Vivendo com propósitos
Capítulo 11
1 1Timóteo 6.16, NVI.
2 Boff, Leonardo. Experimentar Deus, p. 23.
3 Huxley, Aldous. A loso a perene, p. 16.
4 Erickson, Millard. Introdução à Teologia Sistemática, p. 101.
5 Panenteísmo é uma expressão criada pelo lósofo alemão Karl C. F. Krause
(1781-1832) que se explica etmologicamente pela fusão de duas palavras
gregas: pan, tudo, e eos, Deus. O panteísmo identi ca tudo com Deus e,
na verdade, chama de Deus a soma de toda a realidade, Tudo é Deus e Deus
é Tudo. O panenteísmo, por sua vez, compreende Deus além da realidade,
embora admita que Deus harmonize toda a realidade em si mesmo. Tanto o
panteísmo quanto o panenteísmo aproximam-se de Plotino e dos
neoplatônicos, que entendiam a realidade como emanação de Deus – O
Uno. Giordano Bruno, Teilhard de Chardin e Baruch Spinoza foram
grandemente in uenciados pelo neoplatonismo.
6 Atos 17.28, NVI.
7 Romanos 11.36, NVI.
8 Boff, Leonardo. Espiritualidade, p. 52.
9 Leone, Alexandre. A imagem divina e o pó da terra, p. 135, 136.
10 Boff, Leonardo. Op. cit., 2001, p. 31.
11 Boff, Leonardo. Op. cit., 2001, p. 12.
12 Gênesis 28.16, ARA.
13 Jeans, J. e Mysterious Universe, citado por Dallas Willard em Ouvindo
Deus, São Paulo: Ultimato/Textus, p. 92.
14 João 1.14-18, ARA.
15 João 3.31, 32; 8.23.
16 João 4.25,26.
17 João 5.18.
18 João 5.23.
19 João 10.30, NVI.
20 João 14.9.
21 Huxley, Aldous. A loso a perene, p. 64-65.
22 Willard, Dallas. A conspiração divina, p. 22.
23 Boff, Leonardo. Op. cit., 2002, p. 155, 156.
24 Romanos 11.36, NVI.
25 1Coríntios 10.31
26 1Coríntios 15.28; Colossenses 3.11.
27 Piper, John. Teologia da alegria, p. 37.
28 Gênesis 1.31.
29 Mateus 16.13-28, ARA.
30 João 10.30, ARA.
31 João 17.21, NVI.
1 Lewis, C. S. Cristianismo puro e simples, p. 41.
2 João 4.23,24.
3 Gênesis 1.26, ARA, NVI.
4 Gênesis 1.26,27.
5 Willard, Dallas. A conspiração divina, p. 94s.
6 Idem, p. 99.
7 1Coríntios 6.18,19.
8 Efésios 2.20-22.
9 Filipenses 2.12,13.
10 Colossenses 1.27, ARA.
11 1Pedro 2.5, ARA.
12 João 14.2,3, NVI.
13 Damásio, Antonio. O erro de Descartes, p. 280.
14 Idem, p. 280.
15 Lewis, C. S. Op. cit., 1989, p. 17.
16 Idem.
17 Frankl, Viktor. A presença ignorada de Deus, p. 41.
18 Salmos 92.4,5, NVI.
19 Salmos 104.24, NVI.
20 Salmos 145.3-10, NVI.
21 Salmos 37.5, NVI.
22 Isaías 64.4, NVI.
23 João 5.17, ARA.
24 Boff, Leonardo. A trindade e a sociedade, p. 21. Citado por Ricardo
Barbosa, em 1986.
25 Idem, p. 61.
26 Gênesis 2.21-25, NVI.
27 Veja Efésios 2.15.
28 Gálatas 3.26-28, NVI.
29 Lewis, C. S. Op. cit., 1989, p. 125.
30 João 1.1-14, ARA.
31 Romanos 8.29, NVI.
32 Colossenses 1.17-19, NVI.
33 Lucas 19.10, NVI.
34 Mateus 20.28, NVI.
1 Schopenhauer, citado por Comte-Sponville, André, em A felicidade
desesperadamente, p. 35.
2 Comte-Sponville, André, p. 8.
3 2Pedro 1.4
4 Lewis, C. S. Cristianismo puro e simples, p. 27.
1 Willard, Dallas. A conspiração divina, p. 100.
2 Idem, p. 102.
3 João 4.23,24.
4 Lewis, C. S. Cristianismo puro e simples, p. 91.
5 Idem.
6 Gênesis 3.5.
7 Kushner, Harold. How Good do We Have to Be?, p. 16-33.
8 Gênesis 2.16,17.
9 Romanos 8.1-16.
10 Lewis, C. S. Op. cit., 1989, p. 90.
11 Gálatas 2.20.
12 Colossenses 1.27.
13 1Coríntios 6.19.
