Como Ser Antirracista

Ibram X. Kendi · Apêndice

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Como Ser Antirracista

Notas

Este capítulo é longo, por isso está dividido em 3 partes.

em socialistworker.org/2011/01/04/race-class-and-marxism.

176 A história do capitalismo Para uma história honesta sobre o capitalismo e os

Estados Unidos, veja Howard Zinn, A People’s History of the United States, 1492–

Present (Nova York: HarperCollins, 1982). 176 “capitalistas ao extremo” “Elizabeth Warren’s Theory of Capitalism”, The Atlantic,

28 de agosto de 2018, disponível em

www.theatlantic.com/politics/archive/2018/08/elizabeth-warrens-theory-of-

capitalism/568573/.

177 O 1% mais rico detém hoje cerca de 50% “Richest 1% Own Half the World’s

Wealth, Study Finds”, The Guardian, 14 de novembro de 2017, disponível em

www.theguardian.com/inequality/2017/nov/14/worlds-richest-wealth-credit-suisse. 179 “Fiz este filme para a estética negra” Lerone Bennet Jr., “The Emancipation

Orgasm: Sweetback in Wonderland”, Ebony, Setembro de 1971. 179 Bennett detonou Van Peebles Ibid. 180 Black Bourgeoisie de E. Franklin Frazier E. Franklin Frazier, Black Bourgeoisie:

The Rise of a New Middle Class (Nova York: Free Press, 1957). 180 “a classe média negra contribui muito pouco” Nathan Glazer e Daniel Patrick

Moynihan, Beyond the Melting Pot, 51–52. 180 Martin Luther King Jr. e uma geração de jovens negros da elite da burguesia

negra Lewis, W.E.B. Du Bois, 1919–1963, 558.

 

Capítulo 13: Espaço

181 obra de referência Afrocentricity Molefi Kete Asante, Afrocentricity: The Theory

of Social Change (Buffalo, NY: Amulefi, 1980). 182 “A rejeição do particularismo europeu” Veja Molefi Kete Asante, Afrocentricity

(Trenton, NJ: African World Press, 1988), 104.

182 ela gostou de vir para os Estados Unidos falar de sua pesquisa Ama Mazama

e Garvey Musumunu, African Americans and Homeschooling: Motivations,

Opportunities, and Challenges (Nova York: Routledge, 2015); Molefi Kete Asante e

Ama Mazama, eds., Encyclopedia of African Religion (Thousand Oaks, CA: SAGE,

2009); e Ama Mazama, ed., The Afrocentric Paradigm (Trenton, NJ: Africa World

Press, 2003).

184 “doença insidiosa” Kenneth B. Clark, Dark Ghetto: Dilemmas of Social Power (2ª

edição) (Middletown, CT: Wesleyan University Press, 1989), 25, 87, 109. 184 “banqsters”, como Thom Hartmann os chama Thom Hartmann, “How to Take

on the Banksters”, The Hartmann Report, 21 de setembro de 2016, disponível em

www.thomhartmann.com/blog/2016/09/how-take-banksters. 184 norte-americanos perderam trilhões durante a Grande Recessão “America

Lost $10.2 Trillion in 2008”, Business Insider, 3 de fevereiro de 2009, disponível em

www.businessinsider.com/2009/2/america-lost-102-trillion-of-wealth-in-2008. 184 Estima-se que as perdas provocadas por crimes de colarinho branco “White-

Collar Crimes — Motivations and Triggers”,Forbes, 22 de fevereiro de 2018,

disponível em www.forbes.com/sites/roomykhan/2018/02/22/white-collar-crimes-

motivations-and-triggers/#258d26351219.

184 custos combinados de roubos e assaltos Patrick Colm Hogan, The Culture of

Conformism: Understanding Social Consent (Durham, NC: Duke University Press,

2001), 15.

184 morreram 3.380 mais norte-americanos em acidentes de trânsito

relacionados ao álcool Ibram X. Kendi, Stamped from the Beginning: The Definitive

History of Racist Ideas in America (Nova York: Nation Books, 2016), 437. 185 “estão morando no inferno” “Trump at Debate: Minorities in Cities ‘Are Living in

Hell,’” Politico, 26 de setembro de 2016, disponível em

www.politico.com/story/2016/09/trump-minorities-living-in-hell-228726. 185 “de países nojentos” “Trump Derides Protections for Immigrants from ‘Shithole’

Countries”, The Washington Post, 12 de janeiro de 2018. 186 as HBCUs não representam “o mundo real” “Hold Up: Aisha Tyler Thinks

HBCUs Are Bad for Black Students?”, BET, 28 de abril de 2016, disponível em

www.bet.com/celebrities/news/2016/04/28/aisha-tyler-slams-hbcus.html. 187 “Até mesmo as melhores faculdades e universidades negras não” Thomas

Sowell, “The Plight of Black Students in America”, Daedalus 103 (primavera de 1974),

189.

187 A “descrição de Sowell continua precisa” Jason L. Riley, “Black Colleges Need

a New Mission”, The Wall Street Journal, 28 de setembro de 2010, disponível em

www.wsj.com/articles/SB100014240527487046540045755178221 24077834. 187 As doações para a HBCU mais rica, Howard Veja “HBCUs Struggle to Close the

Endowment Gap”, Philanthropy News Digest, 19 de julho de 2017, disponível em

philanthropynewsdigest.org/news/hbcus-struggle-to-close-the-endowment-gap. 187 produz a disparidade de doações Ibid. 187 como os atuais modelos estaduais “baseados em desempenho ” “Black

Colleges Are the Biggest Victims of States’ Invasive New Funding Rules”, The

Washington Post, 16 de dezembro de 2014, disponível em

www.washingtonpost.com/post everything/wp/2014/12/16/black-colleges-are-the-

biggest-victims-of-states-invasive-new-funding-rules/.

188 as HBCUs costumam apresentar índices mais altos de graduação de negros

“How Are Black Colleges Doing? Better Than You Think, Study Finds”, The Chronicle

of Higher Education, 13 de abril de 2018, disponível em

www.chronicle.com/article/How-Are-Black-Colleges-Doing-/243119. 188 graduados negros em HBCUs têm, em média, mais probabilidade “Grades of

Historically Black Colleges Have Well-Being Edge”, Gallup, 27 de outubro de 2015,

disponível em news.gallup.com/poll/186362/grads-historically-black-colleges-

edge.aspx.

