Histórias de africanos e seus descendentes no sul da Bahia

Cristiane Batista da Silva Santos · Capítulo 22 de 22

Páginas do PDF

Histórias de africanos e seus descendentes no sul da Bahia

Referências

 

APEB — Arquivo Público do Estado

 

da Bahia

 

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondências recebidas da Câmara de Maraú: Maço 1352, Maço 1351. 1825-1878.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondências recebidas da Secretaria da Polícia: Maço 3139-45, Maço 2983.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondência recebida dos Juízes de Ilhéus: Maço 2404. 1885-1889.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Diversos maços:

1279/3002/2986/6181/2986/2617/3005/ Maço nº 5270. 1826-1888. 1279/5265/5255/2476/5261/2477.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Fundo: Câmaras Municipais: Maço 5454.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Governo da Província, Juízes de Maraú: Maço 2476/2477/3000.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro da Irmandade de São Sebastião do Maraú. 1877-1895.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Escrituras do Cartório de Notas de Maraú, de n.º 20, fls. 58 v./Certidão do registro de carta de liberdade/O Tabelionato de Notas da Comarca de Maraú teve seu livro n.º 1 no ano de 1808.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Registro de Testamentos: Maraú – Livro n.º 3. 1863-1919.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldada: n.º 02. 13/20/11. 1875-878. Nº. 3. 1879-1896.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Tutela: n.º 02. 1878-1895. 48 f.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas: Maço 6181, Maço 3003.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Polícia/Delegados: Maço 3003, Chefe de Polícia, 3139-49/ 2986/ 3139-4.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Religião, Irmandade, Cartas de Confirmação de Compromisso. 1839-1885: Maços n.º 5264, 5255, 5270.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Secretaria de Segurança Pública. Ofícios Recebidos: Maço 3457, (Caixa 6485/Maço 01), (6485/Maço 01).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Assuntos Diversos: escravos: Maço 2896. 1870-1888, Maço 5257. 1877-1879.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Juízes: Maço 2322/ Juízes de Cairu; Maço: 2296/ Juízes de Canavieiras. 1882-1888; Maço 1352, Maço 1351, Maço 2476/Juízes de Maraú.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Vigários: Maço 523.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Ação de Liberdade: (23/0808/29), (23/0810/22), (23/0808/05), (23/0808/06), (23/0808/12), (44/15/83/24), (23/080/02), (23/808/12), (07/3016/17).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Auto de Pergunta: Processo nº. 31110/34.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Autos de Soldada: (23/801/39) – 1879, (23/801/38) – 1879, (23/801/38) – 1882.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Cíveis: Agravos: (31/1100/33), (41/1451/06), (55/1980/8), (23/805/37).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Defloramento: (07/270/07), (11/427/16), (23/805/22).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. “Feitiçaria” – Canavieiras: (37/1333/1) – 1912.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Homicídios/Desordens: (05/178/03), (23/11343/03), (22/791/03), (05/178/02), (10/381/01), (18/35/03), (21/803/05), (83/2967/28), (31/1100/30), (9/322/26), (19/660/12), (23/899/01), (22/894/01), (23/808/14), (23/808/29), (66/2350/09).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Inventários: (05/1888/2359/04), (04/1688/2158/04), (07/3027/21) – Inventário e Testamento, (Doc.08/3387/12), (07/3016/17), (5/1862/2333), (1877) (5 1888 /2359), Série Inventário: 2359, doc. 04.

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Lesões Corporais – (22/894/03), (22/894/07), (08/324/08), (08/281/12), (22/894/03), (22/894/07), (08/324/08), (08/281/12).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Série Petição: (23/0805/24).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Processo Crime de Atentado ao Pudor: (11/135/19).

ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB. Seção Judiciária. Sem classificação: Maço 2894.

Documento Cartorial Livros de Notas

 

do Fórum de Maráu

 

LIVROS DE NOTAS DO FÓRUM DE MARÁU N.º 17, 18, 19, 20 (1870, 1880, 1890, 1901).

 

Documentos publicados

 

ANAIS DO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA – APEB, Vol. XXVI, p. 19. Repartição das Aldeias... se mandou crear em Villas. 1758. Vol. XII, p. 2-4; Vol. XIII, p. 14-26.

CÓDIGO PENAL BRASILEIRO. Decreto n. 847, de 11 de outubro de 1890. Comentado por Affonso Dionysio Gama. São Paulo: Saraiva e Cia. Editores, 1923.

LISBOA, Baltasar da Silva. Riqueza do Brasil em madeiras de construção e carpintaria. Rio de Janeiro, 1823. Revista IGHB, Salvador, n. 52, p. 11-58, 1926.

PRÍNCIPE DE WIED, Maximiliano. Viagem ao Brasil (1815-1817): excetos e ilustrações. São Paulo: Melhoramentos, 1969.

SILVA, Alfredo. 1893: pequena geografia da Comarca de Camamu, Bahia. Bahia: Typ. de João Gonçalves Tourinho, 1893.

SPIX, Johann Baptiste Von; MARTIUS, Karl Friedrich P. Von. Viagem pelo Brasil (1817-1820). Belo Horizonte; São Paulo: Itatiaia; Edusp, 1981.

 

Documentos disponíveis on-line

 

ARQUIVO ULTRAMARINO HISTÓRICO – AHU. Documento nº 19. 706. /Documento nº cx. 27/Doc. 71/ Cx. 32, Doc. 2908. / Documentos Avulsos, Doc. nº 1268/1761. Disponível em:

http://www2.iict.pt/?idc=100. Acesso em: 8 dez. 2018. IBGE. RECENSEAMENTO GERAL DO IMPÉRIO. 1872. Disponível em:

https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-

%20RJ/Recenseamento_do_Brazil_1872/Imperio%20do%20Brazil%

201872.pdf. Acesso em: 13 dez. 2018.

BOLETIM [DA] SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARTOGRAFIA. Rio de Janeiro: SBC, n. 51, fev. 2004. Disponível em:

http://www.cartografia.org.br/boletim/Boletim51.pdf. Acesso em: 10 set. 2011.

 

Jornais e fotografias

 

CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E MEMÓRIA REGIONAL – CEDOC.

ACERVO FOTOGRÁFICO. SÉRIE CULTURA, ITABUNA E ILHÉUS (1905 A 1919).

GAZETA DE ILHÉOS: 1901, 1902, 1903, 1904, 1905, 1912.

BPEBA – BIBLIOTECA DO ESTADO DA BAHIA – SÉRIE JORNAIS RAROS: O COMÉRCIO, A RAZÃO, O MONITOR DO SUL, DIÁRIO DA BAHIA, PROGRESSISTA, A DEMOCRACIA, JORNAL DE ILHÉUS, A REFORMA, O LIBERAL (1901−1919).

 

Livros, artigos e teses

 

ABREU, Martha. Cultura popular: um conceito e várias histórias. In: ABREU, Martha; SOIHET, Rachel (org.). Ensino de história: conceitos, temáticas e metodologia. Rio de Janeiro: FAPERJ; Casa da Palavra, 2003.

ABREU, Martha. O império do divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro (1830−1900). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de. Algazarra nas ruas: comemorações da independência na Bahia (1889−1923).

Campinas: Unicamp; Cecult, 1999.

ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de. Esperanças de boaventuras: construções da África e africanismos na Bahia (1887−1910). Estudos Afro-asiáticos [on-line], Salvador, v. 24, n. 2, p. 215-245, 2002.

ALBUQUERQUE, Wlamyra Ribeiro de. Esperanças de boaventuras: construções da África e africanismos na Bahia (1887-1910). Estud. afro-asiát. [online]. 2002, vol.24, n.2, pp.215-245. ISSN 0101-

546X. https://doi.org/10.1590/S0101-546X2002000200001. Acessado em 03 março de 2013.

ALBUQUERQUE JUNIOR, Durval Muniz. A feira dos mitos: a fabricação do folclore e da cultura popular (Nordeste, 1920−1950). São Paulo: Entremeios, 2013.

AMADO, Jorge. Cacau. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

AMADO, Jorge. Gabriela, cravo e canela: crônica de uma cidade do interior. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

AMADO, Jorge. O menino grapiúna. Rio de Janeiro: Record, 2002.

AMADO, Jorge. São Jorge dos Ilhéus. 2. ed. São Paulo: Livraria Martins, 1944.

AMADO, Jorge. São Jorge dos Ilhéus. São Jorge dos Ilhéus, São Paulo, Livraria Martins Editora, 1957.

AMIM, Valéria. Águas de Angola em Ilhéus: um estudo sobre as construções identitárias no Candomblé do sul da Bahia. 2009. 292 f. Tese (Doutorado em Cultura e Sociedade) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2009.

ANDRADE, Marcelo Loyola de. Mulheres escravas de Ilhéus: população, economia e sociedade, 1872-1890. In: ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA ANPUH-BA, 6., 2012, Ilhéus. Anais [...]. Ilhéus: UESC/

ANPUH-BA, 2011. Disponível em:

http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/14/1300668351_AR

QUIVO_SIMPOSIOANPUH.1.pdf. Acesso em: 19 set. 2013.

ARGOLLO, Rita Virginia. A cultura dos coronéis: o cinema como o discreto charme da burguesia cacaueira. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 28., 2005, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: Intercom, 2005. Disponível em:

http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2005/resumos/R0563-

2.pdf. Acesso em: 4 out. 2012.

AUGEL, Moema Parente. A visita de Maximiliano da Áustria a Ilhéus. Salvador: Centro de Estudos Baianos; EDUFBA, 1981.

AUGEL, Moema Parente. Ludwig Riedel: viajante alemão no Brasil. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1979.

AVÉ-LALLEMANT, Robert. Viagens pelo norte do Brasil no ano de 1859. Tradução de Eduardo de Lima Castro. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro/ Ministério da Educação e Cultura, 1961.

AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites do século XIX. 2. ed. São Paulo: Annablume, 2004.

BACELAR, Jeferson. O negro em Salvador: os atalhos raciais. Revista de História, São Paulo, n. 1, p. 129-131, 1994.

BARICKMAN, Bert. J. Um contraponto baiano: açúcar, fumo, mandioca e escravidão no Recôncavo, 1780−1860. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

BARROS, Francisco Borges de. Memória sobre o município de Ilhéus. 3. ed. Ilhéus: Editus; Fundação Cultural de Ilhéus, 2004.

BOURDIEU, Pierre. A identidade e a representação: elementos para uma reflexão crítica sobre a ideia de região. In: BOURDIEU, Pierre. O poder simbólico. São Paulo: Difel, 1989. p. 133-161.

BRITO, Jaílton Lima. A abolição na Bahia (1870−1888). Salvador: CEB, 2003.

CAMPOS, João da Silva. Crônicas da Capitania de São Jorge dos Ilhéus. 3. ed. Ilhéus: Editus, 2006.

CARMO, Alane Fraga. Colonização e escravidão na Bahia: a colônia Leopoldina (1850−1888). 2010. 136 f. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 2010.

CARNEIRO, Edson. Folguedos tradicionais. Apresentação de Vicente Sales. 2. ed. Rio de Janeiro: FUNARTE; INF, 1982. CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

CASCUDO, Luis da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. 6. ed. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: USP, 1988.

CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano: artes do fazer. Tomo 1 e 2. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2001.

CHALHOUB, Sidney. Cidade febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Companhia da Letras, 1996a.

CHALHOUB, Sidney.. Os mitos da abolição: trabalhadores. Campinas: Fundo de Assistência à Cultura, 1989.

CHALHOUB, Sidney.. Trabalho, lar e botequim. São Paulo: Brasiliense, 1996b.

CHALHOUB, Sidney.. Visões de liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.

CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Tradução: Maria Manuela Galhardo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1990.

CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravatura no Brasil (1850−1888). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.

COSTA, Alcides. Canavieiras, sua história e sua gente: lendas e festas. Salvador: Imprensa Oficial da Bahia, 1963.

COSTA, Alcides. Jacarandá e Salobro: ensaio histórico. Salvador: Imprensa Oficial da Bahia, 1968.

COSTA, Sosígenes. Iararana. São Paulo: Cultrix, 1997.

COSTA E SILVA, Cândido da. Os segadores e a messe: o clero oitocentista na Bahia. Salvador: Secretaria da Cultura e Turismo; EDUFBA, 2000.

COUTO, Edilece Souza. A puxada do mastro: transformações históricas da festa de São Sebastião em Olivença (Ilhéus-BA). Ilhéus: Editora da Universidade Livre do Mar e da Mata, 2001.

CRUZ, Ronaldo Lima da. Conflitos e tensões: conquistas de escravizados e libertos no sul da Bahia (1880−1900). 2012. 120 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Estadual Paulista, Franca, 2012.

CUNHA, Maria Clementina Pereira. Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. Campinas: EDUNICAMP, 2002.

CUNHA, Maria Clementina Pereira. Ecos da folia: uma história social do carnaval carioca entre 1880 e 1920. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.

CUNHA, Olívia Maria Gomes da; GOMES, Flávio dos Santos (org.). Quase-cidadão: histórias e antropologias da pós-emancipação no Brasil. São Paulo: FGV, 2007.

CUNHA, Silvio Humberto dos Passos. Resolve-me ou eu te devoro! Uma discussão sobre a falta de braços no Recôncavo baiano. Bahia Análise e dados, Salvador, v. 10, n. 1, p. 21-34, jul. 2000.

CUNHA, Silvio Humberto dos Passos. Um retrato fiel da Bahia: sociedade, racismo, economia na transição para o trabalho livre no Recôncavo açucareiro (1871−1902). 2004. 272 f. Tese (Doutorado em Economia) – Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2004.

DEL PRIORE, Mary. Festas e utopias no Brasil colonial. São Paulo: Brasiliense, 1994.

DIAS, Adriana Albert. A malandragem da mandinga: o cotidiano dos capoeiras em Salvador na República Velha (1910–1925). 2004. 151 f.

Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 2004.

DIAS, Marcelo Henrique. A inserção econômica dos aldeamentos jesuíticos na capitania de Ilhéus. In: DIAS, Marcelo Henrique; CARRARA, Ângelo Alves (org.). Um lugar na história: a capitania e comarca de Ilhéus antes do cacau. Ilhéus: Editus, 2007b. p.183-230.

DIAS, Marcelo Henrique. Economia, sociedade e paisagens da Capitania e Comarca de Ilhéus no período colonial. 2007. 424 f. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal Fluminense, IFCH-Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Niterói, 2007a.

DOMINGUES, Petrônio. Um desejo infinito de vencer: o protagonismo negro no pós-abolição. Topoi, Rio de Janeiro, v. 12, n. 23, p. 118-139, jul./dez. 2011.

DOMINGUES, Petrônio. Uma história não contada: negro, racismo e branqueamento em São Paulo no pós-abolição. São Paulo: SENAC, 2004.

DURKHEIM, Émile. As formas elementares da vida religiosa. São Paulo: Martins Fontes, 2000.

DUVIGNAND, Jean. Fêtes et civilizations. Paris: Weber, 1973. FALCÓN, Gustavo. Os coronéis do cacau. Salvador: Ianamá, 1995.

FARIA, Sheila de Castro. Identidade e comunidade escrava: um ensaio. Revista Tempo, Niterói, v. 11, n. 22, p. 122-146, 2007.

Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/tem/v11n22/v11n22a07.pdf. Acesso em: 2 out. 2012.

FARIA, Sheila de Castro. A colônia em movimento. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

FERREIRA. Manuel da Câmara Bittencourt Aguiar e Sá. Ensaio de descrição física e econômica da Comarca de Ilhéus, na América -Lisboa, 1789. Memórias Económicas da Academia Real das Ciências de Lisboa.

FERREIRA, Felipe. O livro de ouro do carnaval brasileiro. Rio de Janeiro: Ediouro, 2004.

FERREIRA FILHO, Alberto Heráclito. Desafricanizar as ruas: elites letradas, mulheres pobres e cultura popular em Salvador (1890−1937). Afro-Ásia, Salvador, n. 21-22, p. 239-256, 1998-1999.

FILHO, Adonias. Luanda, Beira, Bahia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1975.

FILHO, Adonias. Sul da Bahia: chão de cacau: uma civilização regional. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.

FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade: histórias de escravos e libertos na Bahia (1870−1910). Campinas: EDUNICAMP, 2006.

FRAGA FILHO, Walter. Migrações, itinerários e esperanças de mobilidade social no recôncavo bahiano após a abolição. Caderno AEL, Campinas, v. 14, n. 26, p. 93-132, 2009.

FRAGA FILHO, Walter. O 13 de maio e as celebrações da liberdade, Bahia, 1888−1893. História Social, Campinas n. 19, p. 19-32, segundo semestre de 2010.

FRANÇA FILHO, Durval. Pereira da. Pelos Caminhos da Fé: aspectos da cristianização católica na história de Canavieiras. Caratinga: UNEC — Centro Universitário de Caratinga, 2009.

FRANÇA FILHO, Durval Pereira da. Belmonte, memória, cultura e turismo: uma (re)visão de Iararana de Sosígenes Costa. 2003. 191 f. Dissertação (Mestrado em Cultura e Turismo) – Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 2003.

FREIRE, Bárbara Lemos; GUANAIS, Ivan. Maraú, luz do sol ao amanhecer. Salvador: [s.n.], 2008.

FREITAS, Antônio Fernando. Guerreiro de; PARAÍSO, Maria Hilda Baqueiro. Caminho ao encontro do mundo: a capitania, os frutos de ouro e a princesa do Sul. Ilhéus: Editus, 2001.

GOMES, Flávio; CUNHA, Maria Gomes da. Introdução – que cidadão? Retóricas da igualdade, cotidiano da diferença. In: CUNHA, Olívia Maria Gomes da; GOMES, Flávio dos Santos. Quase-cidadão: histórias e antropologias da pós-emancipação no Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2007. p. 315-46.

GUARINELLO, Norberto Luiz. Festa, trabalho e cotidiano. In: JANCSÓ, Istvan; KANTOR, Iris. (org.). Festa, cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo: FAPESP; Imprensa Oficial; EDUSP, 2000. v. 2.

HALL, Stuart. Da diáspora: identidades e mestiçagens culturais. Belo Horizonte: UFMG, 2003.

HEINE, Maria Luiza. Dra. Odília Lavigne, uma mulher para ser lembrada. Ilhéus... Com amor! Ilhéus, 25 mar. 2010. Disponível em:

https://ilheuscomamor.wordpress.com/2010/03/25/dra-odilia-lavigne-

uma-mulher-para-ser-lembrada. Acesso em: 7 dez. 2013. HEINZ, Flávio Madureira. (org.). Por outra história das elites. Rio de Janeiro: FGV, 2006.

HOBSBAWM, Eric; RANGER, Terence (org.). A invenção das tradições. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2002.

JANCSÓ, Istvan; KANTOR, Iris (org.). Festa: cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo: Hucitec, 2001. v. 1.

JOUTARD, Philippe. Desafios à história oral do século XXI. In: FERREIRA, Marieta de Moraes; FERNANDES, Tania Maria; ALBERTI, Verena (org.). História oral: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz; Casa de Oswaldo Cruz; FGV/CPDOC, 2000. p. 155-163.

LARA, Silvia Hunold. Significados cruzados: um reinado de congos na Bahia setecentista. In: CUNHA, Maria Clementina Pereira (org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. Campinas: EDUNICAMP; Cecult, 2002. p. 371-417.

LINS, Marcelo da Silva. Os Vermelhos nas terras do cacau: a presença comunista no sul da Bahia. (1935-1936). Dissertação de Mestrado em História. Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2007.

