Noticias de Portugal
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Querena, dos Navios em que tempo se começou a uzar em
Portugal. 7. 1. 233.
Às vezes he prejudicial às proprias Nàos. ibidem.
Quintal, seu brazão. 3. 5. 90.
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Rangel, seu brazão. 3. 12. 98.
Raposo, seu brazão. 3. 5. 90.
Reaes brancos, moeda antiga o que valião. 4. 42. 192.
Rebaldo, seu brazão. 3. 4. 88.
Rebello, seu brazão. 3. 5. 89.
Rey Recaredo, que moeda bateo em Hespanha. 4. 5. 151.
Rey Recesvinto, que moedas bateo em Hespanha. 4. 15. 158.
Refoyos, seu brazão. 3. 5. 90.
Rego, seu brazão. 3. 14. 101.
Regras, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Reimondo, seu brazaõ. 3. 12. 98.
Reys, sua grandeza està na multidão do povo. 1. 1. 1.
O de Granada punha em campo mais gente que outro Reyno
de Hespanha. 1. 1. 2.
O que devem fazer para enriquecer os Reynos. 1. 4. 36.
Dando o que naõ tem se fazem Senhores dos Reynos. 1. 5. 23.
Os de Castella que forão vencidos pelos de Portugal. 2. 9. 51.
Os de Portugal favorecerão aos Estrangeiros com poderosas
armadas. 2. 15. 68.
Que estados possuem os de Portugal em Guinè. 6. 1. 216. Com que condiçoens os receberão dos Summos Pontifices.
ibidem.
Os de Ethiopia aptos para abraçar o Evangelho. 6. 5. 227.
Reys, qual he o seu officio. Disc. 8. p. 290.
Para cumprimento da justiça não haõde exceder aos vassallos
em boa vida. ibidem.
Antigamente todos erão Sacerdotes, e que Diadema traziaõ.
Disc. 8. p. 311.
Reys Suevos, houve muitos em Portugal. Disc. 8. p. 307.
Reys, não devem peccar com intençaõ de emmenda. Disc. 8. p.
346.
O que devem fazer para o bom governo. Disc. 8. p. 352.
Os idolatras todos tiveraõ mào fim. Disc. 8. p. 319.
Os que foraõ Santos em alguns Reynos Disc. 8. p. 317.
Saõ a imagem de Deos. Disc. 8. pag. 315.
Reys Filosofos, bemaventurança da Republica. Disc. 8. p. 337.
Haõde ter hum ouvido aberto para quem acusa, e outro para
quem he acusado. Disc. 8. p. 290.
Reys de Armas, que officio he, e quando começou em Portugal. 3.
18. 110.
Suas obrigacoens. 3. 18. 114. Ceremonias que se fazem no acto em que se lhes daõ os
nomes de Reys de Armas. 3. 19. 117.
Reynos, sua felicidade em que se funda. 1. 1. 2.
Os que saõ faltos de ouro, e prata. 1. 4. 15.
O de Portugal favorecido sempre de Deos. 2. 9. 50.
Os bemaventurados quaes. Disc. 8. p. 299.
Em que consiste a sua bemaventurança. Disc. 8. p. 315.
Religioens, sua variedade causa odio entre as gentes. 6. 4. 224.
Relogios, invẽçaõ de sua fabrica. 1. 1. 4.
Republica boa, partida em tres Estados. Disc. 8. p. 205.
Adonde naõ ha amor de Deos naõ se póde governar. Disc. 8. p.
310.
Resende, seu brazaõ. 3. 13. 99. & 3. 15. 103.
Retaguarda, vanguarda, e alas, em que tempo se introduzirão
estes nomes em Portugal. 2. 8. 46.
Como se chamavão antigamente, ibidem.
Riba fria, seu brazão. 3. 14. 101.
Ribeira, seu brazão. 3. 4. 88.
Ribeiro, seu brazão. 3. 14. 101.
Ricos homens, que titulo he. 3. 20. 121.
Roboredo, seu brazão. 3. 13. 99.
Rocha, seu brazão. 3. 7. 94.
Rocha, seu brazaõ. 3. 8. 95.
Rodrigues, seu brazaõ, 3. 12. 98.
Rodrigues, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Rey D. Rodrigo, que moedas bateo em Hespanha. 4. 20. 164.
Roja, seu brazão. 3. 10. 96.
Rolao, seu brazaõ. 3. 4. 88.
Rolim, seu brazaõ. 3. 13. 99.