188 Os bancos continuam tendo duas vezes mais de chance de aprovar

empréstimos a empresários brancos “Study Documents Discrimination Against

Black Entrepreneurs”, NCRC, 17 de novembro de 2017, disponível em ncrc.org/study-

documents-discrimination-black-entrepreneurs/; Sterling A. Bone et al., “Shaping

Small Business Lending Policy Through Matched-Paired Mystery Shopping”, 12 de

setembro de 2017, disponível na SSRN em papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?

abstract_id=3035972.

188 Clientes evitam empresas negras Por exemplo, veja “Jennifer L. Doleac and

Luke C. D. Stein, “The Visible Hand: Race and Online Market Outcomes”, 1 de maio

de 2010, disponível em SSRN at papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?

abstract_id=1615149.

188 “esse tratamento desigual justifica o mau atendimento?” “Should Black

Owned Businesses Get a Hall Pass for Bad Service?”, Blavity, 2017, disponível em

blavity.com/black-owned-businesses-get-pass-for-bad-service. 189 “para levar de volta ao seu país de origem as sementes da civilização”

Thomas Jefferson, “To Lynch, Monticello, 21 de janeiro de 1811”, in The Writings of

Thomas Jefferson, Volume 9, 1807–1815, ed. Paul Leicester Ford (Nova York: G. P.

Putnam’s Sons, 1898), 303.

189 “regiões selvagens da África” Claude Andrew Clegg III, The Price of Liberty:

African Americans and the Making of Liberia (Chapel Hill, NC: University of North

Carolina Press, 2009), 35.

189 Um escritor de uma publicação do sul, De Bow’s Review , buscou “Free Negro

Rule”, DeBow’s Review 3:4 (abril de 1860), 440. 189 Sherman e o secretário de guerra dos Estados Unidos, Edwin M. Stanton,

encontraram-se Veja The War of the Rebellion: A Compilation of the Official Records

of the Union and Confederate Armies (Washington, DC: U.S. Government Printing

Office, 1895), 37–41.

189 “ficará a cargo das pessoas libertas” “Sherman’s Special Field Orders, Nº 15”,

em The Empire State of the South: Georgia History in Documents and Essays , ed.

Christopher C. Meyers (Macon, GA: Mercer University Press, 2008), 174. 190 a ordem de Sherman privou os negros Horace Greeley, “Gen. Sherman and the

Negroes”, Nova York Daily Tribune, 30 de janeiro de 1865. 191 “na plataforma de acomodações iguais” Henry W. Grady, “In Plain Black and

White: A Reply to Mr. Cable”, Century Magazine 29 (1885), 911. 191 desviaram recursos para espaços exclusivamente brancos “Jim Crow’s

Schools”, American Educator, Summer 2004, disponível em

www.aft.org/periodical/american-educator/summer-2004/jim-crows-schools. 191 pressuposto “integracionista de que a separação obrigatória das duas raças”

“Plessy v. Ferguson 163 U.S. 537 (1896)”, in Abraham L. Davis e Barbara Luck

Graham, The Supreme Court, Race, and Civil Rights (Thousand Oaks, CA: SAGE,

1995), 51.

191 a maioria das crianças negras preferia bonecas brancas Para ensaios sobre os

experimentos com bonecas, veja Kenneth B. Clark e Mamie P. Clark, “The

Development of Consciousness of Self and the Emergence of Racial Identification in

Negro Preschool Children”, Journal of Social Psychology 10:4 (1939), 591–99; e

Kenneth B. Clark e Mamie P. Clark, “Racial Identification and Preference among

Negro Children”, in Readings in Social Psychology, ed. E. L. Hartley (Nova York: Holt,

Rinehart & Winston, 1947); Kenneth B. Clark, Prejudice and Your Child (Middletown,

CT: Wesleyan University Press, 1988).

191 “Separar (crianças não brancas) de outras” “Brown v. Board of Education”, LII

Collection: U.S. Supreme Court Decisions, Cornell University Law School, disponível

em www.law.cornell.edu/supremecourt/text/347/483.

192 Distrito Escolar Independente de San Antonio versus Rodriguez Veja Paul A.

Sracic, San Antonio v. Rodriguez and the Pursuit of Equal Education: The Debate

Over Discrimination and School Funding (Lawrence, KS: University Press of Kansas,

2006).

192 “existem escolas negras e instruções e instrutores preparados” Zora Neale

Hurston, “Court Order Can’t Make Races Mix”, Orlando Sentinel, 11 de agosto de

1955.

192 “acho que a integração em nossas escolas públicas é diferente” “Deacon

Robert Williams”, em Reflections on Our Pastor: Dr. Martin Luther King, Jr. at Dexter

Avenue Baptist Church, 1954–1960, eds. Wally G. Vaughn e Richard W. Wills (Dover,

MA: The Majority Press, 1999), 129.

193 um corpo docente de 80% de pessoas brancas “The Nation’s Teaching Force Is

Still Mostly White and Female”, Education Week, 15 de agosto de 2017, disponível

em www.edweek.org/ew/articles/2017/08/15/the-nations-teaching-force-is-still-

mostly.html.

193 têm 40% menos probabilidade de acreditar que ele terminará o ensino médio

Seth Gershenson, Stephen B. Holt, e Nicholas W. Papageorge, “Who Believes in Me?

The Effect of Student-Teacher Demographic Match on Teacher Expectations”,

Economics of Education Review 52 (junho de 2016), 209–24. 193 Estudantes negros de baixa renda que têm pelo menos um professor negro

“IZA DP Nº 10630: The Long-Run Impacts of Same-Race Teachers”, Institute of Labor

Economics, março de 2017, disponível em www.iza.org/publications/dp/10630. 193 A integração tornou-se “uma via de mão única” Barack Obama, Dreams from

My Father: A Story of Race and Inheritance (Nova York: Crown, 2007), 99–100. 194 “A experiência de uma educação integrada” David L. Kirp, “Making Schools

Work”, The New York Times, 19 de maio de 2012, disponível em

www.nytimes.com/2012/05/20/opinion/sunday/integration-worked-why-have-we-

rejected-it.html.