LYRA, Henrique Jorge Buckinghan. Colonos e colônias: uma experiência de colonização agrícola na Bahia na segunda metade do século XIX. 1982. 151 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1982.

MAC CORD, Marcelo. O rosário de Dom Antônio: irmandades negras, alianças e conflitos na história social do Recife. Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2005.

MAGGIE, Yvonne. Medo do feitiço: relações entre magia e poder no Brasil. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1992.

MAHONY, Mary Ann. Instrumentos necessários: escravidão e posse de escravos no sul da Bahia no século XIX, 1822–1889. Afro-Ásia, Salvador, n. 25-26, p. 95-139, 2001.

MAHONY, Mary Ann. The world cacao made: society, politics and history in Southern Bahia, Brazil (1822−1919). 1996. 525 f. Tese (Doutorado em Filosofia) – Universidade de Yale, Yale, 1996. MAHONY, Mary Ann. Um passado para justificar o presente: memória coletiva, representação histórica e dominação política na região cacaueira da Bahia. Cadernos de Ciências Humanas – Especiaria, Ilhéus, v. 10, n. 18, p. 737-793, jul./dez. 2007.

MAMIGONIAN, Beatriz Galotti. Revisitando o problema da “transição para o trabalho livre”: a experiência dos africanos livres. In: FLORENTINO, Manolo (org.). Tráfico, cativeiro e liberdade (Rio de Janeiro, séculos XVII−XIX). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005. p. 11-58.

MATA, Iacy Maia. Os “treze de maio”: ex-senhores, polícia e libertos na Bahia pós-abolição (1888-1889). 2002, 126 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2002.

MATA, Iacy Maia. Libertos de treze de maio e ex-senhores na Bahia: conflitos no pós-abolição. Revista Afro-Ásia, Salvador, n. 35, p. 163-198, 2007.

MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silêncio: os significados da liberdade no Sudeste escravista – Brasil, séc. XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1998.

MATTOS, Wilson Roberto de. Negros contra a ordem: resistências e práticas negras de territorialização no espaço da exclusão social – Salvador/BA (1850-1888). 2000. 206 f. Tese (Doutorado em História) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2000.

MATTOSO, Kátia Maria. de Queirós. Bahia, século XIX: uma província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992.

MELLO E SOUZA, Marina de. Reis negros no Brasil escravista: história da festa de coração de rei congo. Belo Horizonte: UFMG, 2002.

MORAES FILHO, Mello. Festas e tradições populares no Brasil. Belo Horizonte: Itatiaia, 1999.

MOTT, Luís. Bahia: inquisição e sociedade. Salvador: EDUFBA, 2010.

MUKALÊ, Mãe Hilsa; GOLDMAN, Márcio. Do lado do tempo: o Terreiro de Matamba Tombenci Neto (Ilhéus, Bahia) (Histórias contadas a Márcio Goldman). Rio de Janeiro: 7 Letras, 2011.

OLIVEIRA, Anderson José Machado de. Devoção e identidades: significados do culto de Santo Elesbão e Santa Efigênia no Rio de Janeiro e nas Minas Gerais nos Setecentos. Topoi, Rio de Janeiro, v. 7, n. 12, p. 60-115, jan./jun. 2006.

OLIVEIRA, Josivaldo Pires de. Pelas ruas da Bahia: criminalidade e poder no universo dos capoeiras na Salvador republicana (1912−1937). 2004. 150 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 2004.

OLIVEIRA, Lúcia Lippi. As festas que a República manda guardar. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 2, n. 4, p. 172-189, 1989.

OLIVEIRA, Maria Inês Côrtes. O liberto, seu mundo e os outros: Salvador (1790-1890). São Paulo: Corrupio; Brasília, DF: CNPQ, 1988.

OZOUF, Mona. A festa, sob a revolução francesa. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (org.). História: novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. p. 216-232.

PAPALI, Maria Aparecida. “Ingênuos e órfãos pobres: a utilização do trabalho infantil no final da escravidão”. Revista Estudos Ibero-Americanos, PUCRS, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - Vol. XXXIII, nº 1, 2007.

PEIXOTO, Afrânio. Fruta do mato. São Paulo: Cia. Editora Nacional, 1933.

PEREIRA, Jaqueline de Andrade. Práticas mágicas e cura popular na Bahia (1890−1940). 1998. 156 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 1998.

PEREIRA FILHO, Carlos. Ilhéus, terra do cacau. Rio de Janeiro: Andes, 1959.

PESAVENTO, Sandra. Fronteiras da ficção: diálogos da história com a literatura. In: SIMPÓSIO NACIONAL DA ANPUH, 20., 1991, São Paulo. Anais [...]. São Paulo: ANPUH, 1991. p. 819-831. PINHEIRO, Ramille Roque. Cucumbi, grupo afro-brasileiro de Maraú: o reflexo do passado resgatado pela influência turística em 2001. 2007. 67 f. Monografia (Licenciatura em História) – Faculdade Santo Agostinho, Ipiaú, 2007.

PIRES, Maria de Fátima Novaes. O crime na cor: escravos e forros no alto sertão da Bahia (1830−1888). São Paulo: Annablume; FAPESP, 2003.

PÓVOAS, Rui do Carmo. Da porteira para fora: mundo de preto em terra de branco. Ilhéus: Editus, 2007.

QUERINO, Manoel. Costumes africanos no Brasil. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1938.

QUINTÃO, Antonia Aparecida. Lá vem o meu parente: as irmandades de pretos e pardos no Rio de Janeiro e em Pernambuco (século XVIII). São Paulo: Annablume; FAPESP, 2002.

RAMOS, Martins. O folclore negro. Rio de Janeiro: Martins Fontes, 2007.

REGINALDO, Lucilene. Festas dos confrades pretos: devoções, irmandades e reinados negros na Bahia setecentista. In: BELLINI, Lígia; SOUZA, Evergton; SAMPAIO, Gabriela dos Reis (org.). Formas de crer: ensaios de história religiosa do mundo luso-afro-brasileiro, séculos XIV-XXI. Salvador: Corrupio; EDUFBA, 2006. p. 197-225.

REIS, João José. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.

REIS, João José. Escravos e coiteiros no Quilombo do Oitizeiro, Bahia 1806. In: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos (org.). Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1996. p. 332-372.

REIS, João José. Resistência escrava em Ilhéus: um documento inédito. Anais da APEB, Salvador, n. 44, p. 285-291, 1979.

REIS, João José. Tambores e temores: a festa negra na Bahia na metade do século XIX. In: CUNHA, Maria Clementina (org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da cultura. Campinas: São Paulo: EDUNICAMP, 2002. p. 15-25. Acesso em 10 fev.

RIBEIRO, André Luís Rosa. Família, poder e mito: o município de S. Jorge dos Ilhéus (1880−1912). Ilhéus: Editus, 2001.

RIBEIRO, André Luís Rosa. Memória e identidade: reformas urbanas e arquitetura cemiterial na região cacaueira (1880−1950). Ilhéus: Editus, 2005.

RIOS, Ana Maria Lugão; MATTOS, Hebe. Memórias do cativeiro: família, trabalho e cidadania no pós-abolição. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

RIOS, Ana Maria Lugão; MATTOS, Hebe. O pós-abolição como problema histórico: balanços e perspectivas. Topoi, Rio de Janeiro, v. 5, n. 8, p. 170-198, jan./jun. 2004.

RODRIGUES, Raymundo Nina. O animismo fetichista dos negros bahianos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1935.

RODRIGUES, Raymundo Nina. Os Africanos no Brasil. 7. ed. São Paulo: Ed. Nacional; Brasília: Ed. Universidade de Brasília, [1932] 1988.

RODRIGUES, RN. Os africanos no Brasil [online]. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2010. 303 p. ISBN: 978-85-7982-010-6. Available from SciELO Books

SACRAMENTO, Valdinéa de Jesus. Mergulhando nos mocambos do Borrachudo: Barra do Rio de Contas (século XIX). 2008. 96 f. Dissertação (Mestrado em Estudos Étnicos e Africanos) – Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2008.

SACRAMENTO, Valdinéa de Jesus. Trabalhando nos campos do senhor: experiência de escravos, quilombolas e forros no Quilombo do Oitizeiro. 2006. 70 f. Monografia (Graduação em História) – Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 2006.

SALES, Fernando. Memória de Ilhéus: em comemoração do centenário de sua elevação à cidade. São Paulo: GRD, 1981.

SANTANA, Charles d’Almeida. Musicalidades baianas: as filarmônicas do Recôncavo. In: ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA ANPUH-BA, 1., 2002, Ilhéus. Anais [...]. Ilhéus: UESB 2002. p. 1-38. Disponível em:

http://www.uesb.br/anpuhba/artigos/anpuh_I/charles_almeida.pdf. Acesso: 10 fev. 2013.

SANTOS, Cristiane Batista da Silva. Escravos, libertos e livres pobres: sujeitos da transição diante de novos tempos no mundo do trabalho, abolição, República e cacau no sul baiano. Historien Revista de História, Petrolina, n. 4 p. 91-99, out./abr. 2011.

SANTOS, Cristiane Batista da Silva. Nas terras do cacau: religiosidade, mulher negra e comunidade. Revista África e Africanidades, Rio de Janeiro, ano 2, n. 6, p. 1-13, 2009.

SANTOS, Cristiane Batista da Silva. O trabalhador no submundo do cacau: marginalização, mando e obediência na década de 20. 2001. 45 f. Monografia (Graduação em História) – Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, 2001.

SANTOS, Edmar Ferreira. O poder dos candomblés: perseguição e resistência no Recôncavo da Bahia. Salvador: EDUFBA, 2009.

SANTOS, Gislene Aparecida dos. A invenção do ser negro: um percurso das ideias que naturalizaram a inferioridade dos negros. São Paulo: Educ; Fapesp; Rio de Janeiro: Pallas, 2002.

