A paixão do CEO
Capítulo vinte
Deixar a reunião foi a sensação mais libertadora que senti na vida, pois minha paciência com aquela mulher estava por um fio. Tinha que confessar que quando Madeline se apresentou como a minha secretária, isso me incomodou bastante, pois queria gritar aos quatro ventos que ela era minha mulher. Porém, não disse nada, embora o gesto que fiz para Mady pudesse ter revelado muito mais do que eu gostaria a senhora Bloom, que se sentiu instigada. As insinuações nas entrelinhas e os olhares que ela lançou a Mady, deixaram-na bastante constrangida por ter seu profissionalismo questionado por uma desconhecida.
A mulher tinha deixado bem claro em suas perguntas invasivas que acreditava que Madeline só estava na Austrália para aquecer a cama do CEO da Jhonson’s and Phillips’s, nada além disso. O que era uma grande mentira, já que queria muito mais de Madeline do que somente sexo e seu corpo delicioso. Eu a queria por perto porque amava sua companhia, seus comentários inteligentes, sua risada e o seu cheiro.
Sim, eu a amava mais do que qualquer coisa na vida, e pensar que uma qualquer pudesse colocar todo meu progresso a perder me irritava além do limite.
Quase que me levantei da mesa, encerrando qualquer possibilidade de negócios, sem me preocupar com todo o trabalho jogado fora, porém sabia o quanto isso incomodaria Madeline. Eu não tinha o costume de deixar que o pessoal interferisse em assuntos profissionais. Compartilhávamos, de certa forma, a mesma ambição para as questões comerciais, o que fazia dela, ainda mais, a parceira ideal para mim. Além de várias outras coisas que a tornavam única.
— Tudo bem, Mady? — disse, depois que nos afastamos do restaurante e começamos a caminhar sem rumo, de mãos dadas.
— Estou bem, sim, mas não posso negar que não via a hora do almoço terminar. — Abriu um sorriso amarelo, demoraria um pouco para que se livrasse de todo o embaraço.
— Imagino que sim, e peço desculpas, não deveria ter dado munição para ela.
— É — apertou minha mão de leve —, mas só quero esquecer isso. O importante é que as negociações avançaram e que nunca mais a verei. — Riu, dissipando um pouco da tensão.
— Espero que eu também não. — Ela gargalhou ainda mais, me fazendo, pela primeira vez depois do almoço, sorrir.
Continuamos a caminhar em um silêncio confortável, como se fôssemos um casal de namorados encantados com a presença um do outro, até que Madeline interrompeu nossos passos.
— Para onde estamos indo?
— Sendo sincero, não tenho a mínima ideia. — Dei de ombros. — Só sei que fica na direção oposta do hotel.
— Hummm…
— O que você acha de passearmos um pouco por Sydney? Ainda está cedo e não conseguimos ver nenhum ponto turístico da cidade.
— Isso é verdade, mas duvido muito que conseguirei ir muito longe com esse scarpin.
Olhei para os pés dela vendo os sapatos pretos de bico fino e um salto que deveria medir uns quinze centímetros. Foi impossível não imaginar ela nua usando somente aqueles calçados, caminhando na minha direção de maneira provocante, enquanto, com as próprias mãos, acariciava seu corpo. Chamando a minha atenção para os seus seios de tamanhos moderados, para suas curvas e para o seu sexo bem aparado. Deus, tinha que parar com isso ou acabaria preso por atentado ao pudor por desfilar por aí com uma ereção enorme no meio das pernas. Aquela mulher me deixava insano de desejo.
— Podemos passar em um shopping qualquer e comprar algo mais confortável para você usar. — Minha voz saiu mais rouca do que eu gostaria, deixando evidente meu estado.
— Okay. — Com o canto do olho vi ela arquear uma sobrancelha. — Que tal irmos depois ao Park St. Hyde e a Art Gallery of New South?
— O que você quiser, está perfeito para mim.
— Então vamos?
Assenti em concordância e caminhamos até um táxi que estava parado próximo ao meio-fio.
— Nos leve para o shopping mais próximo, por favor.
— É para já. — O motorista deu partida no carro, tomando uma rota qualquer.