194 A porcentagem de estudantes negros do sul que frequentava escolas

brancas integradas “The Data Proves That School Segregation Is Getting Worse”,

Vox, 5 de março de 2018, disponível em www.vox.com/2018/3/5/7080218/school-

segregation-getting-worse-data.

194 “sempre pensei que a integração fosse a principal meta de melhores

relações raciais” Tamar Jacoby, “What Became of Integration”, The Washington

Post, 28 de junho de 1998.

194 “usando apenas operários, arquitetos, advogados e instituições negros”

Martin Luther King,“‘Where Do We Go from Here?,’ Address Delivered at the Eleventh

Annual SCLC Convention”, 16 de abril de 1967, The Martin Luther King, Jr. Research

and Education Institute, Stanford University, disponível em

kinginstitute.stanford.edu/king-papers/documents/where-do-we-go-here-address-

delivered-eleventh-annual-sclc-convention.

195 “apenas homens brancos” com “peles” diferentes Kenneth M. Stampp, The

Peculiar Institution: Slavery in the Ante-bellum South (Nova York: Alfred A. Knopf,

1967), vii.

 

Capítulo 14: Gênero

199 A Cor Púrpura , de Alice Walker Alice Walker, The Color Purple (Boston:

Harcourt, 1982).

199 “A Família Negra: Um Caso de Ação Nacional” Daniel P. Moynihan, The Negro

Family: The Case for National Action (Washington, D.C.: U.S. Government Printing

Office, 1965).

200 “As reverberações” do relatório de Moynihan “foram desastrosas” Deborah

Gray White, Too Heavy a Load: Black Women in Defense of Themselves, 1894–1994

(Nova York: W. W. Norton, 1999), 200.

200 a “meta imediata da mulher negra atual” “For a Better Future”, Ebony, agosto de

1996.

200 O racismo tinha focado “ampla” e “claramente” o homem negro Charles

Herbert Stember, Sexual Racism: The Emotional Barrier to an Integrated Society

(Nova York: Elsevier, 1976), ix, 66.

200 Para um grande número de homens negros, o movimento Black Power Veja

Eldridge Cleaver, Soul on Ice (Nova York: Dell, 1991). 201 “agora atingiu 68%” Charles Murray, “The Coming White Underclass”, The Wall

Street Journal, 29 de outubro de 1993. 201 mulheres negras casadas tendo menos filhos Angela Y. Davis, Women, Culture

& Politics (Nova York: Vintage Books, 1990), 75–85; e “The Math on Black Out of

Wedlock Births”,The Atlantic, 17 de fevereiro de 2009, disponível em

www.theatlantic.com/entertainment/archive/2009/02/the-math-on-black-out-of-

wedlock-births/6738/.

203 “movimento feminista negro” Kimberly Springer, Living for the Revolution: Black

Feminist Organizations, 1968–1980 (Durham, NC: Duke University Press, 2005). 203 o Coletivo Combahee River Veja Keeanga-Yamahtta Taylor, ed., How We Get

Free: Black Feminism and the Combahee River Collective (Chicago: Haymarket,

2017).

204 “duplo perigo” do racismo e do sexismo Frances Beal, “Double Jeopardy: To

Be Black and Female”, in The Black Woman: An Anthology, ed. Toni Cade Bambara

(Nova York: New American Library, 1970), 92.

204 “as preocupações da mulher contemporânea negra deste país” e “perversa

negra vadia” Toni Morrison, “Preface”, em The Black Woman, 11. 204 “linchamento high-tech” Veja “How Racism and Sexism Shaped the Clarence

Thomas/Anita Hill Hearing”, Vox, 16 de abril de 2016, disponível em

www.vox.com/2016/4/16/1408576/anita-hill-clarence-thomas-confirmation. 204 “Ao discutir as experiências das mulheres negras” Philomena Essed,

Understanding Everyday Racism: An Interdisciplinary Theory (Newbury Park, CA:

SAGE, 1991), 31.

205 “Mapeando as Margens” Kimberlé Crenshaw, “Mapping the Margins:

Intersectionality, Identity Politics, and Violence Against Women of Color”, Stanford

Law Review 43:6 (julho de 1991), 1242. 205 esterilizações involuntárias de mulheres negras Roberts, Killing the Black Body,

90–96.

205 mulheres negras com alguma instrução superior ganhando menos Veja

“Usual Weekly Earnings of Wage and Salary Workers, Fourth Quarter 2018”, Bureau

of Labor Statistics, U.S. Department of Labor, 17 de janeiro de 2019, disponível em

www.bls.gov/news.release/pdf/wkyeng.pdf.

205 mulheres negras tendo que buscar instrução especializada para ganhar mais

Veja “Usual Weekly Earnings of Wage and Salary Workers, Fourth Quarter 2018.” 206 a riqueza média de mulheres brancas solteiras ser de US$42 mil “Lifting as We

Climb: Women of Color, Wealth, and America’s Future”, Insight Center for Community

Economic Development, Spring 2010, disponível em insightcced.org/old-

site/uploads/CRWG/LiftingAsWeClimb-WomenWealth-Report-InsightCenter-

Spring2010.pdf.

206 Mulheres indígenas e negras experimentam níveis de pobreza mais elevados

Veja “Black Women: Supporting Their Families — With Few Resources”, The Atlantic,

12 de junho de 2017, disponível em

www.theatlantic.com/business/archive/2017/06/black-women-economy/530022/. 206 Mulheres negras e latinas ainda ganham menos “The Gender Wage Gap: 2017

Earnings Differences by Race and Ethnicity”, Institute for Women’s Policy Research, 7

de março de 2018, disponível em iwpr.org/publications/gender-wage-gap-2017-race-

ethnicity/.

206 Mulheres negras têm probabilidade três a quatro vezes maior de morrer “Why

America’s Black Mothers and Babies Are in a Life-or-Death Crisis”, The New York

Times, 11 de abril de 2018, disponível em

www.nytimes.com/2018/04/11/magazine/black-mothers-babies-death-maternal-

mortality.html.