SANTOS, Zidelmar Alves; DIAS, Marcelo Henrique. Trajetória e estratégias de um comerciante da vila de Ilhéus na primeira metade do século XIX: Joaquim José da Costa Seabra. In: CICLO DE ESTUDOS HISTÓRICOS, 22., 2011, Ilhéus. Anais [...]. Ilhéus: Anais ANPUH 2011. p. 120-129. Disponível em:

https://docs.google.com/file/d/0B1oebU5oAsqNbHltYlNDaEUxU2c/e

dit. Acesso em: 13 out. 2014.

SANTOS, Jocélio Teles dos. De pardos disfarçados a brancos pouco claros: classificações raciais no Brasil dos séculos XVIII-XIX. Afro-Ásia, Salvador, n. 32, p. 115-137, 2005.

SANTOS, Jocélio Teles dos. Divertimentos estrondosos: batuques e sambas no século XIX. In: SANSONE, Lívio; SANTOS, Jocélio Teles (org.). Ritmos em trânsito: sócioantropologia da música baiana. São Paulo: Dynamis; Salvador: Programa A Cor da Bahia e Projeto S.A.M.BA, 1997. p. 17-38.

SANTOS, Ronaldo Pereira dos. Capoeira – Maculelê: dança e luta. Associação Cultural de Capoeira Esplanada Arte, 4 de março de 2013. Disponível em:

http://esplanadaartecapoeira.blogspot.com/2013/03/existe-em-santo-

amaro-da-purificacao.html. Acesso em: 13 dez. 2015.

SCARANO, Julita. Devoção e escravidão: a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos no Distrito Diamantino no século XVIII. São Paulo: Nacional, 1976.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Nem preto nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na intimidade. História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. v. 4.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças. 3. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2001a.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Retrato em branco e preto: jornais, escravos e cidadãos em São Paulo, no final do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2001b.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. Viajantes em meio ao império das festas. In: JANCSÓ, István; KANTOR, Iris (org.). Festa: cultura e sociabilidade na América portuguesa. São Paulo: Hucitec, 2001c. p. 545-599.

SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. São Paulo: EDUSC, 2001.

SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial (1550-1835). Tradução: Laura Teixeira Motta. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

SCOTT, Rebeca. Emancipação escrava em Cuba: a transição para o trabalho livre (1860−1889). Rio de Janeiro: Paz e Terra; Campinas: Editora da Universidade Estadual de Campinas, 1991.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 4. ed. São Paulo: Brasiliense, 1999.

SILVA, Eduardo; REIS, João José. Negociação e conflito: a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

SILVA, Minelvino Francisco. História da região cacaueira e a jagunçada do passado. Itabuna: luzeiro editora, 1979.

SILVA, Neila Oliveira. da. A elite local na vila de São Jorge dos Ilhéus, século XVIII. In: DIAS, Marcelo Henrique.; CARRARA, Ângelo Alves. Um lugar na história: a capitania e comarca de Ilhéus antes do cacau. Ilhéus: Editus, 2007. p. 15-45.

SILVA, Ricardo Tadeu Caíres. Caminhos e descaminhos da abolição: escravos, senhores e direitos nas últimas décadas da escravidão (Bahia, 1850-1888). 2007. 320 f. Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2007a.

SILVA, Ricardo Tadeu Caíres. Os escravos vão à Justiça: a resistência escrava através das ações de liberdade. 2000. 169 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Salvador, 2000.

SIQUEIRA, Carla. A imprensa comemora a República: memórias em luta no 15 de novembro de 1890. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 7, n. 14, p. 161-181, 1994.

SKIDMORE, Thomas E. Preto no branco. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1989.

SLENES, Robert W. A árvore Nsanda transplantada: cultos kongo de aflição e identidade escrava no sudeste brasileiro (século XIX). In: LIBBY, Douglas. Cole.; FURTADO, Júnia. Ferreira. (org.). Trabalho livre, trabalho escravo: Brasil e Europa, séculos XVII e XIX. São Paulo: Annablume, 2006. p. 273-314.

SLENES, Robert W. Na senzala, uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.

Sociedade Brasileira de Cartografia Boletim da SBC. Boletim – mensal fevereiro – 2004. No 51. Berço da engenharia brasileira, Largo de São Francisco, p.13. Disponível em:

<www.cartografia.org.br>. Acessado em: 10 de setembro de 2011.

SODRÉ, Muniz. O terreiro e a cidade: a forma social negro-brasileira. Petrópolis: Vozes, 1988.

SOUZA, Laura de Mello e. O diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

SWEET, James H. Recriar África: cultura, parentesco e religião no mundo afroportuguês (1441−1770). Lisboa: Edições 70, 2007.

TEIXEIRA, Cid. História do petróleo na Bahia. Salvador: Editora Fernando José Caldas Oberlaender, 2010.

THOMPSON, Edward Palmer. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.

VIANNA, Ialmar Leocádia. A estrada de ferro Ilhéus-Conquista e a lavoura do cacau na Bahia. 1986. 251 f. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 1986.

VIEIRA FILHO, Raphael Rodrigues Folguedos negros no carnaval de Salvador (1880−1930). In: SANSONE, Lívio; SANTOS, Jocélio Teles (org.). Ritmos em trânsito: sócio-antropologia da música baiana. São Paulo: Dynamis; Salvador: Programa A Cor da Bahia e Projeto S.A.M.BA, 1997. p. 17-38.

WISSENBACH, Maria Cristina Cortez. Sonhos africanos, vivências ladinas: escravos e forros em São Paulo (1850-1888). São Paulo, Hucitec/ História Social, USP, p. 135, 1998.

Notes

 

Introdução

 

1. “Sul da Bahia” é um termo referencial e bastante repetido aqui,

portanto, carece salientar que chamo de sul da Bahia a região geográfica na Costa do Cacau e tomo por análise os espaços: Maraú, Camamu, Ilhéus e Canavieiras.

↲

2. APEB. Série Justiça. Correspondência recebida dos juízes

Ilhéus. 1885-1889. Maço 2404.

↲

3. APEB. Série Justiça. Correspondência recebida dos juízes

Ilhéus. 1885-1889. Maço 2404.

↲

4. APEB. Série Justiça. 24 de janeiro de 1888. Maço 2404.

↲

5. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo Crime – Lesões

Corporais 08/324-09. 1888.

↲

6. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondência Recebida

pela/da Secretaria de Polícia. 1888.

↲

7. APEB. Seção Colonial e Provincial. Presidência da Província.

Juízes de Canavieiras. 1882-1888.

↲

8. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minuta de Telegramas.

Maço 3003.

↲

9. APEB. Correspondências da Câmara de Camamu. Maço 1283.

↲

10. APEB. Seção Colonial e Provincial. Testamento de 1872.

Registro de Testamento n.º 3. 1863-1919.

↲

11. Para compreender essa discussão sobre os designativos da

cor, ver o texto de Jocélio Teles dos Santos (2005)

↲

12. Termos apresentados por Adonias Filho, em Sul da Bahia: chão

de cacau, uma civilização regional (1976], p. 33), e Jorge Amado, em O menino grapiúna (2002, p. 7).

↲

13. APEB. Seção Colonial e Provincial. Testamento de 1872.

Registro de Testamento n.º 3. 1863-1919 e APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de termo de tutela, n.º 2. 1878-1895. 48 f.

↲

14. APEB. Seção Colonial e Provincial. Testamento de 1872.

Registro de Testamento n.º 3. 1863-1919; APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de termo de tutela, n.º 2. 1878-1895. 48 f.

↲

15. Para melhor compreensão, ver na íntegra: Thompson (1998).

↲

16. APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Petição. 23/0805/24.

↲

17. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondência recebida

da secretaria de polícia. Maço 2983.

↲

18. Aqui e doravante, utilizarei largamente o termo “elites” ao me

referir à sociedade cacaueira na década de 1910. Tal categoria merece ser devidamente discutida, embora aqui não seja esse o propósito. No entanto, embasei-me na discussão de Heinz (2006). Representativo dessa visão, este autor nos adverte para a amplitude do termo e sugere que se compõe de grupos que ocupam o “topo” de “estruturas” de autoridade ou de distribuição de recursos (HEINZ, 2006).

↲

1 — Paisagem oitocentista do sul da

 

Bahia: lutas cotidianas no ocaso do

 

império

 

1. Recenseamento Geral do Império, 1872.

↲

2. AHU – Arquivo Ultramarino Histórico. Villa do Maraú, 18 de

maio de 1799. Documento n.º 19.706. Disponível em: http://23.us.archive.org. Acesso em: 10 mar. 2015.

↲

3. Anais do APEB, Vol. XXVI, p. 19. Repartição das Aldeias... se

mandou crear em Villas. 1758. Vol. XII, p. 2-4; Vol. XIII, p. 14-26.

↲

4. AHU – Arquivo Ultramarino Histórico. Documento n. 50/Cx. 27,

Doc. n.º 71/Cx. 32, Doc. n.º 2908.

↲

5. AHU – Arquivo Ultramarino Histórico. Documentos Avulsos.

Doc. n.º 1268/1761.

↲

6. Recenseamento Geral do Império, 1872.

↲

7. Conforme Avé-Lallemant (1961) e França Filho (2009).

↲

8. APEB. Falas de Presidente da Província. 1° de março de 1854.

p. 13.

↲

9. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 29 de

maio de 1874. 3139-49.

↲

10. Idem.

↲

11. APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Judiciário. Maço

2894.

↲

12. APEB. Judiciário. Assunto: escravos. 1883-1889. Maço 2901.

↲

13. APEB. Judiciário. Assunto: escravos. 1883-1889. Maço 2901.

↲

14. APEB. Seção Colonial e Provincial. Série Inventário: 2359, doc.

04.

↲

15. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes de Maraú. Maço

1352.

↲

16. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes de Maraú. Maço

1351.

