Noticias de Portugal
Capítulo C
Brandaõ, de Inglaterra, seu brasaõ. 3. 4. 83.
Brandaõ, seu brazão. 3. 14. 99.
Britto, seu brazão. 3. 4. 88.
Broncilde, Rainha de França sua crueldade. Disc. 8. p. 304.
Bulhoens, seu brazaõ. 3. 6. 93.
Buzio, seu brazão. 3. 5. 90.
C
Cabras, seu brazão. 3. 14. 99.
Cabo Verde, em que tempo se descobrio, que terras possuem
nelle os Portugueses, (propagação) da Fè naquelles Estados,
6. 1. 217.
Cacena, seu brazaõ. 3. 9. 96.
Cacheu, seus portos saõ muy frequentados de todos os Navios de
Europa. 6. 5. 227.
Caça, seu exercicio louvavel aos Principes, e grandes Senhores.
Disc. 8. pag. 354.
Devem usar delle com temperança, ibidem.
Caceres, seu brazão. 3. 14. 99.
Çacoto, seu brazão. 3. 10. 96.
Caldeiras, se conservaõ no Convento da batalha, e Alcobaça as
com que no campo de Aljubarrota, se fazia o comer dos
Soldados. 3. 20. 122.
Calvarios, que moeda era, e o seu valor. 4. 32. 180.
Caligula, Emperador, sua desenvoltura. Disc. 8. p. 378.
Calças, seu brazão. 3. 5. 90.
Caldeira, seu brazão. 3. 14. 99.
Calheiro, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Calvo, seu brazaõ. 3. 5. 93.
Cambyses, o que fez a hum Juiz. Disc. 8. p. 292.
Cão, seu brazaõ. 3. 16. 102.
Camello, seu brazaõ. 3. 10. 96.
Camello, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Camera, seu brazaõ. 3. 13. 99.
Caminha, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Camões, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Campo, seu brasaõ. 3. 4. 88.
Canto, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Çapata, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Capitão Mor do mar, sua origem, sua jurisdicçaõ, os que houve
em Portugal. 2. 14. 65. e 66.
Capua, destruida pelos Romanos. Discurso 8. pag. 364.
Cardozo, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Carneiro, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Carrasco, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Carregueiro, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Carrilho, seu brazaõ. 3. 12. 98.
Carvalhaes, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Carvalhosa, seu brazaõ. 3. 13. 98.
Carvalho, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Carvoeiro, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Cardeaes Portugueses, de p. 247 atè pag. 286.
Cardeal S. Damaso, de quem foy filho, onde nasceo. 8. 1. 247.
Onde està enterrado. Varias opinioens sobre a sua Patria. Por
quem foy eleito Cardeal. Em que anno sobio ao
Pontificado. Suas acçoens. p. 248 e 249.
Cardeal D. Payo Galvaõ, em que tempo floreceo. 8. 2. 249.
De quem foy filho. De que Ordem foy. Por quem foy creado
Cardeal do titulo de Santa Maria in Septifolio. Em que tempo. He eleito Cardeal do titulo de Santa Cecilia. Em que tempo. He eleito Cardeal Albanense. Em que tempo. He mandado Legado Apostolico com a Cruzada à Conquista da Terra Santa. Por quem. Em que tempo. He mandado
Legado ao Emperador Federico II. pag. 250.
Cardeal D. Joaõ Froes, sua Patria, seus Pays. De que Ordem foy.
Sendo Bispo Sabinense consagrou a Igreja do Mosteiro de
Santa Cruz de Coimbra. Em que tempo. 8. 3. 250.
Cardeal João 20. dito 21. Summo Pontifice. Sua Patria. Filho de
quem. Foy chamado Pedro Peres. Foy Arcediago de Vermoim na Sè de Braga. Foy Prior de Guimaraens. Em que tempo He creado Bispo Cardeal. Por quem, e em que tempo. Foy companheiro de S. Boaventura. Teve mais
companheiros, e quaes. Foy insigne na Mathematica, e
Medicina. 8. 4. 251.
He eleito Summo Pontifice, e em que tempo. Teve particular
cuidado em prover os Beneficios da Igreja. Intentou recuperar a Terra Santa. Em que tempo morreo. Onde està
sepultado. Que tempo viveo. Obras que compoz. 8. 4. 252.
Cardeal D. Martinho, sua Patria. Em que tempo foy creado
Cardeal. E por quem. Sua morte. 8. 5. 252.
Cardeal D. Joaõ Affonso de Azambuja, de quem foy filho. 8. 6.
252.
Foy Conego de Evora. Foy Prior da Igreja de Monsaõ, e de
Alcaçova. He mandado a Roma. Foy Bispo do Algarve, do Porto e de Coimbra, Arcebispo de Lisboa. He creado Cardeal, e por quem. Fundaçoens que fez em Lisboa, Sua
morte. 8. 6. 253.
Cardeal D. Pedro da Fonseca, de quem foy filho. Foy Bispo do
Porto. He creado Cardeal, e por quem. Em que tempo. Desobedeceo ao Concilio de Pisa. Foy deposto pelo Concilio de Constancia. He confirmado na Dignidade por Martinho III. Em que tempo. He mandado por Legado a Constantinopla.