206 Uma mulher negra com pós-graduação tem maior probabilidade de perder o

bebê “6 Charts Showing Race Gaps Within the American Middle Class”, Brookings,

21 de outubro de 2016, disponível em www.brookings.edu/blog/social-mobility-

memos/2016/10/21/6-charts-showing-race-gaps-within-the-american-middle-class/. 206 Mulheres negras continuam tendo probabilidade duas vezes maior de ser

encarceradas “A Mass Incar- ceration Mystery”, The Marshall Project, 15 de

dezembro de 2017, disponível em www.themarshallproject.org/2017/12/15/a-mass-

incarceration-mystery.

206 controlou a sexualidade da mulher branca Para um estudo completo das

políticas de mulheres na era de linchamentos, veja Crystal Nicole Feimster, Southern

Horrors: Women and the Politics of Rape and Lynching (Cambridge, MA: Harvard

University Press, 2009).

206 estavam recriando a era da escravatura Rachel A. Feinstein, When Rape Was

Legal: The Untold History of Sexual Violence During Slavery (Nova York: Routledge,

2018); and Daina Ramey Berry e Leslie M. Harris, eds., Sexuality and Slavery:

Reclaiming Intimate Histories in the Americas (Athens, GA: University of Georgia

Press, 2018).

207 Casey Anthony, mulher branca da Flórida que o juri absolveu “‘What Really

Happened?’: The Casey Anthony Case 10 Years Later”, CNN, 30 de junho de 2018,

disponível em www.cnn.com/2018/06/29/us/casey-anthony-10-years-later/index.html. 207 as prisões de homens negros caíram 24% A taxa de encarceramento de

homens negros é de 2.613 em cada 100 mil; a de homens brancos é de 457; a de

mulheres negras de 103; e a de mulheres brancas, de 52, segundo o Bureau of

Justice Statistics, conforme mostrado em “A Mass Incarceration Mystery”, The

Marshall Project, 15 de dezembro de 2017, disponível em

www.themarshallproject.org/2017/12/15/a-mass-incarceration-mystery. 207 Homens negros criados no topo da faixa de 1% de milionários “Extensive Data

Shows Punishing Reach of Racism for Black Boys”, The New York Times, 19 de

março de 2018, disponível em www.nytimes.com/interactive/2018/03/19/upshot/race-

class-white-and-black-men.html.

208 “Discursos feministas e antirracistas contemporâneos deixaram de

considerar identidades interseccionais” Crenshaw, “Mapping the Margins”, 1242–

43.

 

Capítulo 15: Sexualidade

209 que 32% das crianças criadas por casais negros de pessoas do mesmo sexo

vivem na pobreza “LGBT Families of Color: Facts at a Glance”, Movement

Advancement Project, Family Equality Council, and Center for American Progress,

janeiro de 2012, disponível em www.nbjc.org/sites/default/files/lgbt-families-of-color-

facts-at-a-glance.pdf.

209 seus pais têm mais probabilidade de serem pobres do que casais negros e

brancos heterossexuais Veja “Beyond Stereotypes: Poverty in the LGBT

Community”, TIDES, Junho de 2012, disponível em

williamsinstitute.law.ucla.edu/williams-in-the-news/beyond-stereotypes-poverty-in-the-

lgbt-community/.

210 “a questão do sexo” Havelock Ellis, Studies in the Psychology of Sex, Volume 1

(Londres: Wilson and Macmillan, 1897), x.

210 um popular resumo dos escritos de Lombroso Havelock Ellis, The Criminal

(Londres: Walter Scott, 1890).

210 “No que se refere aos órgãos sexuais, parece possível” Havelock Ellis, Studies

in the Psychology of Sex, Volume 2 (Filadélfia: F. A. Davis, 1933), 256. 210 médicos racistas compararam Morris, “Is Evolution Trying to Do Away with the

Clitoris?”, Artigo apresentado na reunião da American Association of Obstetricians

and Gynecologists, St. Louis, 21 de setembro de 1892, disponível em

archive.org/stream/39002086458651.med.yale.edu/39002 086458651_djvu.txt. 210 “anormalmente proeminente em praticamente todas as circunstâncias” Perry

M. Lichtenstein, “The ‘Fairy’ and the Lady Lover”, Medical Review of Reviews 27

(1921), 372.

210 que “ocorre especialmente em mulheres não brancas” Ibid. 212 Homens negros gays têm menor probabilidade de fazer sexo sem proteção e

usar drogas “What’s at the Roots of the Disproportionate HIV Rates for Black Men?”,

Plus, 6 de março de 2017, disponível em

www.hivplusmag.com/stigma/2017/3/06/whats-root-disproportionate-hiv-rates-their-

queer-brothers.

213 “afirmar que todas as vidas negras importam” “Black Lives Matter Movement

Awarded Sydney Peace Prize for Activism”, NBC News, 2 de novembro de 2017,

disponível em www.nbcnews.com/news/nbcblk/black-lives-matter-movement-

awarded-sydney-peace-prize-activism-n816846.

213 A expectativa média de vida de uma mulher negra transgênero nos Estados

Unidos “It’s Time for Trans Lives to Truly Matter to Us All”, Advocate, 18 de fevereiro

de 2015, disponível em www.advocate.com/commentary/2015/02/18/op-ed-its-time-

trans-lives-truly-matter-us-all.

213 a partir de histórias pessoais da ativista transgênero Janet Mock Veja Janet

Mock, Redefining Realness: My Path to Womanhood, Identity, Love & So Much More

(Nova York: Simon & Schuster, 2015); Janet Mock, Surpassing Certainty: What My

Twenties Taught Me (Nova York: Atria, 2017). 215 observando Kayla Moore defendendo seu marido “Kayla Moore Emerges as

Her Husband’s Fiercest and Most Vocal Defender”, The Washington Post, 15 de

novembro de 2017, disponível em www.washingtonpost.com/politics/kayla-moore-

emerges-as-her-husbands-fiercest-and-most-vocal-defender/2017/11/15/5c8b7d82-

ca19-11e7-8321-481fd63f174d_story.html.