↲

17. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondências

Recebidas da Câmara de Maraú. 1825-1878, Maço 1351.

↲

18. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes de Maraú. 1827-

1870. Maço 2476.

↲

19. APEB. Seção Judiciária. Inventário. 04/1688/2158/04.

↲

20. APEB. Seção Judiciária. Inventário. 04/1688/2158/04.

↲

21. Cambuízo é uma Província da Lunda Norte, de Angola.

↲

22. APEB. Seção Colonial e Provincial. Registro de Testamento

número 03. 1863-1919. Caixa 250.

↲

23. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes de Cairu. Maço

2296.

↲

24. Arquivo Público da Bahia. Seção Colonial e Provincial. Juízes

de Cairu. Maço 2296.

↲

25. Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Inquisição de Lisboa

Caderno do Promotor, n. 125, fl. 513; Arquivo Histórico Ultramarino, Compromissos e Irmandades, n. 8 (apud MOTT, 2010, p. 18).

↲

26. Compromisso da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição

da Escada, Vila de Cairu, IAN/TT, Chancelaria da Ordem de Cristo, D. Maria I, Livro 14, fls. 33v – 41 (apud REGINALDO, 2006, p. 102).

↲

27. Nesta, embora não tenha encontrado o pedido formal,

encontrei, nos jornais de 1904, menção a tais festas de irmandade e de que estas datavam do século passado.

↲

28. APEB. Arquivo Colonial e Provincial. Religião. Irmandade.

Cartas de confirmação de compromisso. 1839-1885. Maços n.º 5264, 5255, 5270.

↲

29. APEB. Seção Colonial e Provincial. 1826-1888. Maço n.º 5270.

↲

30. APEB. Seção Colonial e Provincial. 1826-1888. Maço nº 5270.

↲

31. APEB. Seção Colonial e Provincial. 1826-1888. Maço nº 5270.

↲

32. Informações mais detidas sobre esses dois santos podem ser

encontradas em Oliveira (2006, p. 60-115).

↲

33. As referências orais aqui tomadas constam na transcrição de

entrevistas do trabalho de TCC de Ramille Roque Pinheiro (2007), intitulado Cucumbi: grupo afro-brasileiro de Maraú, e, sobremaneira, as pesquisas de campo nos meses de janeiro de 2012 e 2013, totalizando 11 entrevistas.

↲

34. Festa de origem centro-africana que se apresenta como uma

variação da congada, da eleição de reis negros, e na comunidade possuiu singularidades como a pintura corporal (cf. CUNHA, 2001). Os cucumbis seriam uma forma

especificamente carnavalesca de dança dramática que anualmente era realizada por grupos de negros nas ruas.

↲

35. Esses “sobrenomes” africanos ou indígenas surgiram muito

antes dos “nomes” de santos católicos (hagiotopônimos), pois houve legislação impondo topônimos (nomes de lugares) de origem religiosa: os topônimos de origem nativa ou africana (atribuídos a cidades, bairros, vilas etc.) deveriam ser precedidos de um nome de santo católico, a exemplo de São Sebastião do Passé (município baiano), Conceição do Jacuípe (município baiano, antes, chamado Berimbau), Nossa Senhora de Brotas (bairro soteropolitano) e, possivelmente, Nossa Senhora da Conceição do Cambuízo (capela). Na maioria das vezes, eram edificadas igrejas e capelas em devoção aos santos católicos que, em muitos casos, nomeariam o lugar. Houve, também, troca de topônimos de origem nativa ou africana por antropotopônimos, homenageando políticos e autoridades: “Ruy Barbosa, Seabra, Nilo Peçanha, Wanderley, Dias d’Ávila, Lauro de Freitas, Antônio Cardoso, Rafael Jambeiro, Sebastião Laranjeira, Miguel Calmon, Cotegipe, Luís Eduardo Magalhães, Cícero Dantas, Teofilândia, Muniz Ferreira, Cândido Sales, Medeiros Neto, João Dourado”. Ver: RAMOS, Ricardo Tupiniquim. Toponímia e poder: a igreja e a política na formação da toponímia dos municípios da Bahia. Disponível

em: http://www.filologia.org.br/xcnlf/14/15.htm.

↲

36. APEB. Seção Colonial e Provincial. Irmandade do Cambuízo.

Maço 1279.

↲

37. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 1279.

↲

38. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 1279.

↲

39. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5265.

↲

40. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5255.

↲

41. Apesar de já existir há algumas décadas, somente em 1875 seu

compromisso foi oficialmente registrado.

↲

42. Paramentos e adornos usados nas procissões.

↲

43. Opás são capas sem mangas com aberturas para os braços –

cada irmandade se vestia com opás de cores diferentes, representando seu santo de devoção.

↲

44. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 2476.

↲

45. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 2476.

↲

46. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5261.

↲

47. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5261.

↲

48. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5255.

↲

49. APC – Atas da Câmara da Vila de Canavieiras, Sessões

Ordinárias, 1886-1888 (apud RIBEIRO, 2005, p. 231).

↲

50. APEB. Seção Colonial e Provincial. 1873/23/p. 84.

↲

51. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 83/2967/28.

↲

52. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 83/2967/28.

↲

53. APEB. Seção Colonial e Provincial. Inventário 05/1888/2359/04.

↲

54. APEB. Seção Colonial e Provincial. 1877-1879. N.º 5257.

↲

55. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5265.

↲

56. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 5265.

↲

57. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 1279.

↲

58. APEB. Seção Judiciária. Inventários. 1872-1884. Documento

07/3027/21.

↲

59. APEB. Seção Judiciária. Inventários. 1872-1884. Documento

07/3027/21.

↲

60. APEB. Seção Judiciária. Inventários. 1872-1884. Documento

07/3027/21.

↲

61. APEB. Seção Judiciária. Inventários. 1872-1884. Documento

07/3027/21.

↲

62. APEB. Seção Judiciária. Inventários. 1872-1884. Documento

07/3027/21.

↲

63. Livro de Notas do Fórum de Maraú. Livro n.º 18. 1870.

↲

64. APEB. Seção Colonial e Provincial. Inventário e Testamento;

Doc. 08/3387/12.

↲

65. APEB. Seção judiciária. Inventários. 1877. Doc. 07/3016/17.

↲

66. APEB. Seção judiciária. Inventários. 1877. Doc. 07/3016/17.

↲

67. Livro de escrituras do Cartório de Notas de Maraú, de n.º 20,

fls. 58-v /Certidão do registro de carta de liberdade/O tabelionato de Notas da Comarca de Maraú teve seu livro n.º 1 no ano de 1808.

↲

68. APEB. Seção judiciária. Inventários. 1873. 5 1888 /2359.

↲

69. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo Crime. 1874. 9

/322/ 26.

↲

70. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo Crime. 1874. 19/

660/ 12.

↲

71. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II. 1882.

31 /1100 /33.

↲

72. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II. 1885.

55 /1980/ 8.

↲

73. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II. 1885.

23/ 805/ 37.

↲

74. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II. 1886.

23 /805/ 22.

↲

75. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II/ Ação

de Liberdade. 1886. 23/ 808/ 14.

↲

76. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processos Cíveis II/ Ação

de Liberdade. 1888. 23/ 808/ 29.

↲

77. APEB. Seção Colonial e Provincial. Inventários. 5/ 1862/ 2333

/1879.

↲

78. APEB. Seção Colonial e Provincial. Inventários. 5/ 1862/ 2333

/1879.

↲

79. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Ação de

Liberdade 31/1100/30.

↲

80. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Ação de

Liberdade 31/1100/30.

↲

81. A representação deve ser entendida em relação à noção de

prática: uma representação provém de uma prática social, de um registro social concreto. Ver Chartier (1990).

↲

82. Cf. Marta Abreu, O conceito de popular é controvertido e existe,

sem dúvida, desde o final do século XVIII. Foi utilizado com objetivos e em contextos muito variados, quase sempre envolvidos com juízos de valor, idealizações, homogeneizações e disputas teóricas e políticas. Ver Abreu (1999).

↲

83. APEB. Seção Colonial e Provincial. Fundo: Câmaras

Municipais. Maço 5454.

↲

84. Alane Fraga Carmo (2010) também cita este documento

enfatizando, porém, a questão da mobilidade escrava entre senhores diferentes na formação das famílias na Colônia Leopoldina.

↲

85. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

86. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

87. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

88. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

89. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

90. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

91. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

92. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

93. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 18 de

março de 1878. 2986–1878.

↲

94. APEB. Seção Colonial e Provincial. Secretaria da Polícia. Maço

3139-45.

↲

95. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 3139-4.

↲

96. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 3139-4. A

sociabilidade negra vista como desordem na capital da província foi tema da tese de Doutorado em História Social, de Mattos (2000).

↲

97. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 3139-4.

↲

98. O autor discorre sobre inúmeros processos e os procedimentos

de praxe, que eram retirar os escravizados do poder de seus senhores e deixá-los sob tutela de um curador.

↲

99. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 22 de

março de 1886. 2986–1878.

↲

100. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. Maço

3000.

↲

 

2 — Tensões entre a luta pela

 

liberdade e a sociabilidade proibida

 

1. APEB. Registro de Testamento. Livro N.º 3. 1863 a 1919.

↲

2. Os nomes citados foram oriundos dos processos de contrato de

soldada da Vila de Maraú em 1877, conforme APEB, Seção Colonial e Provincial, totalizando 26 processos.

↲

3. A lei de número 2.040, de 28 de setembro de 1871, declarava

que toda criança nascida de mãe escravizada, após aquela data, não poderia ser usada como mão de obra escrava, pois nascia livre.

↲

4. As leis de 1831 e 1850 extinguiram o tráfico. A de 1871 libertou

os nascituros. A de 1885, os sexagenários. E, finalmente, em 1888, a Lei Áurea libertou todos os escravizados.

↲

5. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada de 07 de

janeiro de 1888.

↲

6. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 02. 1875 a 1878. 13/20/11.

