismo. Em resumo, os estados da Região Nordeste são os únicos a constituir-se em formação regional perfeitamente identificável, em termos de analfabetismo, ao término do período de 1872/1890 a 1920” (Ferraro, 2009, p.173).
↲
83. Cf. Apêndice A – Tabela E.
↲
84. Cf. Monarcha (2014).
↲
85. Cf. Castelo (1970) e Monarcha (2010a) e (2015).
↲
86. A nação como semióforo, ou seja, objeto do qual brotam
incessantes efeitos de significação, é analisada por Chauí (2000).
↲
87. Cf. Escobar (1995, [1940]) e Vianna (1935).
↲
88. Cf. Lajolo (1982, 2000).
↲
89. Cf. Botelho (2002), Hansen (2007).
↲
90. A literatura cívico-patriótica endereçada à infância escolarizada
é analisada por Correa (2006) e Hansen (2007); a edição e comercialização do livro didático, por Bragança (2000) e Razzini (2010).
↲
91. Cf. Monarcha (1997) e Bragança (2000).
↲
92. A ideia de nação é abordada por Gellner (2008); quanto à
interpretação imaginária da vida coletiva, ver Brescianni (1998) e Girardet (1987).
↲
93. Cf. Gellner (2008).
↲
94. As trajetórias das ligas e seus programas são exaustivamente
analisados por Nagle (1966).
↲
95. Cf. Nofuentes (2008) e Sousa (2004).
↲
96. Cf. Oliveira (2012).
↲
97. Cf. Bandecchi (1980) e Estatutos da Liga Nacionalista de São
Paulo (1917).
↲
98. Cf. Buarque de Holanda (1948 [1936], 1960) e Nicolau (2012).
↲
99. Cf. Nascimento (2008).
↲
100. Cf. Conferência Interestadual de Ensino Primário (1922).
↲
101. Na sua diversidade, o tema “escolas estrangeiras” é analisado
por Kreutz e Luchese (2011). Ver Seyferth (1999). Sobre a obra de Orestes Guimarães, ver Auras (2007).
↲
102. Comenta Carvalho (2002, p.70): “Não se pode dizer que as
críticas desses autores estivessem equivocadas. Todos comparavam um regime republicano idealizado com a dura realidade e tiravam a conclusão inescapável da distância entre o Brasil real e o Brasil legal. No entanto, havia em todos eles uma incapacidade de ver o povo sob uma luz favorável, de perceber o lado positivo das ações do que chamei de povo da rua. Esse povo ativo ou era considerado fanático ou obscurantista ou desordeiro. O povo civil era simplesmente ignorante, analfabeto, doente, um Jeca-Tatu. O povo das eleições era massa passiva de manobra”.
↲
103. Esses artigos saíram com destaque na revista Educação, órgão
da diretoria-geral da Instrução Pública e da Sociedade de Educação de São Paulo, nos anos de 1927 e 1928; alguns anteriormente publicados em jornais prestigiosos: O País, Correio da Manhã, Diário da Noite.
↲
104. Os usos do positivismo no Rio Grande do Sul são analisados
por Bosi (1992), Lins (1967) e Tambara (1995).
↲
105. Essas discussões prosseguem nas conferências posteriores da
Associação Brasileira de Educação. Cf. Carvalho (1998).
↲
106. Interpretação acurada da revisão constitucional de 1925-1926
consta em Cury (2003).
↲
107. Cf. Mendonça (1997).
↲
108. “Abolição acomodou-se à República e durante anos viveram
ainda patriarcado semiescravocrata e República federativa quase tão simbioticamente como outrora patriarcado escravocrata e Império unitário.Várias sobrevivências patriarcais ainda hoje convivem com o brasileiro das áreas mais marcadas pelo longo domínio do patriarcado escravocrata – agrário ou mesmo pastoril – e menos afetadas pela imigração neoeuropeia (italiana, alemã, polonesa, etc.) ou japonesa; ou pela industrialização e urbanização da economia, da vida social e da cultura” (Freyre, 1949, p.670).
↲
109. Cf. Leal (1975).
↲
110. “Ruralismo – O Brasil é essencialmente agrícola e assim deve
ser. A terra é a base da riqueza, tudo mais é diversionismo perigoso. O autor crê em uma espécie de divisão internacional do trabalho, em visão ingênua que não percebe as vantagens de uns e as desvantagens dos outros (dos ligados à terra, como pretende ser o seu país). Tem atitude de desconfiança ante a
indústria, insiste na ideia de indústrias naturais, como em seu tempo, às vezes encobrindo interesses escusos de forças por ela tão combatidas” (Iglésias, 1993, p.35-36).
↲
111. Cf. Lima (1935).
↲
112. Cf. Barbosa Lima Sobrinho (1968). Contemporaneamente, a
obra de Alberto Torres é analisada por Marson (1979), ver também Fausto (2001). Quanto à perspectiva torreana dos fins públicos da educação, ver Almeida (1963).
↲
113. Cf. A escola regional... (1931).
↲
114. Cf. Andrade (1933).
↲
115. Cf. Melo (1954).
↲
116. Cf. Mennucci (1931).
↲
117. Cf. Carone (1975).
↲
118. Cf. Sousa (1944) e Souza (1994).
↲
119. Cf. Monarcha (2007).
↲
120. Cf. Apêndice A – Tabela F.
↲
121. Cf. Apêndice A – Tabela G.
↲
122. Cf. Apêndice A – Tabela H.
↲
123. Cf. Teixeira de Freitas (1937).
↲
124. Cf. Apêndice A – Tabela I.
↲
125. Cf. Girardet (1986). Em Gellner (2008, p.17, grifo do autor). “O
nacionalismo não é o despertar de uma velha força, latente e adormecida, embora seja assim que de fato se apresenta”.
↲
126. Cf. Anderson (1991, 2007).
↲
127. Cf. Lenharo (1985, 1986).
↲
128. “O espaço físico unificado constitui o lastro empírico sobre o
qual os outros elementos constitutivos da Nação se apoiam: a unidade étnico-cultural, a unidade econômica, política, o sentimento comum de ser brasileiro” (Lenharo, 1986, p.56).
↲
129. Cf. Esterci (1972).
↲
130. Cf. Guerra (2011).
↲
131. Cf. Azevedo (1941).
↲
132. Cf. Vidal e Souza (2002).
↲
Você terminou A instrução pública nas vozes dos portadores de futuros (Brasil – séculos XIX e XX)
Carlos Monarcha
Livros como este
-
A urdidura do magistério primário na Corte Imperial: um professor na trama de relações e agências
-
Os jesuitas e o ensino
-
Mário Pinto Serva: o intelectual e as fronteiras do campo educacional (1915–1928)
-
Política de educação no campo
-
A história da educação em manuscritos, periódicos e compêndios
-
Espaço e lugar privilegiado para formação de professores