14 Romanos 5.12-21.
15 2Timóteo 1.10, NVI 16 Efésios 2.1-3.
17 Romanos 7.7-8.17; Efésios 2.1-3.
18 Lucas 15.11-32.
19 Marcos 1.14,15, NVI.
20 Mateus 16.24-26, NVI.
21 2Coríntios 5.14,15, NVI.
22 Atos 2.22-36.
23 Veja Daniel 2.19-47, a descrição do sonho de Nabucodonosor, que
simboliza a sucessão de reinos ao longo da história: babilônio, persa e
romano, quando surgiria uma pedra “não enviada por mãos humanas”, que
esmagaria todos os outros reinos e que se estabeleceria para a eternidade. A
tradição cristã não tem dúvidas de que essa é uma alusão ao Reino de Deus,
o Reino supra-impérios históricos, inaugurado nos dias de Jesus de Nazaré.
24 Gênesis 3.15.
25 Mumma, Howard. Albert Camus e o teólogo, p. 40-43.
26 Mateus 28.19.
27 Atos 2.38, NVI.
28 Romanos 5.1,2; 8.1,2.
29 1Coríntios 6.19.
30 João 3.1-8.
31 Ver nota para João 3.1-8, na Bíblia Shedd.
32 João 3.6, NVI.
33 Idem.
1 Mateus 26.41 (NVI/ARA).
2 Lucas 17.21, ARA.
3 1Coríntios 15.50, NVI.
4 Lucas 19.1-19.
5 João 5. 7.37-39, ARA.
6 João 20.30, ARA.
7 João 21.25, ARA.
8 Mateus 4.1; 14.13; 14.23; Marcos 1.35; Lucas 11.1.
9 Gênesis 28.16,17, ARA.
10 1Reis 19.9, ARA.
11 Lucas 24.13-35.
12 Bonder, Nilton, p. 92.
13 Lewis, C. S.
14 Romamos 11.36, NVI.
15 João 10.31 (NVI/ARA).
16 Lucas 18.11, ARA.
17 Peterson, Eugene. O pastor contemplativo, capítulo 8.
18 João 14.12-14; 15.7; 16.23,24.
19 Atos 10.1,2.
20 Goodall, Jane. Uma janela para a vida: 30 anos com os chimpanzés da
Tanzânia, p. 16, 17.
21 Gênesis 28.16.
22 Chouraqui, André. No princípio, p. 294.
1 Para se aprofundar no tema, recomendo Richard Foster, Oração, o refúgio
da alma.
2 Mateus 6.22,23.
3 Mateus 6.33.
4 Filipenses 4.6,7, ARA.
5 Tiago 4.3.
6 Salmos 42.5, NVI.
7 Salmos 139.23,24, NVI.
8 João 6.27.
9 Filipenses 4.10-13.
10 Gálatas 5.16.
11 Salmos 139.1-4, ARA.
12 Gálatas 6.2.
13 Romanos 15.30.
14 Colossenses 4.12.
15 Lucas 22.31,32.
16 Salmos 145.18 (NVI; ver também Salmos 86.5).
17 João 6.25-27.
18 Lucas 17.11-19.
19 Atos 10.4-31.
20 Juliana de Norwich, citada em Oração, o refúgio da alma, por Richard
Foster, p. 139.
1 João 3.1-8.
2 Romanos 8.16,17.
3 2Coríntios 7.1; 1Tessalonicenses 5.23.
4 Deuteronômio 6.5; Mateus 22.37.
5 Citado por Alexandre G. Leone, em A imagem divina e o pó da terra, p.
125.
6 Cullmann, Oscar. Das origens do evangelho à formação da teologia cristã,
p. 193.
7 Para aprofundar o tema, veja Erickson, Millard, Introdução à teologia
sistemática, São Paulo: Vida Nova, 1997, Capítulo 18: A imagem de Deus no
homem, notadamente p. 230-233.
8 Recomendo quatro autores: Joseph Ledoux (O cérebro emocional, Rio de
Janeiro: Objetiva, 1998); Antonio Damásio (O erro de Descartes e O mistério
da consciência, São Paulo: Companhia das Letras, 1998 e 2000
respectivamente); o popular Daniel Goleman (Inteligência emocional, Rio de
Janeiro: Objetiva, 1996); e Henrique Schützer Del Nero (O sítio da mente,
São Paulo: Collegium Cognitio, 1997).