↲

7. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 02. 1875 a 1878. 13/20/11.

↲

8. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 02. Processo de Soldada N.º 3. 1879-1896.

↲

9. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 02. 1875 a 1878. 13/20/11.

↲

10. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 02. 1875 a 1878. 13/20/11.

↲

11. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada. 1879.

23/801/39.

↲

12. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada. 1879.

23/801/39.

↲

13. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada. 1879.

23/801/38.

↲

14. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada. 1882.

23/801/38.

↲

15. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de Soldada. 1879.

23/801/38.

↲

16. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 2, n.º 3. 1879-1896.

↲

17. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 2, n.º 3. 1879-1896.

↲

18. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes. Maço 2322.

↲

19. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondências

Recebidas da Câmara de Maraú. Maço 1352-1856.

↲

20. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro de Termo de Soldado

n.º 2, n.º 3. 1879-1896.

↲

21. APEB. Seção Colonial e Provincial. Auto de pergunta. Processo

n.º 31110/34.

↲

22. APEB, SJ, no 06/182/15, Réu, Diogo, Escravo, vítima: Thereza

Escrava (apud MAHONY, 2001, p. 115).

↲

23. APEB. Sessão Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas.

Maço 6181.

↲

24. APEB. Sessão Colonial e Provincial caixa 1606, Maço 4633

(apud SANTOS, 2011, p. 10).

↲

25. “Foi montada uma destilaria que produzia ‘petróleo nacional

inexplosivo’ (sic), que era denominado brazolina, óleos lubrificantes, velas de parafina, sabão e ácido sulfúrico, como se lê em uma notícia publicada no Auxiliador da Indústria Nacional, de 1886. A mesma notícia informa que, na ocasião,

no local, trabalhavam 350 a 400 operários na montagem de 3.500 toneladas de máquinas e equipamentos, de uma ‘grande usina’, que incluía 30 caldeiras a vapor, com força de 25 a 50 cv e uma grande ‘resfriadeira’. A fábrica, de grande porte para a época, contava com 12 alambiques de 14 mil litros cada um, e, inicialmente, destilava matéria-prima importada; mais tarde, foram instaladas 52 retortas Henderson, para a destilação de turfa, mas o estudo insuficiente sobre a turfa e falhas técnicas no projeto levaram ao insucesso a experiência, tendo a fábrica fechado em 1893. Acreditamos que a brazolina fosse um querosene ou coisa semelhante, único combustível líquido que teria mercado naquele tempo. Ainda a mesma notícia do Auxiliador da Indústria Nacional dizia que, embora a fábrica não estivesse pronta, já haviam sido feitas experiências da fabricação do ‘petróleo’ e das velas, ‘todos muito bem aceitos no mercado da Bahia’, O ‘petróleo’’ era dito como ‘praticamente inexplosivo devido à sua grande densidade, produzindo muito pouca fumaça, sendo, portanto, mais econômico’. Ainda existem – ou ainda existiam há poucos anos – diversos remanescentes dessas duas instalações pioneiras, como uma alta chaminé de tijolos da usina de Maraú” (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARTOGRAFIA, 2004, p. 13).

↲

26. O Marquês de Olinda concedeu a José de Barros Pimentel o

direito de extrair betume em terrenos situados nas margens do rio Maraú, na Bahia, em 1858, através do decreto n.º 2266.

↲

27. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondências

Recebidas da Câmara de Maraú. Maço 1352.

↲

28. Alfredo Silva publica, em 1893, Pequena Geografia da Comarca

de Camamú, Bahia, Typ. de João Gonçalves Tourinho, 1893, e detalha os números do capital e dos empregados.

↲

29. Sobre este crime, há farta documentação no APEB, Seção

judiciária, narrando o confronto. O desfecho conta com greve

dos operários, e as motivações do crime foram citadas por Cid Teixeira (2010), em História do petróleo na Bahia.

↲

30. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Processo

por Lesões Corporais. 1877. 05/178/03.

↲

31. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Processo

por Lesões Corporais. 1877. 05/178/03.

↲

32. APEB. Seção Colonial e Provincial. Ação de Liberdade. 1882.

23/0810/22.

↲

33. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondência Recebida

da Secretaria da Polícia. Maço 3139-45.

↲

34. APEB. Seção Colonial e Provincial. Correspondência Recebida

da Secretaria da Polícia. Maço 3139-45.

↲

35. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Governo

da Província. Juízes de Maraú. Maço 2476.

↲

36. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 2311343/03.

↲

37. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 2311343/03.

↲

38. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 22/791/03.

↲

39. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 22/791/03.

↲

40. Para saber mais sobre essas colônias no período, ver Lyra

(1982, p. 56).

↲

41. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 22/791/03.

↲

42. APEB – Seção Colonial e Provincial, Processo crime, Taperoá,

35/1433/14

↲

43. APEB. Judiciário. Processo Crime – Taperoá. 35/1435/14.

↲

44. APEB. Seção Colonial e Provincial. Lesões Corporais.

05/178/02.

↲

45. A fuga de Silvério revela como se davam as fugas na região por

barcos e canoas, em virtude do mar e dos rios abundantes, facilitando o trânsito com diversas finalidades: as fugas, o comércio, as idas e vindas a trabalho e a diversão entre fazendas, distritos e vilas. Os rios Maraú, Pardo e Cachoeira estavam presentes nas falas dos sujeitos, identificando espaços referenciais, esboçando uma ideia de região aos poucos configurada por andanças, costumes e pelo cacau.

↲

46. APEB. Seção Colonial e Provincial. Processo 18/35/3.

↲

47. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Juízes de

Maraú. Maço 2476.

↲

48. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Juízes de

Maraú. Maço 2476.

↲

49. Embora o sobrenome “Caito” seja proveniente de Cuanza, sul

de Angola, ali tratava-se apenas de mais um preto criminoso naquela territorialidade negra.

↲

50. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Juízes de

Maraú. Maço 2476.

↲

51. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Juízes de

Maraú. Maço 2476.

↲

52. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Processo

21/803/05.

↲

53. O processo alterna a grafia deste termo, apresentando Noc-

noc, Noq-noq e Camacans.

↲

54. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Processo

21/803/05.

↲

55. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Processo

21/803/05.

↲

56. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. Camamu.

1880. 10/381/01.

↲

57. Maculelê é um misto de dança e jogo de bastões, com os quais

os participantes desferem e aparam golpes de origem bantu. O nome deriva, provavelmente, do quicongo makélelè, significando “barulho”, “algazarra”, “vozearia”, “tumulto”. Outra versão diz que é um treino para cortar cana e para se safar das chibatadas dos feitores e capatazes dos engenhos, assim, os negros dos canaviais se defendiam com pedaços de pau e facões. A makota puxa a música para os dois dançarinos (SANTOS, 2013).

↲

58. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Processo

21/803/05.

↲

59. APEB. Seção Judiciária. Governo da Província. Processo

21/803/05.

↲

60. APEB. Secretaria da Segurança Pública. Ofícios Recebidos.

Maço 3457.

↲

61. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 3139-49.

↲

62. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 3139-49.

↲

63. APEB. Seção Colonial e Provincial. Chefe de Polícia. 06 de

dezembro de 1886. 3139-32.

↲

64. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 21

de março de 1887. Maço 6181.

↲

65. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 07

de novembro de 1887. Maço 6181.

↲

66. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 07

de novembro de 1887. Maço 6181.

↲

67. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 02

de setembro de 1887. Maço 6181.

↲

68. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 13

de maio de 1887. Maço 6181.

↲

69. COSTA, Alcides. Op.Cit, 1963, p. 15.

↲

70. A lei de 28 de setembro de 1885, conhecida como Lei dos

Sexagenários, libertou todos os escravos com mais de 60 anos.

↲

71. APEB. Seção Colonial e Provincial. Juízes de Maraú. 1850-

1889. Judiciário. Maço 2477.

↲

72. APEB. Correspondências da Câmara. Camamu. Maço 1283.

↲

73. O autor dedica um capítulo de sua tese para grande parte das

ações de liberdade na Vila de Maraú.

↲

74. APEB. Seção Judiciária. Série: Ação de Liberdade. 23/808/12.

↲

75. APEB. Correspondência recebida da câmara de Ilhéus. Maço

1317.

↲

76. APEB. Correspondência recebida da câmara de Ilhéus. Maço

1317.

↲

77. APEB. Seção Judiciária Ação de Liberdade.. 23/0808/05.

↲

78. APEB. Seção Judiciária Ação de Liberdade. 23/0808/06.

↲

79. APEB. Seção Judiciária Ação de Liberdade.. 23/0808/12.

↲

80. Ao estudar este caso em especial, Ricardo Tadeu Caíres Silva

(2007) explora a questão da ladinização de um escravizado por outro.

↲

81. APEB. Seção Judiciária. Ação de Liberdade. 44/15/83/24.

↲

82. APEB. Seção Judiciária. Ação de Liberdade. 23/080/02.

↲

83. BPEBA. O Monitor do Sul. 13 de maio de 1903.

↲

84. APEB. Seção Colonial e Provincial. Ação de Liberdade. 1888.

23/0808/29.

↲

85. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 25

e 26 agosto de 1887. Maço 6181.

↲

86. APEB. Seção Colonial e Provincial. Série: Vigários. Maço 5231.

↲

87. APEB. Seção Colonial e Provincial. Série: Assuntos (escravos).

1870-1888. Maço 2896.

↲

88. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minutas de Telegramas. 02

de setembro de 1887. Maço 6181.

↲

89. APEB, Seção Colonial e Provincial Maço 3002.

↲

90. APEB, Seção Colonial e Provincial Maço 3002.

↲

91. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 3002.

↲

92. Fraga Filho 2009.

↲

93. Fraga Filho 2009.

↲

94. APEB, Secção Judiciária, Maço 2986.

↲

95. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 2986.