216 “apesar de termos tido a escravidão” “In Alabama, the Heart of Trump Country,

Many Think He’s Backing the Wrong Candidate in Senate Race”, Los Angeles Times,

21 de setembro de 2017, disponível em www.latimes.com/politics/la-na-pol-alabama-

senate-runoff-20170921-story.html.

 

Capítulo 16: Fracasso

218 “nosso cuidado parental” e “em algum modo, da boa conduta negra” Veja

David Scholfield and Edmund Haviland, “The Appeal of the American Convention of

Abolition Societies to Anti-Slavery Groups”, The Journal of Negro History 6:2 (abril de

1921), 221, 225.

219 “A redução do preconceito” “Raising Us in the Scale of Being”, Freedom’s

Journal, 16 de março de 1827.

219 juízes da “persuasão de elevação” Veja Ibram X. Kendi, Stamped from the

Beginning: The Definitive History of Racist Ideas in America (Nova York: Nation

Books, 2016), 124–25.

221 “Vocês não adquiriram a estima” William Lloyd Garrison, An Address, Delivered

before the Free People of Color, in Philadelphia (Boston: S. Foster, 1831), 5–6. 221 “realizar o importante trabalho de redenção nacional” “‘What we have long

predicted… has commenced its fulfillment’”, em The Boisterous Sea of Liberty: A

Documentary History of American from Discovery Through the Civil War, eds. David

Brion Davis e Steven Mintz (Nova York: Oxford University Press, 1998), 390. 221 se encaixa em sua criação pessoal Para uma boa biografia de Garrison, veja

Henry Mayer, All on Fire: William Lloyd Garrison and the Abolition of Slavery (Nova

York: W. W. Norton, 2008).

221 assustador crescimento da escravidão Edward E. Baptist, The Half Has Never

Been Told: Slavery and the Making of American Capitalism (Nova York: Basic Books,

2016).

222 “Se eu pudesse salvar a União sem libertar nenhum escravo” Abraham

Lincoln, “To Horace Greeley”, in The Collected Works of Abraham Lincoln, Volume 5,

ed. Roy P. Basler (New Brunswick, NJ: Rutgers University Press, 1953), 388. 222 “medida de guerra necessária” Abraham Lincoln’s Emancipation Proclamation, 1

de janeiro de 1863, American Battlefield Trust, disponível em

www.battlefields.org/learn/primary-sources/abraham-lincolns-emancipation-

proclamation.

222 “não queriam ter nada a ver com os negros” Veja Leonard P. Curry, Blueprint

for Modern America: Nonmilitary Legislation of the First Civil War Congress

(Nashville: Vanderbilt University Press, 1968), 79.

222 O “partido do homem branco” Veja Francis P. Blair Jr., The Destiny of the Races

of this Continent (Washington, D.C., 1859), 30. 222 defender militarmente o negro de terroristas racistas Para um estudo

excelente do declínio da Reconstrução, veja Eric Foner, Reconstruction: America’s

Unfinished Revolution, 1863–1877 (Nova York: Harper Collins, 2011). 222 “A celeridade por motivos egoístas” Mayer, All on Fire, 617. 223 “Durante anos, acreditava-se na teoria de que a maioria dos líderes negros”

W.E.B. Du Bois, “A Negro Nation Within a Nation”, em W. E. B. Du Bois: A Reader,

ed. David Levering Lewis (Nova York: Henry Holt, 1995), 565. 223 “surpreendente ignorância” Gunnar Myrdal, An American Dilemma: The Negro

Problem and Modern Democracy (Nova York: Harper, 1944), 48. 223 “Não há dúvidas, na opinião do escritor” Ibid., 339. 223 “Gunnar Myrdal tinha sido surpreendentemente profético” Gene Roberts e

Hank Klibanoff, The Race Beat: The Press, the Civil Rights Struggle, and the

Awakening of the Nation (Nova York: Vintage Books, 2007), 406. Além dessa

avaliação, este é um excelente trabalho de jornalismo.

223 “discriminação contra grupos minoritários nesse país exerce um efeito

adverso” Mary L. Dudziak, Cold War Civil Rights: Race and the Image of American

Democracy (Princeton, NJ: Princeton University Press, 2011), 100. 223 “nos envolvermos nessa luta mundial” e Setenta e oito por cento dos norte-

americanos brancos concordaram Ibid., 185–87. 224 Em 1967, Martin Luther King Jr. admitiu Martin Luther King, “‘Where Do We Go

from Here?,’ Address Delivered at the Eleventh Annual SCLC Convention”, 16 de abril

de 1967, The Martin Luther King, Jr. Research and Education Institute, Stanford

University, disponível em kinginstitute.stanford.edu/king-papers/documents/where-do-

we-go-here-address-delivered-eleventh-annual-sclc-convention. 224 Observe o aumento do apoio branco Lawrence D. Bobo et al., “The Real Record

on Racial Attitudes”, em Social Trends in American Life: Findings from the General

Social Survey Since 1971, ed. Peter V. Marsden (Princeton, NJ: Princeton University

Press, 2012), 38–83.

224 Observe o aumento do apoio ao Obamacare “Support for 2010 Health Care Law

Reaches New High”, Pew Research Center, 23 de fevereiro de 2017, disponível em 241 Zimmerman à atendente da polícia “Transcrição da chamada telefônica de

www.pewresearch.org/fact-tank/2017/02/23/support-for-2010-health-care-law-

reaches-new-high/.

225 era libertar os “Seis de Jena” Para uma boa entrevista que detalha o caso, veja

“The Case of the Jena Six: Black High School Students Charged with Attempted

Murder for Schoolyard Fight After Nooses Are Hung from Tree”, Democracy Now, 10

de julho de 2007, disponível em

www.democracynow.org/2007/7/10/the_case_of_the_jena_six. 227 usei a frase de Malcolm X fora de contexto A citação completa é: “Quando

estava na prisão, li um artigo — não fique chocado por eu dizer que estive na prisão.

Você ainda está na prisão. É isso que os EUA significam: prisão.” Veja Malcolm X,

“Message to the Grassroots”, 10 de dezembro de 1963, disponível em

blackpast.org/1963-malcolm-x-message-grassroots.