Depois que passamos no Westfield Sydney, um shopping da região, tínhamos decidido ir a Art Gallery primeiro, já que o sol estava bastante quente e poderíamos ter insolação. Fiz muitos planos para mais tarde, e não queria que uma dor de cabeça se interpusesse entre nós. Embora eu não fosse um grande apreciador de arte, principalmente moderna e contemporânea, só de ter a companhia de Mady valeu muito a pena cada minuto passado na galeria.
Ela tinha se encantado com a fachada, um prédio antigo construído no final do século dezenove, que se assemelhava a um panteão grego, com suas colunas altas que sustentavam um frontão triangular. Mady tecia comentários e opiniões sobre tudo o que via, mesmo não sendo uma grande conhecedora, pois o acervo ia desde arte antiga aos grandes nomes da arte ocidental europeia, como Rubens e Delacroix, com destaque principalmente para os artistas australianos. Segundo o flyer da instituição, eram quase vinte mil peças feitas por locais.
Quando chegamos ao fim da visitação, passamos em uma lojinha e Mady comprou várias lembrancinhas temáticas para seus familiares e para alguns funcionários da empresa que ela gostava. Queria me oferecer para pagar, porém sabia que ela iria achar ruim, me dizendo que ela ganhava muito bem para isso e que não precisava sustentá-la só porque estávamos transando, que não tinha nenhuma obrigação para com ela, embora fosse o que eu mais queria ter.
Contudo, ver o entusiasmo dela, o brilho dos seus olhos enquanto percorria cada sala da galeria, aquecia meu coração. Fazê-la feliz era o que mais importava para mim.
— Que lugar lindo, Phill — disse enquanto caminhávamos de mãos dadas pelas alamedas do Hyde Park no finzinho da tarde. Com a outra, eu carregava as sacolas com os presentes e com o scarpin, em uma tentativa furada de ser cavalheiro. Dessa vez, ela não tinha protestado.
Estávamos tentando encontrar a famosa Catedral de St. Mary, que fora construída no interior do parque. O taxista que tinha nos levado até ali, nos disse que era um local muito bonito e famoso, bastante visitado pelos turistas, e que valeria muito a pena conhecer, mesmo que não pudéssemos adentrar no interior da igreja.
— Muito, ainda mais quando o sol está mais baixo no céu. — Virei-me para ela, vendo os raios baterem nos seus cabelos escuros e longos, deixando-os mais brilhantes do que o normal. Maravilhoso. — Mas sabia que você é mais?
— Besta. — Deu um tapinha no meu ombro, balançando a cabeça em negativa.
— Eu não me canso de olhar para você, Mady. — Fui sincero. — E acho que nunca irei.
— Você diz isso agora, quero ver quando eu ficar enrugada e flácida — brincou, rindo da própria piada. Saber que, independentemente do que acontecesse, Madeline se via trabalhando para mim, me acalentou, embora eu fosse tentar de tudo para fazê-la minha, não a queria apenas como minha secretária. Desejava acordar com ela todos os dias ao meu lado.
— Eu também não vou ficar assim para sempre. — Rimos juntos.
— Mas para vocês, homens, é muito mais fácil, não tem a cobrança que nós sofremos diariamente para manter um padrão de beleza. Tem até um ditado que diz quanto mais velho, melhor.
— Confesso que detesto esses padrões. — Suspirei. — E esse ditado é uma grande besteira, e o exemplo disso é Bryan, da contabilidade. — O homem era competente, porém as plásticas que fazia, para tentar disfarçar a idade, tornava-o ainda mais esquisito, para além da carranca que sempre mantinha no rosto.
— Deixe de ser maldoso, Phill — ralhou.
— Okay, não está mais aqui quem falou. — Dei de ombros. — Mas não retiro o que disse sobre te olhar.
— Isso a gente verá — riu, com uma gargalhada gostosa.
Continuamos a falar bobeiras até que finalmente avistamos ao longe a Catedral de St. Mary em estilo gótico, com sua simetria, pináculos pontiagudos e a rosácea que ficava ao centro. Era uma construção gigantesca e de tirar o fôlego.