↲

96. APEB. Seção Colonial e Provincial. 30 de maio de 1888. Maço

6181.

↲

97. APEB, Secção Judiciária, Maço 2986.

↲

98. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 3003.

↲

99. APEB, Secção Judiciária, Maço 2986.

↲

100. APEB, Secção Judiciária, Maço 2986.

↲

101. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 2986.

↲

102. Engenheiro Theodoro Augusto Cardoso, Juiz Comissário de

Ilhéus. APEB. Seção Colonial. Avisos recebidos do Ministério dos Negócios da Agricultura e Obras Públicas. 24.5.1888. Maço 783. Doc. 59-A. fl.90 (apud CUNHA, 2000, p. 5).

↲

103. Arquivo Público do Estado da Bahia. Seção Colonial e

Provincial. Maço 3003. Polícia, Delegados. 1887-1889. Subdelegado de Boa Vista ao Delegado de Polícia de Canavieiras. Boa Vista. 31 de maio de 1888. Ver também: Mata (2002).

↲

104. BPEBA. Seção Jornais Raros. Diário da Bahia. “Ilhéos”. 28 de

junho de 1888.

↲

105. BPEBA. Seção Jornais Raros. Diário da Bahia. “A justiça de

Ilhéus”. 12 de agosto de 1888.

↲

106. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 2617.

↲

107. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 3005.

↲

108. Arquivo Público do Estado da Bahia. Seção Colonial e

Provincial. 15 de janeiro de 1889. Maço 6181.

↲

109. APEB. Seção Colonial e Provincial. Seção Judiciária. 1889.

32/1343/6.

↲

110. APEB. Seção Colonial e Provincial. Maço 1279.

↲

111. APEB. Seção Colonial e Provincial. Camamu. 1889. Maço

1279.

↲

112. Sobre a importância desta data, ver Albuquerque (2009).

↲

113. APEB, Secretaria de Segurança Pública, Caixa 6485, Maço 01.

↲

114. APEB, Secretaria de Segurança Pública ,Caixa 6485, Maço 01

↲

115. APEB. Seção Colonial e Provincial. 20 de julho de 1888. Maço

1279.

↲

116. APEB. Secretaria da Segurança Pública. Ofícios Recebidos.

Maço 3457.

↲

117. APEB, Secretaria de Segurança Pública ,Caixa 6485, Maço 01.

↲

118. Secretaria de Segurança Pública. Caixa 6485. Maço 01.

↲

119. Secretaria de Segurança Pública. Caixa 6485. Maço 01.

↲

120. BPEBA. Série Jornais Raros. 1912. A Razão.

↲

121. APEB – Seção Colonial e Provincial. Minuta de Telegramas,

Maço 6181.

↲

122. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minuta de Telegramas.

Maço 6181.

↲

123. Para compreensão maior do tema, ler Pesavento (1991).

↲

124. AMADO, Jorge. Gabriela, Cravo e Canela, 2005 [1958], p. 07.

↲

125. AMADO, Jorge. Gabriela, Cravo e Canela, 2005 [1958], p. 07.

↲

126. APEB. Seção Colonial e Provincial. Minuta de Telegramas.

Maço 6181.

↲

127. Sereias.

↲

 

3 — Festas civilizadas da república e

 

representações sobre o negro nos

 

jornais da elite cacaueira

 

1. Conforme Del Priore (1994), Durkheim (2000), Duvignand

(1973), Moraes Filho (1999) e Thompson (1998).

↲

2. Aqui e doravante, utilizarei largamente o termo “elites” ao me

referir à sociedade cacaueira na década de 1910, essa categoria que merece ser devidamente discutida embora aqui não seja esse o propósito. No entanto, embasei-me na discussão de Flávio Heinz (2006). Representativo desta visão, este autor nos adverte para a amplitude do termo e sugere que

se compõe de grupos que ocupam o “topo” de “estruturas” de autoridade ou de distribuição de recursos.

↲

3. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos, 26 de fevereiro de 1901.

↲

4. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 19 de setembro de 1901. Nº.

134.

↲

5. Vários estados contavam com um jornal intitulado Monitor, em

Minas, em Salvador e do Sul, em Canavieiras.

↲

6. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. Edições de março de 1901 e

março de 1902.

↲

7. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 02 de março de 1903.

↲

8. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. Edições de março de 1901 e

março de 1902, respectivamente.

↲

9. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. A Razão. 03 de setembro

de 1910.

↲

10. A expressão “população de cor” será usada daqui por diante

para se referir ao termo usado no período em voga, para designar pretos, pardos, cabras, mulatos, bem como seus descendentes.

↲

11. APEB. Seção Colonial e Provincial. Livro da Irmandade de São

Sebastião do Maraú. 1877-1895.

↲

12. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 30 de maio de 1901.

↲

13. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 08 de

janeiro de 1905.

↲

14. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 31 de

julho de 1909.

↲

15. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 31 de

julho de 1909.

↲

16. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. A Razão. 04 de agosto de

1909.

↲

17. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1º de

julho de 1905.

↲

18. Cardápio: Sopa de aspargos com a postura de ovos. Aperitivos.

Sardinhas gratinadas, molho mousseline, croquetes de frango, filé picado à Primavera [...]. Frutas variadas. Sobremesa: sorvete de baunilha, bolos quentes recheados, compotas. Vinhos: Sauterne, S. Julião, Médoc, Porto, Champanhe. Café, licores, charutos. Tradução de Lise Mary Dourado.

↲

19. BPEBA. Jornal de Ilhéus. 17 de fevereiro de 1915.

↲

20. BPEBA. Série Jornais Raros. 1903 O Monitor do Sul..

↲

21. Esta noção vem desde o período do Brasil colonial: a

associação da mulher entre a prostituição e a feitiçaria. SOUZA, Laura de Mello e. O diabo e a Terra de Santa Cruz: feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

↲

22. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 09 de junho de 1902.

↲

23. BPEBA. Série Jornais Raros. Gazeta de Ilhéos. 24 de

novembro de 1901.

↲

24. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 26 de março de

1905.

↲

25. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 20 de março de

1909.

↲

26. Assim eram chamados os filhos libertos dos escravizados.

Segundo o jornal, era filho de libertos.

↲

27. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 20 de março de

1909.

↲

28. BPEBA. O Comercio. 09 de dezembro de 1918.

↲

29. BPEBA. O Comercio. 09 de dezembro de 1918.

↲

30. BPEBA. O Comercio. 09 de dezembro de 1918.

↲

31. BPEBA. O Progressista. 07 de setembro de 1918.

↲

32. BPEBA, O Progressista. 10 de fevereiro de 1917.

↲

33. O Comercio. 24 de novembro de 1919.

↲

34. O Progressista. 17 de fevereiro de 1917.

↲

35. BPEBA, O Progressista. 10 de fevereiro de 1917.

↲

36. BPEBA. O Progressista. 2 de dezembro de 1916.

↲

37. Para uma melhor compreensão desta ideia, ler também,

Albuquerque (2009).

↲

38. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 02 de julho de 1901.

↲

39. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1º de

julho de 1905.

↲

40. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 16 de maio de 1901.

↲

41. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. Coronel A. Pessoa da Costa

e Silva. 4 de setembro de 1903.

↲

42. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 21 de maio de

1903.

↲

43. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 21 de maio de

1903.

↲

44. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 21 de maio de

1903.

↲

45. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 14 de

maio de 1907.

↲

46. BPEBA. Série Jornais Raros. Gazeta de Ilhéus. 28 de maio de

1901.

↲

47. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 12 de junho de 1901.

↲

48. BPEBA. Série Jornais Raros. Nova Religião. 02 de julho de

1903.

↲

49. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. julho de 1910.

↲

50. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. julho de 1910.

↲

51. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 12 de julho de

1910.

↲

52. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 12 de julho de

1910.

↲

53. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1904.

↲

54. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1904.

↲

55. BPEBA. Série Jornais Raros. A Democracia. 20 de abril de

1910.

↲

56. BPEBA. Série Jornais Raros. A Democracia. 20 de abril de

1910.

↲

57. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 21 de fevereiro

de 1903.

↲

58. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. 21 de novembro de

1909.

↲

59. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheós. 02 de fevereiro de 1902.

↲

60. A Baía, 13 de março de 1905. Disponível em:

http://www.negronaimprensa.ceao.ufba.br.

↲

61. APEB. Biblioteca. Anexo ao Relatório do Presidente da

Província, Dr. Antônio de Araújo de Aragão Bulcão, apresentado em 2 de abril de 1880.

↲

62. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 05 de fevereiro

de 1903.

↲

63. Jornal de Notícia, em 06 de fevereiro de 1902. Disponível em:

http://www.negronaimprensa.ceao.ufba.br/.

↲

64. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. Fevereiro de 1901.

↲

65. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. Fevereiro de 1901.

↲

66. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. Quinta-feira, 28 de janeiro

de 1904.

↲

67. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. Quinta-feira, 28 de janeiro

de 1904.

↲

68. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 20 de fevereiro de 1905.

↲

69. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. Fevereiro de 1905.

↲

70. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. Fevereiro de 1905.

↲

71. Este foi descrito na capital como clube negro carnavalesco, e os

jornais que deram notícias, entre 1900 e 1905, foram A Baía, em 1905, A Coisa, em 1900, Correio da Tarde e Jornal de Notícias, em 1903, e Correio do Brasil, em 1904. Todas as notas, na íntegra, estão disponíveis em:

http://www.negronaimprensa.ceao.ufba.br/index.php/busca/busc

ar.

↲

72. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. Fevereiro de 1910. Em

virtude da deterioração do jornal, não soubemos o dia, mas que é de número 114.

↲

73. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 10 de

fevereiro de 1907.

↲

74. BPEBA – Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 17 de

fevereiro de 1907.

↲

75. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 17 de

fevereiro de 1907.

↲

76. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. O Monitor do Sul. 17 de

fevereiro de 1907.