228 “O ato do presidente Roosevelt em entreter esse crioulo” Stephen Kantrowitz,

Ben Tillman & the Reconstruction of White Supremacy (Chapel Hill, NC: University of

North Carolina Press, 2000), 259.

229 o massacre de Hamburg Ibid., 64–71. 229 “O propósito de nossa visita a Hamburgo foi espalhar o terror” Benjamin R.

Tillman, The Struggles of 1876: How South Carolina Was Delivered from Carpetbag

and Negro Rule (Anderson, SC, 1909), 24. Discurso na Reunião dos Camisas

Vermelhas em Anderson, disponível em babel.hathitrust.org/cgi/pt?

id=mdp.39015079003128.

231 Naquele dia, milhares de nós pensamos que estávamos protestando Veja

“Thousands Protest Arrests of 6 Blacks in Jena, La.”, The New York Times, 21 de

setembro de 2007, disponível em /www.nytimes.com/2007/09/21/us/21cnd-jena.html. 232 conseguiram reduzir com tranquilidade as acusações para simples agressão

“Plea Bargain Wraps Up ‘Jena 6’ Case”, CBS News, 26 de junho de 2009, disponível

em www.cbsnews.com/news/plea-bargain-wraps-up-jena-6-case/. 232 sustentaram aquelas corajosas mulheres negras Para um relato fascinante em

primeira mão sobre o boicote, veja Jo Ann Gibson Robinson, The Montgomery Bus

Boycott and the Women Who Started It: The Memoir of Jo Ann Gibson Robinson

(Knoxville, TN: University of Tennessee Press, 1987).

 

Capítulo 17: Sucesso

235 Hillary Clinton e Bernie Sanders falaram sobre “racismo institucional”

“Hillary: ‘America’s Long Struggle with Race Is Far from Finished,’” The Hill, 23 de

setembro de 2015, disponível em thehill.com/blogs/ballot-box/ presidential-

races/245881-hillary-americas-long-struggle-with-race-is-far-from; e “The Transcript of

Bernie Sanders’s Victory Speech”, The Washington Post, 10 de fevereiro de 2016,

disponível em www.washingtonpost.com/news/post-politics/wp/2016/02/10/the-

transcript-of-bernie-sanderss-victory-speech/.

236 “racismo é tanto manifesto quanto dissimulado” Kwame Toure e Charles V.

Hamilton, Black Power: The Politics of Liberation (Nova York: Alfred A. Knopf, 2011),

4–5.

238 “Indivíduos ‘respeitáveis’ podem se absolver” Ibid., 5. 239 A chuva caía História de Travyon Martin, veja Rest in Power: The Trayvon Martin

Story, Paramount Network, disponível em www.paramountnetwork.com/shows/rest-in-

power-the-trayvon-martin-story.

240 o Movimento do Campus Negro Ibram X. Kendi, The Black Campus Movement:

Black Studies and the Racial Reconstitution of Higher Education, 1965–1972 (Nova

York: Palgrave, 2012).

George Zimmerman para a polícia”, disponível em archive.org/stream/326700-full-

transcript-zimmerman/326700-full-transcript-zimmerman_djvu.txt.

 

Capítulo 18: Sobrevivência

248 produz educação pública Para mais sobre o conceito de escolas públicas, veja

Keisha N. Blain e Ibram X. Kendi, “How to Avoid a Post-Scholar America”, The

Chronicle of Higher Education, 18 de junho de 2017. 249 cópias de bandeiras Confederadas com desenhos de bolas de algodão no

interior de vários prédios. “Confederate Flags with Cotton Found on American

University Campus”, The New York Times, 27 de setembro de 2017, disponível em

www.nytimes.com/2017/09/27/us/american-university-confederate.html. 251 Cerca de 88% de pessoas diagnosticadas com câncer de cólon no estágio 4

morriam em cinco anos “Survival Rates for Colorectal Cancer, by Stage”, American

Cancer Society, disponível em www.cancer.org/cancer/colon-rectal-cancer/detection-

diagnosis-staging/survival-rates.html.

252 que o batimento cardíaco do racismo é a negação, o batimento cardíaco do

antirracismo é a confissão “The Heartbeat of Racism Is Denial”, The New York

Times, 14 de janeiro de 2018.

255 trilhões de dólares em tributos que gastamos “War on Terror Facts, Cost, and

Time- lines”, The Balance, 11 de dezembro de 2018, disponível em

www.thebalance.com/war-on-terror-facts-costs-timeline-3306300.

Fake

 

Kiyosaki, Robert

9788550815503

 

480 páginas

 

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Imprimir dinheiro de mentira não é novidade. Os antigos e

modernos sistemas bancários são baseados na impressão de

dinheiro de mentira. É assim que os bancos enriquecem. Eles ganham muito dinheiro porque, há milhares de anos, têm licença

para imprimir dinheiro. Os bancos não são as únicas

organizações autorizadas a fazer isso. O mercado de ações, de

títulos, imobiliário, de derivativos financeiros e muitos outros

mercados também têm essa licença. Quem trabalha por

dinheiro… trabalha para pessoas que imprimem dinheiro. Um

castelo de cartas da economia acontece quando as elites

acadêmicas são responsáveis pelo nosso dinheiro, nossos

professores e nossos ativos. O grande problema é que nosso

sistema não ensina os estudantes a imprimir dinheiro. Em vez

disso, ensina-os a trabalhar para pessoas que o imprimem. Isso

é o que realmente está por trás da crise financeira que

enfrentamos hoje. Em 2019, ao escrever este livro, o preço do

bitcoin e de outras moedas cibernéticas subia e despencava

rapidamente. Mais uma vez, poucas pessoas entendem como as

moedas de tecnologia bitcoin ou blockchain afetarão suas vidas,

seu futuro e sua segurança financeira. O aumento do preço do

ouro em 1971 e o do bitcoin em 2018 são indícios de profundas

mudanças nas placas tectônicas financeiras de todo o mundo,

que causarão terremotos e tsunamis financeiros em todo o globo.