Quando nos aproximamos da catedral, avistamos vários turistas como nós transitando pelo local, parando para tirar fotos do edifício e selfies. Praticamente na frente da igreja, tinha uma enorme fonte que deixava o lugar ainda mais belo. Uma placa de bronze dizia que tinha sido construída em homenagem a associação da Austrália à França na Primeira Guerra Mundial e ao jornalista J. F. Archibald, um entusiasta do tema.
— É mágico — Mady sussurrou no meu ouvido, ao pousar a mão na água do pequeno lago que se formava. — O taxista disse que o local era muito bonito, mas não esperava por algo assim.
— Realmente é uma obra de arte.
— Tira uma foto para mim, Phill? Quero enviar para Jane.
— Claro.
Aproximei-me dela, porém, em vez de esperar que tirasse o celular da bolsa, enlacei sua cintura com a mão livre e tomei seus lábios com os meus, provando daquela boca rosada que estava doido para saborear novamente. Infelizmente, as sacolas atrapalharam o encontro dos nossos corpos que eu tanto ansiava. Sem se importar se estávamos sendo observados ou não, Mady passou seus braços envolta do meu pescoço e, ficando nas pontas dos pés, aprofundou o beijo, pedindo passagem com a língua, enroscando-a na minha. Era muito bom beijá-la até perder o fôlego. Madeline poderia não acreditar em mim, mas no que tangia a ela, eu era insaciável. E o beijo acendeu em mim uma vontade insana de tê-la mais uma vez.
— Agora você pode tirar a foto? — me perguntou de brincadeira com a respiração ofegante, seus seios deliciosos subindo e descendo pelo decote da sua blusa social, o que a deixava ainda mais sexy e deleitável aos meus olhos. Mal podia esperar pela hora de tirar sua roupa.
Peguei meu celular do bolso e pedi que ela fizesse uma pose próximo a mim. Tirei uma selfie de nós dois com a fonte e a igreja ao fundo, enviando para o seu aplicativo de mensagem. Dando um selinho nela logo depois, guardei o aparelho.
— Pronto. Quer entrar na catedral?
— Claro.
Dando-me a mão novamente, caminhamos até a entrada do local, porém, infelizmente, todas as senhas do último horário de visitação já tinham sido distribuídas.
— Que pena — Mady pareceu desanimada —, queria tanto visitá-la.
— Podemos tentar outro dia. — Dei um beijinho nos seus cabelos. — Ou podemos tentar subornar o guarda, se você quer tanto.
— Não precisa exagerar. — Riu. — Sabia que isso é ilegal, senhor Brown?
— Mas o que eu não faria por você?
— Ilegalidades? Vou fingir que acredito que o senhor certinho faria isso.
Foi impossível conter a gargalhada que brotou dentro de mim, fazendo com que algumas pessoas olhassem na nossa direção, algumas confusas, outras irritadas. Pouco me importava o que os turistas estavam achando de nós. Com Madeline era impossível não me soltar e mostrar o homem que eu realmente era.
— Vamos, Mady? Acho que vi pelo caminho alguns lugares que vendem bebidas e comida. Estou morrendo de fome e a fim de provar o fast-food daqui.
— Okay, eu estou doida para me sentar e poder comer alguma coisa.
Demos as mãos e saímos do pátio onde ficava a catedral em busca de um local para comermos e conversar, sem que ninguém fechasse a cara para a gente.
Já eram quase sete horas da noite quando chegamos ao hotel. Estávamos tão envolvidos um com o outro, trocando beijos, que mal vimos o tempo passar. Nos tocávamos de maneira imprópria, como dois adolescentes, quando víamos que ninguém estava olhando, aumentando ainda mais a minha ânsia por ela. Quando entramos no táxi, Mady substituiu os calçados pelo sapato de salto alto e retocou a maquiagem, em uma tentativa de parecer mais séria. Contudo, seus lábios inchados e seus cabelos um pouco desgrenhados a denunciavam, porém eu não disse nada. A imagem da secretária impecável sumindo em meio ao desalinho fez com que um desejo avassalador tomasse conta de cada poro do meu corpo, alimentando minha vontade de enterrar-me nela novamente. As imagens lascivas povoando a minha mente fizeram com que meu pau crescesse de encontro ao tecido da minha cueca. Para minha sorte, não tinha ninguém com a gente no elevador e nenhuma vivalma pelos corredores até chegarmos a nossa suíte que pudesse ver minha excitação.