9 Domásio, Antonio. O erro de Descartes, p. 280.
10 Gênesis 2.7, ARA.
11 Mateus 6.33.
12 Nouwen, Henri J. M. Renovando todas as coisas, p. 33, 34.
1 2Coríntios 4.16, NVI.
2 Salmos 14.1; 53.1.
3 Marcos 12.28-31, NTLH.
4 Gálatas 2.20, ARA.
5 Colossenses 1.26,27, NTLH.
6 Gálatas 5.22, ARA.
7 Romanos 5.5, NTLH.
8 1João 4.7-16, NTLH.
9 2Pedro 1.4.
10 Gálatas 5.22,23, NVI.
11 1Tessalonicenses 5.19, NTLH.
12 Efésios 4.27.
13 1João 4.20, NTLH.
14 Isaías 32.17.
15 Gálatas 5.16-21.
16 Barclay, Charles William. As obras da carne e o fruto do Espírito, p. 24.
17 Mateus 26.41, ARA.
1 João 3.16; 1João 5.12, ARA. Ver também: João 5.24; 6.63-69; 10.10; 11.25;
14.6; 17.3;20.30,31; 1João 5.11.
2 Nouwen, Henri J. M. Mosaicos do presente. São Paulo: Paulinas, 1995, p.
64.
3 Efésios 3.16, ARA.
4 1Tessalonicenses 5.18; Efésios 5.18.
5 Willard, Dallas. A conspiração divina, p. 386.
6 1Coríntios 9.24-27; 1Timóteo 4.7,8.
7 Romanos 7.17-20,23.
8 Willard, Dallas. Op. cit., 2001, p. 376.
9 Gálatas 5.16,17.
10 Romanos 8.22,23.
11 1Coríntios 15.53.
12 João 1.1-14, ARA.
13 Filipenses 2.7, NVI.
14 Hebreus 10.5.
15 Mateus 26.26-30.
16 1Coríntios 15.35-54.
17 2Coríntios 4.11, NVI.
18 2Coríntios 3.18; Gálatas 4.19; Efésios 4.11-13; Colossenses 1.28; 3.10;
2Timóteo 3.16,17.
19 Efésios 6.18; 1Tessalonicenses 5.16-18.
20 1Coríntios 9.24-27; 1Timóteo 4.7,8.
21 Filipenses 2.12,13.
22 1Coríntios 14.26; Efésios 5.19.
23 João 17.3.
24 Mateus 22.29; João 5.39.
25 Isaías 43.10.
26 2Coríntios 3.18.
27 Mateus 17.1-8.
28 Para aprofundar o tema, recomendo a leitura de Dallas Willard, A
conspiração divina; O espírito das disciplinas e Richard Foster, Celebração da
disciplina; Devotional classics.
29 Mateus 4.4, ARA.
30 João 4.32,34.
31 À Kempis, omas. A imitação de Cristo, p. 62.
32 Daniel 1.12.
33 Cobra, Nuno. A semente da vitória, p. 82-84.
34 Romanos 12.2.
35 João 8.32, NVI.
36 Peterson, Eugene. Ouvindo a Deus, editado por Elmer Dyck, p. 7.
37 Capra, Fritjof. O tão da física, p. 31.
38 Salmos 30.11,12, NVI.
39 Salmo 100.
40 1Coríntios 7.5.
41 Lucas 12.15, NVI.
42 Nouwen, Heni J. M. Silence, the portable cell. Sojourners, jul. de 1980, p.
22.
43 Provérbios 16.32.
44 Lucas 18.9-14.
45 Êxodo 3.14.
46 Mateus 6.5-8.
47 2Coríntios 12.7-10; Mateus 26.36-46.
48 Mateus 16.26.
1 Lewis, C. S. As cartas do coisa-ruim, p. 6.
2 Idem, p. 6.
3 Idem.
4 Sousa, Ricardo Barbosa. Janelas para a vida, p. 61.
5 Boff, Leonardo. A trindade e a sociedade, p. 21, 37, 38.
6 Frankl, Viktor. Um sentido para a vida, p. 29.
7 Recomendo a leitura de Pequeno tratado das grandes virtudes, de André
Comte-Sponville (1995), especialmente o capítulo 18, Amor.
8 Barclay, William Charles. As obras da carne e o fruto do Espírito, verbete
“ágape”, 1992.
9 João 13.35, ARA.
10 Mateus 9.36; 14.14; 15.32; 18.27; 20.34; 27.43.
11 Simone Weil, citada em Pequeno tratado das grandes virtudes, de André
Comte-Sponville, 1995, p. 303.