O objetivo deste livro é dar às pessoas comuns a possibilidade

de sobreviver, possivelmente prosperar, talvez até ficar muito

ricas, mesmo após o colapso. E é esperado que esse colapso

seja de um quatrilhão de dólares. CONTRA FATOS NÃO HÁ

MENTIRAS DINHEIRO DE MENTIRA Em 1971, o presidente

Richard Nixon desatrelou o dólar do padrão-ouro. Em 1971, o

dólar se tornou moeda fiduciária… dinheiro governamental. O pai

rico o definiu como "dinheiro de mentira". O dinheiro de mentira

deixa os ricos mais ricos. O problema é que deixa os pobres e a

classe média mais pobres. PROFESSORES DE MENTIRA O que

a escola ensina sobre dinheiro? O que seus pais sabem sobre

dinheiro? O que seu consultor financeiro sabe? O que nossos líderes sabem? Por que 78% das pessoas vivem de salário em

salário? Por que os estudantes se afundam em dívidas com

empréstimos estudantis? Por que os professores fazem greves,

exigindo mais dinheiro? ATIVOS DE MENTIRA Em 2008, a

economia mundial entrou em colapso, quando ativos de mentira

e financiamentos de alto risco colapsaram. Os mesmos

banqueiros que venderam ativos de mentira em 2008 ainda os

vendem para você, para mim e para os planos de aposentadoria?

Por que tantas pensões são subfinanciadas? Quantas pessoas

de meia-idade ficarão sem dinheiro na aposentadoria?

 

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Pai Rico, Pai Pobre - Edição de 20

 

anos atualizada e ampliada

 

T. Kiyosaki, Robert

9788550801483

 

336 páginas

 

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<p>Celebrando 20 anos como o livro n&deg; 1 em

finan&ccedil;as pessoais, A escola prepara as crian&ccedil;as para o mundo real?<br />Essa &eacute; a primeira pergunta com

a qual o leitor se depara neste livro.<br />O recado &eacute;

ousado e direto: boa forma&ccedil;&atilde;o e notas altas

n&atilde;o bastam para assegurar o sucesso de algu&eacute;m.

</p>

<p>O mundo mudou a maioria dos jovens tem cart&atilde;o de

cr&eacute;dito, antes mesmo de concluir os estudos, e nunca

teve aula sobre dinheiro, investimentos, juros etc.</p>

<p>Ou seja, eles v&atilde;o para a escola, mas continuam

financeiramente improficientes, despreparados para enfrentar um

mundo que valoriza mais as despesas do que a

poupan&ccedil;a.Para o autor, o conselho mais perigoso que se

pode dar a um jovem nos dias de hoje &eacute;: 'V&aacute; para

a escola, tire notas altas e depois procure um trabalho seguro.' O

fato &eacute; que agora as regras s&atilde;o outras, e n&atilde;o

existe mais emprego garantido para ningu&eacute;m.</p>

<p>Pai Rico, Pai Pobre demonstra que a quest&atilde;o

n&atilde;o &eacute; ser empregado ou empregador, mas ter o

controle do pr&oacute;prio destino ou deleg&aacute;-lo a

algu&eacute;m.<br />essa a tese de Robert Kiyosaki neste livro

substancial e vision&aacute;rio. Para ele, a

forma&ccedil;&atilde;o proporcionada pelo sistema educacional

n&atilde;o prepara os jovens para o mundo que

encontrar&atilde;o depois de formados. E como os pais podem

ensinar aos filhos o que a escola relega?<br />Essa &eacute;

outra das muitas perguntas que o leitor encontra em Pai Rico, Pai

Pobre.</p>

<p>Nesse sentido, a proposta do autor &eacute; facilitar a tarefa

dos pais. Quem entende de contabilidade deve esquecer seus

conhecimentos acad&ecirc;micos, pois muitas das teorias

expostas por Robert Kiyosaki contrariam os princ&iacute;pios

cont&aacute;beis comumente aceitos, e apresentam uma valiosa

e moderna percep&ccedil;&atilde;o do modo como se realizam os

investimentos.</p>

<p>A sociedade sofre mudan&ccedil;as radicais e, talvez, de

propor&ccedil;&otilde;es maiores do que as ocorridas em

s&eacute;culos passados.</p>

<p>N&atilde;o existe bola de cristal, mas algo &eacute; certo: a

perspectiva global de transforma&ccedil;&otilde;es transcende

nossa realidade imediata. Aconte&ccedil;a o que

acontecer,s&oacute; existem duas alternativas: seguran&ccedil;a

ou independ&ecirc;ncia financeira.&nbsp; E o objetivo de Pai

Rico, Pai Pobre &eacute; instruir o leitor e despertar sua

intelig&ecirc;ncia financeira e a de seus filhos.</p>

<p><br /><strong>Coment&aacute;rio do autor:</strong></p>

<p>'A principal raz&atilde;o pela qual as pessoas t&ecirc;m

problemas financeiros &eacute; que passaram anos na escola,

mas n&atilde;o aprenderam nada sobre dinheiro. O resultado

&eacute; que elas aprendem a trabalhar por dinheiro&hellip; mas

nunca a faz&ecirc;-lo trabalhar para elas.'<br /><strong>―

Robert Kiyosaki</strong></p>

 

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O Poder De Uma Equipe Positiva

 

Gordon, Jon

9788550815442

160 páginas

 

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O autor dos best-sellers conhecidos mundialmente, O Ônibus da

