Noticias de Portugal
P
Ossem, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Ourem, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Ouro, sua abundancia em Serra Leva. 6. 5. 227.
Ozorio, seu brazaõ. 3. 4. 89.
P
Paçanha, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Pacheco, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Padilha, seu brazaõ. 3. 14. 100.
Paim, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Palameque, seu brazaõ. 3. 7. 94.
Palha, seu brazaõ. 3. 15. 104.
Pamplona, seu brazão. 3. 5. 89.
Panos de Ràs, os melhores se fabricaõ em Flandes. 1. 1. 3.
Panegyrico, o que he. Disc 8. pag. 287.
Sua invençaõ de mais proveito que outro genero de historia.
Disc. 8. p. 288.
O que fez João de Barros a ElRey D. João o III. Disc. 8. p. 287.
à Infanta Dona Maria. Disc. 8. pag. 395.
Paõ, seu brazaõ. 3. 6. 93.
Paõ, se pòde cultivar em Portugal o que baste para todo o Reyno.
1. 5. 25.
Papel, sua invenção, 1. 1. 4.
Principio de sua fabrica em Portugal. 1. 4. 19.
Em que terras do Reyno se fabrica. ibidem.
Palatim, seu brazaõ. 3. 5. 9O.
Pato, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Patria, propria louvada por Sophocles. 8. 1. 246.
Patacaõ, de prata o que valia. 4. 32. 181.
Pavia, seu brazaõ. 3. 12. 98.
Pavia, seu brazaõ. 3. 5. 90.
D. Payo Galvaõ, Cardeal seu Elogio. 8. 2. 249.
Paz, naõ se pòde conservar sem a milicia. 2. 1. 33.
Naõ a ha perfeita sem perfeita Religiaõ. Disc. 8. p. 312.
Pedroso, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Pedroso, seu brazaõ. 3. 14. 101.
D. Pedro da Fonseca, Cardeal seu Elogio. 8. 7. 254.
Rey D. Pedro I, por sua justiça foy bem quisto do Povo. Disc. 8. p.
300.
Rey D. Pedro de Castella expulso do Reyno por sua crueldade.
Disc. 8. pag. 305.
Vem a Portugal, e naõ he recebido. ibidem.
Pegado, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Pega, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Peixoto, seu brazaõ. 3. 15. 103.
Peixoto, seu brazaõ. 3. 5. 90.
Pelicano, sua figura vista em Evora. 4. 30. 177.
Penha, seu brazaõ. 2. 4. 88.
Perdigaõ, seu brazaõ. 3. 14. 101.
Pereira, seu brazaõ. 3. 6. 93.
Peregrinação, se deve fazer por amor das Artes, e Sciencias. 8. 1.
238.
Com ella se aprendem muitas cousas. 8. 1. 242.
Seus trabalhos. 8. 1. 244.
Perestrello, seu brazaõ. 3. 10. 96.
Perestrello, seu brazaõ. 3. 14. 101.
Pessoa, seu brazaõ. 3. 9. 96.
Pestana, seu brazaõ. 1. 5. 90.
Pilartes, que moedas eraõ. 4. 26. 172.
Pimentel, seu brazaõ. 3. 8. 95.
Pimentel, seu brazaõ. 3. 6. 93.
Pinheiro, seu brazaõ. 3. 14. 101.
Pinto, seu brazaõ. 3. 9. 96.
Pythagoras, e Plataõ, tiveraõ perfeito conhecimento de todas as
Sciencias. 8. 1. 238.
Plinio, o que diz a respeito da Lusitania. 5. 2. 197.
Plataõ, conhecimento que teve de todas as Sciencias 8. 1. 238.
Pò, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Poços, de suas agoas se bebe em varias Cidades, e Villas de
Portugal. 1. 5. 22.
Poetas, com elles se devem aconselhar os Reys. Disc. 8. p. 352.
Poezia, heroica, seu principio. Disc. 8. p. 287.
Polvora, sua invençaõ, 1. 1. 3.
Sua fabrica em Portugal. 2. 11. 59.
Politica, só nas Cortes dos Principes se aprende. 8. 1. 240.
Pompeo, perdeo-se na guerra que teve na Asia, e porque. Disc. 8.
p. 318.
Porra, seu brazaõ. 3. 14. 101.
Porto, carreiro seu brasaõ. 3. 5. 90.
Portos, de Lisboa, e Setuval, mandou fortificar ElRey D. João 1. 2.
12. 61.
Portugal, foy hum dos primeiros Reynos, que se recuperou pelos
Christãos, e quando. 3. 1. 82.
Seus primeiros povoadores ibidem.
Atè onde se estendia. 5. 2. 196. & seqq.
Portugueses, quantos acompanharão a ElRey D. Sebastiaõ a
Africa, 1. 2. 8. & 2. 7. 46.
Porque embarcão muitos para fòra do Reyno. 1. 2. 9.
Porque fógem do Estado da India. 1. 3. 12.
No valor, e lealdade superipres a todas as Naçoens. 2. 9. 54. Foraõ os primeiros professores de Sciencias que houve em
Hespanha. 5. 2. 198.
Forão os primeiros que ensinarão artes no mundo. ibidem. Forão levados a Roma por Metello, como por Troféos, por
serem excelentes Poetas. 5. 2. 199.