↲

77. BPEBA. Série Jornais Raros - A Razão, fevereiro de 1905.

↲

78. BPEBA. A Democracia. 10 de fevereiro de 1911.

↲

79. BPEBA. Acervos de Jornais Raros. Monitor do Sul, 10 de

fevereiro de 1907.

↲

80. BPEBA. Jornal de Ilhéus, 22 de fevereiro de 1915.

↲

81. BPEBA. Jornal de Ilhéus. 22 de fevereiro de 1915.

↲

82. BPEBA. Jornal de Ilhéus. Fevereiro de 1915.

↲

83. BPEBA. Jornal de Ilhéus. 22 de fevereiro de 1918.

↲

84. BPEBA. Jornal de Ilhéus. 26 de fevereiro de 1918.

↲

85. BPEBA. Jornal de Ilhéus. 26 de fevereiro de 1918.

↲

86. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 12 de março de 1916.

↲

 

4 — Egressos do cativeiro entre a

 

roça e os arrabaldes da cidade:

 

migrantes, fetichistas e

 

desamparadas

 

1. APEB. Minutas de telegramas. 1884-1889. Maço 6181.

↲

2. Termo utilizado para se referir a tecidos, panos.

↲

3. APEB. Processo Crime de Atentado ao Pudor. 11/135/19.

↲

4. APEB. Secretaria de Segurança Pública. Caixa 6485. Maço 01.

↲

5. APEB. Minutas de telegramas. 1884-1889. Maço 6181.

↲

6. APEB. Secretaria de Segurança Pública. Caixa 6485. Maço 01.

↲

7. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 03 de janeiro de 1902.

↲

8. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 26 de maio de 1903.

↲

9. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. Março de 1903

(o exemplar está com a data rasgada).

↲

10. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 1902.

↲

11. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 12 de fevereiro de 1903.

↲

12. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 1902.

↲

13. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 1902.

↲

14. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilheos. 1902.

↲

15. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. Sambaytuba. 28 de

dezembro 1902.

↲

16. APEB. Seção Colonial e Provincial. Cível. Instrumento de

Agravo. Canavieiras. 1910.

↲

17. APEB. Lesões Corporais. 22/894/03.

↲

18. APEB – Seção Judiciário, Lesão Corporal, (22/894/07).

↲

19. APEB – Seção Judiciário, Lesão Corporal, (22/894/07).

↲

20. APEB – Seção Judiciário, Lesão Corporal, (22/894/07).

↲

21. APEB. Judiciário. Processo-crime. Lesão Corporal. 22/894/07.

↲

22. APEB, Seção Judiciário, Processo-crime, Lesão Corporal

(08/324/08).

↲

23. APEB. Seção Judiciário. Processo-crime. Lesão Corporal.

08/324/08.

↲

24. APEB. Seção Judiciário. Processo-crime. Lesão Corporal.

08/281/12.

↲

25. BPEBA. A Razão. 05 de novembro de 1911.

↲

26. BPEBA. A Razão. 18 de novembro de 1917

↲

27. BPEBA. A Razão. 18 de novembro de 1917.

↲

28. Nota extraída do Jornal A Baía digitalizado no projeto: O negro

na imprensa CEAO/ UFBA. Disponível em:

http://www.negronaimprensa.ceao.ufba.br/index.php/busca/busc

ar. Acesso em: 8 out. 2012.

↲

29. Nota extraída do Jornal A Baía digitalizado no projeto: O negro

na imprensa CEAO/ UFBA. Disponível em:

http://www.negronaimprensa.ceao.ufba.br/index.php/busca/busc

ar. Acesso em: 8 out. 2012.

↲

30. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1904.

↲

31. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 1905.

↲

32. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 21 de novembro

de 1904.

↲

33. BPEBA. Jornal O Seabrista. 30 de agosto de 1909.

↲

34. Termo utilizado pelo processo.

↲

35. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

36. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

37. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

38. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

39. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

40. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

41. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

371333/1.

↲

42. APEB. Seção Judiciária. Feitiçaria. Canavieiras. 1912.

37/1333/1.

↲

43. BPEBA. Jornal A Reforma. Canavieiras. 17 de dezembro de

1914.

↲

44. BPEBA. Jornal A Reforma. Canavieiras. 17 de dezembro de

1914.

↲

45. BPEBA. Jornal A Reforma. Canavieiras. 17 de dezembro de

1914.

↲

46. BPEBA. O Comércio. Ilhéus. 24 de setembro de 1919.

↲

47. BPEBA. Jornal O Comércio. Ilhéus. 24 de setembro de 1919.

↲

48. BPEBA. Jornal O Comércio. Ilhéus. 24 de setembro de 1919.

↲

49. BPEBA. Jornal O Comércio. Ilhéus. 24 de setembro de 1919.

↲

50. CEDOC. UESC. Jornal de Ilheos. 12 de dezembro de 1916.

↲

51. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 9 de fevereiro de 1901.

↲

52. CEDOC. Gazeta de Ilhéos. Com a polícia. 5 de março de 1903.

Ano III, N.º 194.

↲

53. CEDOC. Gazeta de Ilhéos. Com a polícia. 5 de março de 1903.

Ano III, N.º 194.

↲

54. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. Março de 1903.

↲

55. Sobre a capoeira na Bahia, algumas pesquisas se detiveram

especificamente sobre o tema. Ver: Oliveira (2004) e Dias (2004).

↲

56. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. Década de

1910.

↲

57. BPEBA. Série Jornais Raros. Monitor do Sul, 1903.

↲

58. BPEBA. Série Jornais Raros. A Razão. 30 de julho de 1910.

↲

59. BPEBA. Série Jornais Raros. O Monitor do Sul. 1903.

↲

60. BPEBA. Série Jornais Raros. A Democracia. 10 de junho de

1910.

↲

61. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 29 de dezembro de 1912.

↲

62. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéus. 29 de dezembro de 1912.

↲

63. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 12 de março de 1914.

↲

64. BPEBA. O Democracia. 17 de junho de 1916.

↲

65. BPEBA. A Reforma. 22 de novembro de 1918.

↲

66. BPEBA. O Commercio. 24 de setembro de 1919.

↲

67. BPEBA. A Razão. 20 de julho de 1912.

↲

68. BPEBA. A Razão. 20 de agosto de 1912.

↲

69. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 16 de fevereiro de 1917.

↲

70. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 16 de agosto de 1914.

↲

71. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 12 de março de 1914.

↲

72. BPEBA. A Democracia. 29 de outubro de 1915.

↲

73. O código penal de 1890 oferece a seguinte definição para

vadiagem: deixar de exercitar profissão, ofício, ou qualquer mister em que ganhe a vida, não possuindo meio de subsistência e domicílio certo em que habite, prover à subsistência por meio de ocupação proibida por lei e manifestamente ofensiva da moral e dos bons costumes. Código Penal Brasileiro (1923).

↲

74. CEDOC. UESC. Jornal de Ilhéus. 27 de maio de 1915.

↲

75. Segundo Hebe Mattos (1998), a indicação de “cor” desaparece

dos registros históricos no pós-emancipação.

↲

76. APEB. Judiciário. Processo crime em Ilhéus. 1881. 03/86/02.

↲

77. APEB. Judiciário. Processo crime em Camamu. 1885.

032/86/02.

↲

78. APEB – Seção Colonial e Provincial, Chefe de Polícia, 2986 –

1878, 22 de março de 1886.

↲

79. APEB. Judiciário. Processo crime em Camamu. 09/377/03.

↲

80. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. 19 de maio de 1901.

↲

81. CEDOC. UESC. Gazeta de Ilhéos. Março de 1903.

↲

82. APEB. Cível. Instrumento de Agravo. Canavieiras. 1911.

↲

83. APEB. Cível. Ação de Interdito Proibitório. Ilhéus, 1915.

44/1556/02.

↲

84. APEB. Seção Judiciária. Processo Crime. 66/2350/09.

↲

85. Incorporação ilícita de terras maquinadas através da justiça

com a utilização da força (RIBEIRO, 2005).

↲

86. As canoas eram os principais meios de circulação do cacau e

das pessoas entre as fazendas da região. Possuí-las era fundamental para o escoamento da produção para Ilhéus ou Camamu.

↲

87. APEB. Seção Colonial e Provincial. Cível. Ação de Agravo.

Camamu. 1916.

↲

88. APEB. Seção Judiciária. Processo Cível. Ilhéus. 1912.

41/1451/06.

↲

89. APEB. Seção Judiciária. Processo Cível. Ilhéus. 1912.

41/1451/06.

↲

90. APEB. Seção Judiciária. Processo Cível. Ilhéus. 1912.

41/1451/06.

↲

91. APEB. Seção Judiciária. Processo Cível. Ilhéus. 1912.

41/1451/06.

↲

92. APEB. Seção Judiciária. Processo Cível. Ilhéus. 1912.

41/1451/06.

↲

93. APEB. Seção Judiciária. Processo-crime. Defloramento.

11/427/16.

↲

94. APEB. Seção Judiciária. Processo-crime. Lesão Corporal.

05/178/14.

↲

95. APEB. Seção Judiciária. Processo-crime. Lesão Corporal.

23/899/01.

↲

96. APEB. Seção Judiciária. Lesões Corporais. 22/894/01.

↲

97. APEB. Seção Judiciária. Defloramento. 1909. Barra do Rio de

Contas. 07\270\07.

↲

98. APEB. Seção Judiciária. Defloramento. 1909. Barra do Rio de

Contas. 07\270\07.

↲

99. Jornal A Opinião, parte do processo de defloramento. APEB.

Seção Judiciária. 1910. 07\270\07.

↲

100. APEB. Seção Judiciária. Processo Crime. Defloramento. 1910.

07/270/07.

↲

Você terminou Histórias de africanos e seus descendentes no sul da Bahia

Cristiane Batista da Silva Santos

Livros como este