1 Citado em Mentoria espiritual, por James Houston, 2003, p. 13.
2 Lucas 10.1-17.
3 Mateus 10.2.
4 Mateus 17.1; 26.37.
5 João 20.2.
6 Lewis, C. S. Os quatro amores. São Paulo: Mundo Cristão, 1983, p. 57.
7 Provérbios 18.24, ARA.
8 Provérbios 27.17, NVI.
9 Provérbios 27.5, NVI.
10 Nouwen, Henri J. M. Cartas a Marc sobre Jesus. São Paulo: Edições
Loyola, 1999, p. 32 e Pão para o caminho. São Paulo: Edições Loyola, 1999, p.
29. O que é coaching?, Revista Você S.A., set. de 2000.
11 O que é coaching?. Revista Você S.A., set. 2000.
12 Idem, mar. de 2000.
13 Houston, James. Mentoria espiritual. Rio de Janeiro: Sepal, 2003, p. 17.
14 Mateus 18.20.
1 Moraes, Vinicius de. Para Viver um Grande Amor. São Paulo: Companhia
das Letras, 2001, p. 181.
2 Leone, Alexandre. A imagem divina e o pó da terra, p. 158-159.
3 Gênesis 2.24, NVI.
4 Mateus 3.17, ARA.
5 Sermão baseado em João 13.1.
6 Eclesiastes 4.10, NVI.
7 Gálatas 6.2, NVI.
8 Efésios 4.3.
9 Rienecker, F. e Rogers, C. Chave linguística do Novo Testamento Grego, p.
393.
10 Filipenses 4.3,4.
11 Mateus 18.21-35.
1 Heschel, Joshua. O Schabat, p. 68.
2 Gênesis 1.26-28, NVI.
3 Eclesiastes 7.29.
4 Kushner, Harold. How Good do We Have to Be?, p. 31.
5 Idem, pp. 21, 22.
6 Citado em Albert Camus e o teólogo por Howard Mumma, p. 40-43.
7 Gênesis 2.16,17, NVI.
8 Gênesis 3.16-22,24.
9 Romanos 7.19-24.
10 Gênesis 4.7,8.
11 Gênesis 3.17-19.
12 Gênesis 3.22, ARA.
13 Mateus 6.10, NVI.
14 Lucas 11.20.
15 Mateus 3.2; 4.17; 10.7; Marcos 1.15; Lucas 10.9.
16 Willard, Dallas. A conspiração divina, p. 51-52.
17 Por ocasião da Revolução dos Cravos, em Portugal, abril de 1974.
1 o Valor econômico , 1 Caderno, 22 de fev. de 2002.
2 João 5.17.
3 Comte-Sponville, André. A felicidade desesperadamente, p. 19.
4 Filipenses 4.10-13.
5 Mateus 6.33.
6 Mateus 6.21, NVI.
7 Lucas 19.1-10.
8 Lucas 18.18-30, NVI.
9 Mateus 25.14-30, NVI.
10 Bonder, Nilton. A cabala do dinheiro, p. 22.
1 Buckingham, Marcus e Coffman, Curt. Primeiro quebre todas as regras,
1999.
2 Goleman, Daniel. Inteligência emocional. Rio de janeiro: Objetiva, 1996.
3 Gardner, Howard. Inteligências múltiplas. Porto Alegre: Artmed, 1998.
4 1Coríntios 12.7, NTLH.
5 Atos 18.1-3.
6 Morin, Estelle. Os sentidos do trabalho, ERA Executivo, v. 1, ago./set./ out.
de 2002, p. 70-75.
1 Klein, Naomi. Sem logo, p. 87.
2 Fukuyama, Francis. O m da história e o último homem, p. 369-370.
3 Flores, Stefano de. Dicionário de espiritualidade, p. 341.
4 Giannetti, Eduardo. Felicidade, p. 23.
5 Idem, p. 30.
6 Forte, Bruno. A essência do cristianismo, p. 13-20.
7 Jornal O Estado de S. Paulo, de jul. de 2003.
8 Eclesiastes 9.7-10, NVI.
9 Kushner, Harold. Quando tudo não é o bastante, p. 80.
10 Idem, p. 86.
11 Mateus 25.40, NVI.
12 João 13.33,34.
13 Gleiser, Marcelo. Retalhos cósmicos, p. 39.
14 Benson, Herbert. Medicina espiritual, p. 53-56.
15 Salmos 2.4.
16 Sir Winston Churchil, discurso proferido em 10 de nov. de 1942.
17 Marcos 1.14,15.
18 Romanos 14.17.
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