Assim que entramos, pousei as sacolas na mesa e tirei o terno, enrolando as mangas da minha camisa social até os antebraços. Ainda sentindo a ereção pressionar minha calça, aproximei-me do pequeno bar, que ficava no canto do cômodo, a fim de me servir uma dose de whisky, precisa do conforto que a bebida poderia proporcionar. Enquanto bebericava o destilado, encarava a janela que dava vista para o mar, embora não pudesse ver muita coisa por conta da escuridão.
— Está cansado, Phillips?
— Apesar de tudo, não. — Beberiquei mais um gole da minha bebida. — E você?
— Estou bem, apenas suada pela caminhada e bastante molhada. — As últimas palavras me fizeram soltar o copo na mesa e me virar para ela, que estava a poucos centímetros de mim sem a blusa branca, revelando seu sutiã rendado. Minha boca salivou com a visão dos seus seios subindo e descendo pela sua excitação.
Não, a bebida e o desejo não estavam me fazendo ouvir coisas.
— Hummm…? — Ela ergueu a mão e tocou meu pênis, apertando-o levemente por cima da calça.
— Eu quero você, Phill. Você não sabe o quanto foi difícil me controlar quando estávamos no parque.
— E eu não via a hora de tomá-la, com você usando só esse salto e essa saia.
Não foi preciso mais nada, apenas puxei sua cintura de encontro ao meu corpo, sentindo sua pele sedosa sob o meu tato, e beijei seus lábios com fúria, dando vazão a todo o desejo que me consumia. Quando nossas línguas encontraram uma a outra e começaram a se mover numa dança frenética, Mady arqueeou-se contra mim, esfregando seu quadril no meu membro que parecia pulsar ainda mais com o contato, fazendo-nos gemer.
Sem descolar a boca uma da outra, pausando apenas para respirar brevemente, nos movimentamos por toda a antessala da suíte, até chegarmos no centro do cômodo, próximo aos sofás.
— Sou louco por você, Mady. — Afastei a boca da sua e comecei a trilhar um caminho de beijos e mordidas na sua pele, chegando no topo dos seus seios expostos pelo sutiã meia-taça. Seus pelos se arrepiaram com o toque da minha língua, me deixando ainda mais faminto. — Você é tão gostosa.
— Eu também sou louca por você. — Puxou-me para baixo, voltando a me beijar, demonstrando o quanto me queria.
Em meio ao beijo, passei as mãos pelas suas costas nuas e abri o fecho deixando que a peça sem alça caísse entre nós. Tomei os dois mamilos, eretos pelo desejo, com as mãos em concha e com os polegares massageie-os em movimentos circulares, fazendo com que Mady se esfregasse ainda mais em mim e levasse a mão até o colarinho da minha camisa, começando a tirar os botões das casas.
— Phill, eu não quero esperar mais — sussurrou, sua voz saindo mais rouca do que o normal.
— Então fique de quatro no tapete, Mady — ordenei, fazendo ela tremer de antecipação nos meus braços.
Nua da cintura para cima, sem demora, fez o que eu pedi, os seios pendulando de um lado para o outro, enquanto empinava sua bunda o máximo possível na minha direção. O contraste da saia vermelha e o sapato preto com o tom creme do tapete parecia a pintura mais erótica que vi na vida.
— Porra, Mady — aproximei-me de Madeline e me ajoelhei atrás dela —, estou quase gozando, que nem um adolescente, só de ver você assim.
Foi impossível não apertar suas nádegas redondas e empinadas quando ela se inclinou ainda mais, em um convite silencioso para que entrasse nela por trás.
— Calma, amor — curvei-me na sua direção, apoiando-me com uma mão, e falei na sua orelha —, daqui a pouco.
— Phill — Ela gemeu e rebolou quando trilhei um caminho com a língua da sua orelha até a base da sua coluna, arrancando um tremor do seu corpo.
— É isso que você quer, Mady? — Segurando sua nádega com uma mão, adentrei com a outra pela sua saia, roçando com os dedos a pele suave das suas coxas, até chegar aonde ela queria. Passei meu dedo pela sua vagina, protegida pela renda da calcinha, e comecei a esfregar o local, estimulando-a. — Aqui?