Sua morte. 8. 7. 254.
Cardeal D. Antaõ Martins de Chaves, em que tempo foy eleito
Bispo do Porto. Concilios que em seu tempo se fizeraõ em Portugal. He mandado ao Concilio de Basilea. He creado Cardeal em que tempo. Suas acçoens em Roma. Sua morte.
8. 8. 255.
Cardeal D. Luiz de Amaral, mandado por Embaixador ao Concilio
de Basilèa. Em que tempo. Reputaçaõ, que teve entre aquelles Prelados. He mandado Emperador a Grécia. E tambem ao Emperador de Alemanha. He creado Cardeal, em
que tempo. Sua morte. 8. 9. 257.
Cardeal D. Gemes, de quem foy filho, He creado Cardeal. Por
quem, e em que tempo. He louvado de Eneas Sylvio. Sua
morte. 8. 10. 258. e 259.
Cardeal D. George da Costa, sua Patria. Em que tempo floreceo.
Foy Lente em Santo Eloy. He mandado a Roma a varios negocios, sendo Deaõ de Lisboa. He mandado Embaixador a Castetella. He creado Cardeal. Por quem, e em que tempo. Retira-se occultamente para Roma; e porque. Recebe o Arcebispado de Braga. Foy Cardeal de varios titulos. Renuncia o Arcebispado de Lisboa em D. Martinho seu
irmaõ. Sua empreza. Sua morte. 8. 11. de p. 259. atè p. 263.
Cardeal D. Affonso, filho delRey D. Manoel. Foy creado Cardeal
do titulo de Santa Luzia, em que tempo. Teve outros varios
titulos. Empregos que teve. Sua morte. 8. 12. 263.
Cardeal D. Miguel da Sylva, de quem foy filho, estudou em Pariz.
Parte para Roma, em que tempo. Dahi passa a Veneza, e para que fim. Torna para Portugal. Exercita varios empregos. Torna para Roma, e dahi para Portugal segunda vez. Pertende o Summo Pontifice crealo Cardeal, ElRey D. Joaō III. o naõ consente. Torna para Roma occultamente. Insta ElRey com elle que torne para o Reyno, e elle desobedece. He desnaturalizado por esta desobediencia. Publica-se a sua creaçaõ. Foy Legado de Ravena, teve votos para sobir à
Cadeira Pontifical. Sua morte. 8. 13. 264. usque 266.
Cardeal D. Henrique, filho delRey D. Manoel. Primeiro emprego
que teve. Foy Arcebispo de Braga, e Bispo de Evora. He creado Cardeal. Foy legado a Latere neste Reyno, e Inquisidor Mòr. Erigio as Casas do Santo Officio de Lisboa, Evora, Coimbra, e Goa; reformou varias Religioens. Sua
morte. 8. 14. 266.
Cardeal D. Verissimo de Lancastro, de quem foy filho. Em que
tempo nasceo. Empregos que teve. He creado Cardeal, e por quem, e em que tempo. Sua affabilidade, amor grande que
teve às letras. Sua morte. Exequias que se lhe fizeraõ nella.
8. 15. 267. & vers.
Cardeal Luiz de Sousa, de quem foy filho. Em que tempo partio
para Roma. Sentimento que teve na morte do Principe D. Theodosio. He eleito Deaõ da Sè do Porto. Torna para Portugal, Empregos que teve. He creado Cardeal. Por quem,
e em que tempo. Sua morte. 8. 16. de 26. ate p. 272.
Cardeal Nuno da Cunha de Ataide, de quem he filho. Quando
nasceo. Empregos que tem occupado. Os que exercita. Em que tempo foy creado Cardeal; acçoens que obrou em Roma.
8. 17. 273.
Cardeal D. Jozè Pereira de Lacerda, de quem foy filho. Sua patria.
Empregos que occupou. Em que tempo foy creado Cardeal, e por quem. Ordenou que o dia de Santa Barbara se guardasse na Cidade de Faro. Acçoens que obrou em Roma. Sua morte.
8. 18. 275. até 277.
Cardeal D. Joaõ da Motta, e Sylva, Empregos que tem occupado.
Em que tempo foy creado Cardeal. 8. 19. 277.
Cardeal D. Thomàs de Almeida, de quem he filho. Empregos que
tem occupado. He nomeado Bispo de Lamego. O que obrou neste Bispado. He creado Bispo do Porto. Acçoens que obrou neste Bispado. He creado Patriarca primeiro de Lisboa. Obras que fez no sitio de Rilhafolles. Funda o Convento de N. Senhora dos Remedios em Campolide. Manda fazer Constituiçoens. E tambem para as Religiosas Descalças de N. Senhora da Conceiçaõ da Luz. Reedifica a Quinta de Santo Antonio do Tojal. He creado Cardeal. 8. 20. de p. 278.
até p. 286.
Carlos Magno, Principe sem igual. O que mereceo por suas
grandes virtudes, Disc. 8. p. 316.