Energia e O Poder da Liderança Positiva, compartilha princípios

e práticas comprovadas que constroem grandes equipes e oferece ferramentas práticas para ajudá-las a superarem a

negatividade e a aprimorarem sua cultura, comunicação,

comprometimento e performance. Jon Gordon não apenas

pesquisou os segredos das grandes equipes, como trabalhou

pessoalmente com algumas das de maior sucesso do planeta e

tem um forte entendimento de como e por que elas se tornaram

grandes. Utilizando como exemplos os roteiristas criadores do

sucesso Billions, a equipe campeã nacional de futebol americano

da Universidade de Clemson, a World Series (série final de jogos

do campeonato de beisebol da Major League Baseball) com as

equipes do Los Angeles Dodgers e Miami Heat, as grandes

jogadoras de vôlei de praia de todos os tempos, os Navy SEALs,

bandas marciais, Southwest Airlines, as equipes de tênis das

USC (Universidade do Sul da Califórnia) e da UVA (Universidade

de Virgínia), Google, Apple e Ford, Jon compartilha estratégias

inovadoras para transformar um grupo de pessoas em uma

equipe unida, positiva e poderosa. Ele compartilha suas melhores

práticas para transformar negatividade, construir confiança (por

meio dos seus exercícios de construção de equipe favoritos) e

oferece formas práticas para termos conversas difíceis — tudo

isso feito de forma a tornar uma equipe mais positiva, coesiva,

forte e melhor. O Poder de Uma Equipe Positiva também oferece

um projeto para abordar armadilhas comuns que levam as

equipes a falhar — incluindo reclamações, egoísmo,

inconsistência, complacência e falta de responsabilidade —

enquanto apresenta soluções para aprimorar a criatividade das

equipes, garra, inovação e crescimento. Este é um livro feito para

equipes lerem juntas. É escrito de maneira que, se você e sua

equipe consultarem, entenderão os obstáculos que enfrentarão e

o que vocês devem fazer para se tornarem uma grande equipe.

Se lerem este livro juntos, permanecerem positivos juntos e

tomarem ações juntos, alcançarão coisas incríveis JUNTOS. Elogios a obra: "Todos nós sabemos que tudo se trata de

pessoas 'trabalhando juntas' para criar algo muito especial:

governos, negócios, esportes e a vida. Jon Gordon de fato

consegue capturar o poder da positividade 'trabalhando junto de

princípios e práticas' e inclui um processo de disciplina positivo e

comportamentos esperados que todas as equipes podem usar

imediatamente!" —Alan Mulally, presidente e CEO aposentado e

membro do conselho administrativo da Alphabet/Google, Mayo

Clinic e Carbon3D "Jon e seus princípios têm ajudado a mim e a

minha equipe. Os encorajo a lerem este livro e descobrirem os

segredos para se construir uma grande equipe." —Dave Roberts,

gerente do Los Angeles Dodgers "O Ônibus da Energia e No

Complaining Rule transformaram meu trabalho e minha vida

familiar, e este livro nos oferece formas práticas de colocar O

Poder de Uma Equipe Positiva em ação. Muitas das práticas de

Jon Gordon estão vivas no The Golf Channel. O Poder de Uma

Equipe Positiva será o nosso livro mais lido neste ano! Trata-se

de um livro que precisa ser lido em empresas, equipes

esportivas… e até mesmo em família." —Molly Solomon,

produtora executiva do The Golf Channel

 

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12 Regras para a Vida

 

Peterson, Jordan B.

9788550804002

 

448 páginas

 

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Aclamado psicólogo clínico, Jordan Peterson tem influenciado a

compreensão moderna sobre a personalidade e, agora, se transformou em um dos pensadores públicos mais populares do

mundo, com suas palestras sobre tópicos que variam da bíblia,

às relações amorosas e à mitologia, atraindo dezenas de milhões

de espectadores. Em uma era de mudanças sem precedentes e

polarização da política, sua mensagem franca e revigorante

sobre o valor da responsabilidade individual e da sabedoria

ancestral tem ecoado em todos os cantos do mundo. Bem-

humorado, surpreendente e informativo, dr. Peterson nos conta

por que meninos e meninas andando de skate devem ser

deixados em paz, que terrível destino aguarda aqueles que

criticam com muita facilidade e por que você sempre deve

acariciar gatos ao encontrar um na rua. O que o sistema nervoso

das humildes lagostas tem a nos dizer sobre a relação entre

manter as costas eretas (e os ombros para trás) e o sucesso na

vida? Por que os antigos egípcios veneravam a capacidade de

atenção como seu deus mais supremo? Que terríveis caminhos

as pessoas percorrem quando se tornam ressentidas, arrogantes

e vingativas? Neste livro, ele oferece doze princípios profundos e

práticos sobre como viver uma vida com significado.

 

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Hábitos Atômicos

 

Clear, James

9788550807577

 

320 páginas

 

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BEST-SELLER DO NEW YORK TIMES Pequenas Mudanças,

Resultados Impressionantes. Não importa quais sejam seus

objetivos, Hábitos Atômicos oferece um método eficaz para você se aprimorar — todos os dias. James Clear, um dos mais

expoentes especialistas na criação de hábitos, revela as

estratégicas práticas que o ensinarão, exatamente, como criar

bons hábitos, abandonar os maus e fazer pequenas mudanças

de comportamento que levam a resultados impressionantes. Se

enfrenta dificuldades para mudar seus hábitos, o problema não é

você, é o sistema escolhido. Os maus hábitos se repetem sem

parar porque você está usando o sistema errado, e não porque

não queira mudar. Assim, suas limitações não são a

complexidade de seu objetivo, mas a inadequação de seus

sistemas. Neste livro, você aprenderá um método comprovado

capaz de levá-lo a novos patamares. Clear é conhecido por sua

habilidade em transformar tópicos complexos em

comportamentos simples que podem ser facilmente aplicados à

vida cotidiana e profissional. Seu método, desenvolvido a partir

de conceitos comprovados da biologia, psicologia e neurociência,

é um guia descomplicado para tornar os bons hábitos inevitáveis

e os maus, impossíveis. Ao longo desta jornada, os leitores serão

inspirados e entretidos por histórias de medalhistas de ouro em

Olimpíadas, artistas premiados, líderes de negócios, médicos

que salvam vidas e astros da comédia que usaram a ciência dos

pequenos hábitos para dominar seu ofício e se lançar ao topo de

suas áreas de atuação. Hábitos Atômicos remodela sua forma de

pensar em avanço e sucesso e traz as ferramentas e estratégias

de que precisa para transformar seus hábitos — seja você

técnico de um time almejando a conquista de um título, uma

organização com pretensões de reinventar seu setor ou

simplesmente um indivíduo que deseja parar de fumar, perder

peso, reduzir o estresse ou atingir qualquer outra meta. Descubra

o Segredo dos Resultados Permanentes Repleto de estratégias

testadas e aprovadas de autoaprimoramento, Hábitos Atômicos ensinará você a construir hábitos que funcionem para — e não

contra — você.

 

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