Abilio

Cristiane Correa · Capítulo 26 de 30

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Abilio

Agradecimentos

 

Este livro começou a ser gestado no dia 7 de setembro de 2013. Eu estava de férias, na Itália, quando li na internet uma matéria que falava sobre o fim da disputa entre Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri. Sempre achei que Abilio seria um personagem fabuloso para um livro, com sua personalidade cheia de nuances e sua trajetória repleta de lances audaciosos (algumas vezes controversos). Com o fim da briga como o sócio francês, concluí que havia chegado o momento de abordá-lo. No mesmo dia lhe enviei um email falando de minha intenção de escrever uma biografia independente, centrada em sua vida empresarial. Ele respondeu em menos de 24 horas. Marcamos uma reunião para logo depois do meu retorno ao Brasil. Era o primeiro passo de uma jornada que levaria praticamente dois anos para ser concluída.

Abilio me concedeu quase uma dezena de entrevistas. Sua esposa, Geyse, e os filhos Ana Maria, João Paulo e Pedro Paulo também me receberam e se dispuseram e elucidar um sem-número de dúvidas que surgiram durante o processo de produção da obra. Agradeço a toda a família. Um livro como este, porém, exigiu a busca de muito mais fontes além do clã Diniz. Foram quase noventa entrevistas com funcionários e ex-funcionários do Pão de Açúcar, fornecedores da rede varejista, consultores, banqueiros, advogados e amigos do empresário. Com alguns cheguei a me encontrar pessoalmente quatro vezes. Muitos deles preferiram manter-se no anonimato. Sem a generosidade e paciência de todas essas pessoas eu jamais conseguiria cumprir essa tarefa (por razões variadas, nem todas, infelizmente, foram citadas no livro).

Ao longo do caminho tive a ajuda de Mariana Segala, uma talentosa repórter com quem convivi rapidamente no final de meu período como editora executiva da revista Exame. Ela me relembrou como é prazeroso trabalhar com gente competente e dedicada. Além dela, outras pessoas leram a versão final deste livro para dar opiniões e sugestões ou fazer críticas. Estou em dívida eterna com os amigos Hélio Sussekind e Dimitri Abudi, que gastaram horas valiosas do seu tempo “canetando” meu texto e deixando-o mais correto e fluido. Não há como agradecê-los o suficiente. (Um recado aos dois: preparem-se para repetir a dose no próximo livro.)

Meu publisher, Marcos da Veiga Pereira, com quem tive o prazer de trabalhar pela segunda vez, foi de novo um gentleman. Ele me deu todas as condições para que eu produzisse o livro da maneira que julgava mais pertinente, foi paciente com meu atraso na entrega do texto e valioso na edição. Como ele costuma dizer: “Que alegria!”

José Salibi Neto, amigo de vários anos, profundo conhecedor do cenário empresarial brasileiro e cofundador da HSM, deu-me a honra de escrever o prefácio. Comparar Abilio ao Homem de Ferro, talvez o mais humano dos super-heróis, foi, na minha opinião, uma ideia de craque.

Minha vida teria menos cor, ritmo e boas histórias se não fossem os amigos que me cercam. Quero agradecer especialmente a Flavio Ribeiro de Castro, Camila Guimarães, Aline Sordili, Alexandre Moreno, Adriane Ahlers, Myriam Vallone, Luciana Vedovato, Debora Fortes, Ana Paula Pedroso, Roberto Dias, Louise Faleiros, Ricardo Garrido, Edson Bottura, Douglas Santos, Patrícia Hargreaves, Vicky Constantinesco, Juliana Nogueira Passos e Saulo Passos. Cada um de vocês sabe exatamente o que fez por mim.

Meu irmão, Ricardo, me ajudou a manter a sanidade e o foco com nossos jogos dominicais de tênis – ainda que eu tenha perdido rigorosamente todas as partidas. Valeu, brother. Finalmente, agradeço a meus pais, Edinézia e Domingos. Eu não faria nada sem vocês.