Castanheda, seu brazão. 3. 5. 90.
Castel branco, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Castilho, seu brazão. 3. 13. 98.
Castro, seu brazaõ. 3. 11. 95.
Castella, tem agora menos gente, que antigamente. 2. 9. 49.
Castellos, nos Escudos, sua origem. Que Familias os trazem. 3.
13. 98.
Cayado, seu brazão. 3. 4. 88.
Cazal, seu brazão. 3. 12. 98.
Caza, da Moeda em Portugal em que partes tem tido assento. A
primeira que houve. Seu governo. 4. 22. 168.
Cavalaria, a de Portugal de grande nome na Europa. 2. 10. 56.
No tempo delRey D. Manoel excedia o numero de 8U000.
cavallos. 2. 7. 45.
Sua Dignidade. 3. 28. 141.
Cavalleiros, Ceremonias com que eraõ armados antigamente. 3.
28. 143.
ainda hoje se uzaõ nos Cavalleiros das Ordens Militares. Que
idade se requer para esta Dignidade. He necessario que o
Padrinho seja armado Cavalleiro. ibidem.
Quando começou esta Dignidade em Portugal, ibidem. Os das Ordens Militares obrigados a ter armas, e cavallos para
a defensa do Reyno contra infieis. 2. 17. 80.
Cavalleiro bom, qual he. Disc. 8. p. 358.
Cataõ, o que sentia a respeito da peregrinaçaõ, 8. 1. 245.
Cataõ Uticense, perfeiçaõ de sua vida. Disc. 8. p. 291.
Cayo Valerio, emendando-se dos vicios foy muito amado do povo.
Disc. 8. p. 312.
Celeme, seu brazaõ. 3. 13. 99.
Cerqueira, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Cerveira, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Cesar, seu brazaõ. 3. 16. 106.
Cera, de donde vem com mais abundancia. 1. 5. 22.
Cetro, o que significa, e seu principio 2. 1. 33.
Ceita, cercada pelos Mouros de Granada. 2. 15. 68.
Chacina, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Chanoca, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Chaves, seu brazaõ. 3. 14. 99.
China, muito abundante de todos os mantimentos, 1. 1. 2.
Chinas, naõ admitiaõ Estrangeiros no seu Reyno. 8. 1. 245.
Chindasvindo Rey, que moedas bateo em Hespanha. 4. 14. 158.
Cio, seu brazaõ. 3. 5. 89.
Cirne, seu brazaõ. 3. 14. 99.
Cidades, quantas ha no Reyno de Flandes. 1. 2. 6.
Cifras dos appellidos, que Familias as trazem. 3. 14. 99.
Ciro Rey, sua liberalidade. Disc. 8. pag. 331.
Clemencia, foy a mayor virtude que teve Julio Cesar, e Octaviano.
Disc. 8. p. 340.
Coelho, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Coelho, seu brazaõ. 3. 16. 106.
Cogominho, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Conestagio, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Contreiras, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Cordeiro, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Cordovil, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Coronel, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Correa, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Correa, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Correlhas, seu brazaõ. 3. 13. 99.
Corte Real, seu brazaõ. 3. 16. 104.
Costa, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Cota, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Cotifer, seu brazaõ. 3. 13. 99.
Cotrim, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Covas, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Couro, seu brazaõ. 3. 14. 10.
Coutinho, seu brazaõ. 3. 10. 96.
Couto, seu brazaõ. 3. 13. 99.
Colonias, ou lugares de Alentejo seus fundadores. 1. 5. 21.
Condestable, sua Dignidade, e origem 2. 2. 36.
Os que tem havido em Portugal. 2. 2. 38.
Coudel Mòr, que officio he, e sua Dignidade. 2. 5. 41.
Condes, sua origem, e antiguidade. 2. 2. 36.
Os que largaraõ este titulo pelo de Duque. 3. 23. 128.
Conde, que palavra he, sua Ethimologia, sua origem, antiguidade,
e preeminencia em Portugal. He grande sua Dignidade. Os
primeiros que houve em Portugal. 3. 25. 133. & seqq.
O de Barcelos, grandeza com que recebeo este titulo, delRey
D. Pedro. 3. 28. 142.
Consulado, seu principio, e para que era applicado o seu
rendimento. 2. 15. 70.
Congo, neste Estado se fez a segunda missaõ dos Portugueses,
e que pessoas foraõ a ella., 6. 1. 217.
Conselheiros, bons, e verdadeiros, quam necessarios ao bom
Principe., Disc. 8. 349. & 350. & 353.
naõ devem ser de pouca idade., 8. 350.
Devem ser scientes em todas as materias., 352.
Quaes saõ os fieis, e prudentes., ibidem.
Comendas, quantas ha em Portugal., 2. 17. 80.
Comarca, que palavra he, de donde se deriva., 3. 24. 131.
Cobiça dos Contratadores, e navegantes tem sido a causa de
grandes naufragios no mar., 7. 1. 233.
Collegio, da Companhia de Coimbra com que intento o fundou
ElRey D. Joaõ III., 6. 1. 217.