— Hummm…
— Ou assim? — Afastando o tecido, penetrei-a com meu dedo, começando a entrar e sair do seu canal. Instintivamente, ela começou a se movimentar, querendo mais. E eu dei, enfiando o indicador nela, tocando seu clitóris. Seus seios balançando em meio ao ritmo que eu impunha com a mão era uma visão e tanto. Mady não era a única que parecia estar explodindo, meu pau pulsava cada vez mais, em busca do alívio que só o corpo de Madeline poderia me proporcionar.
Sabendo que ela estava quase chegando lá, em um movimento súbito, tirei meus dedos de dentro dela e da sua saia, fazendo-a choramingar em protesto e tentar fechar as pernas, porém não deixei.
— Phill… — reclamou, frustrada, mas eu não disse nada, estava muito ocupado provando sua excitação que impregnava meus dedos. Senti-la em minha língua fez com que um desejo insano tomasse conta de mim e arqueei meu pênis em direção às suas nádegas, em um ato primitivo. Não conseguiria torturá-la mais.
Com as duas mãos, levantei sua saia vermelha até a cintura, deixando a calcinha pequena à mostra. Porra, a renda da parte de trás era tão fina que mal cobria seu ponto enrugado.
— Merda, vou ter que fazer uma coleção de calcinhas suas. — Foi inevitável não passar o dedo entre o tecido e sua pele, soltando-o depois, fazendo a peça estalar contra seu ânus. O gritinho que Mady soltou em resposta enquanto rebolava, foi mais do que eu poderia aguentar. — Colecionarei todas que estiverem no seu corpo, porque quero vê-la sem elas .
Sem esperar resposta, desci a peça até seus calcanhares. Abri a braguilha da minha calça, abaixei a cueca, o mais rápido que pude, e levantei suas nádegas até que sua feminilidade ficasse completamente exposta para mim. Posicionei-me na sua entrada, estocando-a com um movimento firme. Gememos juntos quando o músculo do seu canal contraiu meu pau em um leve espasmo. Era muito bom estar dentro dela, mais do que qualquer outra coisa que poderia imaginar. A união dos nossos corpos fazia com que me sentisse como se fossemos um só, a metade um do outro, que se completavam quando estávamos juntos.
Era muito mais que sexo, era uma conexão tão profunda, que palavras não podiam descrever. Uma ligação que não queria que nunca acabasse.
Segurando sua cintura, comecei a me movimentar lentamente, fazendo com que Mady grunhisse de impaciência e rebolasse contra minha pelve, pedindo que eu fosse mais rápido.
— Sua safada. — Dei um tapa de leve na sua bunda, incentivando-a a continuar.
Não esperei mais, aumentando cada vez mais o ritmo, entrando e saindo da sua vagina, enterrando-me o mais fundo que a posição permitia. Seus gemidos e os estalos provocados pelos nossos corpos se chocando um no outro era a melhor melodia que tinha escutado, e aumentava ainda mais meu prazer, me levando à beira da loucura.
Quanto mais eu me levava para dentro dela, mais Mady se movimentava no meu pau, em uma busca frenética pelo ápice. A parte interna da sua vagina comprimia cada vez mais meu pênis, me indicando que ela estava quase lá. Todo o dia de hoje foi completamente esquecido das nossas mentes.
Segurei-a com mais força e comecei a estocá-la com o máximo de pressão e rapidez possível. Inseri um dedo dentro da vagina dela e comecei a massagear seu clítoris, querendo dar a Mady o alívio que seu corpo pedia. Os sons que emitia ficavam cada vez mais altos, frenéticos. Quando enterrei o mais fundo que conseguia, quase tocando a parede do seu útero, Madeline começou a tremer, indicando que chegara ao clímax. Bombeei meu pênis mais algumas vezes dentro dela, sua vagina ainda contraindo meu pau pelo espasmo do seu orgasmo, e cheguei ao êxtase logo depois. Me derramei na camisinha até que meu pau ficou semiereto pelo ritmo insano do sexo. Saí dela e deitei-me ao seu lado no chão, e a puxei para mim, abraçando-a e tomando seus lábios mais uma vez.
Três palavrinhas ecoavam na minha mente como um mantra, que, por enquanto, não poderia dizer…